Poemas de Dor
Depois de machucar, o corpo cicatriza, constrói um tecido mais grosso, e você não sente mais dor onde machucou. Assim também é a vida.
A dor de José foi tão grande quando foi traído por seus irmãos, que nem teve forças para reagir, mas encontrou forças no Senhor para perdoa-los. Isso, tendo o poder para matá-los. Como? Entendendo que definitivamente, tudo o que acontece conosco, resume-se em “colheita ou provação”.
Tenho certeza que durante às dificuldades, se media, analisava, procurando prováveis motivos para essa possível colheita, ao invés de ficar murmurando e tramando vingança. Já à provação é para aprovação e projeção.
Eu aprendi a amar ainda muito jovem, os anos se passam, o amor ainda mora em mim e a dor... ah a dor enfim permanece, de um amor que é amado por dois pouco durou, do acaso murchou e cicatrizes deixou. Amor que hoje é só meu, quem sofre sou eu, por covardia verteu.
"Quando o sol bater na janela tu teu quarto" é uma canção que diz que 'tudo é dor e toda a dor vem do desejo de não sentirmos dor', foram esses versos que tomaram a minha mente em 11/12/2021, ao término do julgamento e condenação dos réus na tragédia da boate Kiss, ocorrida em 27/01/2013.
Tomara que o sol nunca deixe de nascer e que também não nos falte janela para ele entrar!
"A cada dia que passa, estou mais firme na ideia de que o ser humano só aprende na dor... Na dor própria.
Ver alguém sofrendo, nos causa comiseração, mas APRENDER, é só quando o infortúnio ocorre em nossa pele ou alma..."
a dor do outro você rir a sua você chora i agora respeite a dor do outro ninguém sabe o dia de amanhã
Não há dor maior do que arrancar na marra um amor do peito, um amor que só está ali para machucar e nada mais.
O novo só pode iluminar nossa vida e caminho quando pela dor saimos vitoriosos dos sofrimentos por ela impostos.
Quem não verte uma lágrima em transes de emoção e dor, foi forjado em ferro frio, ou então disfarça muito bem, por fora.
Dizem que a dor é tratável, mas o sofrimento não…
Se a dor é já sofrimento, trate-se os dois ao mesmo tempo, digo eu.
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
Palavras agressivas podem agir como a lâmina de uma navalha, que além de deixar cicatrizes, a dor sentida é muito profunda
