Poemas de Luto
Cara Amiga,
Pensei em escrever poemas, cartas, qualquer coisa que representasse como eu me vejo triste com sua infelicidade, porém achei melhor expor estes pensamentos aqui, para que ficasse eternizado.
Sei que você se sente insegura, a morte é algo triste, parece que a luz no fim do túnel foi tapada por uma rocha, e que nunca voltará. Eu contrario isso, a morte pode ser agonizante, dolorida, ou simplesmente calma como uma brisa de verão, e mostrarei á seguir minha visão sobre a Vida, e a Morte.
Imagine uma onda, ela é bonita, você pode medi-la, ver como a luz refrata nela, toca-la, porém não pode impedir seu triste e esperado fim, ela se dispersa e volta para o mar... a água é separada e seu destino fica á critério do mar e do destino, essas mesmas moléculas que um dia estiveram juntas numa onda vão vagar com outras gotas, outras colorações de água, vão participar de outras ondas, e até ir para o fundo do mar ou evaporar numa nuvem, congelar em uma geleira, porém ela nunca mais vai se encontrar com aquela outra gota que esteve junta dela, isso é a morte, isso é a separação, isso é a vida que tanto desprezamos.
Parece triste, mas pense comigo, a gota voltará para o mar, voltará para onde deveria estar, e viver em paz...
Enfim, foi isso.
Um abraço caloroso, lhe desejo melhoras.
Atenciosamente...
[...]
A MORTE É CERTA POESIA 🌹
Há palavras que já carregam um peso
Uma delas é a morte
Afinal a única certeza que temos
Nesta vida é a de que morreremos um dia
A parte mais difícil é não estarmos
Preparados para perder alguém
Alguém que amamos, ou que nos é muito próximo
Não é fácil lidar com a perda
A saudade que sentimos vai ser sempre eterna
O peito vai apertar em cada lembrança
E só o tempo ajudará a acalmar o coração
Enfrentar a morte é um processo doloroso
Que exige tempo para que consigamos
Lidar melhor com a ausência da pessoa que amamos
Dói muito perder alguém
Num quarto frio, numa cama triste
Abafo minha dor de gritos amargurados
Fechados em palavras escritos em poesias de amor
Cantar Gago
A poesia do homem
incapaz de ser sucinto
flui da tinta da caneta
para o branco do papel,
como da boca de um gago
flui o cantar mais afinado
que o de uma flauta de bisel.
Pois é!... Na vida somos constantemente deparados com imperfeições e com defeitos que só existem mesmo na nossa concessão da realidade. Como mo filme a Bela e o Monstro onde no seu âmago residia o mais belo dos seres. Também o monstro precisou de uma bela para quebrar o feitiço a que tinha sido sujeito. No fundo a Bela veio como o despertar da consciência daqueles que não se sentem perfeitos ou completos, daqueles que acham que não se encaixam neste mundo de um forma ou de outra, por algo que eles consideram ser um defeito com base em estereótipos a que a sociedade nos impõem constantemente, quando na verdade existe uma real magia por detrás desses muros que levantamos só para nós mesmo. Quando conseguimos derrubar esses muros, que na verdade não são mais que casas de palha, é que podemos então revelar o que de mais verdadeiro e mais belo há em nós. Portanto nada disso importa. Na verdade não ha defeitos, há sim um caminho a percorrer sem preconceitos e uma continua construção do ser, que por si já é belo, para um ser que não teme revelar ao mundo ser um ser Humano cada vez mais belo e mostrar assim, o seu talento, do que é capaz e mostrar também que o mundo é que precisa de readaptar para o receber de braços abertos e em paz.
Poema de Daniele Buoso :
Um ser como qualquer outro
mas é único e especifico
demonstra poder e medo
mas é doce e meiga
como uma flor forte e empoderada
aura inabalável mas por dentro
um coração mole
que se preocupa contudo e todos
a melhor PCG no que ela faz
que alegria a todos nos trás
te amamos Dani
e o Cícero perante esse poema
lhe agradece os chocolates
e ajuda que nos da
obrigado Dani por tudo
você é importante para todos
nós da Ana Franco
obrigado.
Há uma poesia que só é traduzida
nas pontas dos dedos.
No calor do corpo acoplado no outro,
no encaixe perfeito dos desejos.
Há uma língua que só é compreendida,
pelos o que falam com o olhar.
Os que tocam a alma, antes da pele...
os que sabem o segredo de amar.
Essa poesia, é feita de tu e eu,
Somos nós dois os versos que a compõe.
Prazer, poesia de ser.
Pele, olhos, cabelos
Te faço um apelo:
Não me toque com as mãos sujas do teu prazer.
Quer me sentir?
Faça com zelo
Meu corpo é templo de cuidado
Moram nele prazeres, dores, sonhos e medos.
Não me satisfaço com beijos
Nem tão pouco com dedos percorrendo em mim.
Me ter em suas mãos não é premio de conquista
Veja bem,
Já fui tocada com olhos de quem nunca usou as mãos
Mas também já senti mãos que nunca ne tocaram
Entendeu a diferença?
O prazer não mora no fim do percurso
Ele chega antes pra mostrar o caminho.
Há quem se perca,
Há quem se encontre.
Então bocas não dizem,
Olhos não vêem,
Braços não tocam,
Mas se a alma sentir,
Atingiu o ponto desejado.
Poesia é falar do mar
Do céu da terra e do ar
Poesia é amar e sofrer é querer
Poesia é o céu as estrelas
Eu e você ♥️
A VIDA DEVIA SER UM POEMA
Um poema é cheinho de amor,
De todo jeito e de toda cor.
Nele não há espinhos. Não existe rancor,
Fica longe da dor. Simplesmente exala o perfume da flor
O poema fala da lua enamorada,
Fala das estrelas e da pessoa amada.
É no poema que nasce o perdão,
Onde a alma canta nas batidas do coração.
O poema tem recheio de afeto e de carinho.
É o pássaro cuidando de seu filhote em seu ninho.
É amor em redemoinho. É o cuidar direitinho.
Assim deveria ser a vida. Livre, leve e atrevida.
A felicidade seria plena. Destemida.
Ai eu recitaria o amor. Recitaria o poema da vida.
Élcio José Martins
Ela é como um mar de poesias
Ondas fortes e cheia de mistérios
Um mar revolto longe do cais
E eu corajoso marinheiro que sou
Com meu barquinho remo ao encontro do seu porto
Que é o seu corpo.
LIBERTINA (soneto)
Recordo, ao ler-te, as épocas sombrias
Ó escura poesia, de outrora, tão torta
À inspiração, lasciva, e da alegria morta
E em tuas trovas, as vis sensações frias...
Simetria e rimas, nas fantasias vadias
Enroupadas, pária de Suburra à porta
E a impudicícia em tuas linhas, absorta
Acabrunhando o decoro nas ousadias
Ó nuvioso e tristonho cântico em ruína
Na esquina pesada, tendo a fonte impura
Do lampejo, na qual se traje de Messalina
Tu, prosa descarada, sem amável ternura
Sem o amor, traindo a mão na sua rotina
Libertina, que ao poético só traz amargura
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14/03/2020, 04’59” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
SONETO PLENO
Amando, soando o coração, mão nervosa
Suspira. A emoção sai da poesia, excitada
E toma-lhe, a palpitar, a prosa apaixonada
Em uma inspiração com estrofe carinhosa
Tenta a ideia romântica: verseja com rosa
Inspira. E a rima, assim, do amor é retirada
Com afeto em que o desejo brota do nada
Seduzindo a trova numa louvação gloriosa
Pega o pensamento, doma a ode em cena
De satisfação, liberta as palavras apertadas
Na solidão, e as busca da sensação secreta
E, assim, tão profundo, no delírio do poeta
Em gritos de triunfo, e clausulas douradas
Ao pé do mundo, confessa a sua obra plena...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
15/03/2020, 06’36”- Cerrado goiano
Olavobilaquiando
(Dom da poesia)
A caneta está na mão eu tô pronto pra missão, escrevo poesias qui falam da salvação.
Esse é meu dom irmão foi Deus quem me deu, através da poesia falo do filho seu.
Que por nós morreu mais foi ressuscitado, a morte Cristo venceu disfeis as obras do diabo.
As porta do inferno nunca vai prevalecer, contra a Igreja revertida de poder.
Preparado pra vencer no nome de Jesus, junto com os fiéis que carregam sua cruz.
Poeta do evangelho Rima com alegria, agradece há Deus pelo dom da poesia.
(Refrão)
" agradeço ao Senhor pelo dom da poesia, poeta do evangelho canta com alegria.
Através dela eu posso falar, só o senhor é Deus e outro igual não há."
Glória, glória ao criador, louvado e exaltado seja o nome do senhor.
Que sempre perdoa quem que se arrepender, confessar os seus pecados em Jesus crê.
São muitos os chamados mais poucos escolhidos, que vencer irmão vem pra Jesus Cristo.
Meu melhor amigo minha salvação, não deixa senhor que eu caia em tentação.
Vou fazendo minha missão poeta do evangelho, seja feita tua vontade e não a qui eu quero.
Robert Zeferino canto com alegria, agradeço ao senhor pelo dom da poesia.
Ta pensando que o diabo anda com brincadeira, os semiterios estão lotados assim como as cadeias.
Eu também não estou brincando de ser cristão, vem pra Jesus Cristo buscá a salvação.
Construído com ele uma nova história, aprendi um pouco da lição no clima tenso da custódia.
Lugar de saudades seu Roberto, dona Rosa, é Deus quem guia os passos do seu filho agora.
Helho, Pedro, Davi, Lucas machado, will, marconis, netin forte abraço.
Conheci a verdade dentro do presídio, vem pra Jesus Cristo também meus amigos.
poeta do evangelho rima com alegria, agradeço ao senhor pelo dom da poesia.
Por: Robert Zeferino
Poema para os Antropólogos.
Os antropólogos
pensam primeiro nas janelas
que vão colocar nas casas,
depois nas portas
e depois na vista
que cada um vai ter
ao abrir as janelas e as portas.
Os antropólogos
sabem mais dos homens e da sociedade
por tocar neles, experimentar o que no mundo há.
Os antropólogos
conhecem a anatomia da vida.
ou cantor, eu posso te chamar de cantor?
ou cantor, você canta uma música em forma de poesia para mim?
cantor, cante e encante meu coração transbordante de amor...
agora cante por favor, para que as lágrimas possam bailar na minha face, ao ouvi-lo a melodia do amor -
cante,
quero ouvi-lo
cantor bico doce - eedumcee -
Fez-se o dia
Fez-se uma lição
É poesia
É contradição
Peço paz, peço o bem
Perderia muito em seu amor
O que ganharia
Ódio e rancor
Coisas vão
E vou também
Eu vou onde quero estar, mulher
O grito, o choro, o silêncio a canção
Queria traduzir a poesia.
Cada canetada de fantasia.
Lamento.
Encanto.
Conto.
Pranto.
É o beijo mais ardente.
Sentimento mais profundo.
São os loucos do mundo.
Poetas e regentes.
É nada.
São apenas roteiros de sonhos.
Delírios exagerados.
Loucura dos desesperados.
É nada.
É ouro raro.
Prato caro.
Mulher virtuosa.
Onde andarás.
Na trilha da poesia está as raridades.
Diamantes de sangue.
Repito.
Mulher virtuosos onde andarás meu rubí.
Varão valoroso estão por aí.
Que dentro da poesia cada Deus possa existir.
Onde estarás a poesia?
No cotidiano do lamento, nessa perca de lamento.
No coração que pulsa na pluma e relento.
O mundo gira na poesia da balada.
Os escombros, o relento, o lamento.
A poesia, o sonho o contentamento.
Giovane Silva Santos
“DOCE PAIXÃO”
Beijo estranho que roubou o tempo
Poesia dançante entre os dedos
Sedenta de sonhos, de vida
Lentas memórias e recordações
Descrito num sótão de lembranças
De pontos e linhas escritas no infinito
Secaram as flores, brilhavam as noites
Saliva doce, boca beijada, poeta arrependido
Sedenta de reticências, abrigo das palavras
Suspiro solto, perdido no mar, grito estéril
Afogada espera de um beijo ardente no silêncio
No tempo de um compasso de um no outro
Doce, relento, madrugada de cristais
Amanhecer lento na penumbra da saudade
Gostava de ser poeta para escrever no teu corpo
Todas as palavras que eu não consigo dizer-te♥👒
No calor dos teus braços meu amor quero e queria
Viver e sonhar onde navega a minha ousadia
Deixando o meu corpo a arder na loucura desta paixão
Assolapada queima-nos os sentidos na lareira
Arranjamos uma maneira de viver, viver todos os sonhos
Perdidos, perdidos com contigo meu amor
Nessa fogueira dos nossos carinhos, escuta o mar
Junto ao meu coração no calor dos teus braços meu amor
Quero e queria viver, sonhar e amar ♥👒
Paixão, amor, sentido, falado, fechado, sozinho, arde de desejo
No fogo de uma paixão, assolapada, vivida, vulnerável, tolerante
Paciente, compreensiva, sentimentos mais puros
Num beijo roubado de flores na saudade em doce paixão
Uma poesia louca
Hoje eu li.
Ela era assim.
Se é que entendi.
Poesia mental.
Um sério problema.
Falar do sistema.
Do esquema.
Uma poesia louca.
Esquizofrênica.
Bipolar e epidêmica.
Não é vírus da boca.
É um careca de touca.
Não quer mostrar a cabeleira.
Amante estrangeira.
O sistema social.
Tira ela do normal.
Menina deprimida.
Pelo dinheiro que lida.
O sistema camarada.
É a charada.
Vírus com poder.
O olhar feiticeiro.
Amar sem dinheiro.
A peste está solta.
E eu
Faço uma poesia louca.
Giovane Silva Santos
Poeta louco, poesia delirante
Cada dia vejo uma feição.
A cara da poesia várias.
A pureza e sutileza emoção.
Também a eterna variação.
Frenético compasso.
Entre desatar o embaraço.
O grito, cai no laço.
Armadilha gostosa.
Poesia traiçoeira.
É o encanto dela gente.
Imperfeita maneira.
Preciso ser capacitado para amar.
Pois a bagagem de desatino reprime.
Sou pertencente a esse regime.
De louco a delirante.
Poeta e poesia.
Fantasia.
Alegoria.
Não posso contar esse segredo.
Pois até eu tenho medo.
Uma loucura todo dia.
Eu queria, será que ela contaria.
A louca revela, sou eu poesia.
Giovane Silva Santos
