Poemas sobre chuva para transformar dias cinzentos em versos
Você pode gostar da chuva e dançar sob ela
Você pode amar a chuva e deixar que ela lave sua alma
Você pode sentir-se desconfortável entre tantos pingos d’água
Você pode detestar a chuva que encharca você e tudo o que você olha ao redor
Você pode fingir que não chove, enquanto a água escorre forte pelo seu corpo
Mas, repare
O céu permanece inabalável
E a chuva segue
Banhar na chuva
Talvez me falte um parafuso a menos ou me sobre chaves demais ...
Em demasia ,as vezes começo ri de mim mesma quando me supero,o que tanto me dá trabalho!
Dançando na chuva, abro minhas portas secretas da alma e com o ar de quem diz tudo "não digo nada" pois a maior certeza que trago comigo _ é que Deus está comigo e me mima ...só fui ali de saia rodada vermelha e florida ver o mar atrás do muro e quem me pegou de surpresa? Ela a chuva , como não sou de açúcar eu tomo banho da cabeça aos pés.
Não me apressem, pois a vida está aqui e agora.
Haverá desafios difíceis ,pedras no caminho, chuva, frio, calor, exaustão.
Nunca vi um vitorioso deitado em berço esplendido!
Em uma trilha até a chegada só vence quem caminha, levando consigo na mochila da vida, a fé a força e a coragem!
Marcilene Dumont
o bom de chorar na chuva,
é que as lágrimas se misturam
com as garoas e os olhos vermelhos
parecem de resfriado,
mas só o coração sabe,
onde foi o temporal!
Ouvir os sinais da chuva na varanda
Contemplar os raios e relâmpagos no horizonte das montanhas
Sentir o vento sacudir os meus cabelos
Sentir os pingos de chuva na minha pele
Ouvir os pingos de chuva na copa das árvores
O cheiro de água tocando a terra
É barulho de chuva
Ela veio
As folhas caem como no outono
Mas é inverno
Cheiro de terra molhada
Um cacto enorme observa tudo.
Farei descer a chuva a seu tempo, serão chuvas de bênçãos.” Ez 34.26.
Quem envia a chuva para a terra e espalha o verde sobre os campos é o Senhor; De modo semelhante, a graça é um dom de Deus, ela é também uma benção necessária. Semelhantemente assim como o solo sem a chuva nada prospera; até que Deus, o abundante criador de chuvas, age e nos envia a salvação.
As graças de Deus são tão grandiosas que Ele nos prometeu chuva delas, o autor do Hino referencia no “caput” desta MSN, fala com tanta convicção e isso deveria ser uma das bases de nossa fé. Pela graça sois salvo, já dizia Paulo aos Efésios “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;” Efésios 2:8. Pela graça fomos alcançados, pela eterna misericórdia e sem razão somos atingidos por bênçãos sem par.
Assim sendo como uma planta dependente das “chuvas de bênçãos”. Levante os olhos hoje, abra suas folhas e suas flores para uma chuva celestial.
CHUVA DE BÊNÇÃO
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No Nordeste o primeiro sinal de chuvas nos enche de perspectiva de dias melhores; e de fato para nossa região é uma benção. Quem pode dizer “farei descer chuva”, senão o Senhor? “Farei descer a chuva a seu tempo, serão chuvas de bênçãos.” Ezequiel 34.26
Neste versículo, temos uma bênção múltipla “Serão chuvas de bênçãos”. A palavra chuvas está no plural. Então podemos aditar de modo semelhante que a graça é um dom de Deus, tão igualmente necessária como a chuva para o solo. Assim como as plantas, necessitamos “chuvas de bênçãos” para sermos pessoas de oração, nos manter humildes, nos tornar zelosos, para nos preservar nesta vida e ao fim das contas, para nos levar ao céu.
Oportunamente, levante os olhos hoje e tal qual planta ressecada, abra seu coração e postule a Deus uma chuva de bênção em sua vida. “O Senhor te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo e para abençoar toda obra das tuas mãos…” Dt. 28.12ª AMÉM.
"Chuva Frontal
Inefávelmente derretido entre pensamentos sórdidos
Peço-lhe uma ultima benção
O ciclo está quase se completando
E sua missão se arrematando
Oh lactose monoidratada,
Celulose microcristalina,
Laurilsulfato de sódio
Minha querida Dopamina
Benzoato de potássio,
Dióxido de silício,
Estearato de magnésio
Meu querido sacrifício.
Não temos tempo!
O ciclo já está no final!
A chuva está cessando
O amor se torna fundamental,
O afogamento fora evitado
O pensamento, então inusitado, aflora
Despertando-se entre disparidades dualisticamente relativas
Pseudo singularidades herméticamente psicoativas.
E enfim,
A sincronicidade dialética e plena
Guia-me diante este dilema;
Obnubilado,
A Estética é racional
A Chávena, incondicional
Revelastes minha amada Jurema
Mostrando a cinética, o abismo
E toda sua beleza
Potencialmente estática
Tornando do estopim uma prática
E finalmente em excesso;
A ordem e o progresso são intermitentes
O caos e a plenitude são inerentes
E o dharma?
O dharma é (in)consequente!"
CALEI-ME NA ESPERA
Calei-me para que tua voz me ouvisse.
Sem saber se eras chuva se fazendo nuvem.
Fiz-me escutador do não proclamado,
Para sorver a sonoridade que te habita.
Almejei a resistência das pedras,
Para fazer-me mineral em tua estada.
Quis saber como crescias em mim,
Para ser-me tua raiz de espera.
Hoje choveu
Os pingos da chuva
No telhado lembraram-me
O quão gostoso
Era ti ter do meu lado
Pra aquecer o meu ser
Que pedia a tua presença
Eu entendia
O valor da sua companhia
Meu amado
Por que se foi
Eu te queria pra sempre
E você mim trocou
Enfim vou aprender
A mim amar em primeiro lugar
E não mais lembrar de você
E mim permitir ser desejada e amada
Por outro que aparecer no meu caminho
Por que a vida é pra frente que se caminha
Hoje acordei com o barulho
Da chuva
E percebi que ela me fazia
Lembrar
De quando andávamos
De mãos dadas
Sentindo a deliciosa água em
Nossas cabeças
E o friozinho de leve
Quando escorregava pelos
Nossos corpos
O sabor era magnífico
Apreciávamos o simples da vida
E vivíamos brincando
Como crianças
Meu amor
Viajou milhares de dias
Tomou sol
Tomou chuva
E continuou
A caminhada
Para encontrar
O Sentimento
Que fosse correspondido
Com o seu
E assim se vão os dias
Como um período de chuva
Como a luz do Sol
Como a primavera
Como os dias de ventania
Todos tem seu tempo
Para alguns curtos
Para outros não
Em alguns momentos belos como rosas
Em outros dolorosos como seus espinhos
Há tempo pra tudo
E tudo é efêmero
O que vemos é efêmero
Tudo passa
Tudo se vai
Do ontem só restam memórias
E nada mais
No amanhã esperança
E no hoje, só o hoje:
O simples presente
Mesmo que esse meu pensamento
Tenha sindo escrito no passado.
Fiquem atentos aos ciclos da vida!
A chuva regando a terra...
A semente fertilizado o chão
A colheita farta...
A mesa abundante de pão!
E a cesta transbordando...
Com o trabalho das mãos!
Eu sou como a chuva fina de verão.
Como as lagrimas incontidas de um amor.
A esperança no olhar de uma criança.
As doces lembranças de infância.
Como a melodia suave...Tom sobre tom.
Eu sou como o revoar das aves no inverno.
Como o frio em noites de solidão.
O ressoar de palavras.
A inquietude de pensamentos.
A gota de orvalho das manhas...
Eu sou,apenas sou,simplesmente sou.
Tenho pressa...
Em ver o sol se por
Olhar em teus olhos
Ver a chuva na varanda
Correr para os teu braços
Beijar-te com volúpia
Sentir o vento em meus cabelos
Olhar as ondas do mar
Acordar ao teu lado...
Sim Eu tenho pressa...
Em falar EU TE AMO
De valorizar os momentos
De ter você ao meu lado.
Era o Sol,a chuva
O dia e a noite
O inverno e primavera
Meus medos,vestidos
De coragem
Era a vida ou a morte?
Um sonho em pesadelo
A infelicidade buscando
Alegria em momentos
O frio.... O calor!
O tempo em passado,presente...
O futuro dos seus pretéritos
Meias verdades adoçadas de mentiras
Era simplesmente o amor.
Pedi ao vento que me
Trouxesse a chuva
Para suavemente banhar
O teu corpo em ternos beijos
Como gotas de orvalho
Na suave madrugada
Dos teus sonhos em rimas
A poesia sublime
A historia em versos
Do nosso eterno amor
Quero ser como a chuva que cai
Molhando teu corpo.
O assovio do vento na madrugada.
A lágrima tímida a beijar teus lábios.
A mais suave canção de amor
A embalar teu sono.
O teu sorriso mais espontâneo.
Teus segredos mais ocultos.
Teus “Ais” na arte de amar
O tremor do teu corpo a tocar minha pele
Tua partida, tua chegada.
Ser única, ser tua... Simplesmente
O teu amor.
