Poemas e versos pequenos
É verão de dezembro. O sol foi tão gentil, enquanto eu buscava as palavras de alguns versos. Estes que mexiam com a minha inquietude, que não doma esse mundo selvagem lá fora, mas é o suficiente para me fazer vagante.
De fato, naquelas linhas esboçadas, os versos são tão dependentes, que a sua existência só precisa da gente para existir.
Por que escreveria em versos? Ninguém dá importância a isso agora. Na nossa era de maturidade cética, o verso é uma forma que aposentou-se antes da reforma da previdência. Prefere-se a prosa, que em razão da sua liberdade de movimento está mais de acordo com os instintos da democracia.
Por ela eu errei meus versos, ouvi piadas maldosas, e ela, nem um abraço me deu.
E ela, só se lembrou do adeus.
A poesia é a lente do passado, renovando em seus versos o presente, para transmutar os absurdos e, contínuo retornar ao nosso mundo.
Então pego a minha viola, e mesmo sem as cordas entoo uma canção. E nesses versos e rimas, vejo você em todos os acordes, e assim com devoção, essa minha viola, viola os segredo do meu coração...(Saul Belezza -Patife)
Quando dois universos amavelmente compatíveis se encontram, surge uma poesia de lindos versos com um amor intenso em cada linha, a alegria recíproca de um novo começo num nexo de sinergia.
O teu amor pelos meus versos inegavelmente dá sentido à poesia que faço, sendo mais do que um mero aglomerado de palavras, principalmente, quando és a musa inspiradora, alvo do meu senso poético, onde a tua essência felizmente se propaga em cada trecho sincero.
O Deus Que Materializa Sonhos,
é grande, poderoso e fiel! Que esses versos fortaleçam sua fé e te lembrem que Ele é capaz de realizar o impossível em sua vida.
O movimento da escrita cria músculos nos versos,
reversos que fortalecem a poesia...ato de ousadia.
Aqueço a tua presença ainda que espiritual com os meus versos de moça, O teu olhar é lindo, e a tua voz é sedutora...
O meu coração está em festa, Bons ventos te trouxeram, E versos nasceram, Carícias em flor te esperam...
Mordisco o canto da tua boca, Corro o risco só para tê-lo rendido, Faço versos ao pé do teu ouvido, Quero que este colo seja o meu abrigo.
