Poemas sobre a Escrita
"Escrever vai além de letras e um único lugar que podemos ser quem quiser ou criar um lugar só seu. Podemos ser uma fada em tal local e outro uma detetive ou assassina e é você que escolhe quem você quer ser em cada mundo."
Escrever é o que te leva em lugares que nunca poderá ir de verdade, é amar e ser apaixonar por todos sem risco nenhum, é sentir o que não compreendemos direito, é viver de modos diferentes.
Sou um escritor preguiçoso. Minha ideia de paraíso é não escrever. Por outro lado, sou claramente compulsivo em relação à escrita.
O peso da lástima .
"A pior dor em uma relação é não ter mais vontade de se comunicar com a outra pessoa pelo fato dela ser intransigente ..".
Hoje estou me permitindo escrever sobre este cansaço indivisível, sobre minha falta de tempo, sobre a desordem que se instaurou em minha vida. Por trás disso tudo, o mais perigoso espreita: a grande traição que estou cometendo, todo dia, comigo mesmo. Porque escrevendo assim, para sobreviver, não escrevo o que me mantém vivo – outras coisas que não estas.
Assim, quando os textos sagrados são escritos, ali está a alma do homem que serviu de instrumento para divulgá-los ao mundo.
E não apenas os textos sagrados, mas cada coisa que colocamos no papel. Porque a mão que traça as linhas reflete a alma de quem as escreve.
Meus textos não se limitam aos estados do tempo, nem a consciência que irá recebê-los. Não escrevo para causar dor, dúvida, tristeza, falsa declaração, ou, até mesmo entendimento, apenas escrevo por escrever e isso basta-me. Talvez esse seja o segredo, escrever pelo sentir, e entender que nem todos os textos precisam de dedicatória.
Eu. A que gosta do frio. Do sossego. Sorri de volta à solidão. A que olha o céu escuro, mas que vê nitidamente as estrelas de dia. Essa! Que emite os seus raios dourados, mais ternos agora, de um quente suave, mas de brilho igual. Ai, eu... ai, de mim. Por ser como sou. Assim…
Eu escrevo porque eu gosto. Porque eu não posso deixar de fazer. É como se apaixonar, sabe?
Algumas vezes as palavras surgem quase que uma canção e você vai escrevendo, como se fosse um ritmo, uma energia, que conecta-se rapidamente para mão. Segue o passo na folha e não dá pra parar, pois uma palavra, uma frase é fugaz.
O que escrevo não pede favor a ninguém e não implora socorro: aguenta-se na sua chamada dor com uma dignidade de barão.
Algumas pessoas são museus de memórias, guardando tesouros ou cicatrizes do passado, enquanto outras são livros em constante escrita, criando novas histórias a cada página virada
Seja sua autoridade pessoal. Não viva em função de heróis ou vilões, pois a verdadeira história da vida é escrita por você mesmo.
É preciso escrever um poema várias vezes para que dê a impressão de que foi escrito pela primeira vez.
É como se eles [os prêmios literários] provassem que não passei minha vida toda em vão, que pelo menos escrevi algo que pode ser bom para outras pessoas, ou pelo menos essa é a minha esperança.
Sintomas
"Quando penso no amor ,meu coração da espasmos. Talvez por amar demais ou pelo o que passei ..Doeu até demais..".
Livros ensinam, livros libertam, livros são essenciais para estimular o senso crítico e a boa escrita. Lutemos, por um mundo com mais amantes dos livros.
sua arte não está no número de curtidas. sua arte não está no reconhecimento do público. sua arte não está no entendimento de quem a lê. sua arte está unicamente no que faz sentido para você. no que revisita o que te pulsa por dentro e corresponde com a sua honestidade para com ela. sua arte está na correlação íntima com a sua alma, e nem toda alma foi alfabetizada para ler você.
- já tenho sete palavras. - disse Joyce
Ele levanta da escrivaninha rasga todos manuscritos arranca o papel da máquina de escrever chuta o gato desatinado corre vermelho pelo quarto do hotel arranca todas as tomadas disjuntores fiações visíveis senta deita levanta senta deita mais perto do gato cabreiro lhe arranha a perna sem calças e outros tecidos no corpo os sobe até os olhos deita quente por um instante sete segundos suspeita ter certeza, não sabia a ordem!
