Poemas sobre Ate breve Abraco
Vinte e Sete de Outubro
Mais um ano se passa
Longo ano de combate
Logo, logo
Dentro em breve
O homem não será mais criado...
Espero, angustiado [e apaixonado]
O dia de combater a teu lado
A saudade é um dia frio,
É como chuva fina em breve estio
Ave pequenina sem ninho
É porta aberta e alguém que não vem.
Concordamos que não dá pra ir devagar?
A vida é tão efêmera, tão breve, pode acabar ali na esquina, amanhã... não dá pra ir devagar... tem que se jogar!
Se der certo bom... ótimo, aliás.
Se não der... bom também! Fica a experiência e os bons momentos.
Não dá pra achar que não vai dar certo, não dá pra esperar, não dá pra não viver!
Gente, a vida é pra ser vivida, não esperada.
A vida passa, não dá pra ficar só vendo!
Se joga!
O caminho pode ser breve ou longo
Que a gente nunca perca a teimosia de continuar o trajeto.
E que se preciso for; que tenhamos a audácia de mudar a rota, porque não somos obrigados a nada, cada um sabe onde o calo aperta mais. Por tanto jogue os calçados e continue a seguir.
Somos as palavras que saem da nossa boca, por tanto abra a boca para enriquecer a sua alma com coisas boas.
Somos a dor que ainda não cicatrizou, mas ninguém precisa saber, até porque nem todos levam a empatia pelo outro.
Somos um pouco de cada um que passou pela gente, dos bons adquirimos sabedoria e dos maus aprendizado. Para assim aprendermos onde podemos voltar e onde nunca mais pisar.
Somos os sorrisos; daqueles que em nós inspiram.
"Somos o choro da noite e a alegria de abrir os olhos no amanhecer." Porque ao despertar, sabemos que é Deus surrando; ei acorda, abra seus olhos, seja forte, preencha seu coração de esperanças, a vida tá lá fora esperando sua coragem e eu estou com você!
Assim somos;
os erros, os acertos e os consertos daquilo que podemos tentar novamente.
Amanhã é outro dia e o sol voltará para o seu coração se voltar!
#Autora #Andrea_Domingues ©
Direitos autorais reservados 15/10/2018 às 12:30
A arte do Pangolelê...
A marcha compassada do Bertrano, era breve e indicava duas realidades: a idade já avançada do pardo cavalo e o peso da carroça que puxava, uma velha carroça coberta em lona colorida, tatuada em desenhos que remontavam à lembrança a magia da arte circense.
Era nela que o palhaço Bambolin, seguia à frente da caravana e nela, cabia tamanha alegria que ia do nariz de bolinha à peruca vermelha e todas as peças que ele vestia: roupas de cetim com formas de toda cor, todas bem cuidadas, guardadas em baús de madeira, que juntos, servia de cama para dormir, durante a viagem, a trapezista que também era atriz e não abria mão de fazer de sua arte, motivo para todo povo se emocionar e também, sorrir.
Circo sem bicho, sem cobertura, sem bilheteria, sem bancos nem cadeiras, sem hora nem lugar pro show que não pode parar.
As atrações eram tantas que cabia um mundo de sonhos na imaginação de menina, de menino, de gente grande, que viam nas trapalhadas do palhaço e no voo do homem bala, no estranho gigante João correndo atrás do anão trapalhão, na curiosa mulher de barba e se admiravam com Gismundo, o homem mais forte do mundo.
Mas havia um momento de tensão, a apresentação da bela trapezista, que também era atriz e, de um lado pro outro, recitava, cantava e encantava a plateia!
A cartomante, nascida em Lisboa, além de interpretar o que via nas cartas, “lia mão”, adivinhava o futuro e dizia que bastava um tostão pra pagar a adivinhação.
O circo Pangolelê, era itinerante! Tinha somente artistas da vida, operários da felicidade, gente que tinha por regra, a falta de regras, naqueles eternos minutos que a atenção que recebiam, em encanto se fazia.
Ali, não cabiam sentidos e nem lembranças de sofrer, e pelo querer, transportavam a plateia para um universo de emoção e ficção!
O livro Sad_Poet
Enquanto eu observo a rua
Sinto aquele breve sentimento,
De Apenas saber que o mundo ainda continua sem mim
O telhado da vida,
O telhado amigo das estrelas...
Dos choros mais belos
E das cinzas mais Tristes do mundo
Saudade dos tempos de criança,
Aquele tempo onde a esperança
Sempre vinha em primeiro lugar,
O Belo tempo de minha Alegria, talvez o único tempo disto
O poeta do tempo,
o poeta do limbo
Sorrindo um Sorriso de alegria
Sem ter um pingo dela em seu peito
O Vento frio me escolheu,
Escolheu o poeta triste para ser seu companheiro,
Será que assim poderei encontrar meus amigos ?
Os meus amigos nunca visto os que choram para Lua como eu...
A noite o Menino subia em seu telhado
Para observar as Estrelas,
Mesmo sem encontrar a estrela de sua vida,
O menino ainda conseguia sentir seu brilho
Ecoar por sua mente.
Ecoava tão fortemente que ele não podia acreditar,
Naquele sentimento tão surreal,
Sua amada estava aqui ?
Ou em um lugar nunca esperado ?
- Pare menino! você irá ficar louco com esses pensamentos,
Você não precisa se preocupar com isto
Outro alguém já acabou com estas perguntas para você!
Este é o Livro: SadPoet aquele que bebeu a Tristeza de Deus.
Nordeste de esperança.
Quero saúde e estrutura
tragam saneamento breve
chega de conversa e jura
que essa vida não é leve
se tem água tem fartura
que se retrate a criatura
os direitos que lhe deve.
LISIMETRIA
Se tanto me encanta o teu encanto, que em breve seja esse encontro
Que ainda o mesmo gosto tenha tua boca,
A mesma excitação provoque teu seio
Tanto quanto eram, ávidas sejam tuas mãos
Vida curta e vã...
De uma breve manhã...
Aconteceu...
Em espinhos tantos...
Flor aventureira...
Brotou deste meu coração...
Assim é a vida...
Ora doçura...
Ora fel...
A ventura irmã da desilusão...
A flor que um dia...
Tão amada floresceu...
Jaz pisoteada...
Pelo falso amor que você me prometeu...
Sandro Paschoal Nogueira
#Eu #vim #somente #dizer...
Se tu ama, ame baixinho...
A vida é breve...
E o amor mais breve ainda...
Não tenha medo de viver...
Não tenha medo de amar...
Tenha medo de não ser...
De não estar...
De não querer...
Não sonhar...
Felicidade pequena semente...
Que todos os dias precisamos cuidar...
Triste é aquele...
Que pelo mundo passa...
E que da ilusão...
Faz seu par de asas...
Viva e deixe-se viver...
Nas auroras ardentes...
Em que nasce a esperança...
Que acalenta nossos sonhos...
Até onde nossa alma alcança...
Suave contentamento...
Vivendo cada momento...
Quem teme ao amor...
Sofre derradeiro tormento...
Espaço oco no peito...
Vazio sem sentido...
Mundo frio...
Olhar não brilha...
Não encontra caminho...
Verdades puras...
As minhas eu digo...
Sonhe conforme quiser...
Mas sonhe sempre...
Sonhando e vivendo...
Segundo o amor que tiver...
Terá, de meus versos, o entendimento..
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
Horas Mortas
Breve momento após comprido dia
De incômodos, de penas, de cansaço
Inda o corpo a sentir quebrado e lasso,
Posso a ti me entregar, doce Poesia.
Desta janela aberta, à luz tardia
Do luar em cheio a clarear no espaço,
Vejo-te vir, ouço-te o leve passo
Na transparência azul da noite fria.
Chegas. O ósculo teu me vivifica
Mas é tão tarde! Rápido flutuas
Tornando logo à etérea imensidade;
E na mesa em que escrevo apenas fica
Sobre o papel – rastro das asas tuas,
Um verso, um pensamento, uma saudade.
Não há nada pior, que neste tão breve morrer; a ti possas fazer!
Destruíres tua FAMÍLIA
Nada há, pior que a ti possas fazer;
que destruíres, cá; teu construir!...
por ser destruir, o único ser;
que nesta morte, tinha; o teu fluir.
Feito; de ti nascido, rejeitares;
é garante, que há em ti; nada bom!...
tal como, irão ser todos teus tratares;
por do fraco prazer, seres lambão!
És pobre, que nada bom tem pra dar;
és cego, que nem para os seus; tem ver!
és burro que tod@s, fará sofrer…
és morte, neste viver de chorar;
por tantos, tão mortos; como tu haver!...
a tanta Alminha boa, destroçar.
Com profunda PENA de ti;
A vida é curta, breve, frágil e, são exatamente esses os elementos que a torna assim tão preciosa. Convém não desperdiçamos o tempo. É mister que não percamos nenhum instante, sequer, da nossa passagem por ela.
Que nos dediquemos mais ao que nos dá prazer, ao que soma, cura, acrescenta, ao que nos melhora espiritualmente, psicologicamente e como seres humanos.
Sejamos semeadores de flores, luz, bons sentimentos, palavras que bendizem.
Transformemos-nos no amor, na paz, na luz que tanto queremos ter e receber do mundo.
Tornemos-nos um doador voluntário de sorrisos. São eles que como brisa em dia quente amenizam a seca de afeto que assola a humanidade. O mundo pede, a vida agradece e retribui.
É importante nos lembrarmos que é doando o melhor de nós à vida que recebemos dela o seu melhor. Ao contrário do que pensam, isso não é sorte, é merecimento.
E assim os dias voam...
Sei que em breve o amor pronuciado aos poucos será esquecido e o que é saudade constante vai se tornando vaga lembrança.
Por fim, recomeça um novo ciclo de vida.
Admiráveis são os meus pensamentos
Porque penso em você, e mesmo distante
Sinto-te na breve brisa dos ventos.
Até mesmo nos vendavais
Que levam o polén da minha flor
Nas ruas onde me prometias amor.
Por isso são admiráveis esses pensamentos meus
Olhando a distância da estrada pressinto suas mãos
Dizendo-me adeus!
O desejo ansioso e dormente
A pele em espanto somente
Um sorriso fino e breve
O copo cheio de Martine
O poeta e a inspiração triste
Onde estamos agora?
Há um lugar onde se reúne
Os corajosos os destemidos
Onde estamos agora?
Porque os olhos choram?
Esses olhos claros e calmos
Acomodados não reagimos
Quero o silêncio agora
Quero superar o caos em fim
Parte de mim ainda se aprisiona
Parte de mim ainda ama
Não quero pensar em nada agora
Quero descobrir oque existe
Dentro de mim
Porquê o que existe lá fora é dor
Há mundo, mundo.....
Como seria se todos fossem humanos
Que toda tristeza seja breve
Que toda saudade seja leve
Que toda solidão seja para encontrar-se consigo mesmo
E que toda alegria permaneça à fim de trazer
gosto ao viver!
Que o amanhecer seja leve;
Que quem não vim para fica
seja breve e,
Que a única dificuldade do dia
seja escolher o que beber:
chá ou café?
