Poemas sobre Alma
Toda positividade para que possamos nos entregar de corpo e alma é primordial aos nossos princípios;
Porém intensificar as nossas caricias para completar o desejo é o que realmente queremos para o prazer celestial;
Portanto não é somente se entregar, não é somente chupões, mordidas e satisfações, nós esperamos sentimentos verdadeiros;
Quero saciar-me com o prazer supremo que o seu corpo é capaz de despertar em mim;
Adoce a tua alma com poesia
Que todo o belo que vistes
Aquecerão teus dias frios e cinzentos
A tecerem fios de esperança.
Há dias em que o meu silêncio é eco mais alto
Do grito que a minha alma pode dar
É o meu tempo de reestruturação...
Nesse momento respiro fundo
Não penso...
Desligo-me temporamente
Fico ali, olhar fixo
Olhando para dentro
Do espaço cinzento...
O fulgor já me é passado
A felicidade?
Está em algum lugar onde haja sol.
Com um certo amargor na boca
Vejo que o tempo passou rápido demais.
Restaram-me as lembranças
Um instantâneo para meus dias nublados
Fotografias tão presentes na minha memória
É nesse momento que reescrevo minha história
As imagens vão chegando
De algo ou de alguém que ascendeu as minhas cores
E uma espécie de centelha
Rasga-me o cinza melancólico
Numa paisagem simples
Que me ultrapassa a alma em cores bucólicas
Então ouço o eco do meu silêncio...
Ainda há tempo!
O céu nunca tem as mesmas cores
E as nuvens jamais permanecem num mesmo lugar.
Sonhar é perfumar a alma,
É afagar o coração.
Sonhos que me acalentam os dias,
Sonhos que me invadem as noites.
Sonhos que vem e se vão...
Mas, nunca sonho em vão.
Há sonhos que me dão fé,
E faço deles minha oração.
Há aqueles sonhos adormecidos,
Esperando a redenção.
Também há outros tantos...
Que são mera ilusão.
E assim,
Os sonhos se alastram e crescem,
Feito flores, nos canteiros da minha alma.
Eles embalam tão suavemente meus dias,
Que me faz querer sempre mais...
Porque vivo de sonhos?
É o encontro da liberdade.
O silêncio é o grito da alma
É quando as palavras se calam
E o mistério cria falas...
Na brisa mansa da madrugada
Na indolência da dormência da noite
Na ternura das folhas do outono
Que jazem esquecidas no chão
Quando se ouve o som
Da árvore que bota no campo
Quando se ouve o balé sem som
Das estrelas riscando o céu
Quando se pode ouvir a magia
Dos brotos dando vida aos seus sonhos
Enfim...
O silêncio é a linguagem perfeita
O idioma falado
Somente pela alma dos poetas.
Hoje é a dor e a fraqueza que me corroe por dentro. É como se minha alma já tivesse morta por anos, mas meu corpo ainda continua de pé, apenas tentando sobreviver nesse mundo fútil.
É como se eu gritasse por ajuda, mas ninguém ha de me escutar.
Sou apenas uma alma obscurecida pelas dores que o mundo nos proporciona, sou apenas uma garota assustada procurando por alguém que se importe verdadeiramente, alguém que possa ser a cura de todas as minhas dores. Acontece que esse “alguém” não existe! Não pra mim.
Não sou apenas de sorrisos, por dentro meu frio coração grita por socorro, minha alma esta em prantos apenas aguardando alguém que possa acolhe-la. Aguardando um alguém que nunca ha de vir.
Me machuco na vontade de esquecer pelo menos um pouco da minha dor sentimental, o sangue que escorre em meus braços é o que me faz bem, mas ao mesmo tempo faz com que eu fique pior.
Essas são algumas saídas que encontrei para acabar com tudo. Ah! já ia me esquecendo de uma, e essa com certeza irá acabar com tudo, e finalmente poderei me libertar, finalmente poderei descansar. Nessa ainda não tive total sucesso, mas quem sabe em um futuro próximo eu não utilize essa ultima saída… A Morte.
Ouviam-se lá fora os ruídos
O silêncio provinha de dentro
Ao fundo...
Na alma da mulher.
O sol permanecia majestoso
A sua volta
Entretanto,
Em seu interior havia uma geleira
Mantinha a face uma rigidez de mármore
Indiferente a beleza do dia
Mas reparei que por um momento
Havia um desassossego em teu olhar
Que se pintava em labaredas
Ao fitar um botão que não floriu
Seria um traço de ternura?
Teu mar que tesse a teia
Leva e lava minha a alma
Me cega e me incendeia
Em teu ventre me acalma
Na noite tua beleza se refaz
Em sorrisos e olhares
Porém tua mente mordaz
Arrasta consigo estrelas e luares
As lagrimas que caem desses olhos desiludidos,
são o espelho de uma alma sem esperanças;
lagrimas que brotaram de um coração partido,
sufocado pelo amor rejeitado;
atormentado em noites longas e frias
-longas, frias e solitárias-
por um sentimento perverso
que insiste em uma tortura desumana.
madrugadas inteiras perdidas em pensamentos;
ora tão amargos como quem hoje sou,
ora tão doces quanto aquela que um dia fui!
E você veio como vento no final de uma tarde quente, revigorando a alma e purificando o ar.
E de ti enchi os pulmões.
Surgiu inesperado como primavera depois do outono, recolhendo as folhas e flores ressecadas e as moldando em uma copa perfeita. E por ti voltei a vida.
Apareceu como aquele dinheiro no bolso do casaco, que ninguém espera, mas aparece sempre na melhor hora.
E você foi minha sorte.
Atravessou a porta e seus 7 cadeados sem dificuldade alguma, sem quebrar a madeira, sem arrombar as fechaduras. E aqui sentiu-se seguro. E me fez sorrir; sem preço algum, com um efeito muito maior e em uma dose perfeita; E até os sorrisos dos destilados mais caros, se tornaram estreitos.
A lágrima, é, se não, a expressão mais visível da alma;
Também é o sorriso, mas superficial, modesto;
A lágrima não;
Ela é a profundeza do ser;
É a materialização da dor, da tristeza;
Não se pode conter, ou segurar, ela é forte;
Qualquer ação humana, não é tão forte quanto o poder da lágrima;
Sua expressão e significado é profunda de mais;
Jesus, chorou mostrando a alma;
A lágrima ou o choro, não sei se é bom;
Sei que acontece;
E agora percebo que sempre amei a minha vazia e sem vida alma;
E agora tenho a certeza que não nasci para o amor;
E agora sei que nunca terei o calor da paixão;
E agora fico sozinho num mundo onde a singularidade é um defeito;
E agora não existe mais o hoje e sim o ontem do qual sinto falta;
Pobre do meu espírito condenado ao ceticismo da paixão.
Hoje é um dia triste.
A alma abriga agora uma grande vazio.
Aquela luz interior, agora se apagou.
O sonhos ressecaram.
O dia em que trago no meu coração, uma tristeza sem fim.
Hoje é um dia triste.
Mulher
Que direitos são estes que ferem
Não só o corpo, mas a alma,
Que luta é essa que maltrata
Dilacera a coragem, faz crescer o medo?
Que culpa tão grande é essa
Que faz desejar não viver,
É a beleza, o aroma ou o sorriso encantador?
Seus cabelos ao vento, não podem servir como chicotes!
Um silencio, que fere!
Dilacera e maltrata.
Mas os olhares tão tristes
Com esses dias tão incompreensíveis
Não fingem.
Existe vida além-mar?
Existe esperança além da dor?
Existe força aonde só há terror?
Tantas perguntas em um corpo tão frágil
Capaz de fazer surgir à vida,
Mas ainda incapaz
De viver com a dor.
Não é pela violência sofrida
Não é pelo desespero nela contida,
Não é pelas marcas que não cicatrizam!
É pela alma ferida
Pela pureza perdida
Pelo corpo que deveria receber
Somente o calor
E sentir apenas o amor.
É o direito de viver
De ser feliz,
Que alguns ainda não conseguem
Se permitir.
Chorar lubrifica a alma.
Sorrir fortifica o coração.
Viver para o bem engradece o espírito.
Escrever é tudo isso ao mesmo tempo:
Num só ato, enobrece a alma, o coração e o espírito.
Foi a gota d’água...
Apagaram-se todos os lampadários que mantinham a sua alma acesa.
A imersão apavorante no mar da angústia foi inevitável
.
.
.
Partida em aflições deixou-se arrastar pálida pelos remoinhos sombrios.
E mais e mais entristecida e chorosa por cada flash pesadelo,
afundava longe e profunda
.
.
.
Percebeu-se completamente só
tragando o lodo negro de suas dores
.
.
.
O corpo latejava agudo esquecido inerte indefeso inconstante
Seus gritos se perdiam antes mesmo de serem ouvidos.
Entregou-se enfim
.
.
.
Hoje,
encontra-se cerrada numa mortalha de pavor
padecendo num abismo perturbador
sem sequer compreender que somente ela mesma
possui a chave que a livrará desse sofrimento
.
.
.
No silêncio da minha alma
No mais profundo do meu ser
Na esperança dos meus dias
No brilho dos meus olhos
Na força que me move
Na fé que me sustenta
Está você, Jesus
Se a casa dos meus olhos não te poderem abrigar
Abre a porta da minha alma
E de tanto que sonho, para te beijar, farei do céu a morada do verbo amar
Não tentes descobrir os meus segredos
Respira as pétalas da alma que te dou
Não procures entender a verdade com enredos
Sente nas palavras quem eu sou
RESSACA DE AMOR
O amor é o alimento da alma.
Mas se esse alimento não for sadio,
bem conservado, bem temperado,
pode fazer muito mal.
Terminar numa inesquecível ressaca.
E nem queira conhecer, a dor
de uma ressaca de amor.
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