Poemas de Janela
A (janela) que Você usa para verificar o Sol no qual contemplas pode ser tão importante quanto o vento que pressentes.
Vi estrelas brilhando da janela do meu quarto. Vi um corpo feminino suando apaixonado. De tudo que vi, foram os pequenos e gratuitos momentos, que mais marcaram a minha memória!
Olho pela janela e vejo a chuva cair. Olho e a rua e observo o quarto que um dia já foi meu lar. Agora, é apenas um lugar de passagem. Em breve vou embora, voltar para o lugar que escolhi viver e que abriu as portas para que eu pudesse viver novos caminhos. Não foi fácil voltar e reviver tantas memórias. Vejo as pessoas passando na rua com pressa para voltar para casa nesse dia tão frio e melancólico. É difícil não refletir sobre tudo que eu vivi nesse lugar. Tantas pessoas e lugares que deixaram marcas eterna no meu coração, mas que agora, não passam de velhas lembranças, que aos poucos, vão se apagando. Os anos passaram e eu fui me acostumando, mas nem tudo a gente pode esquecer. O tempo corre contra mim e eu já não tenho tanto tempo assim.
Olho pela janela do quarto que um dia foi meu lar e porto seguro e vejo a chuva cair. Agora, é apenas um lugar de passagem. Em breve vou embora, voltar para o lugar que escolhi viver, que abriu as portas para que eu pudesse trilhar novos caminhos. Não foi fácil voltar e reencontrar tantas memórias perdidas. Vejo as pessoas passando na rua, apressadas para voltar para casa nesse dia tão frio e melancólico. É difícil não refletir sobre tudo o que vivi nesse lugar. Tantas pessoas e lugares deixaram marcas eternas no meu coração, mas que agora não passam de velhas lembranças, que aos poucos vão se apagando. Os anos passaram, e eu fui me acostumando, mas nem tudo se pode esquecer. O tempo corre contra mim, e eu sinto que já não tenho tanto tempo assim. Muitas histórias mal resolvidas, muitos despedidas dolorosas. Mas o que posso fazer, se não seguir em frente?
Nosso desejo explodia naquela hora exata, quando a precisão do tempo foi jogada pela janela. Senti seu calor, senti a unidade da sua vontade se curvando na umidade do seu alarde. Sucumbi ao gosto pleno de uma vontade não satisfeita, mas despertada pelo desejo de possuir mais um segundo colado em sua face. Sentindo a transposição da sua alma eu pude viajar pelo seu ventre. Sentindo a alucinação da sua calma e fiz meus sentidos dormentes. E entre seu cansaço humilde e sua libido desperta eu mostrei que se faz moradia no quintal da cidade deserta.
Janela pra vida que se abre, os passarinhos cantam agora. O dia amanhece. Noite agitada em mente confusa e dispersa num autismo que agora relaxa e adormece....Dou uma olhada pela janela pra ver se consigo encontrar o meu mundo e de meu filho lá fora...
A reflexão do Covid escancara as cortinas da alma que ainda oscilam com o vento na janela do tempo...esvoaçam na esperança da cura e em alguns momentos ficam inertes sem entender se é noite ou se é dia...
Quero viajar na janela dos sonhos e desembarcar naquela estação segura aonde a brisa do amor andava de mãos dadas conosco…
Ele sempre reclamava da vida, e quando abria a janela de seu prédio lá estava toda aquela brisa. Ela sempre reclamava da vida mais quando saí da sua casa para rua lá estava uma imensidão sem fim de emoção e ar puro.
Ambos reclamavam porém eram felizes, não tinham tudo o que sempre quiseram na vida, porém tinham uma vida, sadia e harmônica, pura e sintônica....
.....Ele sempre reclamava da vida, e quando abria a janela de seu prédio lá estava toda aquela brisa. Ela sempre reclamava da vida mais quando saí da sua casa para rua lá estava uma imensidão sem fim de emoção e ar puro.....
Som expressivo da chuva que cai naturalmente lá fora, ouço agora da janela do meu quarto, acompanhado da minha insônia, sentindo uma sensação agradável, tendo uma ocasião simplesmente inspiradora, aguardando a chegada do sono após o avanço incansável das horas.
Durante a madrugada, escutei um chamado, abri a janela do quarto e saí voando como se sempre tivesse voado, o céu estava tão belo, tão estrelado, nunca tinha assim o presenciado, nada que via me era familiar, mal pude acreditar naquele instante inesperado, mas uma grande paz senti, além do que poderia pedir, foi uma sensação de conforto, um socorro alcançado e bastante inusitado que até agora explicá-lo não sei, depois acordei e lamentei por ter apenas sonhado.
Contemplando da minha janela uma das grandezas de Deus e a beleza da sua criação, o pôr do sol em Brasília.
…da janela do apartamento vejo a vida lá fora, o mundo vive, pessoas vem e vão, se esbarram umas nas outras sem saber quem são, sem lembrar dos rostos, sem observar os sorrisos… sem perceber que dentro de cada um fica o pedacinho do outro.
