Poemas de Lembranças
E continuo sem entender como a vida trabalha,
quando minhas asas estão fracas,
são suas lembranças que me dão forças para voar.
o passado nos assombra como se fosse um fantasma
as lembranças fluem sem explicaçao nos martilizando com insinuaçoes de coisas que deveriao ter sido feitas
atitudes que deveriam ter sido tomadas
decisoes que poderiao ter mudado o presente e agora nao passao de martires que irao nos perseguir pelo restos de nossas vidas...
alex dannys ex presidiario
Amor de primavera
(Marcel Sena)
Amor de primavera
Lembranças de uma triste quimera
Amor que vem, amor que vai
Num cuspido estranho logo se desfaz
Tórrido amor sarcástico
Amor desenfreado,
Um híbrido bastardo.
Agora despenca outrora capenga.
Hoje é luz, seduz.
Amanha destoa numa névoa repousa
Esbraveje, pestaneje se chicotei.
Ignore, finge que adora.
Minta, iluda, coma a carne crua
Amor de primavera, flutuando num barco a vela
Destino destemido, buraco negro, algo desconhecido.
Serão os elísios? ou Aqueronte?
Moeda de ouro, leve no bolso.
Lembranças o barqueiro não carrega
Então esqueça... Beba... se drogue
Pegue seu chicote
Amor de primavera s... La ele repousa
Lugar inóspito, gélido e quente.
Sereno e estridente
Descanse já é tarde
Congelado e queimado pra eternidade.
by: Marcel Sena
Devorada a tarde azul pelo laranjado solitário
Em um instante um reflexo-memoria; lembranças da pele clara é tão bela...
Caísse o sol no poente horizonte ouro,a tarde dolorida vermelho aquarela
Impiedosamente a noite engole o dia em um céu baunilha
Desperto sobre a luz da lua desaparecendo eu e o dia no horizonte traumático solitário a luz se dobra sobre o mar, opaca tão desigual
Em lamento minha alma suspira o coração inquietude nesta tarde tão tétrica
No estalo do sol sobre rocha um lamento fel
Você não retorna, a noite vem só...
Nas partículas turva sublinhadas meus olhos desamados em um estandarte mortal
Nas alamedas sinuosas produzo ventos em silencio segredos imparcial no escarnio do prazer laminados
By Charlanes Oliveira santos
Que as lembranças ruins de um ente querido que se foi, lhe sirvam como exemplo do que não se deve fazer. E as boas lembranças lhe sejam como combustível para a alma nos momentos de saudade e tristeza.
04/04/ dia da morte do meu pai
Finados...
Hoje amanheço em oração pelos que partiram, mas que seguem vivos como lembranças bonitas no coração de quem ficou.
Hoje, meu sobrenome é saudade,
mas o que permanece forte no peito é o amor e o carinho que acalentam a tristeza da perda. Já não há mais tempo para abraços nem palavras guardadas. Mas há a gratidão pelos momentos vividos e por todo esforço em vida para nos fazer bem.
Hoje, para todos que perderam alguém, se a tristeza bater com a saudade, é normal, sinta o que precisar, mas depois transmute-a em prece e acredite, Deus cuida de cada um de seus filhos, os que se foram e os que ficaram. Confia, bendiz e agradece.
Hoje, que o amor enterneça todos os corações. Que a tristeza, se surgir, seja passageira. Que a fé ilumine fortemente cada pensamento e cada coração que crê. E que a presença de Deus seja sentida em cada lar e lhes acompanhem onde quer que vocês estejam.
Josy Maria
Bom dia!
Teu nome tem peso. O peso que as boas lembranças me trás.
Teu nome ativa meu cérebro em busca
de tua imagem.
Teu nome é o nome do amor,
do amor que sinto por ti.
21/10/2017
SONETRIX - MORMAÇO
Céu distante... Contemplo-o dessa vidraça.
As lembranças? Um belo instante que não passa.
Nuvens... Reféns do ocaso. Pranto... O meu mormaço.
No Lamento Da Sua Partida... Recolho-me Nas Lembranças Que Agasalham A Minha Saudade
Meu amor... Por que você partiu assim tão inesperadamente? A tempo de fazer-se ausente por todo meu presente... Queria tanto te contar alguns segredos de nós dois, segredos de um tempo que ainda tínhamos para viver. Em tudo que eu vivo, ainda sinto teu cheiro a me perfumar, as tuas mãos em sincronia a me contemplar, as tuas formas em movimento com amor a me trajar, sentidos a me envolver em carinhos e afagos que sempre estarão guardados na plenitude da imaginação...
Independente de onde e quando com você eu puder estar, tão longe estarei de esquecer o mais perto o quanto um dia nós dois juntos podemos ficar, sempre juntos vivos em fotos não tiradas de momentos que no futuro emoldurei, em dizeres expressados que nunca um dia te falei, em beijos e abraços imaginados que eu nunca te dei, em lembranças a descolorissem-se no soluço que me traz o vazio no qual por vida mergulhei.
Meu amor, por que você partiu assim tão inesperadamente? Foi tudo assim tão de repente que tudo aconteceu, ficou tudo tão diferente depois que você se foi... Queria mais tempo com você do que foi um dia poder estar... Hoje, o que me resta é a companhia da tua falta por muito no tecer da vida me acompanhar...
voltei...
Aliás voltamos estamos todos nós presentes...
Eu a saudade as lembranças e aquele domingo de tarde...
Aquele por do sol maldito por do sol....
OUTUBRO
Outubro chegou trazendo lembranças de você
Nunca foi fácil tentar ou simplesmente
Te esquecer
As folhas de Outono
Me lembram seus olhos
A brisa do Vento
Me lembra sua voz
Nomearia o céu estrelado luar com
Seu nome
Quando fecho os olhos
É o teu abraço que eu procuro
Decoro cada traço do seu rosto
Pra te encontrar nos meus doces sonhos
Eu dançaria com o seu fantasma na chuva
Beijaria as gotas pensando na sua boca.
O Tempo!
O Tempo Marca Estações, Datas e Comemorações. O Tempo Eterniza Lembranças a Serem Comemoradas ou Serem Eternizadas Como Uma Lição de Algo a Não Ser Repetido!
A Gente Lembra Que Escreveu Nomes na Areia Que Jamais Deveriam Ser Escritos, Ausências Que Jamais Deveriam Soar Como Saudades, Porque o Tempo, O Tempo Já Dizia Que Já Havia Tempo Demais Para Ser Um Simples Talvez, Quem Sabe Ou Se…
O Tempo Te Dá Dicas a Cada Segundo Que Passa, Que Ele Está Passando, Que Não Volta e Que Apaga Algumas Marcas Como os Nomes na Areia.
O Tempo Grita Que Está Passando, Levando Sua Vida, Juventude e Anos, e Você Está Se Cegando Com Ilusões e Não Está Olhando.
Mas o tempo é Generoso, Ele Te Dá Mais Uma Marca, Quando Você Decide Virar a Página e Começar Uma Nova História Consigo Mesmo!
Há Oito Anos Eu Não Sendo Eu, Sigo Sendo, Não Sendo Mais Eu Neste Novo Tempo!
'COGITO, ERGO SUM'
Levanto os olhos ao alto
e só me vem lembranças.
o que vejo não está lá fora!
O que vejo é 'puro
antagônico'.
Das pedras, das brumas,
esperanças.
Está aqui! Vivo na mente,
solto no ar!
||||||||||||| Frases escritas por Daniel da Silva, Carlos Paiva e Risomar Silva. Publicado no Clube Asas da Leitura no dia 05/09/2015. |||||||||||||
'LEMBRANÇAS...'
Todas as vezes que íamos ao aeroporto pegar os malote de jornais, seu Artur Martins me perguntara: - Quem descobriu o Brasil?. Eu sempre respondia com afinco: - Pedro Álvares Cabral!. Ele arrebatava: - Mentira! Foram os índios! Eu sempre sorrira da sua resposta. Pergunta e resposta tornaram-se um 'rito'. Rito que ainda sobrevive e perdura até hoje na memória.
Muitas imagens boas marcam nossa infância, mas tem imagens que permanecem inesquecíveis. Éramos dezenas de Vendedores de Jornais. Moleques. Ávidos na luta diária no final dos anos 90. Era comum crianças trabalharem naquela época para ajudar com as despesas da casa. Comecei a vender jornais com nove anos.
Quando me perguntam se eu tive infância, digo que tive mais que isso. Tive uma aventura memorável. Sempre tínhamos uma sopa quentinha com pão francês quando íamos entregar os jornais ao fim do expediente. Dona Célia Martins sempre atendera a todos com sorriso e brilho no olhar. Seus filhos Pedrinho, André e Artuzinho eram amigos de todos.
Sábado e domingo era dia de almoço caprichado. Na sua residência, particularmente no quintal, havia um campinho de areia onde 'jogávamos aquela bolinha'. A recreação era o ponto forte. É onde meus flash se concentram. Lembro-me de irmos por vezes em alguns clubes para as socializações. Banhos em cachoeiras. Jogos em campos de verdade.
Depois de alguns anos sem vê-lo, soube que seu filho Pedrinho havia falecido e que ele entrara numa depressão profunda. Faleceu dia 16 de Novembro de 1995, vítima de um derrame cerebral. Seu Artur Martins foi um brilhante ser humano. Além de jornalista, era árbitro de futebol.
Todos as vezes quando vejo 'bondade', lembro-me da pessoa excelente que fora. Da forma como conquistava tudo e a todos. Lembranças boas não são esquecidas assim do dia para a noite. Elas permanecem vivas porque são imortais.
'SONHOS II...'
Abstratos como o infinito, os sonhos tornam-se insípidos, contornando lembranças de uma criança pintando o vazio de uma jornada. Despovoados, sorrisos praticam ideias irônicas, sem pinceladas num quadro já exausto. Nas telas, inversões de um humano dubitável...
Já não temos mais sonhos daqueles de quando éramos filosofias. Já não vemos mais voos. Chutamos pedras, dores no estômago, esperanças, alegrias. Músicas vitais vomitam contusões infindas. No escuro, sentimos lembranças do velho tempo na superfície, homicida nexo...
Os sonhos estão impregnados na palma da mão. Jogados aos ventos. Subindo montanha, descendo despenhadeiros, perdidos nos túmulos daqueles esperançosos. Sonhos são flagelos de uma essência ácida, mórbida. Alegrando os dias sobrenaturais...
Foi escorregando aos poucos.
Pra não fazer doer.
Aquilo que era vida pra mim
Deixou lembranças, saudades
Um golpe profundo, um suspiro
Uma pergunta sem resposta
E foi pior do que morrer.
Noite rotineira das lembranças e utopias
Zombas da minha face rútila, opaca e fria
Lágrima que cai é fulgor na noite, promoção
Estrela que pisca reflete neste sal, imensidão
ALÉM DOS PALCOS DO MEDIANEIRA
No tropel da memória,
muitas são as lembranças,
Nessas minhas andanças,
Foi pra frente que andei
Revisitando a consciência,
Sou levado à essência
O que hoje é sustento,
Na base engenhei
Alicerce seguro,
O ensino me deu
Em teus corredores e salas,
Um jovem cresceu
Entre letras, brincadeiras e risos,
Até artista virou
Dum palco belo e gigante
Ao protagonismo da vida
Com gestos de amor e carinho,
Exemplos seguidos: missão aprendida
Saudades de ti,
É certeza que tenho,
Pois de onde eu venho
É um orgulho de “Ser’
Um pouquinho de ti,
Em uma história que é una
Reconheço e divulgo,
Esssa foi minha origem
Sagrado ofício
Bênção divina,
Prossigas na lida,
Da busca do bem
Prum mundo mais justo,
Com menos porteiras
É a ti Medianeira,
Que agradeço teu germe
Plantado no cerne
Do meu coração
Faz a realidade: ao que já foi ilusão!
