Poemas de Responsabilidade
PODER POSSE ARROGÂNCIA RESPONSABILIDADE
Vivemos da arrogância de podermos dar um nome a tudo sem notarmos que aquilo a que damos o nome não nos pertence e nos domina.
Eloim ao chamar Adão para que assumisse responsabilidade na natureza apenas lhe conferiu o título de ter posse sobre o nome e não sobre a criação em si.
Como no baptismo, o padrinho ao testemunhar o nome da criança apenas se responsabiliza perante ela e perante a sociedade que a rodeia, em assumir o dever de a proteger e ajudar.
Responsabilidade afetiva não é só gostar…
É ter consciência do que você desperta no outro.
Maturidade não é se fechar…
É escolher com calma onde vale a pena se abrir.
Não é medo de amar…
É respeito por si mesmo.
Antes de entregar o coração…
Descobre se o outro sabe cuidar.
Solitude não é solidão…
É o privilégio de gostar da própria companhia.
E a sua intensidade?
É linda…
Mas precisa ser entregue no lugar certo…
Para quem não sabe lidar…
Tudo que é extraordinário…
Assusta.
Amor-próprio não grita, não implora…
Ele só vai…
E quando vai…
Quem não soube valorizar…
Sente o vazio…
Porque gente extraordinária não fica onde não é respeitada.
“Entre o corpo e o infinito não há serenidade sem responsabilidade, nem harmonia sem esforço moral.
Agir com calma, compreender o outro, e converter as experiências em degraus de crescimento é o caminho seguro para a verdadeira paz. Essa serenidade não é passividade, mas sabedoria em ação: é a força de quem aprendeu a reagir com luz diante das sombras do mundo.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.
A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.
Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.
“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.””
"Nossa essência está naquilo que somos, não carregue a responsabilidade de brilhar, se mostrar e ser aquilo que não é. Uma vida representativa é um espetáculo sem aplausos."
-Aline Lopes
A cada passo, uma escolha.
A cada escolha, uma responsabilidade.
E a cada decisão, caminhos abandonados em prol daquele que foi escolhido.
Assim se constrói a vida – um mosaico formado pelas decisões que tomamos.
No fim, somos a soma das escolhas que fizemos.
Agradeço a todos(as) professores(as) que,com ilibado saber, responsabilidade e de forma carinhosa,me transmitiram seus conhecimentos.
Feliz Dia do Professor!
Deus os(as) abençoe!
A oração não é um fim em si mesma,
não esgota as responsabilidades de um cristão.
Ela é um meio para que juntamente com a meditação das Escrituras Sagradas, discirnamos
a vontade soberana de Deus e for fim a executemos sem qualquer hesitação!
Nesta nossa
Pátria do Condor
reitero sempre
a minha total
responsabilidade
por cada linha,
possível engano
ou registro de dor:
Muitos nadando
afogados nesta
caixa de Pandora,
que até agora
vem gritando
que nada tem.
Assim minh'alma
vem chorando,
sangrando e com
o povo se enterrando
em vala comum
em Manaós e remando
onde preciso for,
indo pelos arredores.
Muitos estão voltando
para casa e sendo
mal recebidos
por quem lê a Bíblia
e ignora que deste
mundo somos
todos peregrinos,
já era tempo esta
lição terem aprendido.
Vigio fixa a tragédia
autoritária que
da mais frágil filha
de Bolívar tem
desarticulado líderes,
calando vozes,
prendendo a quem
ao povo oferta frutas
e levando a infância
ao suicídio por fome,
por culpa de uma
rastejante autoproclamada.
Expectadora de tudo
o quê tem passado
em nossas vidas
venho querendo saber
sobre a injustiça que
levou um General
à injusta prisão,
e pedindo por ele
e por toda a tropa
de uma Pátria
que não é a minha
a reconciliação
que só ela é capaz de trazer a libertação.
A cada linha
de minha total
responsabilidade
desde o dia
treze de março
do ano de dois
mil e dezoito
venho todo o dia
escrevendo
um poemário
sobre um General
que foi preso
injustamente
no meio de uma
reunião pacífica,
sobre uma tropa,
e também fatos
da nossa Pátria
América Latina,...
Neste nosso
continente
onde reina
o vôo do condor,
que é o protetor
dos nossos céus,
escrevo para
que jamais
deixem perder
as três virtudes
teologais,
para que seja
superada esta
noite escura,
a pandemia
e não deixem
perder a alegria;
No dia vinte
e um de março
que será
no Dia Mundial
da Poesia
que há de
ser celebrado,
espiritualmente
participarei
para não sentir
o peso desta
quarentena
pedindo gentilmente
a licença poética
para ser
mais uma
#PoesíaEnVozAltaPorVenezuela.
Em versos de plena
responsabilidade
e sanidade autoral
da minha parte,
E que nem faz
ideia o General
que quero notícias,
Diga por quanto
tempo mais seguirá
esta infausta prisão
sem ter tido sequer
a audiência preliminar?
Em pernas, braços
mãos e passos
por todo o país
marchando até Quito,
Em total resistência
indígena e não
aceitação do destino.
Dou eco a dor
da dengue
hemorrágica
que dizem que pode
ter sido a clássica,
Mas não sabem
nem mais ao
certo qual das
duas ainda persiste,
Só se sabe que
o quê se insiste
é o vexame de
punir um crime
que não houve,
e que no conjunto
a bronquite trágica
e a vida do centauro
ameaça de ser ceifada
por não estar sendo
tratada como deveria.
Da atitude drástica
de três vidas
da ponte que
foram atiradas
por terroristas
policiais da
ponte no Equador,
Repete-se em tantos
lugares e de formas
diferentes, paulatinamente,
em doses homeopáticas
por causa dessa onda autoritária.
Em versos de plena
responsabilidade
e sanidade autoral
da minha parte,
E que nem faz
ideia o General
que quero notícias,
Diga por quanto
tempo mais seguirá
esta infausta prisão
sem ter tido sequer
a audiência preliminar?
Em pernas, braços
mãos e passos
por todo o país
marchando até Quito,
Em total resistência
indígena e não
aceitação do destino.
Dou eco a dor
da dengue
hemorrágica
que dizem que pode
ter sido a clássica,
Mas não sabem
nem mais ao
certo qual das
duas ainda persiste,
Só se sabe que
o quê se insiste
é o vexame de
punir um crime
que não houve,
e que no conjunto
a bronquite trágica
e a vida do centauro
ameaça de ser ceifada
por não estar sendo
tratada como deveria.
Da atitude drástica
de três vidas
da ponte que
foram atiradas
por terroristas
policiais da
ponte no Equador,
Repete-se em tantos
lugares e de formas
diferentes, paulatinamente,
em doses homeopáticas
por causa dessa onda autoritária.
Cada poema
neste tempo
estranho tem
sido de minha
exclusiva
responsabilidade,
Todo o dia um
desentendimento
diferente vem
me corroendo
na integralidade:
Porque recobrar
um pouco de
lucidez para
uns parece um
crime de verdade.
O diálogo com
a minoria opositora,
Parece até que
abriu a famosa
'Caixa de Pandora',
Depois de tantas
farpas trocadas
lá para trás;
Tem sido tanto
tumulto que se
esqueceram
de libertar
até os Generais.
Não que eu aceite
o rumo dos fatos,
Embora não tenha
Sei que não tenho
autoridade para
falar porque se
trata de uma
Pátria que nem é
um pouco minha;
Busco só entender
o quê se passa
por crer que
insistir em cultivar
a hostilidade vai
levar uma Nação
inteira na desgraça.
Por aqui todos
os poemas
são de minha
responsabilidade,
Mas sozinha
para escrever
creio que
não teria
essa capacidade:
de trazer
à tona frutos
de histórias
que comovem
e me trazem
impressões
transcendentais.
A orquestra
da diáspora
venezuelana
tocou uma
canção que
escorreu pelos
meus olhos:
ela é debutante.
Aprende que
qualquer pedido
só é ouvido com
a delicadeza
necessária
para entrar
no coração
que é
o universo
do outro,
Do General
injustamente preso
e desaparecido
e de cada um
na mesma
condição:
quero fé
de vida
porque tempo
mais não há
para que
seja despacito.
Se importar demais com o quê
importa e ninguém se mobiliza,
é ter responsabilidade
e pode ser libertador,
porque o destino te autoriza
a não olhar para a história
com remorso, e faz de você
livre o suficiente para seguir
em frente e sem olhar para trás.
Em mundo de responsabilidades,
muitas vezes caótico,
de muita maldade, planos frustrados, corações partidos, sonhos não realizados, amores não correspondidos,
há um mundo mais agradável coexistindo revestido de sobriedade
que possui um forte resplendor divino,
um brilho de amor e de esperança
vindo dos céus num incrível pôr do sol
que aparece em todo alvorecer
cada vez mais vivo
encantando olhares
com seu misto de cores,
esquentando corações
em diversos lugares
através do calor de sentimentos recíprocos, de simples momentos,
tanto os particulares
quanto os partilhados
usufruídos com emoções
que trazem avivamento para alma,
portanto, precisa ser prestada
a atenção que é devida
para algo tão extraordinário
que tanto vivifica.
De cada letra deste poemário
a minha responsabilidade
assumo e conheço bem;
Escrevo para que do tempo
não seja apagada a História
da memória de um General,
de uma tropa e outros fatos
da nossa América Latina.
Está chegando o Natal
e nada se sabe da liberdade
da tropa, do General que
está preso injustamente
há quase cincos anos
e dos presos paisanos
que também são
presos de consciência.
A cada dia a cena
mais se agrava na região,
parece que ninguém não
se consegue mais viver
na vida sem tensão.
Em quatro anos caíram
seis presidentes peruanos
e o último teve o golpe
desfeito em duas horas,
convivemos com uma
incógnita política
em cada Nação da região.
SEM RÓTULO
A minha curiosidade e atrevimento ao escrever às vezes me custa responsabilidades.
Em um dia daqueles que a gente não espera, um jovem poeta me aborda pelo Instagram e para minha imensurável surpresa me faz um questionamento.
- Eu leio seus textos sempre!
Eu lhe respondi.
- Quem bom, fico feliz por isso.
E, surpreendentemente, ele me interpela.
- Eu tenho muita vontade de lhe mostrar meus escritos mas tenho medo que detecte algum erro.
Em êxtase lhe respondi
- Eu também morro de medo do seleto intelecto corretivo da literatura comercial.
No entanto, a escrita é minha, a leitura sou eu que faço.
De certo, no universo virtual eles também me lêem, embora não me comprem
O restante é só o restante caro poeta.
Venho de uma infância
de poucas responsabilidades,
Quando pensava mais em ser criança,
saia pra rua brincar,
às vezes, até chegava tarde,
Carregava uma ingenuidade
que, hoje, faz muita falta
diante das tristes realidades.
Filhos, de Deus benignidade,
Trazem novos desafios, novas responsabilidades.
Não vêm com manual de instrução,
uma descoberta em cada situação,
Mas tudo isso é compensado por aquele sorriso, por aquele abraço apertado,
Olhos que brilham, que iluminam o caminhar, uma alegria inconfundível que não se pode comparar,
Portanto, entre incertezas e felicidade,
preciosas bênçãos, Amor de Verdade.
