Poemas de quem Deu um Fora

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Fecho os olhos,
E puxo o gatilho da alma
Expulso pra fora sentimentos
E isso me acalma

Talvez seja minha sina
Escrever, esvaziar-se
Pois me alivia, como morfina

Quando você lê Minh’ alma
E suspira, ou sorri
O prazer é imenso,
Pois toquei sua alma
E sinto que meu alvo
Eu atingi!

Inserida por julianarossicordeiro

Hoje estou fora do ar
Por tempo indeterminado
Estou totalmente fora de mim
E não sei se isso é errado
Estou fora da razão
Fora de foco
Estou fora dos padrões
E não sei se eu volto
Por que não aceito
Não concordo
Por que estou fora do ar
Por tempo indeterminado

Inserida por julianarossicordeiro

Cuide-se de dentro pra fora
E quando se olhar no espelho
Vai se surpreender
Com oque ver!

Inserida por julianarossicordeiro

⁠O espelho só mostra o exterior!
O tempo às vezes nos muda mais por fora
E outras vezes nos muda mais por dentro.

Inserida por DECKCRUZ

Nada é mais destrutivo do que os pensamentos que você alimenta. Não se preocupe com o que está fora do seu controle, mas confie em Deus.

"Não andem ansiosos por coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas as suas petições diante de Deus, pela oração e súplica, com ação de graças." - Filipenses 4:6.

Inserida por Sarahkoelho

⁠O Gueto

O gueto está cheio de medo
Lá fora os nazistas se espalham
debocham, irritam,
debocham, gargalham

O sorriso não anda na boca dos brutos !

A polícia fascista cercou todo o gueto
Reprimem e prendem e batem
em judeus, operários e pretos
Mas nunca sorriem porque

O sorriso não anda na boca dos brutos !

O gueto está cheio de gente
sofrida, oprimida
é gente sem pão e sem condição
que sente, que sente, que sente que

O sorriso não anda na boca dos brutos !

Fascistas se sentem tão machos
Machucam e ferem
passam esculachos
nunca esperem ver

O sorriso andar na boca dos brutos...

Usam tarjas pretas,
camisas verdes, suásticas,
e tratam mulheres, meninas
qual bonecas de matéria plástica.

O sorriso não anda na boca dos brutos !

Desmandam e mandam, dominam
até que um dia a boca se solta
a mão prepara o revide
e se concretiza a revolta

E nesse dia, com muita certeza,
O sorriso não andará na boca dos brutos !

Inserida por samuelfortes

Não importa a cor do céu lá fora, nem se a tempestade for brava, pôs você é capaz de contorna-lá com a leveza de uma pena, mais com a força de um búfalo selvagem.
Você e a mulher que faz minha carne tremer de desejo. E o ar faltar de tanto amor, você parece um vulcão que entra em erupção e com um simples olhar me derrete todo.
Meu corpo explode de tanto desejo, que você me causa.
Seu sabor de uvas frescas que se transforma em uma bela safra de vinho tinto.
Me delicio com seu sabor, quero beber todas as gosta do seu néctar e sentir todo o seu desejo de amar.
Com minha boca beija-lá e com minha língua deslizante, passar em seu corpo lhe provocando para que possamos fazer a maior de todas as sinfonias, vibrarem com nosso desejo de amar.

Inserida por Moa89reis

⁠A Felicidade Mora em Nós

Buscamos a felicidade como se fosse algo fora de nós, mas ela sempre esteve aqui. Entre um erro e um acerto, entre um tropeço e um recomeço, entre o que já passou e o que ainda virá. A felicidade não é um lugar — é um jeito de olhar para a vida.

Inserida por darcicley

Janela da alma

Quando olho pela janela e não vejo mais as crianças brincando lá fora. Pergunto-me, o que aconteceu?
O que aconteceu com a espécie humana que estava aqui, na bolha artificial do mundo?
Um vírus! Um vírus, meu Deus, está acabando com os seres humanos.
Mas, espera! Veja! Alguns humanos ainda sobrevivem e usam máscaras.
Máscaras, não da vergonha que são alheia, mas da proteção. Pessoas morreram, crianças nasceram. Uma nova sociedade está surgindo com o nascer do Sol desta manhã. Lá fora, pela janela da alma, já não vejo, no silêncio das grandes cidades, a ansiedade humana. Nem a luxúria do consumismo. Apenas vejo o horizonte e, no silêncio, distante de mim, o inconformismo da ignorância alheia. E eles usam máscaras, parecem humanos, mas ainda resistentes. Ainda resistentes, meu Deus, a luz do novo mundo que vai surgir!

Inserida por tasselobrelaz

Nem sempre passa ...

Quando não sentimos a inspiração,
é que o encanto não habita lá fora,

o olhar alcança; não enxerga mais.
a alma esvaziou-se da sua ilusão.

Vai passar... resta só ter paciência,
a viagem é caminho desconhecido.
Estamos sujeitos às tempestades...
Tentamos vencê-las, travamos lutas
às vezes, nos damos por vencidos.

Inserida por liduinadonascimento2

Amor

Fora da estética, fora do padrão.
Fora do conceito, fora de definição.

Inserida por PensadorRS

Terça-feira

O resto do refrigerante jogado fora - que desperdício!
Apenas algum trocado e teríamos tudo de novo
Sempre fui um guerreiro, mas perdi para o vício
E estou pensando em contar isso a todo o povo

O filme que vejo passando, você não assiste
Ele é fruto do meu incomum subconsciente
Diz a lenda que o mocinho não desiste
Da sua amada, tão bela, assim de repente...

Porque eu te abraçaria durante a eternidade
Refugiando-me dos raios sob a tua proteção
Naquele dia da semana, rara liberdade
De optar pela verdade de um gesto, emoção

Uma visão mística dá asas à superstição
Na qual se agarra o jovem destemido
Nada é mais irracional do que a razão
Quando o amor está sendo vivido

Confio plenamente nesta força superior
Que nos rege e nos trouxe até aqui
No meu último suspiro, peço por favor
Pois sei que não existo, mas vivo para ti.

Inserida por PensadorRS

Peixe fora d’água

Sai de casa e habita quaisquer ruas
De uma cidade que agora é violenta
Observa a juventude sem propósito
Pensa no que dizer, mas nem tenta

Há feridas que tornam-se tatuagens
E há marcas de batom em seu corpo
Contemplando informações inúteis
Faltando muito para chegar ao topo

Conhece a música, a arte e a poesia
Ouve falar de chatice, tédio e rotina
Sabiamente deixa o relógio trabalhar
Uma hora a conversa fiada termina

Só Deus sabe o que irá lhe encantar
Tem uma moreninha metropolitana
Seu futuro ainda não foi descoberto
Sendo as mãos lidas por uma cigana

Ainda persegue a rota de esperança
Alternativamente o moçoilo acredita
Entre inúmeros indivíduos descrentes
Se ele é peixe fora d’água, que resista.

Inserida por PensadorRS

Em Bento, o inverno chega mais cedo

A neblina lá fora, às seis da manhã
Em pleno outono, me faz lembrar
Que eu estou em Bento Gonçalves
E o inverno não demora a chegar

Carros passam, quase ninguém vê
Milhares levantam da cama cedo
Prepara-se o café, inicia-se o dia
Na cidade do Vale dos Vinhedos

A avó prepara o almoço: polenta
O avô, por sua vez, degusta vinho
Todos reúnem-se na mesa farta
Rezam e compartilham carinho

Imigrantes italianos que partiram
Deixaram a tradição como legado
Que tem educado novas gerações
A cultivar o respeito ao passado

Note-se que são versos sem época
Certos fatos independem da estação
A serra gaúcha é bastante peculiar
O vento é gelado mesmo no verão.

Inserida por PensadorRS

⁠Coexistir
Somos pedaços que se juntam,
cores que se harmonizam de
dentro para fora.

Somos reflexos do que fomos,
raios solares do que somos e
luz cinérea (da lua) do que seremos.

Somos simplesmente a complexidade,
fórmula Universal e Divina
misturada num gigantesco tubo de ensaio
chamado útero materno – vida.

Somos o explicável e o inexplicável,
o fácil e o difícil,
o desequilíbrio da balança,
mas o centro do Universo.

Alessandro Bous'T

Inserida por MarceloHB

A uma pessoa especial,
A uma pessoa fora do normal,
Incomum, espetacular,
Pode se dizer,
Uma pessoa de se orgulhar.
A essa pessoa, me deixa boba,
Me deixa a voar,
Vivo pensando,
E até imaginando,
Uma vida cheias a de planos,
Para nos realizar,
Gosto porque gosto,
Ele é Único,
Me faz viver Sentindo,
Pois ele é meu Tudo,
O Amor mais lindo,
Que Vivo sem pensar,
Mais o qual posso me Orgulhar.

Inserida por Amora29

⁠As mães nunca jogam enfeites de Natal fora.
Nem que seus filhos cresçam, ou vão embora,
elas sempre guardam numa velha caixa e esperam que voltem.
E mesmo que digam que eles jamais voltarão, e alguns não voltam, elas nunca jogam os enfeites de Natal fora. E elas sempre estão certas!

Inserida por sildacio_matos_filho

⁠M⁠eu Pará

A culpa é do paraense...
Que chega lá fora e já vai hasteando a sua bandeira
Égua do caboco pávulo!
Que carrega na mala, com orgulho, a sua cultura.
Que não esconde o seu gosto por um bom açaí, daquele grosso, que acompanha o peixe frito, o charque, a farinha d'água ou de tapioca; da maniçoba, do tacacá, do chibé e do famoso pato no tucupi.
Que conta as horas para tomar banho de rio, se embrenhar na mata ou apenas se embalar numa rede.
Que conta, todo prosa, do mar de gente que se reúne para assistir o Círio de Nazaré
Que disputa um pedacinho da corda, mostrando o tamanho de sua fé!
E quando toca tecnobrega, calypso, carimbó ou siriá?
O caboco pai d'égua, já começa a dançar!
É parente, pensa num povo contente!
O paraense pode até sair do Pará, mas o Pará, com certeza, jamais sai dessa gente.

Inserida por FrancyAndrade

⁠⁠Chove lá fora uma grande expressividade celeste que soa uma sonoridade emocionante que se mistura com uma chuva de notas, resultando numa composição imponente que logo se transforma em conforto para a mente.

Um evento simples e poético que chega a ser muito notável neste mundo que muitas vezes é tão caótico, um feito através de uma emoção sinfônica, uma chuva de fortes sentimentos que prontamente revigoram durante um breve momento.

Então, havendo uma percepção sóbria focada na simplicidade, cuja naturalidade é harmônica com tantos detalhes e várias formas, virá um avivamento até mesmo com o cair da chuva num entrosamento com uma linda música.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠⁠A sonoridade impactante da chuva impetuosa que está caindo livremente lá fora, parece que quer acompanhar o ritmo veemente da música que ouço agora, criando um ambiente propício para despertar a minha mente com pensamentos poéticos, embevecidos em sentimentos calorosos bastante envolventes como encantos sonoros.

Ao mesmo tempo, aprecio fortemente o fato de estares aqui comigo, também estamos envolvidos por esta veemência sonora graças aos batimentos acelerados dos nossos corações, do som dos nossos corpos abrasados por movimentos contínuos que nem os passos de uma dança intensamente aprazível.

Experiência muito revigorante que é possível pelo intermédio oportuno da arte e pela sensibilidade que permite percebê-la, criando uma ponte entre o lúdico e a realidade, na qual estamos sobre ela, desfrutando brevemente de uma nova identidade resultante deste encontro tão harmônico, consoante à musicalidade intensa de nossos ânimos.

Inserida por jefferson_freitas_1