Poemas Góticos de Amor
Pensei em palavras não ditas,
sussurradas como promessas,
momentos que o tempo apaga.
Espero por ti, em cada parte de mim,
até que o destino te traga de volta.
E me conheça, em uma lembrança eterna.
Fico na espera, até meu coração se acalmar.
Longe nos observamos sempre
Impossível não sentir o vínculo.
As diferenças físicas não existem és
Meu porto seguro de tantas vezes
Em desespero procurei o seu amor.
A melhor maneira de buscar respostas em Deus começa no silêncio. Nesse momento de quietude, nossos pensamentos cessam, e abrimos espaço para ouvir a voz divina. No silêncio, nos rendemos à soberania de Deus, reconhecendo que Ele tem uma agenda perfeita, que muitas vezes difere da nossa ansiedade e pressa.
Entender a agenda de Deus é um exercício de fé e paciência. Significa confiar que Ele está trabalhando, mesmo quando não vemos ou entendemos o processo. Quando ajustamos nossos passos ao tempo d’Ele, deixamos de lutar contra as circunstâncias e aprendemos a andar em harmonia com Sua vontade.
Nesse caminhar alinhado, experimentamos o verdadeiro renovo espiritual: o "vinho novo". E este vinho não pode ser derramado em odres velhos, ou seja, em corações que ainda resistem à transformação. Quando nos submetemos ao tempo e à ordem de Deus, nos tornamos odres novos, prontos para receber e sustentar a abundância daquilo que Ele quer derramar em nossas vidas.
Portanto, silêncio, entendimento e submissão ao tempo de Deus são passos essenciais para uma vida cheia de propósito e fruto eterno.
A voz das montanhas é
agora silêncio nos meus
ossos invernosos e a saudade
que não deixaste, mulher, de mármore, estátua de sal, é algo
que acompanhaeste entardecer
de água, as veias quejá não
choram por ti, nem as pedras ondeecoa incessante o teu nome incandescente.
A ardência da fé
Revigorar é preciso.
Distrações levam ao trauma.
O poder da gratidão
Reforça a chama da paz.
A mudança começa por você
Mexa-se, continue investindo e
Insistindo em você recomeçando
Um passo de cada vez executando
Do zero se for preciso mais mude
Algo, pare de procrastinar seja
Responsável por sua história.
A diferença nos valores internos
Não deixará fruir a harmonia.
O cuidado diário aos detalhes
Será o caminho para a sua felicidade.
Os olhos transmitem o que sentimos.
Com uma mente pacífica, carregamos
A sutileza para o nosso organismo.
Células então trabalham em
Harmonia com o universo.
Importante ter esse equilíbrio e
Mantê-lo requer sabedoria.
Ônus do dia devemos tirar
Não acumule sobrecargas.
Importante manter a luz interior
Aproveite seu tempo vivendo a vida.
Com uma MENTE pacífica, carregamos
A sutileza para o nosso ORGANISMO.
CÉLULAS então trabalham em
Harmonia com o UNIVERSO.
Importante ter esse equilíbrio e
Mantê-lo requer SABEDORIA.
ÔNUS do dia devemos tirar
Não acumule SOBRECARGAS.
Importante manter a LUZ interior ACESA!
Aproveite seu TEMPO vivendo a VIDA.
Corpo e a mente têm uma relação simbiótica.
Alimente sua mente como um namoro
Mostre sua paixão por você e
O respeito que você tem pela sua vida.
Tenha um flerte interno com você
Eliminamos sofrimentos estando em paz.
Desintoxicamos a mente das amarras materiais
Entendendo crenças e paradigmas. Nosso organismo está conectado com o universo
Tempo é igual para todos, as prioridades não.
Resiliente devemos ser, mas com sabedoria.
O importante é ter um emocional em paz.
A Dádiva
Numa casa pobre,
onde o chão é frio
e a mesa tem mais remendos que pão,
uma mulher cozinha.
Não tem quase nada —
só dois filhos de olhos grandes
e um coração que lhe sobra no peito.
Então frita esse coração
como se fosse alimento.
Fá-lo sem pensar em sacrifício,
sem esperar glória,
sem procurar virtude.
Fá-lo porque é o que há a fazer.
E ao dar-se assim,
inteira,
sem palavras grandes
nem promessas de eternidade,
torna-se mais livre
do que todos os senhores do mundo.
Os filhos olham
e não sabem ainda
que assistem a um milagre:
não o da multiplicação dos pães,
mas o da multiplicação do amor.
Ela,
sem o saber,
ensinou-lhes tudo.
Evolução Interior: A Verdadeira Revolução
“Vivemos na era das máquinas, mas a verdadeira grandeza ainda nasce no silêncio da alma. A tecnologia constrói pontes, mas é a sabedoria espiritual que nos ensina a atravessá-las com propósito. O progresso exterior só tem valor quando reflete uma evolução interior — pois é no coração humano que habita o poder de transformar o mundo. Que não sejamos seduzidos pela velocidade das invenções, mas inspirados pela profundidade de quem realmente somos.”
A Sexta-feira Santa é o dia do silêncio, da cruz e da entrega. É o momento em que Jesus, sem culpa alguma, assume sobre si o peso do pecado da humanidade e se oferece por amor.
Diante da cruz, somos convidados a parar. A olhar com profundidade. A refletir sobre o significado do sacrifício de Cristo. Não foi apenas uma morte foi a expressão máxima do amor de Deus por nós.
Hoje não se celebra a Missa. O altar está vazio, e o clima é de recolhimento. É um dia para lembrar que o verdadeiro amor vai até as últimas consequências.
Que a cruz de Cristo nos ensine a não fugir das dificuldades, mas a enfrentá-las com fé. Que ela nos ensine a amar mesmo quando o caminho for o da dor. E que, em meio ao silêncio da Sexta-feira Santa, o nosso coração se encha de esperança na vida nova que virá com a ressurreição.
A Cruz e o Silêncio
Na tarde que se deita sobre o mundo,
o silêncio pesa mais que a pedra do sepulcro.
Há um homem suspenso entre o céu e a terra,
e o seu corpo é a ponte entre o abismo e o eterno.
Sexta-feira, dia sem cor,
em que o sangue se torna verbo
e o madeiro, altar de um sacrifício antigo
como o tempo que nos escapa dos dedos.
Não é a dor que nos salva —
é o amor que aceita a dor
sem exigir resposta,
sem exigir justiça.
Cristo não grita contra os pregos,
não amaldiçoa os que o erguem ao vento:
olha-os como quem compreende
que só o amor cego pode ver o mundo claro.
E morre, não como quem perde,
mas como quem entrega.
Entrega-se ao Pai,
entrega-se ao silêncio,
entrega-se a nós.
A cruz, então, já não é castigo,
mas espelho:
e nele vemos o que somos
quando deixamos de fingir.
Na Sexta-feira Santa,
não se celebra a morte,
mas a entrega.
Não se chora o fim,
mas o princípio escondido na última palavra:
“Está consumado.”
E o mundo, suspenso com Ele,
aguarda o terceiro dia
em que a pedra será rolada
e o silêncio se fará luz.
Enquanto Eu Morro em Silêncio
Eu sorrio…
Mas só por fora.
Por dentro, sou tempestade contida,
grito abafado,
alma que chora.
Te amo com a intensidade de um naufrágio,
me afogo no zelo,
te espero no vácuo,
e você…
mal percebe que existo.
Cuido de ti como quem cuida do último sopro,
te coloco acima,
e me abaixo,
me apago devagar
só pra ver tua luz brilhar.
Mas não há retorno.
Não há gesto, não há olhar.
Só o silêncio cortante
de quem não sabe — ou não quer — amar.
Sigo te dando tudo,
mesmo sem receber nada.
Meus “estou bem” são mentiras moldadas
pra esconder a dor
que me esmaga em cada madrugada.
Sangro…
em silêncio.
Enquanto finjo que não dói,
que não sinto,
que não estou sendo destruído
por dentro.
E o pior não é o abandono,
é ser ignorado mesmo estando ao lado,
é o amor que entrego
ser descartado
como algo sem valor, sem cuidado.
Eu existo.
Mas só eu sei.
Só eu sinto.
E talvez, um dia, você perceba…
quando já for tarde demais.
— Maycon Oliveira – O Escritor Invisível
O Fruto da Semente: Colhemos o que Semeamos
"Plantamos mangas e reclamamos por não colher laranjas — esquecemos que a vida é fiel à semente. Nada floresce por engano: o fruto revela o que o coração semeou. Quem espalha amor, mesmo sem aplauso, será regado pela paz. A terra da existência não se compra, se cultiva — com intenção, verdade e silêncio. No fim, colhemos não o que queremos, mas o que somos."
Era um dia comum, todos na repartição estavam a trabalhar
O vi na sala de trabalho com um olhar de menino
Tentei disfarçar, mas acabei sorrindo
O sorriso teve consequências, pois tal ato o fez me olhar
E com a troca de sorrisos, começamos em silêncio, a nos amar.
Havia um problema, e esse era familiar
Esposa e filhos ele tinha para cuidar
Começamos então um romance escondido
E em relação a nós dois, não fazíamos nada fingido.
O amor era puro e verdadeiro, eu nunca havia sentido algo assim
Ele dizia que me amava e eu correspondia com um sim
Fizemos planos de um dia viajar e uma nova família esperar
E a Cuba Iriamos para por lá militar.
O dia triste chegou, como o dia comum que iniciou
Esposa e filhos ele decidiu priorizar
O entendi, pois ele tinha a verdadeira essência de amar e cuidar
Meu coração se despedaçou e quase não curou
Mas eu resolvi levantar e sorridente voltei a ficar.
Há muito que deixei de perder tempo com quem não aprendeu a crescer. Creio que descobri esse caminho antes do muro dos 50. Sim, bem antes mesmo. Obriguei-me ao recolhimento, ao silêncio e à escuta atenta do que em mim é valioso e mais precioso.
Fiz viagens e profundas escavações pelas entranhas ocultas e obscuras que obnubilavam o discernimento, a essência. Tantos pântanos e lamaçais!
Agora, basta. Quero a verdade e a dignidade. Quero a minha paz e este aperfeiçoamento da consciência. Exijo de mim uma maior e rasgada clareza de espírito para uma relação mais íntegra e sã comigo próprio, mesmo que, para essa meta, deva abandonar caminhos e pessoas que nunca, mas nunca seguirão esse trajeto evolutivo para a sabedoria e a melhor força interior que possamos realmente alcançar: O AMOR.
