Poemas e Poesias
Sentimentos Ignorados: Um Poema de Amor Silencioso
Superfície profunda, um mundo inexplorado,
Sentimentos ignorados, no olhar desvendado.
Palavras desviadas, gestos que machucam,
Fadiga do mundo, lamentos que me afundam.
Dor silenciosa, raízes profundas,
Tristezas entrelaçadas, danças em união.
Sem perceber, em suas mãos me entreguei,
Na ilusão de um amor que jamais alcancei.
Primavera ilusória, jardim em flor,
Amor que se resume em mais do que ardor.
Obstáculos enfrentados, força interior,
Silêncio que fala, distância que dói.
Sorriso alheio, luz que se apaga,
Solidão que me abraça, alma que se afoga.
Realidade sombria, invasão cruel,
Luz que se extingue, sonho que se desfaz.
Sofrimento e valor, felicidade e dor,
Memórias que guardam, um amor que não se dá.
Tolo confesso, ideias que voam,
Lugares a visitar, momentos que sonham.
Desejo oculto, perfil vasculhado,
Importância ansiada, amor ignorado.
Sonhos acordados, realidade ignorada,
Dor profunda, alma dilacerada.
Mas em meio à escuridão, um raio de esperança,
Um amor verdadeiro, uma nova chance.
Alguém que enxergue além da superfície,
Que valorize a alma e a sua essência.
Este poema é um grito do coração,
Um pedido de amor e compreensão.
Que seus sentimentos sejam valorizados,
E que a felicidade verdadeira seja alcançada.
Lembre-se, você é digno de amor,
De alguém que te veja por inteiro.
Não se entregue à solidão,
Busque a felicidade que te pertence por direito.
O mundo está cheio de pessoas maravilhosas,
Que te amarão pelo que você é.
Abra seu coração, acredite no amor,
E a vida te presenteará com um novo amanhecer.
"O amor é a poesia dos sentidos é a essência que nunca se esgota, o fogo que arde sem se ver."
Roberto Ikeda
Um poema de aniversário, pra minha comadre Daniela Cravo e Canela 🙂
A felicidade não tem idade, a felicidade é a consciência de nós, do momento de tudo que nos faz vibrar positivamente, de tudo que amamos.
É clichê dizer: "A vida é feita de instantes", mas realmente tudo é instante. Num instante estamos tristes, já logo em outro instante e a alegria brota no coração.
A grandeza da vida nos convida para os momentos felizes, temos os desafios, mas tudo muda,
muda tudo quando temos um abraço,
um aconchego,
uma mão estendida para te puxar pra cima,
um convite para o sorriso.
Nasce flores,
o sol aquece,
a chuva refresca,
a lua mesmo diferente, está sempre lá,
o céu nos cobre com seu infinito, nos deixando apaixonados com a infinitude da Divindade do Criador, por tanta beleza, tudo é movimento...
O intervalo entre o nascer e o morrer, é construído todos os dias pela esperança, pela mão que foi agarrada, e pela outra que acena, os braços que abraçam, os olhos que que buscam ver o real amor.
É dessa maneira que é feito esse intervalo que chamamos vida, que é feita assim. Viva-a, minha querida comadre 💗
Te amo.
Feliz aniversário 🎈 🎂
Deus te abençoe todos os seus dias.
Seja Feliz!!
Eu e a poesia
Somos um caso
Á parte,
Se queres Mesmo ir
Deixo livres
Tuas mãos,
Você não consegue entender
Até que por incrível façanha
Tu não é mais pareo
Para toda vasticidade
Do chão
E meu amigo
Se queres Mesmo
Saber a verdade
Quando chega-se
Então a essa hora
O coração dispara
Os olhos choram
Tudo transforma-se
Em raros momentos
De puras emoções.
Se eu pudesse escrever uma poesia pra me declarar há você,
Te juro Meu Amor, que eu nunca iria escrever.
Pois inúteis são minhas palavras, se você não consegue perceber
Ela...poesia
Um dia, olhou ao seu redor
desatou os nós
se refez a sós...
já não tolera mais conversas vazias!
nem pessoas de duas caras...
até gosta de sorrir, mas não de zombar,
gosta do que é engraçado, do que lhe tira o ar... daquele olhar!
tem dias que só quer um beijo, tem outros que quer o corpo inteiro...
tem dias que é uma garrafa de vinho gelada e lacrada...
tem dias que é desejo...
se ela quer, ela quer!
se não quer, não quer!
ela diz não, ela diz sim!
gosta de um chamego, um cheiro...
beijos pelo corpo
mãos,
lábios,
apertos e
dedos...
ela...poesia
em acerto e desacerto!
POESIA " TONS GENIAIS SUBTERRÂNEOS "
Ponto da vida onde me
Encontro com meu estranho
Ser, causa-me espécie das formas que
Movimento meu subterrâneo poético;
Ponto da vida quando acordo me encontro.
Quero sair da vida,
Não aguento tanta pressão em mim
Pelo que sou, sinto, não minto
Apenas preciso do silêncio nas montanhas
Do campo, vitalidade.
Estou triste,
Feliz pela força que sei ter para sobreviver
Aos instantes angustiantes pelo que
Perdi de tudo quanto construí,
Vivi, não morri até sumir das frações de segundo.
Estou crescendo,
Me tornando um clássico literário,
Ego saudável que me retirou da
Mediocridade, verdade,
Me sinto evoluindo ainda
Que olhares convencionais não
enxerguem.
Enfim,
Por mim eu não estaria por aqui,
Talvez de vez em quando aproveitaria
Parceria da existência para sentir viver,
Sem problemas ter,
Poderia sobreviver ausência do prazer.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
QUANTAS VEZES...
Escrevemos a vida
Numa bela poesia
Nos versos declaramos
A nossa covardia.
Falamos apenas de dor
Esquecemos a beleza da alma
Do encanto da luz do Sol
Da importância do amor.
Mas é só pisar nesse chão
Que tudo se acalma
Lembrar da magia da Lua
E volta a inspiração.
E não tem como segurar
Logo a poesia desabrocha
Daquele jeito que gosta
Voar nos versos e saber amar.
Autoria-Irá Rodrigues
Santo Estevão BA
Eu existo nas palavras
Eu hábito no navegar
Eu consisto no recitar
Eu moro na poesia
Enfim sou detalhes de uma sintonia.
POESIA " SARCASMO COM TEU PAVOR "
Poeta Nilo Deyson Monteiro Pessanha
De que forma você vê a beleza debaixo
No rosto de princesa, príncipe ou ateu?
São como os teistas, são como os teus!
Toda beleza não se perdeu!
Esqueceu?
Lembre-se da regra da vida:
A coisa mais bonita não pertence à você;
Vai vai, saí para não de pavor morrer;
Se te assustas com aquilo que agora vês,
Para que pensas que te serve o amor,
Se não para agradecer ao universo pelo ciclos vividos, pelo seja bem vindo, e depois, aceitar o fim do simples adeus.
A beleza de uma caveira,
sem sarcasmo é poder nela contemplar o pavor do fim de uma falsa ilusão da beleza, o amor porém, é eterna, segue a alma e o espírito para eterna-idade-nas estradas pelo infinito universo; e o que fica é o resto de um cadáver adiado lendo.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
POESIA " BODAS COM A MORTE"
- Poeta Nilo Deyson Monteiro
Minha morte nasceu quando eu nasci.
Ela me seguiu não conseguiu e não morreu,
Viveu; tu és minha doce prometida partida para
Meu silêncio de outras vidas que morri.
Nem sei quando serão nossas bodas de tantos
Séculos que me acompanha no fim, de longe em longas idas e vindas de um eterno retorno pelo desertar, abandonar e ficar em quem nesta minha versão me ficar,
me importar.
Contempla, oh morte minha matéria,
Linda né? Os vermes que à ela espera no dia não vivido em que exagera propaganda de que depois da morte da vida morre para
vida que vive.
Tamanho afeto pela morte me faz sentir felicidade por ter existido sem pressa, na profunda busca do ser diante do nada;
Danada que sabe a data, a hora, porém,
Não estarei quando vier, nem estarei em um caixão, estarei nas minhas obras, em livros, em alguma mão.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Comentários
Com todo o respeito por a sua opinião e por este poema. Eu venho dizer como cristão católico que também sou, que Maria mãe de Jesus Cristo, morreu e não pode aparecer neste mundo. Pois está em espírito no céu com todos os santos. E de modo algum apareceu neste mundo. Por outro lado, só Deus deve ser adorado. Deus Pai, Deus filho, Deus Espírito Santo. Maria está morta, mas Jesus foi ao céu vivo. Pois ele é Deus!
A poesia que encanta
Tão doce e terna
Está nos seus cabelos
Nas ondas que envolvem suas madeixas e protegem seus pensamentos
A poesia que há
Está no seu sorriso
Que às vezes se manifesta
Timidamente se apresenta, dá as caras
E depois se esconde, às pressas
A poesia que há
Mora no seu olhar
O brilho quando abrimos as cortinas e que enfeitam as janelas
A poesia que há
Está aqui, acolá
Numa memória importante
Numa saudade distorcida
Do que se foi e nunca mais será
Porque vem a mudança como uma maré forte que renova o lar
Traz boas novas
Instaura-se como uma âncora para navegar
POESIA : " ZOMBANDO DO ABISMO "
Eta lelê !!!
Vida fluxo vento súdito
Aos meus comandos andros,
Quer bem ou mal me quer,
Vamos dá um rolê pelos ciclos,
Na beira dos abismos, sim,
Deixe fora da vida; seus ismos,
Medos cretinos
E venha livre viver.
Sabe como tem que ser?
Sem destino, gurus ou amuletos
Que possam te proteger;
A liberdade é assim,
Responsabilidade pra quê?
Talvez Sim, se a ética e a moral
Que para mim são naturais, forem pra você;
Assim sendo, estrague sua vida como bem quiser, que no futuro seu passado não vai devolver por dejavu um afã.
O que devo esperar do
Condicionamento ao se reconhecer vazio?
Medo, barreiras e impedimentos, é fato,
rasos, frios zumbis humanos, coitados.
Não, não dá, adultos infantilizados,
Nem podem andar, quiçá
Descobrir por explorar a extensão do próprio quintal, do centro da no chão em que pisamos.
O inédito te assusta?
O novo te causa espanto?
Olhe para baixo, sente o quanto,
O quanto a liberdade é solidão, responsabilidade,
e, olhando dentro do abismo, como quem olha no olho da medusa, ouça ecoar da cratera, mas 100 medo : " Não leve a vida avera, 98% é invenção, 2% intuição, Buuuu, não há nada diante do ser."
Poeta Nilo Deyson Monteiro Pessanha
POESIA " TOTALIDADE DAS COISAS"
Descobriu,
Abriu diante do próprio olhar virgem,
Sem ideia de que pronto
Aquilo existia, estaria tanto tempo no conto imperceptível quase oculto, que
Não gostaria de passar duas vezes
Pelo mesmo rio, para o mesmo ponto.
Agora diferente, discursado de outro modo,
Coitadinha daquela fantasia, mente volumosa.
Tanto alarde, ansiedade agonia que cria,
Ria de alegria da descoberta como totalidade das coisas;
Mas que coisa!
Isso já existia e no tempo passado alguém
Discutia, talvez de outro modo que quase
Não se via, portanto sua descoberta
Não passa de alegrias para mais uma
Caverna dos mitos, onde certezas
Se perdem na revolução dos bichos.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
POESIA " A VIDA É SÓ PARA BRINCAR "
Para qual lugar estais levando sua vida?
O seu tempo é disputado pelo labor
antes da partida!
Aproveitaste seu lazer na terra
existindo ou foi sumindo pensando
que se assumindo eras eternos para
se deixar por um amanhã?
POETA Nilo Deyson Monteiro Pessanha
A Poesia é silêncio em harmonia
Sintonia nas palavras
Sonoridade no recitar
Cantoria em versos
Sensações em cada beleza.
SOB AVARIA
Sinto-me sendo punido,
Porque o véu da poesia
Fez de mim um ser ungido
No parnaso e na porfia
Da verve que alimenta
Os poetas de magia.
Só sendo castigo ou erro
Em minha epigenesia...
Quem sabe minha genética
Ocorreu sob avaria?
Sou como espuma-do-mar
Dispersa na maresia!
Na ruminação do tempo
Tenho buscado trazer
O fardo que me pertence
Sorrindo, pra não sofrer,
Na ordem do crescimento
Das malhas do meu tecer.
Causei ciúmes no amor
Que um dia me amou também,
A despeito dos meus versos
Procurou me ver além...
Mas restou-me a poesia
Por ser o meu único bem!
Sonata de quem ama
Gostaria de compor o mais belo poema
inserido nos acordes do hino celestial,
cujas notas aos anjos entregaria.
A sonata da vida em cuja alma escrevi,
gravei com o sangue que pulsa célere,
em palpitar ofegante aos acordes
do coração, em movimento rítmico
e compassado de dois tempos.
Em sístole:
quando a alma geme querendo-lhe amar
em toda a essência no fulgor da chama
que arde e clama, não só desejo simples,
vulgar ou animal, também a seiva
que se manifesta e nutre o gérmen
do plasma, elevando o espírito
sobre a carne.
Em diástole:
Transmutação de uma simbiose fecunda,
associação múltipla de fatores sinérgicos
entregues ao instinto de busca ao prazer,
quiçá o limite tênue de vida e de morte.
Energia motriz, agitação;
instinto líbido, calor pulsante.
Aquece e dilata os corpos,
unindo-os ad eterno, à fusão mística,
da amálgama gerada e levados ao criador
sob a benção de o maior dos poetas
que a vida pintou e arquitetou na certeza
dos frutos do nosso amor.
Eleva a conduta ativa e criadora do ser,
em dedilhar harmônico ou desordenado,
mas tocado aos acordes de singela sonata,
impelida aos anseios de marcação surda
do contrabaixo em notas graves,
à busca ofegante que palpita
aos acordes agudos
e ressoa às esferas angelicais.
Poesia
Poesia é a mansidão dos lagos,
a terra em que nascemos,
a desgraça de alguns;
a ventura de outros. Tudo é poesia. . .
Poesia é a chuva que se precipita
para fertilizar a terra ainda seca,
indo-se juntar aos córregos,
rios e cachoeiras, em busca do mar,
ou voltando-se logo a evaporar
em camadas de densas gotículas;
precipitam e se tornam à noite
em gotas de orvalho, acalmando;
trazendo a paz e consolando
filhos de horas mortas.
Na madrugada, a depositar-se nas pétalas,
quiçá, primeiras da flor singela,
que desabrocha a espargir suave a fragrância,
em cujo frescor se mistura ao perfume do campo
a atrair pirilampos e joaninhas;
abelhas e beija-flor, entre outras vidas,
a declamar poesia.
Poesia é a mesa do bar
onde cada um tem a história
de um sonho não realizado.
Poesia. . . É a sombra do passado
que prenunciou ventura
e nos dá no presente
nada mais que amargura.
É um mundo de incertezas. . .
De castelos construídos,
aos pés de outros desmoronados
