Poemas Lágrima
Sentir saudades, sem sentir dor
Lembrar do sorriso, e sorrir
A lágrima que escorre, hoje brilha
Ilumina o caminho, revelado ao coração:
Caminhar, sentindo saudades, sem dor.
Pertences ao teu ser e divide-se em dois
Proclama no desespero do teu silêncio, a lágrima escondida
Feres a ti mesmo, como feres ao pai.
Que o desejo de me encontrar perdida em lágrimas forje mais um dos belos sorrisos
O poeta jamais deixará de ser um sofredor rico, rico de esperança, ganhas o tempo com palavras doces e estimuladas, contenta-se o fraco.
Limita-se a amargura destinada ao coração...
O atraso constante de idéias não poetizadas me coloca na cara um sorriso único de alegria,
que saudade do tempo em que eu nem percebia e mesmo assim, sorria.
Capítulo XVII — Dá-me uma única lágrima, Camille.
Do Livro: Lírios Do Abismo De Monfort.
A noite parecia suspensa entre dois silêncios. Nenhum vento movia as cortinas, e ainda assim, o ar tremia. Camille estava ali — imóvel, quase transparente — como se sua presença fosse apenas a lembrança de uma presença. A chama da lamparina vacilava, e por um instante, pareceu reconhecer nela o contorno de uma alma que não pertencia mais ao tempo.
Ele, sentado diante do piano, não ousava tocar. As teclas, brancas como neve antiga, guardavam o eco de músicas que só o coração poderia ouvir.
— Dá-me uma única lágrima, Camille… murmurou ele, num tom que não era pedido, mas prece.
Camille ergueu o olhar.
Nos olhos dela havia o oceano e o abismo, a ternura e a dor do mundo.
Uma única lágrima formou-se, hesitante, e deslizou por sua face como se o próprio destino a tivesse esculpido.
Ao cair, não se ouviu som. Apenas um perfume leve se espalhou pelo ar — o perfume da saudade que cura. E, no instante em que a gota tocou o solo, uma brisa varreu o quarto, soprando pelas janelas abertas.
Tudo o que era sombra pareceu recolher-se.
E ele, que antes chorava em silêncio, sentiu a dor dissolver-se em luz.
Camille aproximou-se. Sua voz era quase um sussurro que o coração entendia antes do ouvido:
— As lágrimas, meu amado, são sementes de eternidade. Elas não caem: renascem. Cada dor que se oferece em amor torna-se bálsamo para o mundo.
Então, desapareceu lentamente, como se se recolhesse ao próprio firmamento.
Mas o perfume ficou.
E, sobre o piano, onde antes havia apenas o vazio, repousava agora uma única gota cristalina, cintilando à luz da madrugada a lágrima de Camille guardando em si o mistério de quem chorou pelo amor e curou pela alma.
“Há dores que não se apagam; transmutam-se em luz, e nessa claridade silenciosa, os espíritos se reconhecem.”
Não é só arrepio na pele,
nem lágrima que cai do nada…
É o céu tocando a terra,
é glória santa derramada.
Não é emoção passageira,
é presença que transforma.
A Sobrevivente e Espessa Lágrima.
A dor é uma ilusão de carne.
É uma abstinência à insensibilidade,
como um consumo que circula na alma.
O álgido olhar que consome a vida
alimenta-se da estrábica melancolia,
descerra o escudo da existência.
Golpes suspensos nas pupilas,
marcham exaustos e condenados
num acrómico álbum de sal.
Revolta-se um pedaço de esperança,
cospe o grito pungente na valsa do chão
e ergue-se a sobrevivente e espessa lágrima.
Obrigado
Obrigado pela lágrima que não deixou cair
Obrigado pelo sorriso que me fez sentir
Que a vida não é feita apenas de tristeza
Um sentimento: O amor e, uma rara beleza
Obrigado por pegar em minhas mãos
Me tirar da tristeza e da solidão
Como um anjo esta sempre a cuidar de mim
Eu sei que esse amor nunca tera fim
Nas núvens eu me sinto ao estar com você
O seu beijo me leva a um intenso prazer
Obrigado por curar o meu coração
Esse amor é todo seu estou em suas mãos
Eu nunca pensei que dormir essa noite seria tão difícil
Estou vendo uma lágrima caindo do céu, não é?
A felicidade vai me deixar assim que a noite acabar
Eu sei disso, porque a felicidade tem medo da escuridão
Um instante.
Um momento.
Um abraço.
Uma lágrima.
Um Adeus!
Outro instante.
Outro momento.
Outro abraço.
Sem lágrimas
Sem Adeus...
Assim é a vida...
Ávida a ser vivida!
Haredita Angel
23.06.24
Eu creio na meiga canção que sopra da aurora
E que ecoa na última lágrima de despedida
Eu creio com a mesma fé das árvores
Que se alimentam das horas
Quem amou de verdade sabe, que em uma breve lembrança, uma lágrima rola, mesmo que sem querer, mas querendo, a saudade é mais forte.
Cada segundo,
Cada passo,
É uma lágrima a mais em meus olhos.
Uma noite em claro
Com os pensamentos em você...
Cada estrela,
É mais um desejo;
Desejo de ter você aqui...
A linda lua
Reforça a saudade
E me faz chorar...
Lua Cheia,
Cheia de magia
Madrinha dos apaixonados...
Leve até meu amor
Minha saudade,
E traga até mim a felicidade
Que aqueles olhos levaram.
Lua Cheia
Que em todos os destinos está
Banha com sua luz
O meu coração,
Alimente a minha alma
Na ausência do meu amor.
Seja a minha razão
Comande meus pensamentos
E navegue em minhas lágrimas.
Linda Lua Cheia
Proteja o Meu Amor.
Homem pode chorar por uma mulher... O difícil é que a maioria não compreende o valor de uma lágrima e riem!
"Deus contempla cada lágrima que caí do seu rosto, cada uma para Ele tem o valor maior do que o do diamante."
Uma mulher, por mais feliz que seja, tem necessidade das lágrimas como do ar... chora-se insensivelmente, quando se é feliz, como se respira quando se dorme.
Quando não se chora, parece que as lágrimas nos caem todas cá dentro e queimam; e o padecimento é então de morte.
Não transforme seu sorriso de menina em lágrima de mulher entregando seu coração e alma para um sujeito qualquer.
Quando alguém não consegue ver o que Deus esta fazendo, esta pessoa tropeça em si própria.
Mas quando presta atenção para o que Ele revela, esta será sim abençoada..
Após uma desavença e disputa pessoal entre uma mulher e um homem, uma parte sofre mais com a ideia de ter magoado a outra; enquanto esta sofre mais com a ideia de não ter magoado o outro o bastante, e por isso se empenha depois, com lágrimas, soluços e caras feias, em lhe amargurar o coração.
Semelhante ao palhaço , também mantenho sorrisos pintados em meu rosto , no entanto também escondo lágrimas por trás deles.
