Poemas Góticos de Amor

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⁠E quando se sentir triste...
deprimido, sozinho.
Feche os olhos.
Fechou?...
Desabafe com Deus!

Boa noite...
Jesus abençoe o nosso caminho para diante. Não nos deixemos vencer pela tristeza. Ela oculta sempre um perigoso adversário de nosso progresso - o desânimo.
Estamos em nossa viagem para a redenção e, de modo algum, poderemos repousar. Desistir jamais! Sigamos sempre com confiança e fé renovadas!
Paz e muita Luz!

A vida,
a morte —
um fio tênue
a conectá-las.
Os segundos,
os minutos,
as horas,
tríade que molda
e move
a existência
de simplesmente
viver.

⁠Apenas se importe - I

Dizem que elegemos líderes que refletem nossa sombra coletiva.
Será que todos nós temos um pouco de cada politico vilão dentro de nós?
Seja qual for a extensão em que o psicopata, o megalomaníaco, o narcisista, o indiferente, o impotente, o impenetrável ou o tendencioso vivam em você, esta é uma oportunidade de ser tão significativamente responsável perante o estado da humanidade e, por sua vez, conceber maneiras de mudar de forma.
Sua voz, postura, ação, não-ação e comprimento de onda são consequentes de nossa coexistência, relevantes e essenciais.
Há uma deficiência cognitiva monumental em nossa psique que começa com a falta de compaixão, com o pensamento de separação, com auto-obsessão.
A escala de auto-obsessão é ampla. Vai de chafurdar em nossa miséria a invadir uma nação soberana (repressiva/reativa opressiva) ou de deixar a própria nação na miséria,a não ser por algumas cidades. E mesmo nelas, nos suburbios...naqueles lugares em que você não tem o que fazer e não iria por nada.
Visto com olhos verdadeiros, o opressor é uma expressão defeituosa da consciência, desenraizada da eterna lei da unidade.
No entanto, o opressor não é apenas aquele que declara guerras ou as mobiliza ou aperta alguns botões cataclísmicos. Não é aquele que não administra com responsabilidade, pensando em todos, de todas as classes. Mas também aquele que justifica o crime e aquele que se cala.
Cresci assistindo na TV os noticiários de guerras, injustiças do outro lado do mundo ou das ruas e bairros, de algumas cidades em que morei.
Não consigo entender que dizer não às guerras e injustiças sejam um assunto de discussão para alguns.
Paulo H salah Din

“Quem conhece a própria sombra não precisa ter medo da noite.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Algumas pessoas passam pela nossa história. Outras deixam uma sombra tão profunda que continuam existindo mesmo depois da partida.”

— Juliana Hoffmann Liska

"Não há fato mais miserável do que o ser que não tem brilho ou sombra própria e precisa eclipsar o brilho do outro. Ter uma sombra exige profundidade. Quem só sabe copiar é tão oco que nem sombra consegue projetar sozinho — precisa da luz alheia até para existir."

- Leandra Pinheiro

O sofrimento, a tristeza e a rejeição, nos fazem querer correr o caminho que por bem, não andamos.
Nos fazem sentir vontade de mudar, para melhor nos sentirmos.
Nos fazem acordar de sonhos ilusórios: de estagnação e egocentricidade.
Nos fazem descer os degraus de nossa autoestima e percebermos o quanto ainda temos para subir.
Nos fazem pensar sobre nossas ações, atitudes e imagem…
Nos fazem crescer, mesmo que seja doendo.

O desgosto é uma noite profunda da alma,
uma sombra que pousa silenciosa sobre o peito
como se o mundo perdesse, por instantes, a própria cor.


Mas até a noite mais escura
carrega em si o sussurro de uma aurora.
Assim também é o desgosto:
um véu que desce,
não para sufocar,
mas para revelar o que estava invisível na luz.


Ele chega quando a alma está madura o bastante
para compreender o que ainda não queria aceitar.
E no seu amargor, há um convite secreto:
o de voltar-se para dentro,
onde mora um sagrado que não se abala.


O desgosto dobra o ser humano por fora,
mas desperta, por dentro, aquilo que jamais se dobra:
a centelha divina,
o fio luminoso que liga cada coração ao eterno.


A dor, então, deixa de ser ferida
e se torna passagem.
A queda vira caminho.
O silêncio vira oração.


Porque cada desgosto,
por mais duro ou injusto que pareça,
é também um gesto misterioso da vida
guiando-nos de volta ao essencial —
ao que não depende de ninguém,
ao que não se quebra,
ao que é nosso desde antes
de qualquer tristeza.


E quando o espírito percebe isso,
o desgosto não some,
mas se transforma:
vira sabedoria,
vira força,
vira luz que, lentamente,
começa a brilhar onde antes havia apenas sombra.

Na sala de um hospital
Na sala de um velorio
A vista a morte
Que de tão perto rodeia
Uma reflexao
O valentao
O grande
O pequeno
O fim de todos
Deveria nos tornar humildes
Sem arrogancia
Sem prepotencia
Sem ganancia
Pois o fim é simples
E torna pobre a todos.

Sombra e luz


Dizem que todos nascem com a semente da sombra, um traço silencioso escondido no fundo da alma.
Mas eu me pergunto por que regá-la, se também carregamos luz?
Caminho entre rostos e gestos,
vendo bondade e crueldade dividirem o mesmo peito.
Há mãos que acolhem
há mãos que ferem
e ambas pertencem à mesma humanidade.
Às vezes me pergunto se realmente pertenço a este lugar.
Talvez eu seja apenas um anjo cansado
não expulsa,
mas enviada.
Não vim salvar nem julgar…
apenas observar
Observar os excessos, a frieza disfarçada de força,
os absurdos humanos, a dor atrás do orgulho, a pressa em ferir, o medo,
a escolha constante entre construir ou destruir.
Se todos carregam a sombra,
também carregam a luz.
E talvez minha existência seja só isso:
lembrar, em silêncio,
que nem toda sombra precisa virar escuridão

Todos os anos, em um dia específico, volto a recordar aquele triste semblante. É uma sensação horrível, difícil de explicar — como se, por alguns instantes, algo dentro de mim fosse levado de volta a um lugar que nem sei exatamente onde fica.

Minhas ações são, na maioria das vezes, totalmente pragmáticas. Não vivo em função de alguém, não caminho esperando que outra pessoa dê sentido aos meus passos. Continuo a minha vida, sigo os meus objetivos e procuro avançar.

Mas então chega esse dia.

E, sem aviso, surge novamente a mesma pergunta: “O que aconteceu?”

Aconteceu alguma coisa? Qual evento? Quando foi? Por quê?

Eu não me lembro.

Apenas sinto.

Sinto que falta alguma coisa. Um espaço vazio, uma ausência sem nome, uma lembrança que parece estar escondida em algum lugar da minha própria memória. Não consigo apontar exatamente o que perdi, nem explicar por que aquele semblante continua voltando todos os anos.

Talvez algumas coisas não desapareçam completamente. Talvez apenas aprendamos a viver sem entendê-las.

E assim continuo. Sem respostas, sem certezas, carregando uma sensação que não sei nomear e uma pergunta que insiste em voltar:

O que aconteceu?

Há dias que nunca se esquecem.
Sejam de glórias, de dores, de tristezas ou de intensas alegrias,
as lembranças desses dias sempre provocarão o marejar dos olhos.
Num dia, chora-se.
Noutro, celebra-se.
Viver é experimentar de tudo:
lágrimas e sorrisos, perdas e conquistas, despedidas e reencontros.
Porque a vida não é feita de um único sentimento,
mas da soma de tudo aquilo que nos transforma.

SEM DESCULPAS

Ah, morte...
Não se acanhe sempre te esperei.
Não quero justificar...
Se é a hora?
Não quero desculpas para a causa.

Não é ruim, ter que morrer...
Acho difícil é não ter existido;
Ou existido sem ter vivido.

Meu medo, não é por partir.
Tenho medo da despedida;
Tenho medo da dor, dores fortes;
Minhas lágrimas ardem...
Medo de deixar os meus amores.

Ah, morte...
Chorei a vida inteira...
Pelas palmadas, perdas e amores.
Nunca me com acostumei com a vida;
Existi, vivi e amei...

Nunca deixei de sofrer...
Chorei as lembranças das perdas;
Chorei diante das bruscas mudanças...
Até chorei de alegria, a alegria também doía.

Cantigas tristes ao anoitecer
Fazem entorpecer
A alma que se desalma
No silencioso sabor da solidão
Que entranha o coração.

Sombras do passado
Apagam o brilho do presente,
Dilaceram o futuro.
Marcas de uma dor cruel,
Traumas que clamam por superação
Na mente inquieta
Que implora por socorro.

A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.

Carrego dores na alma,
o cansaço dos dias tristes.
Sigo sem parar,
posso até lamentar,
mas jamais fraquejar.
Caminho com calma,
pois na vida tudo tem
o seu tempo certo.

Eu estou andando triste pela madrugada Perdido estou sem saber o que fazer
Eu estou aqui sem voce
Buscando uma razão pra te esquecer
Vejo a lua sempre iluminada
Ae me lembro das nossas noites de prazer
Eu estou aqui sem voce
Será que a gente pode , será que e gente pode
Se rever?

Intempéries da vida


Nas sombras do ser, mágoas se armam,
ecos sutis de um mundo que nunca se acalma.
Reflexos de males, insuportáveis e sós,
na dança das vidas, perdemos a fé... perdemos a voz.
A dor é um fruto, amargo, profundo,
enraizado na terra que abriga todo o sofrimento do mundo.
Entre as feridas, porém, brota a esperança,
A poesia se ergue, em silenciosa lança,
e os corações doridos alcança.
Nos versos encontramos a luz da redenção,
um sopro de vida, uma nova canção.
Pois mesmo nas mazelas, há beleza a brilhar,
E nas rimas da vida, podemos generosidade e luz encontrar.
Caminhando entre sombras do passado,
a velhice sussurra em seus ecos cansados.
Intempéries da vida moldaram meu ser,
cada ruga uma história, cada lágrima um aprender.
A velhice segreda em seus ecos abatidos,
intempéries da rotina estafante conformaram meu ser,
cada ruga uma história, cada lágrima um aprender.
No silêncio das manhãs, a alma tece seus segredos,
e o tempo, suave amigo, embala sonhos antigos, mistérios e medos.