Poemas Góticos de Amor
Ser a voz que se cala no silencio da noite...
Adorar seu ser sobrenatural,
A o cranio vazio em pensamentos
Sobre o passado o amor que tanto desejou
Morreu quando finalmente abraçou seu destino...
Nas sombras o resquício do veneno do amor.
Céu
Esse olhar que provoca o silêncio
Nuvens estes rascunhos,
Transmitem paz
Azul, essa imensidão
Viagem na perspectiva dessa ótica infinita
O Céu clarea ou escurece?
Tempestades, sombrios estes tempos momentâneos.
Transcender é alcançar o doce silêncio que anuncia o início de um novo ciclo.
Até que seja desgastado, esgotado e/ou vivido de idéias e saídas para a construção de mais um novo ciclo.
De ciclos em ciclos é que se faz (ou é feita) a vida.
Minhas valsas são no
Silêncio das coisas, nós
Movimentos que pausa
Mais continua os ritmos.
Tem sempre um silêncio
Perdido na troca de olhares,
Um mundo sempre pôr traz
Deles, quais são as tua flores.
Rosa sempre vêm comigo e
Agora também dois botões
Consumi meus silêncio de
Barulhos perdidos na ninha
Cuca nuca louca.
Você me tem
Dos pés à cabeça
Na dúvida
E na certeza
Você me tem
Como um silêncio
No meio
Do caos
Como
nunca
Fui de alguém
Como uma
Saudade
Que faz bem
A CURA PARA O SILÊNCIO
A conversa se logo dissipa
Os olhares se encontram
E o silêncio é que fica...
Meus lábios logo tremem
E procuram pelos teus
Tua mão sobre meu seio
Atiçando enormes desejos meus
Eu tiro a sua mão
E controlo o incontrolável
Ela desliza suavemente sobre meu corpo
Desce sem pudor sobre o meu vestido
E antes que eu perceba já está em baixo do sedoso tecido...
Sussurro no teu ouvido, um mudo grito cálido
Palavras impróprias, desejos ardentes
Eu já lânguida estremeço
Meu delicado corpo pálido...
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Fome.
Ah, a trégua do meio-dia!
No silêncio pós-prandial
Saciado, nem cachorro latia
Naquele tempo eu cria
Que haveria paz mundial
Se não existisse barriga vazia
Mal sabia
Que a fome
Até a fé me tiraria
Não por mim, eu comia!
Mas por quem não come
Pela criança que nem sei o nome
Pouco importa como se chama
Comia biscoito de barro
Olha que sarro!
Era manteiga com lama.
Dalí pra frente
Era impossível continuar crente
Não importa o quanto argumente
Nada justifica a ação displicente
De dar o corpo e privá-lo do que o sustente
Não é um ato de amor
Definitivamente!
Poderia julgar indiferença
Ou incompetência
Mas, pra não falar em rancor...
...concluo inexistência.
23/09/15
Sob declínio da vida
o sentimento empobrecido
sombria voz do silencio
me diga o que ouve?
tantas coisas podem ser ouvidas?
tantos desejos podem ser sentido...
dentro de um mundo ausente,
sempre a palavras de amor e rancor,
denoto sua sede num mar atenuante,
todavia sendo a brisa do sentimento
balbucias entre o descrente por amar,
se abandonou em meros momentos...
tenha si com o destino cruel abrasador,
lamurias que são infâmias do caso,
lhe darás a traição intimo estado de silencio,
absoluto ar de um veneno que mata por dentro,
as entranhas se torcem no aspecto do anoitecer
a vida perde o sentido quando se ama para sempre.
por Celso Roberto Nadilo
Triste destino lamurias que calam.
As vezes faltam -me palavras e mesmo assim Deus entende meu silêncio !
Tenho um coração contrito e quebrantado por seu amor ♥️🙏✝️
Raquel Santana
É no silêncio da hora
Que convido-vos para a reflexão
Porque não existe caminho
Sem caminhar
Não existe realidade
Sem sonhar.
Caminho pela vida como quem pisa em algodão...
Não quero acordar o silêncio que grita.
Prefiro eu, sentir somente a vibração
Vinda do lado de fora...
Poderia eu, tocá-lo, se quisesse, agora;
Mas, não quero.
Permaneço quieta para não acordar o vácuo ao meu redor
Minha cabeça não quer o rufar de nenhum tambor...
Nem o estilhaço luminoso dos fogos de artifícios...
Ou as falas desconexas da multidão ensimesmada
Minha mente, saturada
Reluta em aceitar o que eu não posso mudar.
O que não mudo, permanece a assombrar minh’alma...
Que ainda se contorce em espasmos por um lugar ao sol.
Meio torto o lugar; meio às avessas!
Só um cantinho que abrigue as minhas dores...
Que me devolva às cores;
Que transforme em flores;
Todos os versos que encontrar...
Sem respostas 04
Silêncio da noite
Com o silêncio da noite, tento me expressar através das letras sem rumo e sem um azimute do pensar.
Navego em uma noite deserta da minha mente a deriva, sem o porque de um desejo de te ter, em meus braços sem poder te abraçar, sem poder falar versos em um ouvido sensível em poesia viajar, sem poder te tocar em seus lábios beijar.
Viajo no silêncio da noite e a minha mente letras a vagar em versos diversos a se misturar em uma mente barulhenta de letras a barrar em se.
Tento controlar versos á surgir e não consigo, minha mente viaja em sonhos do desejo de um poeta solitário, a procurar expressões letras repetitivas a formar seu nome, que forma em palafitas do desejo em um deserto de um, sei lá ... (rsm) 12/01/2020
TEU SILÊNCIO
Amo teu silencio de frutas frescas
Assim amo teus lábios roxos das vinhas.
As tuas mãos de luvas bordadas e finas
Amo-as tão pequenas, quase de menina!
Teu silêncio... Esse de paz sepulcral.
Teus lábios, um mel que me alucina
Tuas mãos de luvas bordadas e finas
Em minha pele tu as faz tão divinal!
E então, pobre de mim que sonhei
Pela vida a fora desenhei-te
Para sempre tê-las agora...
Mãos de fadas encantadas, tão pequenas!
Suaves, feito luvas finas, bordadas
Alvas... Ainda sinto o cheiro das açucenas!
Joana de Oviedo
Silencio
Sentir
Instante
Leve
Em demasia intensa
Nessa sensação imensa
Conversa
Insaciável interior
Oprimindo o mundo.
incessantes os urros versados no silêncio que marca tua ausência
eis que o cálido toque dos teus lábios já não é mais que algo que
um dia poderia ter se tornado silêncio
Paz
Do meu quarto,
ouço o barulho do metrô;
ouço os carros na avenida.
Agora ouço o silêncio;
ouço os pingos da chuva
que enaltecem o meu descanso.
Daqui, fecho os olhos
e sinto que estou em plena paz.
Respiro,
Adormeço o desespero e a
acalmo o coração;
e os sonhos vêm e abraçam
o meu corpo e fortalecem a minha alma.
Eu sem você sou apenas silêncio.
Você é a fonte da minha inspiração.
Sem você as palavras perdem o sentido.
Porque só sou amor quando estou contigo.
Quando silencio
Quero dizer muito
Ah, se você entendesse
Minha quietude...
Em meu modo mudo
Falo tudo.
O poeta está ali, no silêncio da madrugada. Enquanto todos repousam, uma imensidão de ideias lhe invade. A imaginação aguçada, sentimentos aflorados. Com ímpeto incontrolável, deseja pôr tudo no papel.
O relógio, que o observava, e vendo que as horas se avançavam, encurvou-se para o escritor e lhe disse:
- O sol já vai despontar. Que tal dormir agora?
- Tudo bem, mas... posso escrever só mais uma?
