Poemas Famosos sobre Voar
Voo
Voa pensamento
Livre como o vento
A procura do sentimento
Voa imaginação
Nas asas da emoção
Ao encontro do coração
Voa ilusão
Desenhando paixão
Nos rascunhos da solidão
Voa sonhos
Reais e risonhos
Sem ser enfadonhos
Voa felicidade
Sem a brisa da saudade
Flutuando na eternidade
Voa bardo transcritor
Poetando ventura e dissabor
Nos caminhos do amor...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
Então tudo acabou indo embora
Por mais que eu tentasse sentir com todas as minhas forças.... Nada eu sentia
Então as cousas já não existiam. Não mais;
E por mais que eu me esforçasse. E por mais que eu tentasse me prender ao momento...
EU não conseguia nem respirar; era como tentar viver em baixo d’água
Era como voar sem asas.... Embora um dia eu tivera
E eu tive que dar-te as minhas asas, mesmo sabendo que você iria parti
Eu não poderia ser egoísta com você. Te ver partir voando foi tão lindo.
[Embora tenha sido um dano fatal para mim, jamais incurável....
Voa, faz do céu tua morada, do sentimento tua casa e do meu coração teu abrigo.
Voa, vai e volta e da voltas pelo mundo, descubra que em ti tens o todo,e em mim, pista de pouso.
Vai, mostra teu sorriso, alegra quem precisa, mostra que és sol onde o tempo está fechado, mostra o brilho que carregas.
Vai, vem e volta, não demore, porque aqui tem alguém que não sai do chão se não estiveres por perto, volta e traz tua voz suave, teu coração vibrante e teu olhar apaixonante.
Voa sempre, que teu destino é o caminho e a viagem teu futuro, lá em cima é onde és feliz e onde estás mais próxima de alcançar as nuvens.
Mas não se esqueça, que aqui de baixo, tem alguém que olha pro céu e quer teu bem, que existe alguém que torce que a próxima parada seja do seu lado.
Quando pousares que seja aqui, pousa, que aqui sempre terá tempo bom, para fazer escala, pra passar uns dias ou a vida inteira se quiser.
O amor se perdeu.
Entrou numa via de mão única e não mais voltou.
Onde está o amor quando não aceitas como ela é e tentas mudá-la e refazê-la?
A propósito, por quem terias tu se apaixonado? Por suas imperfeições perfeitas ou por quem imaginastes que poderia ser?
Optas por deixá-la presa em uma gaiola. Esqueceu-se de suas lindas asas e o seus exuberantes movimentos quando ainda voava?
Ela perdeu seu canto e encanto, quando a colocaste naquele canto contra a parede dizendo quem deveria ser, ao seu cego ver.
BH
Quem é você?
Elá é livre, menina solta, liberdade, um passarinho que não vive em gaiolas, que ama, que voa mas sempre volta, por que amar quem voa é assim, quanto mais liberdade pra viver, pensar e agir, menos ela vai querer voar pra longe, por que ela sempre vai voar muito alto e longe, mas sempre vai voltar.
Crie asas
Voe alto
Sem medo
Sem pressa
Com sonhos
Com Fé
Mantendo a esperança, e a certeza que, mais impressionante que o destino, é o trajeto!
Em um mundo preto e branco
Eu colori o meu recanto
Preferi manter o riso
Quando quis chegar o pranto
Decido o caminho ao qual devo trilhar
Assim vejo arco-íris
Mesmo onde não há
Minha fantasia faz graça à quem não quer acreditar
Que minha alegria me da asas
Livre à voar!
Voam!
Mas, voam como um belo pássaro ao sair de uma gaiola.
Sem olhar pra trás.
Pois o caminho é longo e árduo. E o que verás logo a frente, és magnífico.
Sobre asas e vôos
Asas nascem naquele que sabe-se merecedor de tal milagre; que tem fé, confia, acredita que a firmeza do vôo é quem determina o sucesso do pouso. Então, busque dentro de você o seu par de asas. Coloque um pouco de ousadia em cada uma e desenhe no espaço celeste o caminho que os teus sonhos devem seguir. É você mesmo quem delimita os teus espaços e mostra que o céu não é o limite. Contorne a impossibilidade, crie novas dimensões para abrigar ambições maiores, possibilidades reais, oportunidades verdadeiras. O céu é para todos, deveras, mas só permite o vôo a quem tem asas.
O Pássaro
Eles diziam em voz alta: Amém!
Corriam, pulavam e saltavam
Para fora e além.
Era o grito feliz da Liberdade
O velho medo já não assombrava mais
E o pássaro podia voar.
Ao invés disso, preferiu deitar-se na relva do campo, enquanto o canto alegre do bando, o chamava outra vez.
O universo tem ciclos, a natureza tem ciclos, porquê com a vida humana seria diferente?
Ciclos são a condição da existência.
É importante aprender a aceitar o fim de cada ciclo, ainda que cause dor e saber alegrar-se com o início de um outro ciclo que pode te surpreender. A lagarta sente dor para romper o casulo, mas é importante romper para voar, para ser uma borboleta exuberante em um novo ciclo
Pássaro....
Passarinho....
Bate as asas de mansinho
Voando daqui pra lá
Esperando por um ninho
Pássaro...
Passarinho...
Abre as asas com coragem
Observador lá dos altos
Vive em liberdade
Pássaro...
Passarinho...
Tuas asas de carinho
Quando param de voar
Se transformam em um ninho
Pássaro...
Passarinho...
Teu canto suave
Enebria meus ouvidos
E mesmo você, Passarinho...
Precisa de um canto pra repousar
E quando suas asas se cansarem
Também sei "Ser ninho"
Sinto saudades do que vivi, do que ainda não vivi e do que jamais irei viver.
Sinto saudades das despedidas, de quando parti, de quando deixei ir e de quando me permitiram partir.
Já voei quando no fundo queria estar aninhada, e já deixei de voar ficando onde não gostaria de estar.
Não me arrependo de nada!
Guardo apenas minha caixinha transbordante com todos meus pedaços que hoje, são partes de mim.
DI VI DI DA, é o que sou.
Dividida em incontáveis de mim.
Às vezes sou aço.
Às vezes, assim.
Sou incompleta da cabeça aos pés.
Tô aonde mandam, e aonde eu quiser.
DIVI DIDA, nasci desse jeito.
Com a cabeça na nuvem, e a alma no peito.
Às vezes sou atrevida.
Às vezes, sem jeito.
D I V I D I D A.
Essa é minha sina.
Contemplar e padecer tudo que sou.
E enquanto grito a liberdade aceito,
que não posso fazer vôo.
.
.
(Dividida/ Fernandha Franklin) .
#fernandhafranklin
Ansiedade veio mais uma vez, preciso tomar cuidado para não transbordar, cuidado com as pessoas em minha volta, cuidado para não derramar nenhuma lágrima, cuidado com as pessoas, elas podem ser tão doces mas também tão amargas.
A lágrimas escorrendo no rosto de pessoas que se prenderam em uma gaiola com medo de voar, acho que no fundo sou assim, digo que a vida é só uma e temos que viver sem nos importamos com as coisas em volta, mas nem eu acredito nisso, é difícil de entender.
Não sei o problema em ser quem quero ser, mas sei que me julgariam, sei que não sou o suficiente mas também não quero ser, eu realmente não quero me prender em seus objetivos, eu realmente não me importo mais, deixe-me voar.
NA CORDA BAMBA DA VIDA
Seu olhar já não é mais o mesmo. Hoje ofuscado pelas mazelas da vida, perdeu aquele brilho que resplandecia a inocência; aquela alegria que antes não era reconhecida, mas que agora, depois de estar diante da infelicidade e da insignificância de tudo, aparece como uma nostalgia magnífica desperdiçada.
O pior de tudo é saber que mudou tanto de uns tempos pra cá, e não foi para melhor. Já não vive, simplesmente existe. Quase que está apenas cumprindo tabela. Mas como seria bom se fosse mesmo uma tabela. Daria para avaliar melhor os riscos, riscar do roteiro dos erros as coisas que te tornavam piores do que já era, mas que já fazia, sem perceber, parte de si, do seu caráter, daquilo que se tornou... ou quem sabe sempre foi.
Parou de culpar seu passado; a falta de oportunidade; o tempo perdido; as pessoas; os amores não correspondidos; as decepções, que não foram poucas... e reconheceu que o problema estava onde menos imaginava: Dentro de si. Nos seus pensamentos maliciosos, na sua perspicácia em fazer o que é proibido, de desejar o que não é lícito.
E existia, numa busca incessante de descobrir-se; ser; encontrar, já não sabe o que; mas tudo que consegue é perder-se mais... Procurando o que não mais existe, ou quem sabe nunca existiu; tentando achar uma razão, uma explicação, ou talvez mais uma ilusão. Até porque é de ilusão que sempre viveu; isso sempre o alimentava, o fortalecia, mantinha suas chamas acesas. Mas agora, tudo se apaga, tudo inexiste, tudo perdeu sentido. Provavelmente porque aprendeu a enxergar a malícia da vida, a malícia que vem das bocas, dos olhares, dos toques, e já não mais se deixa confundir.
E assim vai caminhando, seguindo, em direção à algum lugar, talvez ao início, ou ao fim, talvez à vida, mas quem sabe à morte. Mas se nessa insistência não conseguir andar na corda bamba da vida, quem sabe um dia aprenda a voar.
Chega um determinado momento na vida em que não basta sonhar. Chega um determinado momento em que é inútil planejar. Um determinado momento em que é estupidez falar de sonhos e seguir rendido à uma realidade na qual odiamos.
A gaiola esta aberta, sempre esteve! Nos mantemos prisioneiros do medo de voar, e do medo de perder coisas desnecessárias.
Chega um determinado momento em que você percebe que quase não sente o ar que respira, não sente a própria alma dentro de sí.
E as coisas comuns são insuficientes, o que antes era prazeroso, já não surte efeito.
E você sai por aí em busca de diversão pra suprir a falta de felicidade. Mas ao chegar em casa, você senta, e sente a solidão devorando cada pedaço de sí.
Sente o nó na garganta, e bebe alguma coisa. Sente a falta de algo que o mundo comum não proporciona. Digo "comum", não simples. Porque o mundo, mesmo com suas complexidades, ele é comum. O incomum, o surpreendente, o que realmente nos faz viver e ser feliz esta nas coisas mais simples.
Então, chega o momento.
E cabe ao engaiolado pássaro infeliz tomar a iniciativa de enfim voar.
