Poemas dia da árvore
"Quando um fruto cai da árvore que o gerou e apodrece no solo,
ele se transforma em fertilizante,
nutrindo as raízes da própria árvore que o criou.
Mas ele deixa também suas sementes,
que podem se tornar novas árvores,
dando origem a centenas de novos frutos.
Assim, o ciclo se renova,
provando que até o que parece fim
é apenas o começo de algo maior.
Essa é a essência da ressignificação."
A liderança eficaz é aquela que, como uma árvore que possui o caule robustecido pelas experiências no solo da adversidade.
José Guaracir
No teu tempo de bonança, planta e rega o amor,
a frondosa árvore da eternidade.
Em seu tronco te agarrarás, no teu tempo de tempestade.
Quando foi que eu deixei de ser criança
Lembro de quando pequena
Subia na árvore e os galhos eram como trapézio.
Não tinha medo, nem mesmo tontura
Só a diversão de estar ali pendurada.
Depois com o tempo
As árvores viraram meu refúgio
Lá eu ficava, ninguém me via
E assim acredito acabei crescendo
E com o tempo deixei de subir nelas
Hoje sinto falta delas. De sua altura
Mas com a idade é falta de jeito
Já não sei mais subir em uma árvore
O tempo passa , as coisas mudam
Não diga que não se esquece, esquece sim
Com o tempo perdemos o jeito.
Perdemos nossa desenvoltura
E acabamos por ficar adultos
E esquecendo de como é ser criança.
Feliz aquele que mesmo com o tempo
Jamais perdeu sua infância.
MINHA ÁRVORE SECA
Desenho da solidão.
Hoje sem vida, na paisagem perdida,traz sua história ainda cravada no chão
📖 A Parábola da Árvore de Raízes Fracas
Havia um homem que, ao plantar uma muda de árvore no jardim, decidiu protegê-la de tudo. Construiu uma cerca em volta para que o vento não a balançasse, regava sempre para que nunca sentisse sede, e cuidava para que nenhum galho se quebrasse.
Com o tempo, a árvore cresceu bonita, cheia de folhas, mas suas raízes eram fracas, pois nunca precisaram buscar água no solo profundo, nunca precisaram se fortalecer contra tempestades.
Então veio a primeira ventania forte. Sem raízes firmes, a árvore tombou no chão, arrancada pela base. O homem correu para tentar salvá-la, mas era tarde demais. Com lágrimas nos olhos, ele percebeu:
— Protegi tanto que esqueci de fortalecer.
Pais, ao impedir que seus filhos enfrentem dificuldades, você pode estar criando árvores sem raízes. Quando tudo é resolvido por eles, quando não precisam lutar, falhar e aprender, não desenvolvem a força necessária para se sustentar sozinhos.
Um dia, a vida virá como um vento forte. E então? Será que estarão preparados? Ou cairão diante do primeiro desafio real?
💡 O verdadeiro amor não é apenas proteger, mas ensinar a resistir. Dificuldades não destroem, fortalecem. Não crie filhos frágeis em nome de um amor que os tornará indefesos.
#PaisQueEducam #RaízesFortes #Autonomia #Crescimento #Superação #Deus #PreparaçãoParaAVida
Mantra da renúncia
"Minha mente é uma árvore poderosa.
Minhas raízes são fortes, meus pensamentos são puros.
Eu escolho podar tudo o que não me serve.
Eu me elevo, eu floresço, eu dou frutos abundantes.
Eu sou luz, eu sou criação, eu sou verdadeiro."
Já me falaram que sou difícil de amar, que sou primitivo no pensamento ou até mesmo uma árvore no tempo.
Mal sabe eles que tudo que realmente é bom, tende a ser difícil.
A dificuldade alimenta a cobiça e adoça a vitória cada dia mais.
Do que seria o amor se fosse fácil?
Seria frio, sem graça, sem água na boca e sem nenhuma vontade de querer.
Então se você quer, se deseja, se precisa e almeja, então o caminho traçado até aqui é o correto.
Mas o amor mesmo sendo forte e forjado em aço, necessita de carinho, atenção, dedicação e desejo mútuo em caminhar juntos e não separados.
Dizem que amar é se dedicar, é estar presente e amar. Eu afirmo mais além disso tudo...
Amar é o ato de renunciar a coisas que nós agradamos, isso não é mudar e nem se diminuir, afirmo que isso é amar e ter a certeza de que sente mesmo o sentimento, que tantas pessoas procuram, buscam e vasculham pelo mundo afora e não encontram.
Se você já o tem, considere se um vencedor de um jogo tão perigoso que se chama amor.
eu sou seu
sempre fui
posso ter ido embora.
mas você sabe,
onde fica aquela arvore.
onde ficam meus braços,
eu quero que você deite em meu colo
então só vem.
Eu não quero ser a árvore mais linda desse parque
Quero garantir que meus frutos sejam felizes
Não me importo em ter as folhas que cês admiram
Eu me importo em manter a força das minhas raízes.
Tudo vc plantar com Deus terás frutos
3. Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará.
(Salmos, 1)
Bem-vindo a Couves, Piauí
Do asfalto à terra
Do shopping ao campo
Do celular à árvore
Do carro à moto.
Experiência forte
Como no galho a foice
Retirando frutos doces
De quem do shopping a roça foi.
Do DF ao Piauí
Ansioso com você
Nossa vida dividir.
A Dança Cósmica das Raízes part. 1
A natureza, como uma árvore que se ergue majestosa contra o infinito, é uma sinfonia de caos e harmonia. O saber, que nos move, nos revela que todo movimento, por mais caótico que pareça, é apenas uma dança do universo, orquestrada pela consciência universal. A árvore não apenas cresce, mas se estende por um espaço que transcende o tempo, onde cada folha que se abre é um vislumbre da verdade que buscamos, e cada raiz que penetra a terra, um mergulho profundo na compreensão do real.
O ideal não é um ponto a ser alcançado, mas um movimento eterno de expansão, onde cada passo dado é um novo aprendizado, um novo questionamento. Como a relação entre energia e matéria, que se mostra constante, fluida e mutável, nós também somos moldados por esse fluxo invisível, estendendo-nos em nossa jornada por algo maior do que nós mesmos.
O simples, muitas vezes, carrega as mais profundas verdades. O que parece ser invisível e impessoal é, na verdade, o abraço universal que conecta tudo e todos, da mais alta estrela ao mais profundo buraco da terra. E é nesse abraço que o arvoricionismo vive, onde as árvores são mais que plantas: são portais para o entendimento profundo de nossas raízes cósmicas.
Há uma força vital que circula entre nós, invisível, mas sentida, conduzindo-nos, como os ventos que alimentam as folhas das árvores. O mundo ideal não é um conceito distante, mas uma energia palpável, entrelaçando-nos, como as raízes de uma árvore que se fundem com as de outras, formando uma rede indestrutível de compreensão e harmonia.
A passividade é vista, por muitos, como fraqueza — uma árvore que se curva ao vento, sem resistência, sem carácter. Dizem que quem tolera é porque teme, que quem se cala tem medo do confronto, que quem se afasta é um submisso, um "banana". Mas o silêncio não é fraqueza, nem a calma é covardia. Há uma força que se revela na quietude, uma sabedoria que prefere a distância, uma paz que não se oferece à tempestade.
Mas aqueles que julgam com olhos curtos não sabem que, por trás de cada gesto contido, há um limite invisível, um ponto de ruptura que não se anuncia, que ninguém vê até que se quebre o silêncio. Eles pedem para que mostremos as garras, para que nos revelemos como lutadores. E quando, por fim, o tom de voz se altera, o rosto se endurece e o coração se solta, os mesmos que pediam a batalha recuam, como quem teme o fogo depois de o ter provocado. Querem a calma, mas não entendem a violência do espelho que, por fim, reflete a sua própria face.
E eu? Eu sou passivo, mas não estúpido. Calmo, mas não resignado. Aceito o fardo da paciência, porque sei que não sou um boneco de marionete. E quando me chatear, quando o peso se tornar insuportável, os que me pediram para mostrar os dentes não gostarão do que verão. A passividade tem o seu valor — e eu sei, melhor do que qualquer um, até onde posso ir sem perder o que sou.
Você, que ficava brava
Com pessoas desmatando,
Cortou a nossa árvore
E foi embora feliz pelo seu ato.
Vou subir no tronco
Da árvore que tu cortaste
E irei chamar seu nome
Para ver se você finge
Que se importa comigo.
UM CANTO AO VENTO
Na fresca sombra de uma árvore,
as horas passam a velocidade do vento,
as folhas poetizam a voz do vento,
a pele se arrepia ao toque do vento.
Na imensidão de um céu azul,
as nuvens flutuam a força do vento,
os pássaros pairam a razão do vento,
a mente viaja ao sopro do vento.
Na vontade que nos move,
a vida segue ao sabor do vento,
os versos surgem ao canto do vento,
e o vento venta, e o vento leva!
Pois na verdade;
Tudo é vida;
Tudo é verso;
Tudo é vento.
Claudio Broliani
🌳 O Universo Dentro de Nós: A Sabedoria da Árvore 🌌
Imagine que cada árvore é um reflexo do universo, uma ponte viva entre dimensões. Suas raízes profundas tocam o coração da terra, enquanto seus galhos alcançam o infinito do céu. Dentro dela, existe um espaço invisível, onde o tempo e o espaço se dobram, como se todos os ciclos de vida coexistissem em harmonia.
Assim como uma árvore contém em si a semente de futuras florestas, ela também guarda segredos de múltiplos planos da existência. Cada folha, cada raiz e cada fruto são manifestações de um equilíbrio perfeito, de uma interconexão que transcende o visível.
No Arvoricionismo, a árvore não é apenas um ser vivo, mas um símbolo da totalidade. Ela nos ensina que o universo, com todas as suas dimensões e complexidades, pode estar contido em algo aparentemente simples. Assim como o tronco une galhos e raízes, o ser humano é capaz de unir o que está acima e abaixo, dentro e fora, criando equilíbrio entre suas próprias dimensões internas.
🌲 Reflexão: Qual parte da sua “árvore interior” precisa de nutrição hoje? Suas raízes (conexões profundas), seu tronco (força e estabilidade) ou seus galhos (sonhos e aspirações)?
O universo não está apenas ao nosso redor; ele pulsa dentro de nós, como a seiva em uma árvore. 🌌✨
No vasto teatro da existência, onde o ser se desvela em múltiplas dimensões, a árvore da vida ergue-se como símbolo da jornada espiritual. Suas raízes, profundas e misteriosas, conectam-se ao âmago da terra, absorvendo os nutrientes da experiência e da sabedoria ancestral. Cada raiz é um fio invisível que nos liga ao passado, às nossas origens, aos arquétipos que moldaram nossa essência.
O tronco, robusto e resiliente, é a coluna vertebral da consciência, sustentando o peso das escolhas e das transformações. Ele se adapta às intempéries, mas mantém sua integridade, refletindo a flexibilidade necessária para navegar pelas adversidades da vida.
As copas, que se estendem em direção ao infinito, são os pensamentos e as aspirações que buscam a luz da compreensão. Elas dançam ao vento das ideias, absorvendo a energia do sol da sabedoria, mas permanecem conscientes de que sem as raízes, sem o solo que as sustenta, não poderiam existir.
Os frutos, que amadurecem no tempo, são as ações e as manifestações do ser no mundo. Eles carregam as sementes do futuro, mas também o peso do passado, lembrando-nos de que cada escolha gera uma consequência, e que a verdadeira colheita é aquela que nutre a alma.
Assim, a árvore da alma nos ensina que somos simultaneamente profundidade e altura, sombra e luz, finitude e infinito. Reconhecer essa dualidade é o primeiro passo para o despertar espiritual, pois é na integração do que é oculto e do que é visível que encontramos a verdadeira harmonia
