Poemas para Mulheres que Sao Lideres
A Volta de Jesus e o Tempo
Os efemerópteros são insetos com uma vida muito curta. Eles vivem no máximo 24 horas, e por mais incrível que pareça, o que para nós não é nada, para eles é tudo. O que nós desprezamos, para eles é um tempo de vida. Isso quer dizer que o homem vive muito tempo? Claro que não! O tempo de vida do homem também não é lá grande coisa (Sl 144.4; Sl 103.15; 1º Pe 1.24).
A percepção de tempo e sua atuação sobre os entes em causa constituem-se em fatores chaves e distintivos. De igual modo, quando levarmos em conta que a dinâmica e a mecânica temporal na eternidade são totalmente diferentes das que temos aqui (no plano finito), podendo mil anos para nós equivaler nada mais que um dia para eles (2º Pe 3.8), então perceberemos que Jesus não está demorando. O tempo na Eternidade não funciona como aqui. Agostinho dizia que lá existe um eterno e infinito presente atemporal.
Não é de admirar que passados mais de 2.000 anos, Jesus disse: "E, eis que CEDO VENHO, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo as suas obras. (Ap 22.12)".
Portanto, Jesus não está demorando; nós é que somos demasiadamente finitos. Jesus disse: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade (Atos 1.7); mas tão somente devemos vigiar, orar e estarmos preparados (Mt 25.1-13); porque certamente o mestre vem (Ap 22.7). O Rei chegará a qualquer momento em toda Sua Glória e Majestade (Mt 16.27; 2º Ts 1.7; Ap 1.7-8).
(...) Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus! Apocalipse 22.20.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A santidade e a felicidade reunidas uma à outra, são às vezes chamadas nos escritos inspirados de "o Reino de Deus", como o foi por nosso Senhor no texto, e às vezes de "o Reino do Céu". Chama-se o Reino de Deus, porque é o fruto imediato do reinado de Deus na alma.
Sermões: "O Caminho do Reino", 1, 12-13 (S, 1, 154-55).
Todos são substituíveis,
Até os palhaços.
Para cada um profissional, existem seis frajutas,com um nariz vermelho,e uma peruca fazendo piadas prontas.
A pessoa certa,
nunca vem pronta de mala,
e cuia.
Alguns ajustes são feitos,
Através do sorriso e do tempo.
Paragem (in)temporal?
Agilson Cerqueira
Espaço e Tempo são interessantes,
porque os espaços são ocupados em tempos presentes, e demandam
sabedorias constantes!
Vivo em pensamentos,
Vivo em mim!
O meu niilismo me torna pragmático,
Não há sonhos nem delírios.
Todo racional é sofredor!
O Cuidado e o Amor de Deus pela tua vida são maiores que as tuas dificuldades.
Levante-se, continue, Ele é contigo!
Algumas Funções do Espírito Santo são:
Testemunhar a Verdade
Ser fonte de testemunho pessoal e Revelação
Guiar nas decisões
Proteger de perigos físicos e espirituais
Acalmar os temores
Encher de esperança
Bem ou mal,
os prazeres e as dores são apenas manifestações da mente,
assim como pobreza e riqueza não passam de construções mentais.
A felicidade e a infelicidade não são estados de paz.
A felicidade pode ser comparada à cauda de uma serpente: aparentemente inofensiva, mas perigosa ao menor contato. A infelicidade, por outro lado, é como a cabeça da serpente, cheia de veneno. Qualquer aproximação leva ao mesmo resultado: a mordida.
Esses estados alimentam o desejo, e o desejo, por sua natureza, é efêmero, instável e sem substância. Ele surge, cresce e inevitavelmente desaparece. Quando o desejo morre, a felicidade desaparece com ele e a infelicidade toma o seu lugar. É um ciclo interminável que a mente continua a repetir.
A paz, no entanto, não está em nenhum desses extremos.
Ela está no caminho do meio, onde a mente se estabiliza em seu estado natural. Essa paz é universal, acessível a todos, mas exige um esforço consciente. Negligenciar esse caminho leva à contaminação da mente e perpetua o sofrimento.
Cada pessoa deve buscar essa paz por si mesma.
Ela não está fora, mas dentro de nós, no mesmo espaço onde nasce a dor. A verdadeira paz é imperturbável, imóvel, serena. Quando a mente se agita, procurando o prazer ou fugindo da dor, perdemos essa estabilidade.
Portanto, a escolha é sua: permanecer preso no sofrimento ou cultivar a paz?
No final, pensamentos e sentimentos não são nada além de movimentos passageiros da mente, transitórios e sem uma essência permanente.
A HIPOCRISIA DOS MORTAIS:
(Nicola Vital)
Meus sonhos são abismos!
De anjos fantasmas
Que habitam o limiar de meu cataclismo
A seduzir meu pouco ser...
São anjos farmacológicos
Que só a metafisica explica.
Ora! Ora! Chega de anjos e, sonhos...
Estou farto de metafisica
E seus abismos fantasmas!
Aonde deu fim a hipocrisia
Dos mortais.
SEMPITERNO:
O maior legado que se pode deixar
Para nossos filhos
Não são bens matérias moveis ou imóveis
Todos são efêmeros
Ademais, podem nos causar
Danos irreparáveis
Porem, o conhecimento, a letra
São sempiternos
A cifra pode comprar luxo, beleza e diplomas
Mas, nunca, jamais a verdade e a verdadeira justiça
FELICIDADE:
O maior legado que se pode deixar
Para os filhos
Não são bens matérias,
Moveis ou imóveis.
Todos são efêmeros.
Ademais, podem nos causar
Danos irreparáveis
Não deixem entardecer,
Ensine seu filho a ser feliz
Deixando-o em justa posição.
POEMA ÍNTIMO II
São muitos os que estão comigo.
Muito mais aqueles que me acompanham.
Outros, diversos, me “abraçam”...
No entanto, muito, muito mais
Que os muitos...
São os poucos a me afagarem!
Sigo caminhando nesta ilusão.
Nas calçadas repletas...
Nas entranhas dessa procissão ...
Me vejo em todos os rostos.
Me sinto em todas as mãos.
Não fico, não sigo, não saiu
Do chão.
Se penso que sou ...
Sou a solidão.
A VIAGEM
A vida é o rio que passa apressado.
Então, se vê, já são 6 horas.
Nem bem navegamos, sexta-feira.
De olhar para a margem...
Passaram-se 60 anos!
E nesse paradoxo de emoções
Às margens dessas águas fugaz
Esperança, a criança que deixei
No passado a chorar...
À noite naquela euforia
Paira em sua orla a contar.
NADA É EXATO!
Por que motivo ou Razão
Somos todos desiguais?
Por quê?!
Todos os iguais são banais!
Ninguém é exato
Tampouco feliz
Permaneço eu! Deveras.
A madrugada que passou
Não é mais!
As aves, os rios, e montes,
Jazz...
Como seria o normal?
Se não fosse banal.
