Poemas Corpo

Cerca de 15025 poemas Corpo

⁠Você tem uma maneira perfeita de me tocar.
De tocar meu corpo, de tocar minha alma.
Quando você me beija não quero que pare mais.
Quando começa a beijar todo meu corpo dizendo o quanto ama ele, e eu só consigo pensar no quanto amo você.
Na sua cama meu único desejo é que o tempo pare, pra mim aproveitar cada segundo.
Eu amo ser sua e sei que você ama ser meu.

⁠Te quero nos dias quentes;
Desejo-te em dias frios.

O sabor de seu beijo e;
O calor do seu corpo,
A mim, é um devaneio.
Mais que um Fascínio.

Em teu olhar
Me encanto,
De tanto que Admiro.

O seu falar
tem tanto o encanto,
que me toca em todos os sentidos.

Tens a Beleza dos Céus
Da Terra e do Mar.
É tão Maravilhosa que só quero a Amar.

⁠"Esse não saber...
A porta fechada...
O pijama morando no corpo...
A luz do futuro apagada...
Então a tristeza também é isso?"

⁠Um peso morto

O frio da madrugada gela meu corpo.
Inerte estou à beira do mar...
Minha mente a divagar...
Como um barquinho perdido no mar.

Abandonada emocionalmente
Tento colocar minhas coisas no lugar...
No meio de tanta bagunça louca... tenho a impressão de que vou ficar...
Do mar vem o conforto
Entro devagar... o corpo mais frio começa a ficar...

Boio nas águas salgadas...
Deixo as ondas me levar...
A boiar... a boiar...

O sol nasce no horizonte.
O calor de volta traz.
Volto pra areia silenciosamente...
Minha dor no fundo do mar...

Novo dia.
Esperança.
Alegrias?

Deixará meu caminho de ser torto?
Deixarei eu de ser pro mundo um peso morto?



Te mostrei o meu desejo,
Te mostrei o quanto meu corpo anseia pelo seu, e como minha alma está entregue a você.

Seu cheiro ainda está no meu rosto, no
meu corpo e no meu travesseiro.
A contentação por tão pouco só me mostra
O quanto estou fascinada por você.

⁠Eu sou indigena, indigena em contexto urbano.

Dentro do meu corpo território, também já houveram invasões.

Primeira invasão foi ao nascer nesse mundo e ser arrancada do pertencimento da minha cultura.

Segunda invasão foi na infância, saquearam minha inocência de achar que éramos todos iguais.

Em todos lugares, tentaram me marginalizar, escantear e dizer que eu era menos, apenas por ser na indígena.

A terceira invasão foi na adolescência, onde acharam que meu corpo tinha que ter dono, pois uma mulher indigena é considerada apenas objeto de dominação.

Cor do pecado, olhos que hipnotizam, exótica, selvagem, são palavras usadas pra normalizar a violência e o abuso sob nosso corpo território.

Dominaram e destroçaram meu espírito mais vezes do que eu saberia contar, mas eu nunca abaixei minha cabeça, ando com nariz empinado em qualquer lugar que eu passo porque apesar de me tratarem como invasora da minha própria terra, eu resisto e insisto em mostrar que estaremos aqui.

Sempre estaremos aqui, na nossa terra, com nossos ancestrais nos levantando em cada caída rumo a nossa re(tomada). ✊🏽

Minha alma te chama...
Meu corpo por ti clama
Meu ❤️ tão bobo arde e inflama.
Na solidão da noite no vazio frio da nossa ex-Cama.

O beijo das estrelas

O teu corpo de terra e água
Onde a quilhado do meu barco
Onde a relha arado
Abrem rotas e caminho

Teu ventre de seivas brancas
Tuas rosas paralelas
Tuas colunas teu centro
Teu fogo de verde pinho

Tua boca verdadeira
Teu destino minha alma
Meu mundo tolo
Teus olhos de mel e vinho

Bem que o mundo não seria
Se nosso amor lhe faltasse
Mas as manhãs que não temos
São nossos lençóis de linho
Que vem o beijo das estrelas.

Paz pra alma, paz pro corpo,
paz pro espírito.
Paz pra quem vai, pra quem chega... pra quem fica...
Paz pra quem volta.
Paz nas decisões, nas comunhões, nos corações.
Paz em todos os acontecimentos.
Paz nos dias, nas horas...
Paz em todos os momentos.

Pior do que estar sozinho(a), é viver com a solidão, não a do corpo, mas a
solidão da alma.




Autor: Cássio Charles Gomes

SONO, TRISTEZA E POESIA


O corpo cede, mas há lembrança,
de cada riso, de cada dança,
e o coração, ainda que cansa…
agradece.


A noite cobre de sombra e véu,
mas há estrelas no mesmo céu,
e cada dor, por mais cruel…
ensina.


No breu que insiste, surge um clarão,
a alma entende a própria canção,
e a vida, em breve, num sopro então…
renasce.

Para curar as enfermidades do corpo, começa por curar teu espírito pelo poder da fé Naquele que Tudo pode fazer: o Deus que cura, transforma e renova. Ele é o Médico Eterno da tua alma e da tua vida.


Dilson Kutscher

Como uma sombra você surge em minha frente e meu corpo começa a tremer, seu olhar devasta cada centímetro meu, meus olhos queimam como brasa viva,minhas veias pulsam pura adrenalina e paixão. O caos se instala como fogo na pólvora, o ar já não existe,e o que antes era calmaria se transforma em tempestade viva e destruidora.


Minha boca clama por seus lábios, minha pele arde de desejo e nada,nada mais faz sentido.As palavras já não saem, já perco o raciocínio.
Você é voracidade, fome e tesão,você é a sede,e eu a gota de orvalho, o veneno e eu antídoto, o fio que arrebenta toda esperança, o apagão na minha claridade.


Você é o que eu nunca senti,o que eu nunca desejei,o que eu nunca queria encontrar.
E mesmo assim meu maior prazer, seria ter você incendiando meu mundo,devastando meu ser e inundando minha mente e meu corpo,me deixando em êxtase.

Quando o corpo grita, até os guerreiros mais corajosos precisam aprender a lutar de joelhos.


Trecho do livro Lá em casa – uma contemplação da família perfeita SQN

DISTONIA E O AMOR



A distonia limitou o meu corpo

Porém, não limitou o meu amor

Que continua crescendo

Mesmo com tanta dor

O luto é um território onde o tempo anda diferente. Não é atraso, nem falha — é o corpo e a alma tentando compreender a ausência que não cabe em palavras. O luto não é um túnel escuro, como tantos dizem; é uma travessia, sim, mas uma travessia feita de noites e amanheceres entrelaçados, onde dor e amor caminham de mãos dadas.

Perder alguém é sentir o mundo deslocar-se um pouco para o lado, como se tudo estivesse igual, mas profundamente alterado. E, ainda assim, dentro dessa ferida aberta, existe um brilho silencioso: é o amor que permanece. O luto nada mais é do que o eco desse amor, tentando encontrar um novo lugar para morar dentro de nós.

A verdade é que não “superamos” o luto — nós o integramos. Aprendemos a carregar a ausência com mais leveza. Aprendemos que lembrar não é sofrer, mas honrar; que chorar não é fraqueza, mas prova da presença que existiu e transformou quem somos. Com o tempo, a dor muda de textura: deixa de ser um corte bruto e se torna cicatriz sensível, que dói quando tocamos, mas também nos recorda de que vivemos algo real, grande, importante.

Brilhar no luto não significa esconder a dor, mas permitir que ela se transforme. É deixar que o amor que ficou ilumine as partes escuras. É reconhecer que, embora alguém tenha partido, aquilo que essa pessoa despertou em nós — ternura, coragem, riso, memória — permanece vivo.

No fim, o luto é uma prova silenciosa de que tivemos a sorte de amar alguém a ponto de sua ausência mudar nosso mundo. E, pouco a pouco, aprendemos que seguir em frente não é deixar para trás, mas caminhar levando junto — de outro jeito, em outro ritmo, mas com o mesmo amor.

Eu sei a dor que insiste em se espalhar pelo corpo cansado, há uma chama que não se apaga: a esperança. Cada lágrima que cai carrega consigo a força de quem resiste, de quem não se entrega ao peso da derrota. O sofrimento pode tentar nos dobrar, mas não consegue arrancar a coragem que pulsa dentro de nós.


Amanhã pode trazer a cura, pode trazer o alívio, pode trazer o renascimento. E mesmo que o hoje seja árduo, é nele que se constrói a vitória do amanhã. Dias melhores virão, não como promessa vazia, mas como certeza de quem luta, de quem acredita, de quem se recusa a desistir.


O corpo pode fraquejar, mas o espírito é indestrutível. A dor é passageira, mas a superação é eterna.

Apesar da dor se espalhar pelo corpo fraco e cansado,
apesar do peso que insiste em esmagar a alma,
há sempre um fôlego guardado no fundo do peito,
uma chama pequena que não aceita morrer.


Amanhã pode nascer diferente.
Amanhã é terra fértil onde a cura pode brotar,
onde o sofrimento encontra limite
e a força renasce das próprias cinzas.


Dias melhores virão — não por acaso,
mas porque você continua, mesmo ferido,
porque sua coragem não pediu licença,
porque seu espírito é maior que qualquer queda.


A dor passa.
A esperança não.
E quem resiste hoje, renasce amanhã...

Ela olha outra agora,
e eu finjo que não desmorono.
digo que esqueci, mas meu corpo ainda lembra
o cheiro, o riso, o espaço que ficou frio.

Tá tudo bem sentir medo.
Ele aparece quando a alma percebe que algo precisa mudar,
mas o corpo ainda não sabe como seguir. O medo não é INIMIGO, é o teu aviso de que algo importa demais pra ser ignorado.