Poemas de Casa
A
Casa
Amiga.
Fruta madura,
Bebe sem assadura,
Doença que cura.
Abraço apertado,
Sorvete fiado,
Carro lavado.
< >.< >
Poder sonhar,
Se por a cantar,
Não ter medo de um dia acabar.
Sorriso de criança,
Guerra sem matança,
Noticia de esperança.
Salário com aumento,
Dia de pagamento,
Finados sem lamento.
Nuvens do meio dia,
Sorrisos de alegria,
O fim da agonia
Perfume de flor,
Dente sem dor,
E finalmente... Amor!
(AGORA EU VOU PARTIR)
Outra vêz eu chego em casa
e tão pouco pra dizer.
Depois de tudo que me arrasa,
lembro que amo você.
As palavras vem e cortam
o que está no coração.
Eu pensei que eu era tão forte,
na verdade;
eu não sou não!
Eu já cansei de brigar.
Isso é tão pouco pra mim.
Eu só queria te amar,
e tentar ser feliz.
A minha vida sempre foi à sua volta.
Fazer seu gosto sempre foi o que eu fiz.
Suas palavras é o que mais me revoltam.
Se me permite eu agora vou partir.(2X)
...melodia...(reinicia)
Aos Livros
Aos livros, leitores.
Aos homens, dignidade.
Aos sem teto, casa.
Aos deficientes, oportunidade.
Aos políticos, ética.
Aos culpados, perdão.
Aos pés, guia.
Aos cupidos, coração.
Aos nervos, camomila.
Aos negros, respeito.
Aos lábios, outros.
Aos homens, direitos.
Aos famintos, comida.
Aos sábios, voz.
Aos formados, empregos.
Aos rios, foz.
Às lágrimas, consolo.
Ás leis, cidadãos.
Às flores, água.
Às crianças, educação.
Às mulheres, vez.
Às carteiras, dinheiro.
Às correntes, chave.
Às navegantes, e-mail.
Ao amor, cúmplice.
Ao corpo, sentidos.
Ao samba Buarque.
Ao crime, foragidos.
Ao enfermo, saúde.
Ao desbotado, tinturaria.
Ao surf, onda.
Ao solitário, companhia.
À dúvida, resposta.
À juventude, maturidade.
À seca, chuva.
À cidade igualdade.
À conquista, mérito.
À escuridão, lampião.
À testemunha, segurança.
À pressa, imperfeição.
A MIM, O QUE FAZER
Quando criança, meu pai sempre repetia ao chegar em casa: quando ouvirem o "apito do trem"(Maria Fumaça), esperem quinze minutos e aí estarei adentrando a nossa casa.
Apite antes da curva, era a orientação que o maquinista do trem, recebera da rede ferroviária, para fazê-lo em determinada posição, antes da chegada à estação.
(NÃO)
Não sinto medo, não mereço sentir dor,não tenho culpa ainda sim sou sonhador,não tenho casa nem mesmo um lar,sim nessa vida só sei apenas sonhar,não tenho família ou alguém pra pensar.Não sinto fome,nem vontade de comer,não sinto frio,nem vontade de viver,não tenho honra, dela não sou merecedor,não conto vitorias,nem mesmo sei ser perdedor eu coleciono derrotas e tudo que o mundo rejeita,nascido na discussão,tomo remédios sem receita, não tenho nenhuma crença imbatível sei que não (sou)escravo do trabalho que um dia não me negou.
Não tenho inveja,nem ódio consigo ter,não sei se tenho vida,mais sei que um dia vou morrer,não tenho muitos amigos, sociável nunca serei,não sei fazer amizades,quase sempre não errei.
Não tenho medo do nada,nem pernas pra andar,não tenho tanta certeza como isso acabara,com o não do quase nada que um dia vai vier,Talvez nada te interessa,interesse abalado com o tal do tal estresse,Relaxa,(Não)...
Entre você e eu
Ficou quase tudo intocado
Mesmo que a nossa casa caia de repente
Você vai continuar aqui intacto
Na minha vida
na minha cabeça confusa
Quando eu virar adulta, a primeira coisa que vou fazer é sair de casa! Mas antes eu irei abraçar minha mãe e meu pai e dizer a eles o quanto eu os amo e com os olhos cheios de lágrima, pegarei minha ultima mala, entrarei em meu carro, e partirei para o lugar onde irei dar início a minha nova vida, junta daquele que irei amar!
As lembranças do tempo em que vivi com meus pais, irão permanecer em minha memória e em algumas fotos que tirei… mas o amor e a saudade do colo deles será eterna… afinal, eles me puseram no mundo, me criaram, me viram crescer, me deram tudo do bom e do melhor e o principal, me deram muito amor, e disso nunca esquecerei!
Mãe&Pai ,eu os amo mais que tudo e será eterno!
DESAFORTUNADO
Eu conheci a casa de um desafortunado
Nela vivi quase toda minha vida,
Apanhei gravetos para os invernados,
Puxei gavetas e guardei retratos,
Um arquivo morto de mim retirado.
Eu andei por dentro da casa cumeada
Tropecei pelos atalhos, cadafalsos
Troquei uma vida, que me dera, inventada
Por uma que eu vi de perto, andando enfalço.
Fui o primeiro desordeiro do motim.
Não tive nunca uma gota de raiva,
E foi assim, andando dentro e fora dos pântanos
Que hoje dou graças à sorte fora de mim.
A imaculada virgem, mãe da Conceição
O meu amparo, de quem mais eu vi nos olhos,
A minha amada, o tempo todo cortando a rota
Dos desamados, sempre me trouxe por sua mão.
Fiz pisoteio até o cultivo dos desgarrados,
E vi a festa da colheita das formigas,
E disso eu disse, com o coração e alma aflitos,
Não me descanso, mesmo quando estou sentado.
E da lavoura que os cupinzeiros demarcavam,
Umas espigas de milho bem debulhadas,
Pus o sabugo como mastro da bravata,
E lutei só, com Conceição, nela amparado.
Olha-me Deus, no que escrevi,
Eu relatei a minha vida e Vos traí,
Era um segredo até à outra por vir,
Até cansar, e cansado, aqui cair.
Olho pra minha história e me deparo com uma grande casa em construção, cujo maior arquiteto é o tempo!
Passeio nos corredores do meu passado, vejo quartos, salas, varandas, alguns perfeitos, feitos sob medida, janelas bem postas, paredes firmes e robustas, portas largas, um espaço agradável em minha memória, mas continuo em frente e não muito distante dos belos cômodos me vejo em outros que não posso definir o que são com paredes tortas, janelas postas onde deveriam estar as portas, alguns sem teto, outros nem mesmo saíram da planta, sem o mínimo de planejamento, muitos deles me causam medo e insegurança.
Continuo andando e passo aos salões do presente, o arquiteto sempre silente apenas revela ao meu coração através do seu trabalho que a obra não pode parar e que a forma com que as paredes são erguidas dependem da minha vontade, fico em dúvida, não sei se devo arriscar, ousar no projeto, não sei se o alicerce suportaria o peso das minhas emoções, por que, onde e como construir? O tempo não para, minhas respostas são necessárias mesmo que equivocadas!
Enfim subo as escadarias do futuro, vejo um terraço vazio esperando por mim, sobre ele não há muito que dizer, ainda não me decidi sobre o que construir, por hora somente planos chamados sonhos permeiam minha cabeça, anseios chamados emoções! Talvez minha única preocupação verdadeira, seja, se ao fim, tudo aquilo que construí em minha vida o tempo será capaz de derrubar, ou se tudo permanecerá para que um dia outros venham buscar seu refúgio e descanso para seus corações cansados.
CASA DA ÁRVORE DO CÉU
Mais uma noite
caindo do firmamento.
Enquanto o lado de cá do planeta
acende seus vaga-lumes eletrônicos,
eu aqui, grãozinho de areia de gente,
olhando pr’aquela estrela cadente,
pr’aquela outra estrela,
pr’aquelas centenas de estrelas da gente,
pro céu do Cruzeiro do Sul.
Aqui em baixo,
abaixo da eternidade,
com meu pensamento distante,
olhar pousado nalgum mundo irreal,
nalguma esperança prateada,
nalguma saudade dourada,
lembrando de outra cidade,
eqüidistante daqui,
nalguma cidade ideal.
Ah, saudade que
nem bem sei do que,
porque, de quem,
Alguém?
Quem?
Só sei que insisto
em dizer que existe
algum infinito consolo
por trás do horizonte triste,
além da cortina, do véu,
além das estrelas em fogaréu.
Há de existir
algum destino amoroso
naquele pontinho do breu,
naquela luzinha do céu.
Ah...! Inspiração, vem de cada lugar ne! de casa, da rua, no carro, ate mesmo de dentro de um ônibus...
Dormindo acordado , sonho com um anjo ao lado
Seu sussurrar lembra uma linda melodia
Enquanto o vento na janela batia em teu olhar o sol refletia
Cabelos aéreos dançando a mais doce sinfonia.
Na sua voz ainda tímida, não mais que a minha
Percebia o quanto era delicada essa menina
Seus sonhos? Seus medos?
Ainda nem seu nome eu sabia, mas contava com
A esperança de que lhe verei algum dia.
Me leve de volta para casa juro que não fugirei de você me abrace caminhei tantos caminhos maus juro não menti jamais acabei com a minha própria alma sabe por que voltei aqui neste lugar? Porque você se preocupa comigo me de asas e nem chegaria aos seus pés você e único como um próprio anjo de guarda por mim você chorou eu ignorava tudo voltei pra dizer o que você e para mim
Meu próprio amanhecer e simplesmente você
Meu único amigo você sempre esteve comigo
Meu ultimo suspiro você e tudo em mim
Minha paz encontra em você me ama do jeito que sou
Meu único caminho eu te amo
Minha grande luz e você
Fiz muitas coisas erradas e acabei te ferindo profundamente eu sinto muito
E o tempo passava enquanto você me esperava eu corria com medo e te ignorava
E pensava que aquilo não era real como um anjo pode ama alguém como a mim?
E quando cai a sua frente fechei olhos de vergonha você me abraçou a você e disse esta tudo bem,
Eles sempre disseram para você que eu não estava a sua altura eu sinto muito
Eles tentaram nos destruir de qualquer modo olhe as marcas que estão em mim fugi par a te deixar em paz, mas voltei porque não vivo sem voce.
Brasil 2º colocado em alcolismo( kkkk)
Dindão, os crentes de uma certa igreja, chegam em uma casa e tocam a campanhía. "dindão" Mais uma vez e nada de ninguém atender. Mais uma vez" dindão" e esperam. Surpresos, a porta se abre e vem atender um rapaz, com uma cara de sono, misturada com a de um embriagado(bêbado) que lhes perguntam. O que vocês querem, aqui em casa esse horário, meio dia? E os crentes respondem. Bom dia senhor, é que nós estamos fazendo visitas rotineiras, e aproveitando para convidar o senhor para nos fazer uma visita na igreja. Mas pelo visto....O senhor não está muito bem e parece que bebeu a noite inteira. Ah! o senhor sabia que o Brasil é o 2º colocado em alcoolismo? Perguntam os crentes ao bêbado. E o bêbado, respondeu: Sim eu sei, mas a culpa é de vocês, que não nos ajudam a beber, se vocês nos ajudassem, o Brasil seria o 1º. Mas senhor, falam os crentes. E o rapaz continua falando: Eu tenho que me virar, beber todos os dias e ainda bebo por vocês, para o Brasil pelo menos não perder essa colocação de 2º lugar. ( kkkkkkkkk ) Brasilllllllllllllllllllll
MINHA CASA
Quando percebi...
Minha casa estava fria,
As baratas tomavam conta de tudo
Mesmo quando tudo parecia limpo.
Os cômodos pareciam maiores, mais vagos, mais escuros.
A água do pote onde nadavam estrelinhas de vela apodreceu.
Então, o musgo tomou conta das estrelinhas.
O piso branco gelado registrava apenas as marcas dos meus passos.
A mudez do telefone mostrava a inutilidade do bina.
Quando percebi...
O pássaro parecia empalhado,
A cadelinha me causava impaciência,
As plantas haviam secado.
Os anjos queriam fugir das molduras
Como as fotografias que fugiram dos porta-retratos.
Os doces permaneciam nos potes,
Mas pareciam menos atrativos, menos coloridos, menos doces.
O relógio havia parado.
Quando percebi...
Minha casa estava morrendo
E eu não sabia o que fazer
Porque não sabia que casas também morrem.
Apática, apenas me limitei a buscar a causa mortis.
Talvez já soubesse...
Minha cama também sabia: sua ausência.
Um feto morto no útero
Pode matar a mãe.
Não sei si é a falta ou o excesso, só sei que está tudo muito chato, sem graça. A casa vazia, muitas vezes minha companhia. Mas Por um momento sinto tanta ausência que o silêncio ousa a me incomodar.
Saudades, desejos misturado com o que não sobrou daquilo que sentia. Eu já nem sei mais o que é meu, nem quando, nem onde. Um tremenda confusão de sentimentos. A mente por um instante pensativa por outro memórias esquecidas.
Momentos que quanto tempo faz, aparecem desvairados. Deixam na minha cabeça com um monte de vontades, de tristezas por não ter aproveitado aquele instante. Dúvidas. Aconteceria diferente se minha reação fosse outra? Não sei, talvez sim. Talvez não. Apenas aconteceria.
Acho que o fato é que eu ainda não consegui ser feliz de verdade. E estou cansada de adiar. Não por um querer meu, mas por falta de oportunidades. Aliás, é o que mais me falta: oportunidades.
Só queria que elas acontecessem. Se fosse boas ou ruins, não interessa. Queria apenas vivê-las. Me perderia, me procuraria, me acharia... E, quando necessário, enlouqueceria e deixaria rolar.
No momento o que me resta é uma memória que eu nem me lembro mais...
...nem me lembro mais.
Sertão bruto. Além correm as selvagens
Águas do Sucuriú. Eis a tapera:
A casa de Inocência! A Primavera
Cobre-a de agrestes silvas e pastagens
Não mais, cantos de graúnas entre as ramagens
Do laranjal em flor! Não mais, a austera
Figura de Pereira ali, à espera,
Nem do anão Tico trêfegas visagens!
Tudo deserto! Só, de quando em quando
Passa uma borboleta sertaneja,
Asas de azul e branco, ao sol ondeado...
É a grande borboleta de seu nome
O Papilio innocentia que inda beija
As saudades que o tempo não consome.
Amada dona de casa
A minha querida e amada dona de casa,
Que absorve a sua vida nas tarefas diárias.
Sei que é muito trabalho cuidar de tudo,
Pois manter a casa em ordem não é fácil.
A sociedade sabe reconhecer o seu esforço,
Que no seu charme também sabe ser mulher.
É mais amável e bonita do que toda criatura,
Na beleza do seu esforço sabe o que quer.
Apesar de não ser um trabalho charmoso,
Você é maravilhosa na complexidade dele.
Quando envolve o seu trabalho conosco,
Suas obrigações a torna uma mulher atraente.
Lição de casa
Como um guia natural,
Está em todos os cantos.
Sua missão é divinal,
Eu clamo aos governantes!
Seja Professor ou mestre
Não importa como os chamam.
No salário é que se investe,
Para se ter um futuro sem dano.
Crianças anseiam por melhoras,
Pois o seu futuro está logo ali.
Os pais pagam pelas vitórias,
Dos seus filhos por aqui!
A sociedade pede justiça,
Salário digno para a classe.
A educação é fundamental, ouça...
Oh, governo sem enlace!
CASA COM JANELA
Uma casa com janela que olhava...
Olhava e não via nada!
Nada através do muro de sua lateral
Então olhava para frente de sua rua
E para a parte de traz do seu quintal.
Uma casa com janela que abria...
Horas abria para o seu quintal e visualizava
toda aquela calmaria
Horas abria para a sua lateral...
Nada! Nada era normal
E quando abria para frente, sentia esperança
Viajava em sonhos e via muita gente desigual.
Uma casa velha, já toda broca...
Já não abria... Sonho não tinha
Também não tinha mais agonia
Às portas todas tortas regiam
E a esperança? A esperança tinia e...
Se perdia em seus sonhos...
Todavia, em pesadelos medonhos.
Uma casa com telhado queimado
Que rebatia a seca de um sol fustigado
... Fustigado que queimava que ardia
Rebatia a tormenta de granizo, que tremia
E as goteiras que caia toda fria.
Uma casa com quartos de sonhos...
Sonhos que sonhava ao dormir e cochilar
Sonhava ao pensar e a divagar
Uma casa que era a sua morada...
Seu tudo no mundo uma casa que:
A harmonia um dia reinava.
Antonio Montes
Fica aqui! Eu sei já esta tarde, mas não vai... liga pra sua casa,fala que você hoje vai ficar por aqui.Estou precisando de você aqui comigo,sentir seu cheiro,seu perfume,aquele que você sempre exala onde passa.Quero ficar aqui quietinho com você, ouvir seus planos exagerados, sorrir dos seus dramas, brincar com seu cabelo enquanto você me fala que do seu dia. Fica aqui me conta daquela viagem que você quer fazer, me conta, me conta, qualquer besteira, preciso te ouvir, fica aqui,só tua presença vai me deixar feliz, só olhando pros seus olhos vou encontrar sossego, só seu carinho vai me acalmar, fica aqui,deixa eu sentir sua respiração, esquece as horas, fica aqui,muda meus planos, muda minha vida,mas fica aqui..
25agosto 2016
