Poemas Famosos

Cerca de 393 poemas Famosos

E no deslize de dedo acertei em cheio quem tinha que achar
Mas de 600 contatos mas é sempre o mesmo que eu quero chamar
Vou recair de novo na mesma pessoa
Mas quando o beijo é bom anula as outras bocas

Inserida por pensador

Mas foi pintando sujeira
O patamo estava sempre na jogada
Porque o cheiro era bom
E ali sempre estava uma rapaziada

Inserida por backlup

A Íbis, a ave do Egipto
Pousa sempre sobre um pé
O que é
Esquisito.
É uma ave sossegada,
Porque assim não anda nada.

Inserida por carlosmachado67

O impossível é um infinito.

O infinito sempre será infinito,
até escolhermos entendê-lo,
colapsando-o e tornando-o finito
em um espaço único e limitado.

Da mesma forma acontece
quando você busca alcançar o impossível:
você o torna possível.

O impossível é um infinito
que ainda não foi colapsado por alguém.⁠

Inserida por zerotohero

O mundo ao contrário

Em um mundo super normal morava um menino de 14 anos, ele sempre quis ver o mundo a contrário, mas ele pensava que esse mundo não existia, até que num belo dia ele estava passeando quando tropeçou e caiu num bueiro mágico, esse bueiro tinha uma porta, como ele não é burro, ele entrou e quando entrou foi pra onde sempre sonhou, pro mundo ao contrário. Ele ficou feliz, mas tinha um problema, tudo que era do bem ficou do mal, mas como era o sonho, ele foi no mundo ao contrário, mas ele só ficou 3 meses como era o mundo ao contrário, a cada 3 meses, 3 anos a mais se passava e ele viveu feliz para sempre fim.
Escritor Victor

Inserida por VictorHugoF

⁠Naquele tempo eu não sabia
Que viver pressupunha um fim
E que sempre haveria
Uma sombra olhando pra mim

Inserida por joaomayamarcelo

Na rua Garay, a criada me disse que tivesse a bondade de esperar. O menino estava, como sempre, no porão, revelando fotografias. Junto ao vaso sem flor, no piano inútil, sorria (mais intemporal que anacrônico) o grande retrato de Beatriz, em pesadas cores. Ninguém nos podia ver; num desespero de ternura, aproximei-me do retrato e disse-lhe:

– Beatriz, Beatriz Elena, Beatriz Elena Viterbo, Beatriz querida, Beatriz perdida para sempre, sou eu, sou Borges.

Carlos entrou pouco depois.

Inserida por joao_candido_martins

⁠Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E vivemos vadios da nossa realidade.
E estamos sempre fora dela porque estamos aqui.

Fernando Pessoa
Poemas Completos de Alberto Caeiro. Lisboa: Presença, 1994.

Nota: Trecho do poema Não tenho pressa. Pressa de quê?, de Alberto Caeiro, um dos pseudônimos do poeta português Fernando Pessoa.

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Inserida por dhiegobalves

O Sonho é a Pior das Cocaínas O sonho é a pior das cocaínas, porque é a mais natural de todas. Assim se insinua nos hábitos com a facilidade que uma das outras não tem, se prova sem se querer, como um veneno dado. Não dói, não descora, não abate – mas a alma que dele usa fica incurável, porque não há maneira de se separar do seu veneno, que é ela mesma.

Inserida por amargarita

Errar é do homem, passear é do parisiense. No fundo, espírito penetrante, e mais pensador do que parecia.

Inserida por polianapb

A amizade entre homem e mulher, mesmo que inconscientemente, é sempre um pouco erótica.

As palavras fogem quando precisamos delas
e sobram quando não pretendemos usá-las.

“Quando nossas ideias se chocam com a realidade, o que tem de ser revisado são as ideias.

Eu vejo no seu olhar o que sua boca não consegue dizer,é quando eu passo por você,é diferente o clima muda não sei explicar.

Custa tanto ser sincero quando se é inteligente! É como ser honesto quando se é ambicioso.

Fernando Pessoa
Aforismos e afins. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

Quando há duas criaturas a vida é possível. Havendo uma só, parece que nem se pode arrastá-la. Renuncia-se a ela.

Victor Hugo
HUGO, V., Os Trabalhadores do Mar

Não se deve falar demasiado. Quando falo demais começo a separar-me de mim e a ouvir-me falar". (O marinheiro)

Quando Eu Não Te Tinha

Quando eu não te tinha
Amava a Natureza como um monge calmo a Cristo.
Agora amo a Natureza
Como um monge calmo à Virgem Maria,
Religiosamente, a meu modo, como dantes,
Mas de outra maneira mais comovida e próxima...
Vejo melhor os rios quando vou contigo
Pelos campos até à beira dos rios;
Sentado a teu lado reparando nas nuvens
Reparo nelas melhor –
Tu não me tiraste a Natureza...
Tu mudaste a Natureza...
Trouxeste-me a Natureza para o pé de mim,
Por tu existires vejo-a melhor, mas a mesma,
Por tu me amares, amo-a do mesmo modo, mas mais,
Por tu me escolheres para te ter e te amar,
Os meus olhos fitaram-na mais demoradamente
Sobre todas as coisas.
Não me arrependo do que fui outrora
Porque ainda o sou.

Fernando Pessoa
“O Pastor Amoroso”. Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.
Inserida por vera_gavina_mendonca

Pra onde é que cê vai
Quando ela te chuta
Quando a briga foi feia e seu sobrenome é culpa
Pra onde é que cê vai
Quando deu tudo errado
Já deu chance demais e o seu coração tá frustrado

Inserida por pensador

Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! Ser ‘gauche’ na vida.

(Do poema "Sete Faces"/in: Alguma Poesia, 1930.)

Inserida por portalraizes