Coleção pessoal de maiaaraujoeducacao
"A Educação Especial na perspectiva inclusiva deixa de ser uma utopia e passa a ser uma realidade quando cada profissional compreende que ninguém inclui sozinho. A verdadeira inclusão nasce da colaboração entre o professor da sala comum, o professor do AEE e o professor colaborador, unidos por um único propósito: garantir que todo estudante tenha acesso, participação, aprendizagem e pertencimento."
o professor colaborador ou profissional de apoio atua como parceiro na vivência escolar, favorecendo a participação, a autonomia e a permanência do aprendente nas atividades escolares, sempre respeitando os limites de sua função.
O professor do AEE identifica barreiras, elabora estratégias, viabiliza recursos de acessibilidade e complementa o processo educacional, sem substituir o ensino da sala regular.
Na perspectiva da educação inclusiva, o professor da sala comum não trabalha sozinho. Assim como uma orquestra depende da colaboração de cada músico para produzir uma bela melodia, a inclusão acontece quando há parceria entre o professor da sala comum, o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE), o profissional de apoio, a família e toda a comunidade escolar.
O professor da sala comum é o maestro que conduz a orquestra da aprendizagem. É ele quem harmoniza as diferentes potencialidades, ritmos e necessidades presentes na sala de aula, tornando cada aprendente parte essencial desse grande concerto chamado EDUCAÇÃO.
A inclusão não acontece apenas pela matrícula do estudante na escola regular. Ela se concretiza quando há diálogo, planejamento conjunto, compartilhamento de responsabilidades e compromisso com o desenvolvimento integral de cada aprendente.
Uma Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva somente se torna realidade quando existe um trabalho colaborativo entre o professor da sala comum, o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o profissional de apoio ou professor colaborador.
A transformação começa quando cada um faz a sua parte. Afinal, a inclusão não é um favor; é um compromisso coletivo e uma demonstração de humanização.
Incluir é muito mais do que abrir as portas. É acolher, adaptar, respeitar as diferenças, garantir direitos e, acima de tudo, colocar a mão na massa.
Não existe inclusão verdadeira quando a responsabilidade recai sobre uma única pessoa, um único profissional ou apenas sobre a escola. Ela acontece quando escola, família e sociedade assumem, juntas, o compromisso de construir oportunidades reais de aprendizagem, participação e pertencimento.
A inclusão só deixará de ser uma falácia quando todos compreenderem que ela é uma responsabilidade compartilhada.
Quando seus pés não alçarem seus objetivos, voe. A Educação sempre será o vento que impulsionará suas asas.
Quando o caminho parecer difícil, quando os limites tentarem impedir seus passos, lembre-se: quem aprende e apreende descobre que há asas onde onde se achava áptero.
A Educação nos ensina que nem sempre os pés conseguem chegar a todos os destinos, mas o conhecimento nos permite voar para infinitas rotas.
A Educação nos provoca a capacidade de sonhar, de transformar realidades e de alcançar lugares que antes pareciam inalcançáveis .
Voar vai muito além de abrir asas, voar é ampliar cenários, descobrir novos trajetos e acreditar que sempre é possível ir além.
Só é possível amar , quando se está inteiro. Uma alma fragmentada venda os olhos nos levando a enganos e desenganos.
