Poemas sobre o Sol para iluminar o dia
EU E O MAR...
Sol , mar , praia
Tudo é silêncio
Espaço vazio
areia quente ,
mar a me chamar
Prefiro ficar
debaixo do guarda sol
a sós com minha água de coco
Saboreando aquele momento
toque do vento
murmúrio do mar...
Deus a me espreitar
Eu a louvar ..
edite lima , Novembro/2019.
"Faça chuva ou faça sol,
em todos os detalhes da natureza
pouso meu olhar e agradeço
Cada passo , cada oração
cada choro , cada grito
Louvar ao senhor é meu compromisso
Busco n'Ele orientação e saber
estou sempre a serviço
Me alegro em ser submisso
Suba até vos o meu clamor , ó Senhor
Na alegria ou na dor
A tua resposta chega com vigor
Abrandas o estertor
No silêncio da noite
no trovão ou na tempestade
haverá nos meus lábios sempre o louvor
para o meu Deus que é Vida, Luz e Verdade
editelima/2026
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Desde Eclesiastes...
O sol desaprendeu a nascer.
Impossível isso... está no seu DNA
Nascer de manhã do lado de cá...
Morrer depois de seu caminho atravessar.
Mas ele esqueceu como se faz.
E parece que uma mudança tão radical
Muda também todo e qualquer coração (a)normal.
O doce perdeu seu sabor.
A flor do meu jardim perdeu a cor,
Qualquer palavra torta causa uma imensa dor.
Coisas que antes nem incomodavam...
Hoje nos jogam no chão e dobram o peso do coração.
Os dias são cinzas,
A inutilidade das coisas atingiu o superlativo.
A pergunta que mais surge nas mentes: por que se está vivo?
Está-se apenas a preencher um espaço...
Por um tempo limitado...
Anda-se um pouco...
E quando se vê um precipício bem à frente.
E... tudo acabado.
O bom é que nem todos sentem assim.
É preciso contrabalancear.
O mundo todo não pode enlouquecer...
Porque se assim acontecer...
Quem estará lúcido pra contemplar o fim?
Mas, já está dito, né não?
'Tempo de plantar e tempo de colher'.
"Tempo de nascer e tempo de morrer'.
Está escrito: vai acontecer"
Rosangela Calza
Guardei o teu sorriso na memória como quem fotografa o pôr do sol mais bonito da estação. Olhar para você é como contemplar a imensidão do mar lá do alto do mirante: traz um misto de calmaria, vertigem e a certeza de que a vida é bonita demais quando compartilhada. Que o nosso amor continue assim, firme como as rochas e infinito como o horizonte que a gente costuma admirar em silêncio.
DeBrunoParaCarla
Prometo ser o teu cais quando o mar da vida estiver revolto, e a tua maior torcida quando o sol voltar a brilhar. Caminhar com você faz qualquer jornada valer a pena.
DeBrunoParaCarla
Um pedacinho...
Ei, hoje eu vi o sol indo dormir lentamente, Olhei para trás e lá no auto estava a lua linda e silenciosa,
Logo ao meu lado, estava o rio São Francisco com sua grandiosidade e sua correnteza sendo sacodida pelos ventos fortes,
Então me perguntei:
_Deus aqui é um pedaço paraíso?
HINO NORDESTINO DO BRASIL
Ô meu Brasil de sol queimando
De mandacaru florescendo
Do vaqueiro forte lutando
E do povo nunca se rendendo.
Terra de fé e de coragem
De sanfona, verso e oração
Que transforma a dor da viagem
Em esperança no coração.
Do sertão ao verde da mata
Do agreste ao mar de anil
Cada canto dessa pátria
É um pedaço do Brasil.
Respeite esse chão sagrado
Que tanto filho já criou
Com suor foi cultivado
Com amor se levantou.
Se a seca castiga a terra
A coragem faz resistir
Nordestino não se encerra
Nasceu mesmo pra seguir.
Brasil amado, companheiro
Nosso orgulho sem igual
Do Oiapoque ao Juazeiro
És gigante e fraternal.
Salve o povo brasileiro
Salve a força do sertão
Que carrega o mundo inteiro
Dentro do seu coração.
CALÇADA DA ROÇA
Quando o Sol se despedia
Por detrás da serrania,
E o céu vestia de ouro
A última luz do dia,
Lá estava ela, paciente,
Feita sala de estar do chão:
A velha calçada da roça,
Ponto de encontro e união.
Chegava um com sua cadeira,
Outro com banco de madeira,
Trazendo histórias guardadas
Na alma a vida inteira.
Ali não havia relógio
Mandando o tempo correr.
A pressa ficava distante
Para a conversa acontecer.
Falava-se da chuva antiga,
Do inverno que prometia,
Do milho, do feijão plantado,
Da colheita que viria.
Os meninos corriam soltos,
Inventando assombração.
Enquanto os velhos contavam
Casos de outra geração.
As moças trocavam sorrisos,
Os rapazes olhares também.
Muita história de amor nasceu
Sem que ninguém soubesse bem.
Quando a noite se achegava
Com seu manto estrelado,
A Lua fazia companhia
Ao povo ali acomodado.
E cada prosa partilhada
Virava riqueza sem preço.
Pois quem reparte palavras
Também reparte afeto.
Hoje o mundo corre ligeiro,
Pela tela e pela conexão.
Mas ainda mora saudade
No fundo do coração.
Saudade daquele costume
Que o tempo não levou embora:
Ver o dia se despedindo
Sentado do lado de fora.
Porque a calçada da roça
Nunca foi somente lugar.
Foi varanda da amizade,
Escola do escutar,
Foi descanso para o corpo,
Foi remédio para a solidão,
Foi o endereço mais simples
Da humana comunhão.
MINHA VIAGEM AO SOL
Quando fechei meus olhos,
O impossível deu sinal;
A razão ficou na Terra,
Parti rumo ao Astro-Rei celestial.
No lombo da imaginação
Cruzei o vazio sideral.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Disseram: "És um lunático,
Não sabes o que faz."
Respondi com um sorriso:
"Quem sonha sempre vai mais."
Pois o sonho abre caminhos
Que a dúvida nunca traz.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Passei por luas e cometas,
Vi planetas a girar;
Cada estrela me saudava
Como quem sabe esperar.
No silêncio do Universo,
Aprendi a escutar.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Quando alcancei o grande Sol,
Não encontrei destruição;
Vi um oceano de luz
Banhando toda a criação.
Seu calor não era fogo,
Era divina compaixão.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
No centro daquela chama
Vi um brilho sem igual;
Não tinha forma definida,
Nem princípio, nem final.
Era a Divindade de Luz,
Eterna, pura e celestial.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Bastou um único olhar
Para entender o infinito;
Todo medo se desfez,
Todo mistério foi bendito.
Num segundo compreendi
O que jamais fora escrito.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Voltei trazendo a certeza
Que o possível nasce em nós;
Quem alimenta a esperança
Faz mais forte a própria voz.
O impossível se rende
Quando Deus caminha após.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Hoje contam minha história
Como um sonho sem igual;
Uns dirão que foi delírio,
Outros, viagem celestial.
Pouco importa o julgamento,
Se encontrei o essencial.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Assina este viajante
Que fez do verso um altar;
Quem semeia a fantasia
Sempre aprende a alcançar.
Pois quem segue a luz divina
Nunca deixa de sonhar.
Foi num instante de luz
que viajei até lá.
Esperando o pôr do sol
Todos os dias espero ansiosa o pôr do sol,
Como se pudesse amenizar minha dor.
Não imaginei que seria dessa forma,
De repente a viagem perdeu seu sabor.
Como se a felicidade tivesse ido embora nas ondas,
Restando apenas lágrimas de solidão infinda.
Os dias passam lentos, arrastados,
E trago angústias que não se findam.
O ócio não me faz bem,
Não nasci para ficar parada.
Mas uma gravidez me detém,
E a vida parece suspensa, calada.
Ganhamos por ser mãe?
Quem nos paga, quem nos vê?
Calor, dores, fome, enjoos,
E ele distante, sem saber.
Talvez seja loucura da minha cabeça,
Não há provas reais, só espera.
Logo eu, tão impaciente, inconstante,
Agora encontro na maternidade a prova maior.
A FEBRE
Quando o sol se despede,
uma chama se acende em mim,
não de calor do dia,
mas de um fogo que vem de dentro,
sutil, insistente,
que me envolve no escuro.
Durante o dia, rio e caminho,
o mundo me segura, me distrai,
mas a noite… ah, a noite
me consome como brasa viva,
sussurra meus medos,
faz dançar a febre que carrego.
Procuro a calma nos lençóis,
na respiração que estica e solta,
no silêncio que às vezes dói,
mas que me ensina a ouvir
a voz do meu próprio peito,
a poesia da minha febre,
que queima e revela
quem eu sou quando ninguém me vê.
Valei-me desse sol
que nasce já cansando.
A blusa pesa,
o cabelo desiste.
A sombra é pouca,
a paciência também.
Eu ando devagar
porque até o tempo
resolveu suar.
Valei-me ...
Mas nem tanto.
Tem dias
que a gente só derrete
com dignidade.
As Coisas que Continuam
O sol continua nascendo.
O café continua esfriando na caneca.
Os pássaros continuam discutindo assuntos importantes que ninguém entende.
As ruas continuam cheias.
A vida continua acontecendo.
É curioso perceber que o mundo não para por causa das nossas dores.
Durante muito tempo achei isso cruel.
Hoje penso diferente.
Talvez seja justamente essa continuidade que nos salva.
Porque mesmo quando algo termina,
o amanhã sempre encontra um jeito de chegar.
E junto dele vêm novas histórias,
novas pessoas,
novos motivos.
A vida tem esse hábito curioso de continuar.
E, aos poucos,
nós continuamos também.
Às vezes cansados.
Às vezes feridos.
Às vezes reconstruídos.
Mas seguimos.
Porque viver talvez seja isso:
aprender a florescer outra vez,
mesmo depois de algumas tempestades.
Autora: Lucci Santz
O canto dos pássaros,
O mel das abelhas ,
O colibri e as flores ,
Sol e lua em sintonia !
Tantos milagres em toda natureza ,e o homem desperdiçando tempo e vida pra se jogar no abismo, onde arde a falsa ilusão que corrompe o que há de mais puro e essencial para vivermos : o Amor !
João Batista Barbosa
DESPERTAR
Chuva para refrescar
Sol para esquentar
Alguém para se amar
E a vida assim passar
Buscando paz para acalmar
Faço planos a sonhar
Cada segundo realizar!
Alma pura a brilhar
Chuva e Sol
Noite e dia
Risos e lagrimas
Partes dos momentos
Onde os sentimentos
Rolam nos pensamentos
Nos fazem perder ou ganhar
A formula para encontrar
Partes de uma felicidade
Que existe com certeza
Na vida sempre a despertar !
JOAO BATISTA BARBOSA
POESIAS E PENSAMENTOS
O CÉU EXISTE!
Existe um lugar onde vou despertar
Ver o sol iluminar todos os lugares
Pássaros e seus cantos de harmonia
Orquestra dirigida pelo Divino Santo!
Existe um lugar de muitas flores
Perfume exalando toda a natureza
Lugar onde a chuva só vem refrescar
Crianças correndo livres pelos campos.
A solidão perdeu seu rumo pelas ruas
Homens iluminados como brilhantes
Já não existem dores, não existem lágrimas
Somente paz fluindo sem limites.
Lembranças estas não existem mais
Só o presente inteiro de eternidade
O céu não tem limites para voar
Imaginações acontecem cada pensar
Não existe cansaço e nem preocupações
Porque neste lugar o tempo não existe
Ainda uma imensa mesa cheia em delícias
Servida pelo Grandioso Mestre do amor
Existe sim este lugar onde vou despertar
Sei que está próximo este momento chegar
Que a qualquer momento vou encontrar
Esse lugar onde no céu
Jesus para sempre há de brilhar!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
E A VIDA CONTINUA
E a vida continua ...
Novo sol e nova lua
Nessa vida após vida
Seja assim tão merecida
Onde vezes vida ferida
Outras assim vida sofrida
E tantas bem vividas...
No viajar do tempo
Traçamos cada momento
Nascer , viver e morrer
Num ciclo de renascer
Onde no transitar história
Vai evoluindo na memória
Um novo passo ao paraíso
E a vida continua ...
Pois somos eternos
Somos verão, inverno
Outono , primavera
Sol , chuva , água e terra
Espíritos que não encerra
Que nas transformações
Reviramos em mutações
O mundo gira sem parar
Tantas coisas pra contar
Entre alegria e dor
Várias fases pra compor
E nesse embalo continuo
Pois Ele faz a roda girar
Numa transição de alma
Onde o corpo se acalma
No divino eterno mandamento
Onde só continua a vida
Quem na verdade cre no amor
Pois Dele é toda fonte do Criador!
João Batista Barbosa
Poesia
Um dia
A gente vai poder
Olhar de frente pro Sol
E toda magia que se oculta
Há de revelar-se tão natural
Quanto a beleza dos atóis
E cada um de nós
Sem qualquer exceção
Será feliz
Toda alma
E todo coração
Será somente igualdade
Toda semente que brotar da terra
Pertencerá ao reinado da vida
As fronteiras que criamos em nosso derredor
Serão as primeiras a cair
E nenhuma nação
Não cairá e nem será derrubada
Todo mundo saberá
Que diante de tamanha harmonia
Barreiras serão distância
Limites da própria visão
Nada além
Mas nesse dia
Quem procurar
Um ser imperfeito
Que existiu
Descobrirá que essa busca é em vão
Pois toda ilusão que ofusca
A qualquer visão nesse sentido
Será passado
Mas o mundo continua
Sendo somente uma esfera
Não vai haver linha que reduza
A dor crônica e aguda que existir
Na alma e no coração
De cada triste poeta
Dores que a ninguém revela
Tristezas que se vão no vento
Navegando à deriva
Tempestade ... brisa
Um barco à vela a se perder de vista
Fica um poema em linha reta
Fica a saudade guardada
Num lugar escondido
Em cada passado
Um dia, tudo será perfeito
E as coisa que existem
desse modo como as vemos
Serão esquecidas
Disso tudo
Resta somente as lágrimas
Que tanto nesse dia
Quanto hoje
Não significam nada.
Edson Ricardo Paiva.
Na varanda do quintal
Igual a tantos ontens
Hoje escondo um olho à luz do Sol
E vejo um pouco mais aquém
E penso por um segundo
Que nunca olhei tão profundo
Enxergo em olhar marimbondo
Levando pra sob o telhado
A alguma coisa que Deus lhe deu
E concluo aqui comigo
Se esse voar fosse meu
Eu voava até o fim do mundo
Chegando o final do dia
Dizia pro meu amor
Por favor, se ainda não me esqueceu
Se eu fosse você, não esquecia.
Abelha a fazer mel na telha
Desde que sumiste
A chama da vela
Bailando tão triste
Madrugada que ainda clareia
Na areia das horas
Caminho de volta
Não há nada que eu faça
Ou que possa fazer
O monstro da Santa Agonia
É fumaça de vela a também ir embora
Aquilo a que tanto eu queria
Vou querer por mais outro dia.
Edson Ricardo Paiva.
Pedi ao Sol um quente abraço
Pedi ao tempo que parasse
e olhasse um pouco pra gente
Tentei escrever uma canção
Que falasse da lua nova
Quando míngua pra crescente
Saí à rua pra fazer
Alguma coisa que eu há muito não faço
e esperei o Sol nascente
Saí ao mundo pra fazer
Quem sabe, o que nunca fiz
Te convidei pra vir dançar na chuva
Meti minhas mãos num arco-íris
Qual se ele fosse um par de luvas
Te perguntei se era feliz
Pedi ao vento uma resposta
Falei com os companheiros
Que me cercaram a vida inteira
Agradecendo aos rios
Não chutei, nem desviei-me
das pedras do caminho
Cantei canções para o mar
Depois eu dei um abraço no ar
Coisas que fiz a vida inteira
Por cada irmão que me cercasse
e antes que o dia acabasse
Voltei pra casa e fiz algo
Que desde há muito eu não fazia:
Sorri meu melhor sorriso pra noite
e desejei bom dia ao dia
Mas não me senti satisfeito
O Sol no céu
Águas no mar
O rio no leito
A chuva que cai neste canto do mundo
Num pranto profundo e na mesma cadência
Então eu perguntei à lágrima
O porquê da tua ausência.
Edson Ricardo Paiva.
