Poemas Góticos de Amor

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Morte a democracia da direita
Morte a alienação intelectual que corroe as instituições que são privatizadas o espolho dos ricos, quem paga é o povo pois poder público lavou as mãos.
Crucifiquem os amantes da esquerda coloquem fogo nos livros e seus professores.
Fuzilem os pensadores e crítico pois exílio não adianta nada mais pois temos a globalização...
Povo deve comemorar com detergente pois nada acontecerá apenas uma dor de barriga no máximo vela caixão, nao sou coveiro...
Nota de repúdio comi no almoço.
Somos a elite eles o que são burros diplomados ainda insiste correr atras do disco voador....

Nas sombras do conhecimento somos ignorante, preconceituosos e cegos para verdade que não se pode calar.


Ouvimos nada dizemos ate que o amanhã seja tarde num único momento.


Seria a verdade de mentira na falácia de tantos argumentos são privilégio...

Sejamos felizes ate que morte nos separe...
Compreender a escravidão dos espíritos...
Sinuosas virtudes

Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...

Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*

O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o calor na noite fria.


imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?

Nas sombras do desconhecido somos apenas fagulhas de ideias...
Para os quais de repente obtemos o conhecimento quando compartilhamos ideias e formamos ideais.
Nas virtudes mais obscuras desvendamos que a escuridão também tem vários caminhos...
Nas tais escaladas os degraus não dificuldades, e sim são vitórias no vácuo vazio,
A matéria escura é simplicidade das teorias do desconhecido...
A virtude julgada deste mundo é apenas é um pássaro num céu azul,
Para o qual devemos pensar no puro sentimento humano e transceder diante as dificuldades

Na morte das imagens...
Defloramos o proposito no lienar...
A fonte das almas cansadas...
Num suposto estado.
Prevemos nossas somas divididas...
As sombras implantada pelo mérito do amor.
E no eco desse limiar,
onde as frações de nós se perdem,
resta o avesso do espelho.
​Onde o amor, em sua busca por permanência,
deixou a penumbra como herança.
​Se as somas se dividem,
o que sobra é o peso exato do que fomos:
silêncios cultivados na ausência da imagem,
e a certeza de que até a escuridão
tem o formato daquilo que um dia ardeu.
Perdida no meio ao Paradoxo.
Damos livre-arbítrio ao ato de criar.
Pelos desejos Apenas olhares no espaço.

"Na nebulosa, a morte e a vida dançam entre eras e milênios; nem sonhamos com a imensidão das possibilidades. Velhas histórias, gravadas em tabulhetas de pedra, sussurram sobre o que existia antes mesmo da criação do universo e do cosmos conhecido.
​Ao longo de incontáveis eras, a humanidade aprendeu que o 'Eu' existe e que a consciência é parte indissociável do ser. Aprendemos a compreender a espiritualidade, a moldar ideias e a esculpir uma identidade através da resistência e da resiliência. Indo além do senso comum, o homem abraçou a filosofia e a crítica, cultivando a sensatez e a iluminação como caminhos para a clareza e a verdade.
​Contudo, com o passar do tempo, a alienação religiosa e moral instalou-se sob a sombra de impérios, imperadores e reis. Foi só nas portas da Era Industrial que novos sonhos despertaram, atados novamente à liberdade e à igualdade, enquanto a democracia trazia um novo fôlego ao livre-arbítrio.
​Até que alcançamos a Era Digital, o momento em que o silício ganhou vida diante de nós. Testemunhamos inovações tecnológicas extraordinárias, mas fomos engolidos por um tecno-feudalismo movido por máquinas de alienação. Hoje, sombras são implantadas por uma falsa meritocracia tecnológica e por bots que colonizam as profundezas da mente, gerando novos seres alienados."

Voz altiva clama e faz leis das gravidade caírem no esquecimento...
Neros fantoches de sombras
Alimente o fogo mas deixei um gole de cachaça para lembrar que um dia foi bom...
Os gritos dos animais são expostos pois declínio do luar tras vida a noite fria...
Somos desconhecidos para floresta...
Mais famintos....
Nos braços da existência apenas olhares ao fundo...

A sombras da almas
Resquícios do coração.
Espírito irriqueito...
Paira nas mortalhas do espírito clama o frio...
Anestesia dos sentimentos
Seja maravilhoso a sepultura.
O corvo consome a alma e leva espírito.
No fogo da vela jas a vida... um dia foste viva..
Olhares profundos em seres enigmáticos.
Voz fria no ador da noite calida...
As asas batem o ar sombrio e temeros abita nossos pensamentos...
Fragmentos da madrugada serena a brumas do sereno clamam o frio...
Angústia das almas que berram seus pecados numa tumba qualquer...
Meros arficios tocam sinos da capela e a fumaça branca denúncia o dia dos mortos.

Meros olhares futeis.
Meros arficios atrozes
Sentimentos que viaja no abismo,
Sombras que me acompanham.
No isolamento intelectual de alegorias
No profundo sentimento as gotas de realidade são expostos por um poema.
E abnegação destes fatos deixam a marca registrada do instante exato que deserto dentro deste mundo complexo cheio de paradoxos diz seletivo seja.
Bem aventurados aqueles o criticam.
O sentimento que é pássaro que voa num mundo destopico.
Com seres alienígenas de suas próprias convicções.
Aprendi que silêncio arco de pensamento livre de degradação.
Ser inerte atônito devenda próprio deserto nas virtudes mais baixas
Então Alienação intelectual venceu?
Dentro si alegoria vazia quem quiser seja seu eu pois ignorância é um dádiva, para muitos? Dentro deste contexto vies da fisolofia é claro homem deve questionar o impensável mais compreender diante os fatos não aceitação.... apenas o tempo para refletir sobre atos impensável.

Nas sombras do infinito e avante.
Somos objeto diante da imensidão da ignorância.
Portanto todo ser pujante floresce num deserto avança sobre as areias do infinito.
Mesmo nos vãos da existência alienada passamos entre frestas de pensamentos,
E entre vulgo das chamas somos bruxas em praça publica...
Somos objeto para ser julgado e condenado...
Suba na vassoura se voar sera declrado bruxa as leis da inquisição te condena a afogamento por questionar o sistema da nova apologia. Gregos Somos Roma no início e no fim, neros negócio de família...

Novos seres saem dos vulcões da alienação sombra religiosa.
Num jogo de doces dele é melhor venha saborear doce veneno da traição.
Bonecos de cordas conta moedas do roubo aos aposentados depois quem vai questionar a vovó é apenas um lanche que depois vem presidência prato principal a sobremesa é a netinha chapéuzinho vermelho...
Aplausos pois espectadores são alienados vendo o show de sombras pois a fogueira do congresso aplaude novas leis na surdina..

No luar destino ganha traços da minha solidão marcada nas sombras da catedral as luzes mortas das velas falam sob controle social e rebanho espera a morte,
Seus lábios desejam o amor num efêmero sentido que ousam pairar pulos arcondes da alma.
Luzes mortas falam que as velas acabaram em poças de sangue e lágrimas.
O vento sopra pensamentos perdidos abandonados pela ausência...
Doce deleite nas asas do despertar lembra se que vida foi um pingo no oceano.

⁠Ela aprendeu a sorrir em meio ao caos..
Ela aprendeu a sorrir em meio a tristeza..
Ela aprendeu que viver cada segundo vale a pena, vale o risco...
Ela aprendeu a ser livre, ser leve, ser borboleta...
Ela aprendeu a dar valor nos pequenos detalhes...
Ela aprendeu a ser feliz por ela mesma e isso basta!
Ela aprendeu a agradecer e ser resiliência .... ela aprendeu a ter coragem de enfrentar os obstáculos de cabeça erguida e fé sempre..
Ela aprendeu que o mundo não para de girar pra que ela se conserte... e que nada fica mais fácil ou mais leve..o caminho é difícil e espinhoso..nós que precisamos não perder nossa fé nem um segundo...

As vezes me pego triste..
sei la , nao me julgue..
aqui nao mora um coracao de lata..
nao esquece que sou feita de carne..
tambem sofro....

A ausência de lembranças é um triste vazio. A memória é o elo entre o passado e o presente, entre o corpo e a alma, entre o vivido e o sonhado.


(Tostão)

Verso de Sombra e Luz


Cala-se o mundo, descansa o olhar,
No tom da cinza, me deixo encontrar.
Não preciso de cores para transbordar,
Pois no preto e no branco, a alma sabe falar.
Meus traços são versos, contornos da história,
Guardados no tempo, em viva memória.
Sem luz excessiva, mas cheia de glória,
Sou eu, em silêncio, minha própria vitória.

Eu nao estou bem...
Me sinto no escuro..sem saída...
Triste, deprimida...
Um rosto sem sorriso...
Uma música sem melodia...
Espero que fique tudo bem...
Espero que tudo se ajeite...