Poemas Famosos de Morte
Pensamento do dia 13/08/2016
Mais uma vez preciso discordar de famosos ditados populares, há males que vem para o bem. Sarcástico isso, o que vem para o mal vem para o mal, e o que vem para o bem vem para o bem.
DEUS NÃO CASTIGA NINGUÉM.
Existem padres, pastores e teólogos famosos, referindo-se aos castigos divinos frente a tantas barbáries acontecendo pelo mundo afora, e isto para mim, soa como um sacrilégio, deixando-me constrangido perante o nosso Criador.
E é óbvio que eu não seja o dono da verdade, porem raciocinem comigo.
Se todos pregam o grande amor incondicional de nosso Pai por nós, como levar em consideração tantos castigos por Ele impostos?
Acredito que todos os males ou benefícios vindos dEle, são apenas escolhas nossas, quer elas sejam acertadas ou não.
Ele, por Sua vez, já deixou bem claro o que é certo ou errado, o que nos leva ao sofrimento ou à bem-aventurança, além de nos conceder o direito do livre arbítrio.
Deus é justo e todo, amor.
(teorilang)
Será que os poetas famosos também sentem um frio na barriga toda vez que colocam um ponto final, após tantas palavras serem despejadas incontrolavelmente em uma folha?
Será que eles já se sentiram incompreendidos, ou até sem noção, por colocarem tanta emoção em algo tão simples como um rastejar do grafite na superfície branca?
Será que eles me entenderiam?
Será que minhas guerras interiores fariam sentido para tais artistas?
Não passamos pelas mesmas coisas?
Queria poder publicar cada um de meus poemas.
Mas sei que detestaria lidar com as consequências.
Ja pensou que terrível ter que me explicar, após derramar todo meu coração em um pedaço de papel?
Como os alvos de minhas poesias reagiriam, sabendo que suas faces estão cravadas em meu caderno, em forma de letras e mais letras, rimas e mais rimas, lotadas de sentimento carregado?
Sinceramente, eu ficaria assustada. Iria querer ir embora, sem me despedir.
Fugir.
Engraçado, porque é isso o que sempre acontece. Consigo entender tal visão do acontecido.
Ameaçados por um pedaço de papel, com alguns rabiscos que fazem sentido.
Ameaçados.
Quer saber? Farei um poema sobre isso.
Vai que o sentimento de vazio queira ir embora, sem se despedir também…
Mais um fugitivo de minha listadeconvidados.
HaHaHa!
Quer dar uma de intelectual no face postando frases de escritores famosos, mas só leu na vida Branca de Neve e Os Três Porquinhos!
A felicidade não está no dinheiro,
na fama ou poder. Se assim
fosse, não teríamos ricos,
famosos e poderosos com
tantas insatisfações e depressão.
É preciso equilíbrio e humildade
para ser feliz. Pense nisso!
Livro: 365 Frases Inéditas Reflexivas & Motivacionais
Em geral
Em geral, as pessoas não gostam de talentos, de artistas. Elas gostam de famosos.
Em geral, as pessoas não gostam de gestores públicos competentes. Gostam, e se identificam com políticos oportunistas e populistas.
Em geral, as pessoas não gostam de quem a elas se dedicam com afeto e transparência. Gostam dos que por elas se sacrificam, se expõem e publicam.
Em geral, as pessoas não gostam do que é certo e do que é justo, mas, sim, de tudo que as mantém confortáveis na condição de hipócritas arbitrárias, conforme as suas conveniências, benefícios e lucros.
Em geral, as pessoas preferem ser enganadas, porque vivem enganando também.
Em geral, as pessoas são assim. Exatamente como não são, mas,em geral, são exitosas nos seus propósitos, sendo como jamais serão.
O que te faz feliz?
Dinheiro? Milhares endinheiradosnão são.
Fama? Muitos famosos também não.
Sucesso? De igual modo, encontramos aos milharese felizes não estão.
Que te faz feliz então?
Na simplicidade, viver cheios de gratidão.
Ser grato por ter o que comer, vestir e onde reclinar a cabeça sem hesitação.
MIRAGEM
Os famosos via de regra,
Primam muito mais pela fama
Que pela própria grana.
E se embriagam no vinho
No egocentrismo.
Alucinando-se no garboso universo
Da notoriedade
De resto, não encontrando a si próprio,
Procura-se no ópio.
E ao se tornarem invisíveis,
É bastante pertinente
Que não caibam dentro de si,
E explodam
Transbordando de emoções.
Ensaiei, ditados inexistentes,
Martelei, aforismos famosos,
Revisei, a locução convincente,
Repassei, teus tiques nervosos,
Um Hino a Ela
Ensaiei, ditados inexistentes,
Martelei, aforismos famosos,
Revisei, a locução convincente,
Repassei, teus tiques nervosos,
Consultei, os baralhos videntes,
Aceitei, teus ataques mimados,
Pratiquei, as vontades urgentes,
Como os gomos, fomos tão atrelados,
Inventados, em notações e lembretes,
Findando, eis o resultado:
Na declaração que ressoa,
Falo a ti na primeira pessoa.
Prevemos o imprevisto
E não nos prevenimos,
Somos improváveis
E imprevisíveis.
Nossas precauções,
Não foram precavidas
E na pressa persistimos,
Permanentes, inalteráveis,
Incontroláveis, irreprimíveis.
Somos improváveis
E imprevisíveis !
Na declaração que ressoa,
Falo a ti na terceira pessoa.
Coletânea contraditória,
Rompendo com a dita cautela,
Ele faz sua dedicatória,
Uma sinfonia, um Hino a Ela.
Analogia duma Antologia, uma sinfonia, um Hino a Ela.
Enquanto ricos e famosos exibem seus bonecos de bebês reborn nas redes sociais, bebês reais aguardam na fila de adoção, esperando por uma família que os ame.
Benê Morais
Os famosos Bolinhos de goma
de Maragogi na sua companhia
ficarão ainda melhores
com café e a nossa poesia,
Alguns até nos apontarão
como poetas e doidos de amor,
e nos seguirão como inspiração.
A MORTE PARA O EU
Quando você for esquecido ou negligenciado,
Ou propositalmente tratado como nada,
E não se ressentir, nem se magoar,
Com um insulto da negligência, mas seu coração,
Se mantiver feliz, por ter sido digno de sofrer por cristo,
Isso é morrer para o “EU”
Quando o bem que faz é tomado como mal
Quando seus desejos são contrariados,
E seus conselhos postos de lado,
As suas opiniões ridicularizadas,
Você se recusa a permitir que a ira se acenda em seu coração
Ou se quer defende-se a si mesmo,
Mas aceita tudo com paciência,
E em silencio cheio de amor,
Isso é morrer para o “EU”
Quando você se satisfaz com qualquer alimento,
Qualquer dádiva,qualquer vestuário,e qualquer clima,
Qualquer sociedade,solidão, interrupção
Segundo a vontade de Deus,
Isso é morrer par o “EU”
Quando você com amor e paciência,
Suporta qualquer irregularidade,
Qualquer desacerto ou qualquer aborrecimento,
Quando você puder enfrentar face a face o desperdício,
A loucura, e a extravagância a insensibilidade espiritual,
E suportar tudo isso como Jesus suportou,
Isso é morrer para o “EU”
Quando você não mais se importar em ouvir as próprias suas palavras durante uma conversa,
E ver boas obras registradas,
E envaidecer-se com elogios feitos,
Quando realmente preferir-se manter desconhecido,
Isso é morrer para o “EU”
Quando você receber correção e censura da parte de alguém
“inferior” a você e puder sujeitar-se humildemente tanto por dentro tanto por fora,
Não sentindo revolta, nem ressentimento, levantar-se no coração
Isso é morrer para o “EU”
Quando puder ver seu irmão prosperar,
Satisfazendo suas necessidades, e em seu espírito alegrar-se,
Sinceramente com ele,
Não sentindo inveja nem cobrando de Deus.
Mesmo que suas necessidades sejam muito maiores,
E suas circunstancias desesperadoras,
Isso é morrer para o “EU”.
FONTE: LIVRO QUATRO REALIDADES
Amor... e Morte...
O amor
é como a morte
ato banal de todo dia...
Emoção forte
de tristeza ou de alegria,
ele sempre nos surpreende, e a ele nunca nos acostumamos
talvez...
O amor é como a morte:
quando amamos
é sempre a primeira vez.
Soneto Inglês No. 1
Quando a morte cerrar meus olhos duros
- Duros de tantos vãos padecimentos,
Que pensarão teus peitos imaturos
Da minha dor de todos os momentos?
Vejo-te agora alheia, e tão distante:
Mais que distante - isenta. E bem prevejo,
Desde já bem prevejo o exato instante
Em que de outro será não teu desejo,
Que o não terás, porém teu abandono,
Tua nudez! Um dia hei de ir embora
Adormecer no derradeiro sono.
Um dia chorarás... Que importa? Chora.
Então eu sentirei muito mais perto
De mim feliz, teu coração incerto.
Vozes da morte
Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,
Tamarindo de minha desventura,
Tu, com o envelhecimento da nervura,
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!
Ah! Esta noite é a noite dos Vencidos!
E a podridão, meu velho! E essa futura
Ultrafatalidade de ossatura,
A que nos acharemos reduzidos!
Não morrerão, porém, tuas sementes!
E assim, para o Futuro, em diferentes
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,
Na multiplicidade dos teus ramos,
Pelo muito que em vida nos amamos,
Depois da morte inda teremos filhos!
Se noutro corpo tua alma se traspassa,
não, como quis Pitágoras, na morte
mas como manda Amor na vida escassa;
A Morte
Oh! que doce tristeza e que ternura
No olhar ansioso, aflito dos que morrem…
De que âncoras profundas se socorrem
Os que penetram nessa noite escura!
Da vida aos frios véus da sepultura
Vagos momentos trêmulos decorrem…
E dos olhos as lágrimas escorrem
Como faróis da humana Desventura.
Descem então aos golfos congelados
Os que na terra vagam suspirando,
Com os velhos corações tantalizados.
Tudo negro e sinistro vai rolando
Báratro abaixo, aos ecos soluçados
Do vendaval da Morte ondeando, uivando…
A Vida e a Morte
O que é a vida e a morte
Aquela infernal inimiga
A vida é o sorriso
E a morte da vida a guarida.
A morte tem os desgostos
A vida tem os felizes
A cova tem as tristezas
A vida tem as raízes
A vida e a morte são
O sorriso lisonjeiro
E o amor tem o navio
E o navio o marinheiro
O Amor e a Morte
Sobre essa estrada ilumineira e parda
dorme o Lajedo ao sol, como uma Cobra.
Tua nudez na minha se desdobra
— ó Corça branca, ó ruiva Leoparda.
O Anjo sopra a corneta e se retarda:
seu Cinzel corta a pedra e o Porco sobra.
Ao toque do Divino, o bronze dobra,
enquanto assolo os peitos da javarda.
Vê: um dia, a bigorna desses Paços
cortará, no martelo de seus aços,
e o sangue, hão de abrasá-lo os inimigos.
E a Morte, em trajos pretos e amarelos,
brandirá, contra nós, doidos Cutelos
e as Asas rubras dos Dragões antigos.
