Poemas Nao quero dizer Adeus
nossa amizade foi do nada
Nossa amizade agora é tudo
Não quero perder por nada
Nem que venha um dilúvio
@J
Poema a duas bocas
Quero falar sobre o beijo
Não daquele que abre um bocejo
Quero falar do beijo que causa arrepio
O beijo que acende pavio
Quero falar da magia
Do beijo que causa euforia
Do beijo que é uma delícia
Que gruda os lábios e desperta malícia
Querendo falar imagino
Você também imagina
O que causa em mim seu cortejo
Onde mais toca em mim nosso beijo
"Se fechar os olhos pode ir até o infinito
Todos os sentidos pulsam na boca e no coração"
A nossa sede é a do amor mais bonito
Almas envoltas num mar de paixão.
Isolda LA Tavares
“Morena”
Ei morena! Um minuto da sua atenção,
Não quero lhe interromper,
Isso durará alguns segundos,
E uma eternidade para esquecer;
Quando vinhas bem lá a diante,
Torci muito por esse encontro,
Não foi nada planejado,
De improviso e sem verso pronto;
Senti meu coração acelerar,
Meu coração pulava mais que batia,
Senti um nó na minha garganta,
Algo que há muito tempo não sentia;
Te admirando agora na minha frente,
Minhas pernas tremem nesse momento,
Sei lá, isso é diferente!
Você despertou meus melhores sentimentos!
Não sei se terei uma chance novamente,
Portanto não repare esse meu jeito,
Mas na vida temos que ter coragem,
Então te abro todas as portas do meu peito;
Não acreditava mais no amor,
Nem que encontraria alguém assim,
Sozinho perdido nessa vida,
Agora numa alegria que não tem fim;
Quando for embora fecha a porta,
A paz que eu tinha foi levada pelo o vento,
Trouxe a saudade apertando nessa hora,
Lembranças pra sempre desse momento;
Não perguntei nada e nem seu nome,
Atitude errônea, mas valeu à pena,
Lembrarei com perfeição todos os dias,
Do sorriso e dos traços daquela “Morena”.
Meu coração sempre seu
Não quero outro alguém
Não quero outra boca
Não quero outro toque
Quero sempre sua boca.
Não quero outras mãos
Não quero outro carícia
Não quero outro sorriso
Quero sempre seu sorriso
Não quero outro amor
Não quero outra paixão
Não quero outro cheiro
Quero você pra sempre.
Não quero outra sensação
Não quero outra pele
Não quero outro sabor
Quero sempre sua pele
Não quero nada novo
Não quero recomeçar
Não quero outro prazer
Quero mesmo é sempre te amar.
Meire Perola Santos
03/11/2019
21:38
Desespero ao afogamento
Não qro que me vejam chorar
Não quero que me vejam triste
Não quero que se preocupem cmg
Cade meu personagem que tinha assumido controle
Toda aquela ansiedade foi em vão?
Não estou nos meus melhores dias
Por favor me forneça alguma coisa bem forte
Suficiente para suprima deficiência de ânimo e sono
Pois que quero dormi e apenas acordar quando tiver um norte certo
Nunca foi tão seco esse deserto
Maldito deserto que me fez me tornar um desertor
Esse deserto que me fez carregar essa dor
Iludido sonhador,nem sonha com tamanha dor que vai viver
Olha aquele tirano ,tirando toda sua tristeza e transformando em ódio
Quem chama isso de custódio?
Busca aquela música que um dia me fez feliz
Aquela que salvou minha vida por um triz
Aquela salvou meu pescoço de uma ponta de uma faca
A maldade de um maldito tacar fogo em uma barraca
de um mendigo ela pertencia
Aquela que um dia eu considerei supremacia
Aquela fresta na velha janela
A visão de uma parede de tijolos que saía dela
Saudades do tempo que gostava da Cinderela,
Contos dos irmãos grimm
Que me faziam feliz e esquecia o quanto eu sou ruim
não sei oque fazer embora sabendo oque devo ser
não sei oque eu quero
porem não me desespero
não sei porque quase nada
nem por isso a vida está acabada
nem sei porque me angustio
a vida é mesmo como um rio
só tem uma direção e nunca para
nos ensina o tempo todo
que mas escolhas saem caras
e que somente agora no presente
e que existe realmente
o coração da gente
há se ei pudesse fazer diferente ...
Caminhos
Os caminhos por onde andei,
Já não são os mesmos que eu quero andar,
Em cada curva que eu derrapei,
São memórias vivas que me fizeram chorar.
Memórias profundas de dificuldades,
Sofridas durante a grande jornada,
Lutas travadas na face verdade,
Lutas,que me livraram da grande cilada.
Nessas lutas,quase fui vencido,
Pela astúcia de tal cilada,
Sorte, que sempre fui destemido,
Jamais fugiria da luta armada.
Um guerreiro não se abala com porradas,
Necessário muita dificuldade para fazê-lo desistir,
Arcos e flechas,catapultas e espadas,
Uma linda história à construir.
Uma guerra só é terminada,
Com aniquilação ou rendição,
Um guerreiro defende a sua amada,
Com todo o sangue do teu coração.
Um guerreiro é como montanhas,
Enfrenta firme todas as diversidades,
Tempestades geladas e estranhas,
Podem por em risco a liberdade.
Liberdade de todo o pensar,
Liberdade do amar e lutar,
Liberdade do sonhar e acreditar
Liberdade em poder realizar.
Lourival Alves
O mundo dá voltas em torno de si
Não pense que eu não sei de onde eu saí
Vou aonde quero, só eu sei me achar
Ninguém tem nada com isso
Tá pensando que eu sou o quê?
Sempre que eu quero não tá disponível
Se eu abrir minha agenda pra tu ver
Eu tô com mina de A a Z
Eu quero estar neste lugar
Onde o poder não me corrompa, riquezas não me ceguem
Eu quero estar neste lugar
Onde o mundo não me atraia, paixões não me seduzam
Em Tua presença, Senhor Jesus
Não quero me enquadrar aos padrões da sociedade
Quero e preciso ser quem sou
Não gosto de tudo que vocês gostam
Não quero tudo que vocês querem
Me livrem do peso da superficialidade
Permitam-me viver exercendo a arte de ser
Quero amar e ser amado
viver sem ser submetido a algo ou alguém
Não quero "quer que" fazer algo
Nos livrem do peso da superficialidade
da eterna obrigatoriedade
Eu não quero brincar de perfeição e nem desenhar eternidades num mundo feito de papel, porque isso causa ansiedade, frustração e tédio.
Apenas quero a simplicidade de coração, aceitar a imperfeição e desenhar utopias para continuar a desenhar todos os dias com alegria, tranquilidade e satisfação.
Vc pode me responder duas perguntas sobre esse meu pensamento?
1) O que são essas eternidades que tanto insistimos em desenhar?
2) Por que as utopias fazem a gente desenhar todos os dias evitando a ansiedade, frustração e tédio?
Eu não quero brincar de perfeição e nem desenhar eternidades num mundo feito de papel...
Apenas quero a simplicidade de coração, aceitar a imperfeição e desenhar utopias para continuar a desenhar a cada dia.
Eu só quero viver,
Viver sem esse medo
Esse tremor em todo o corpo
O desespero
Quero não ter que sentir
Como se tudo fosse acabar aqui e agora
Como se fosse perder tudo
E fosse impossível refazer a vida de novo
Eu só quero paz
Sem medo,
Viver em paz.
No dia não quero musica triste.
My December , é oque eu quero escutar.
LP sempre vou amar, não importa o lugar.
DICÍPULO
Não anelo o alvorecer do cerrado, belo
Quero a inspiração do horizonte divino
Talhando verso, ferino, donzelo e singelo
Que outro, não eu! O faz tão cristalino
Invejo o magarefe, na lida de seu cutelo
Com ele, harmoniza a carne em traço fino
Benino, na retidão e um esmero paralelo
Que reputa, tal o ouvido ao som do violino
Mais que bardo, um eminente extraordinário
Enfeita, desenha, ressona num campanário
A poesia, em alto relevo, em divinal destaque
Por isso, escolto, imito-o, com meu pincel
Meus rabiscos, sobre o branco dum papel
Cingindo honraria, ao maior - Olavo Bilac!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/12/2019 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Dor Errada -
Fado Pinóia:
Já não quero solidões
nem tampouco sonhos falsos
eu não sei porque razões
me sinto amada nos teus braços!
Fado Lolita:
Disse adeus ao ver-te passar
disse adeus ao teu olhar
disse adeus talvez p'ra sempre,
nosso amor foi como o vento
um olhar, um pensamento
que nasceu dentro da gente.
Fado Alberto:
Como estou triste, óh Deus, como estou triste,
por tudo o que vivi, por tudo a que me dei ...
Porque teimas coração, porque insistes,
em que eu passe por aquilo que já passei ?!
Fado Calisto:
Já não quero uma paixão
sem saber d'onde ela vem
já não quero, estou cansada,
solidão é dor errada
no peito de quem a tem.
Fado Mouraria:
Mas em cada madrugada
já não dói o teu desdém
se eu p'ra ti não fui nada
tu p'ra mim não és ninguém!
O Fado como expressão maior da Alma Lusitana!
(Poema para a Rapsódia de Manuel de Almeida)
Acho que vou dormir tarde
Para falar a verdade não quero dormir
Não quero acordar
Só quero sei lá
Talvez abandonar o meu eu
Sair dessa realidade medíocre
Destruir esse ser de dentro pra fora
E depois ir embora
