Poemas sobre a Morte
Perdi o medo de morrer e fiquei com medo de viver.
Cada dia passado um dia a menos.
Sinistro isso...
Dizem que recordar é viver
Que a única certeza da vida é morrer
Que o calor também provoca arrepio
E que Deus dá o cobertor conforme o frio.
Quando eu for ou estiver pertode morrer, que eu morra em Paz. Tranquilo e sereno, sem sofrer esprimido pela dor.
Já sofri muito em vida e a dor nos instantes finais, seria talvez a pior morte, um assistir desassistido,
o findar vivendo.
Quero matar
Tudo o que eu tenho
Para morrer
De imperfeito
Dentro de mim
Sou que nem
Fruta doce
Porém amarga!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
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Meus olhos
Estão querendo
Se fechar
Não sei se é
Para dormir
Sonhar
Ou morrer
É melhor não resistir
E me entregar
Ao inesperado
Sem nenhuma garantia
De vida
Só sei que sonharei
Com o infinito
E morrerei de amor
Um dia desses!!!
Fernanda de Paula
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Causa mortis:
Quero matar
A vontade de você
E ao mesmo tempo
Morrer de tanto prazer
E continuar mais viva
Do que nunca!!!
Fernanda de Paula
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Viva a vida como se fosse o fim você não sabe quando vai morrer,
não passe a vida odiando as
pessoas,
ame aqueles que te amam pois um dia vai ser tarde para se desculpar e se despedir
TESTAMENTO
Se por acaso morrer durante o sono
não quero que te preocupes inutilmente.
Será apenas uma noite sucedendo-se
a outra noite interminavelmente.
Se a doença me tolher na cama
e a morte aí me for buscar,
beija Amor, com a força de quem ama,
estes olhos cansados, no último instante.
Se, pela triste monotonia do entardecer,
me encontrarem estendido e morto,
quero que me venhas ver
e tocar o frio e sangue do corpo.
Se, pelo contrário, morrer na guerra
e ficar perdido no gelo de qualquer Coreia,
quero que saibas, Amor, quero que saibas,
pelo cérebro rebentado, pela seca veia,
pela pólvora e pelas balas entranhadas
na dura carne gelada,
que morri sim, que me não repito,
mas que ecoo inteiro na força do meu grito.
SE EU MORRER AMANHÃ...
Vilma Oliveira
Se eu morrer amanhã
Ninguém irá se lembrar
Nada de mim irá restar
Nem a caridade cristã!
Irão todos festejar...
Ao lado do meu caixão
Num festim quase malsão
Irão sequer lamentar!
E, num acre deletério,
Levar-me-á ao cemitério,
Para o corpo enterrar;
Numa cova funda e fria,
Qual funerária sombria,
Para sempre irei ficar!
Até que se complete inteira
Degeneração putrefata
O verme psicopata
Dessa terra carniceira...
Mastiga, engole, come,
Com apetite voraz...
Roendo os ossos, quer mais!
Mata a sede e a fome...
Na sombra dessa ossatura,
Jaz a treva mais escura,
Permanece a agonia;
Embora com a alma liberta,
Com a sepultura aberta,
Abraço a monotonia!
CAPÍTULO IV
Hoje é um belo dia para morrer
Brilha forte o sol
Iluminando o caminho
Trazendo o calor
Para o corpo e alma
Não quero que aparem minhas lágrimas
Descobri que tenho lenços de papel no bolso da calça surrada
E eles se dissolveram no próximo dia de chuva
Hoje é um belo dia para viver
Ouvir uma canção triste
Alegrar o corpo e alma
Dançar resiliente
Agradecendo o sorriso
Amando além do amor
Tendo o azul do céu
Dizendo amém.
Quando
Quando morrer, não me espetem de flores, porque representam a vida e sua resplandecência é rápida: florescem, envelhecem e morrem.
Me alfinetem de palavras que sejam somente substantivo abstrato: felicidade, sucesso, angústia, desejo, prazer, cumplicidade, compromisso, inocência, perdão, amor, confissão.
Confesso que o perfume das flores paira no ar, mas as palavras perfuram e permanecem interpretadas por quem não tem preconceito, mas sonha.
Quero deixar esta herança.
Sonhos.
Sonhe e o os sonhos são proféticos, eternos como os céus e as estrelas que nos cobrem.
Cubra-se somente de sonhos.
E sonhe somente seus sonhos.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
entre um sonho e outro
quero morrer dormindo
quero morrer sorrindo
quero morrer de amor
quero morrer sem dor
quero morrer de pavor
quero morrer de calor
quero morrer sem pudor
quero morrer de medo
quero morrer de rir
quero morrer de fome
quero morrer de trabalhar
quero morrer de tristeza
quero morrer de paixão
quero morrer de desejo
quero morrer sem dúvida
quero morrer às pressas
quero morrer pra viver
quero morrer por favor!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Eu posso até perder o meu grande amor
eu posso até chorar, eu posso até mentir.
Posso até morrer.
Eu não quero te perder, volta para mim.
Você é meu sonho que me assombra
dia e noite… não posso te perder
você faz parte de mim, eu não vivo sem
você.
Não me deixas sozinho, você é meu caminho.
Somos um.
Nascemos um para outro, escrito na areias,
escrito nas estrelas… escrito no céu e no mar.
Você é meu carinho, é chamego
Você é minha paixão para quem eu bebo,
eu toco toda noite para você
eu sonho com você, eu não vivo sem você.
Somos um!
Eu sonho com você, tenho que lutar por esse
amor.
Eu posso te perder, eu não sou nada sem você.
Eu morro por você, luto por esse amor.
Quando eu morrer
Por mais que venha me doer
E eu tenha que gemer
Espero que o fim não venha surpreender.
Pois antes quero me arrepender
Subir e a Deus ver
Não descer.
Quando eu morrer
Não quero tristeza nem sofrer
E sim que façam chover
Lagrimas de lembranças pelo meu feliz viver.
Mas que minha morte venha ser
Mais um motivo pra seguir e vencer.
Quando um dia eu for
Que meu objetos energizados de amor
Quero que cuidem com o mesmo valor.
Pois já que não os posso levar
Que boas recordações deem quando desempoeirar.
Quando um dia eu for
Espero não deixar rancor
Espero que saibam perdoar.
Sei que nunca fui um bom cantor
Mas que herdem meu dom de emanar
E os males e dor, cantar até espantar
A vida é coisa bela por isso vou te dizer,
a gente nasce e vivi mais um dia aí de morrer,
não sabemos o dia nem a hora então aproveita
o meio da história por que apena tem que valer.
Pois nascer é o começo, morrer é o
destino, então aproveita no caminho
pra não morrer e fica apenas os respingos
de quem nasceu e não viveu apenas morreu
na tristeza do caminho...
Já posso morrer. O cascalho posto me assegura. Vivi, sonhei e amei a pessoa errada. As palavras reluzem tristezas, contradição. A frase triste está prenhe de esperanças que não existem mais. Matheus está morto. Repito. Digo a palavra mais dura, o recado mais tristonho. Embora há um travesseiro de conforto, minha orfandade é alforia. Sinto uma amargura profunda no meu coração, sua partida me outorgas direitos. Já posso morrer também. Não quero mais viver. Posso aventurar-me sem medos. Posso partir, posso morrer, desistir, ser infeliz.
Morrer requer ter nascido. Vinte e um anos e só agora o meu nascer terminou. Já não respiro mais. Já não sou capaz de encontrar mais emoções, perdi o sentido da vida. Olho para as cores frias da tarde e com elas identifico-me. Desde o dia em que o vi, deixei a natureza florir, deixei de sofrer, somente queria viver a paixão, sem nele encontrar defeitos.
E agora?
Estou só no interior do meu quarto. Respiro. Quero que a noite seja branda. Amanhã serei obrigado a amanhecer sem Matheus. Viver sem ele requer liberdade.
Hoje só me resta lembrar-se de sua pequena fala mansa “não sou obrigado”. O que recordo me destrói, por saber que você está com outro. O que os olhos das paredes sabem o mesmo que agora sei. Estamos atoados em segredos. Não tenho a quem contar. Conto a mim mesmo e as paredes do meu quarto. Vejo que o amor é amarras. Difícil de dizer. Essa verdade dói tanto. O amor que senti por você me matou por completo. O sonho terminou. De você não espero mais nada.
Queria ser como os pássaros...
Voar para onde o vento me levar...
Pousar quando quiser...
Morrer quando a hora chegar!.
Você me invadiu.
Violou meus princípios.
Jurava não morrer de amor.
Jurava não morrer de saudades.
Hoje felicidade é te ver de novo.
Vezes você se entrega pra mim.
Outras me deseja longe.
Eu desejo que não tenhamos fim.
Mas você me usa e deseja o meu pior.
Acho melhor te esquecer.
Outra noite que se vai e aqui estamos presenciando o amanhecer.
O que te fiz? Só te amei.
E hoje escrevo sabendo que não vai mais voltar.
Errei em te amar.
Para morrer é preciso estar vivo,
É uma verdade de La Palice,
E eu digo que morrer é uma chatice,
É uma verdade digo eu para comigo.
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