Poemas de Sol
A felicidade é a espera de um dia bonito
De um céu azul, uma tarde de sol, de um abraço amigo
A felicidade é a vontade de querer sempre mais
Mais de nós mesmos, alem das estrelas, mais do infinito
O vento canta,
Ovento canta
Na palmeira da praia
Onde á tarde o sol desmaia
devagar e fecha os holhos para dormir.
o vento canta na vela do meu pequeno barco
Que desliza sobre as ondas
Com o meu grande amor a sorrir.
O vento canta nas asas dos albatrozes
Ouvem-se as vozes ao longe dos homens que veem do mar.
Não é preciso ir até a lua, nem chegar perto do sol
para sentir a verdadeira altura e nem o verdadeiro calor...
basta ouvir Reggae
À LUZ DO SOL....
Aqui há uma escuridão fora de mim
E um pedaço dentro também...
Que absurdo essa cidade
sem pessoas
Eu não posso explicar exatamente como,
Mas isso não é minha dimensão,
E minha mente nunca está em paz,
Esta sempre em algum outro lugar
Mas onde você esta? Onde está sua voz?
Sem você, sem sem a tua ajuda
O que será de mim
Tudo parecerá melhor,
Com a luz que virá do sol!
Esta noite passará
A escuridão se enfraquecerá!
As colinas serão vistas
E eu vou continuar a te procurar
Distante dessa melancolia,
Que seja inveja ou raiva
No meu coração
Não quero mais estas palavras
Mas onde você esta?Onde está o teu sorriso
Sem você, sem o seu amor
O que será de mim
Tudo parecerá melhor,
Com a luz que virá do sol!
Esta noite passará
A escuridão se enfraquecerá!
E sob a luz do sol
E eu vou continuar a te procurar
Tudo parecerá melhor,
Com a luz, do sol,
O silêncio morrerá
E as pessoas se confundirão
E sob a luz do sol
E eu vou continuar a te procurar.
'O vento que sopra do norte
Me traz uma brisa refrescante
A sensação de liberdade me domina
O sol que brilha, o som das árvores
Tudo em paz, tudo em harmonia
Por que guerras? Por que destruição?
Se todos nós podemos aproveitar isso?
O sentimento bom, a alegria, sem tristeza, sem dor
Com um infinito universo por ai
Por que tive que nascer logo aqui?
Um lugar melhor talvez é pedir muito só paz?
Liberdade será que um dia a teremos sem sermos julgados por ai?
Título:
Amar é ....
Amar é enfrentar o mundo... as distâncias ...a chuva..o vento, o sol... as tempestades.
Amar é ...enfrentar as diferenças...as tradições ..as religiões...as discriminações....para estar e ficar ao lado de quem nos ama e a quem amamos tambem!!
Amar é.....simplesmente amar e ser feliz !
è isso ...simples e real, basta querer , lutar e amar !
Autor:
Gilberto Braga
Como fui pequeno mesquinho
Achava que só na Primaverá
As flores brilhavam.
Que só no Verão o Sol molhava
Que só o Inverno Aquecia.
Hoje aprendi que no
Outono as belas florescem!
Quero ver o sol nascer
e junto com você quero estar
nenhum momento quero perder
e sempre com você quero aproveitar
A força da Solidão
O tempo passa, os dias se vão
Pessoas chegam e partem.
Deixando apenas a solidão.
Companheira inseparável,
Habita meu coração.
Deixando-me vulnerável,
Na calada escuridão.
Toda essa experiência,
Se transforma em emoção.
Deixando a inconsciência,
Em profunda reflexão.
Pensamentos que inundam meu ser,
Sentimentos que dilaceram minha alma.
Desejo incontrolável de te ver,
Nada me consola ou me acalma.
Apenas um momento me alivia,
É pelos raios do sol ser despertado
E com eles a esperança de um dia,
Ter-te novamente ao meu lado.
O Céu estava tão azul, o sol iluminava aquela tarde toda tranquila, 1 hora foi o bastante para que uma nuvem negra surgisse do nada acabando com o aquela tarde.
PS: Veio em meu pensamento nosso romance.
Dos dias de inquietação...
Dois pássaros voando para lados opostos. Um foi em direção ao sol e o outro se foi pra longe. Onde já nem o vejo mais... Espera passarinho, já vou contigo.
O sol e lua são elementos de proporções iguais e com brilhos diferentes;
A lua ilumina as noites frias e solitárias;
O sol ilumina os dias quentes e agitados;
A lua brilha nos encontros apaixonados;
O sol brilha nas despedidas radiadas.
Ser sol mas também ser chuva.
Ter razão sem perder a noção da dúvida.
Ser de tudo um pouco mesmo sendo nada.
A graça está sempre nas coisas diferentemente novas da vida..
“Quando o pôr-do-sol aparecer
Lembre-se que no amanhecer
Não me lembrarei mais de você
Porque se foste no anoitecer.”
Ela está nos meus sonhos, nos meus pensamentos, em cada nascer e pôr de sol, nas estrelas incontáveis, na lua cheia, majestosa e radiante.
Tenho certeza que ela existe, tem rosto, tem nome, tem endereço, tem cabelos lindos, olhos brilhantes, lábios que convidam a um beijo, é cheia de desejos, talvez procura alguém ou não, talvez até tenha..
Ela adora viajar, mas quer alguém especial para fazer companhia, tem medo de aventuras, mas no fundo gostaria de ser levada para elas.
Adora brincar e loucuras fez poucas, mas quer fazer de novo e não vê a hora de tomar um banho de chuva, enquanto troca um beijo ardente e apaixonado.
Ela pode estar de dieta, entretanto, não resiste a uma pizza com coca cola, bem gelada, enquanto abraçadinha, sorri e chora assistindo comédia romântica com final feliz, é claro!
Enfim, sonho com ela ao mesmo tempo eu a sinto tão perto!
Só falta encontra-la!!!
O sol e a lua se encontraram no fim de tarde
Tão feliz ficou o sol, que transbordou entre as nuvens, seu sorriso alaranjado
Emocionada a lua ficou, depois de 5 anos sem ver seu velho amigo
E saíram os dois passeando pela rua, esqueceram das horas e o dia acabou
Mas ele sabia que novamente a veria, dois meses, um ano, cinco ou mais
Quando o fim de tarde chegar
No próximo eclipse solar
E O SOL NÃO SAIU DA COR QUE EU ESPEREI...
mas, da cor que meus olhos suportaria.
E a canção que queria ouvir, não tocou...
e sim a que aos meus ouvidos não feria.
E o alguém com quem quis estar, não estive...
Porém, com quem me agradaria.
E meu coração não saltou como queria...
Apenas como de costume, não parou, nem sorria.
Alimento
Quero me alimentar da vida...
Ver... o sol brilhar todos os dias.
A chuva cair com som de maresia.
Sentir o som em suas dimensões.
E dançar no ritmo dessa melodia.
Quero me alimentar da vida...
Sentir o cheiro de uma flor.
Voar como um passarinho.
Ter olhares de uma condor.
Quero me alimentar da vida...
Sentir o gosto de um beijo.
O calor de um abraço.
O toque de uma mão.
Sentir as batidas do coração.
E não morrer na solidão.
Quero me alimentar da vida...
Brincar como uma criança doce.
Que tem sonhos a revelias.
Rindo da poesia.
Quero me alimentar da vida...
Ter sede todos os dias.
Acreditar na cura das feridas.
Que estão abertas, expostas a luz do dia.
Quero me alimentar da vida...
De a vida me alimentar.
Alimentar-me eu quero.
Quero me alimentar.
A vida alimentar-me.
Eu quero.
Parar para admirar...
O cego que não admira.
A luta de formigas esguias.
Pessoas que se acham pequenas.
Na correria do dia a dia.
Parar para admirar...
Um louco homem tentando.
Convencer-se dos seus direitos.
De amar outro homem.
Um bicho em fúria humana.
Parar para admirar...
O surdo que não ouve a melodia.
Que agora pouco eu dançava...
O som que embala os meus dias.
A diferença no rosto.
De um ser que quer ser.
Parar para admirar...
A mulher em seu dia de glória.
Em dias de alegrias.
Com a força na palma da mão.
Junto o pulsar do coração.
Quero parar para admirar...
Os bichos que vivem.
Cada qual na sua espécie.
Embelezando nosso planeta.
Pedindo socorro às vezes.
Por falta de delicadeza.
Quero parar para admirar... a vida.
"O Canto dos Canhões"
Homens de lata
que devoram o sol,
que regam a miséria, a dor.
Olhos de pedra
corações de gelo.
O coral a contemplar
sua própria derrota,
a cavar sua própria cova.
Vinho dos ricos,
sangue dos pobres.
Verdades duras,
comforto velho e frio.
Escondes dentro desta caixa,
todos os teus medos,
todos os teus crimes,
para que eles, não te traiam um dia.
Os rostos vázios,
as medalhas a brilhar
com o sangue derramado nas guerras.
O triste desfeche,
as faces infantis
que jamais voltarão a sorrir.
A esperança de um céu azul,
e a música funebre a se espandir.
Os estomagos a devorarem
seus corpos, suas almas.
As sombras a esmagarem
a luz que nos acalma.
As migalhas feitas de papel
que controlam mais mentes
do que a nobreza de um homem fiel.
O canto dos canhões.
As guerras a alimentarem a burguesia,
os miseráveis que venderam
suas almas ao diabo sem saber.
A covardia dos homens cegos,
as árvores a chorarem
ao pé de seus corpos decepados,
o silêncio do próprio luto.
Que drama a de responder?
RENDA SAIA
Sidney Santos
Volta do sol, volta da vida
À sua época, como o calor e o frio
Tempo de vindas e tempo de partidas
Navegando ao sabor do rio
À espera, na foz chegar
Encontrando a menina da praia
Roupa branca e renda saia
Tempo certo pra amar
Poeta Dos Sonhos
