Poemas Campos
Sobre os campos de lírios frescos e Flores a luz da lua cobre
Amanhecida de orvalho e de essência duradoura
Teus são assim os olhos iluminados como pelos raios solares que se choca com o orvalho como gotas pérolas líquidas
Cheios de calma Sapiência...a vida vai se caminhando lentamente que tão neutra que não se sente
E quando a olly desperta o vulcão reacende desperta a frenesia
seus olhos visitam as flores tão soltos e singelos vê-los mais felizes a cada flor
E de no bojo das Manhãs largados no sereno banhada as flores e a vida passa em gotas
Meus anseios de ser seu dono cada dia aumenta
Olhando os amplos céus da imensidade a aseidade da saudade que você ainda não compreende....
Coração-mar além-Saudade o bosque abre a luz e salva a pétala que escorrega das rosas solitárias
entre as flores mais tristes... mais completas o amor vai recobrindo o livro branco que nossa vida ainda estar no inicio
Abrindo a porta para os desenlaces da luz
Há poemas de poemas, e um Soneto, largo minha alma depositada em uma urna e doada a ti e você não compreende
As palavras com nova carne e sangue dilatam
Sonho que façam o universo recuperar o sopro da vida em ti
O livro branco se criando colocam traços bem pespontados e as letras luam entre corpos celestes e nas estrelas somos escritos na eternidade
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Exuberância de Simonetta Vespucci
Que beleza exuberante
em meus campos organolépticos
e que face deslumbrante
Só quem não vê são os cépticos.
Que ofuscante olhar
oblíquo e exorbitante
que sorriso almejável
e que cabelo mais brilhante.
Com toda a sua beleza
seu cheiro me lembra flores
como o nascimento de Vênus
a Deusa de todos os amores.
Você é tão estonteante
que Simonetta Vespucci
não pode ser ser comparada a tamanha grandeza
de forma tão deslumbrante
eu diria até que você que você é da realeza.
Com olhos de Monalisa
Cabelos de Sansão
e corpo de Vênus
Você foi uma das estatuetas mais belas
que o olímpo pôde desenhar.
Querida amiga Daiana ;
Nos campos do amor, Daiana reluz,
Mãe dedicada, firme e virtuosa.
Na jornada da vida, ela conduz,
Com bravura e graça, grandiosa.
Deu à luz ao Jean
Pequeno outrora, hoje, homem formado.
Seus passos trilharam caminhos de fé,
Com força e coragem, ele tem brilhado.
Daiana, mãe guerreira, orgulhosa estás,
De ver teu filho crescer e se realizar.
Seu coração, agora, transborda em paz,
Por ver o Jean, nosso filho, enfim um homem.
Que os ventos da vida soprem a seu favor,
Que cada conquista seja motivo de amor.
Que o Jean siga em frente, com garra e vigor,
Levando consigo o aprendizado e o ardor.
Jean,
O mundo é teu para desbravar e florir,
Com a bênção de Deus a te conduzir.
Sobre a luz de sua mãe
Mulher de força, de coração nobre,
Seu amor é um mar a navegar.
Guerreira que enfrenta os desafios,
Com determinação e fé no peito.
Seu sorriso é um sol em nossos dias,
Sua presença é um conforto perfeito.
Obrigado, Daiana, por seres quem és,
Por seres mãe exemplar e amiga leal.
Teus caminhos sejam sempre de luz,
Que a felicidade seja teu sinal.
Que o amor que emanas retorne a ti,
Em dobro, em ternura, em gratidão.
Por seres a luz que guia nosso caminho,
Te honramos com esta humilde canção.
Meu coração é sistema excretor de versos
Que nos campos de lírios diversos
Esvaece sem sentir dor.
Meu coração é herança da criança
que dança no adro da esperança
da traça, da trança.
Meu coração é de pedra
Até o abstrato engendra
Na fonte que bate ao morrer.
Meu coração é uma obra prima
Que de tanto carecer de rima
Por muito tempo deixou de bater.
Meu coração é parnasiano
Quase que de ano em ano
Deságua na fonte de quem o amou
Se dele por hora me afasto morro
Assim como em morro morre o asfalto
Morro doce ao viver.
À Fausto.
Aleksandro Silva
'FOLHAS'
As folhas estão em coma,
despencaram-se aos campos como tantas outras.
Acinzentadas ao sol,
chuvas...
Elas sempre caem ao chão,
subterfugias.
Evasivas,
levadas aos ventos...
Vislumbrou estrelas,
galáxias.
Suaves discursos,
faróis desconhecidos...
Porém,
sucumbiu-se em mágoas,
esmagadas ao chão,
destino decesso...
Era suave como a flor,
outono.
Hoje é incinerada,
triste,
sopeada.
Folha sem vida...
Estação das flores.
_Nos vincos do tempo se alastra nos campos, nos cantos, em passos de dança.
Colorida se apresenta a prima-vera.
CAMPOS DE MINH´ALMA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Nunca fui um guerreiro; prezo a paz,
mas ainda estou vivo; ainda sonho;
realizo ilusões de mundo e vida
e me ponho a caminho do amanhã...
Não supero inimigos nem os tenho,
porque vale o que sinto, e sou assim,
há um sim entre os campos de minh´alma,
que não são de batalhas e torneios...
Tenho mãos desarmadas, peço e dou,
jamais tive ou causei qualquer despeito,
sou afeito às conquistas em comum...
Não me aprazem troféus, medalhas, faixas,
caixa, rótulo, título, renome
ou pronome de fino tratamento...
Deixe-me espalhar nos campos,
O doce perfume das flores que recebi,
Assim como o mundo precisa de amor, nós precisamos de sonhos...
Ide e espalhai nos campos,
O doce perfume das flores que te dei,
Assim como o mundo precisa de amor, nós precisamos de luz para viver..
A primavera floresce, suave, P or entre os campos a vibrar. R enasce a vida, tão amável, I lumina o céu e o mar.
M arca o tempo de alegria, A lma que se abre à canção. V em a luz que contagia, E spargindo a emoção.
R eveste o coração de cores, A nos em harmonia plena.
N asce o amor, em resplendores, A noitece a dor pequena.
E ncontro o calor do dia, S entindo o sopro da brisa. T odo riso contagia, A manhã clara, a vida avisa.
C ora o mundo com beleza, A s flores dançam em festa. O uto paisagem, leveza, N a estação que manifesta.
D issolvendo as sombras frias, A brindo janelas da alma.
A vida sorri em alforria, L eveza que enfim se espalha. M ergulhando em poesia, A primavera nos embala.
Portugal, Portugal
um beleza sem igual
Eu vós tinha dito a respeito dos campos e das flores,
do pão, do queijo e do vinho,
do frio gostoso de abril e desse
povo tão acolhedor que nós aquece a alma
Portugal, Portugal
em todo canto um encanto natural
Tu és saudade e felicidade
na hora da despedida
E que em campos se lavra a beleza das rosas, utilizando o coração para enxergar solenemente as certezas do que vê verdadeiramente;
Preciso que me reja com os seus princípios seguros e me faça acreditar que se trata de uma rosa de Jericó;
Entre o jardim de Adônis concilio nossas diversidades para entender a beleza interior que grita em encontrar o aconchego de seus braços;
Cânticos matinais à luz do campanário
Novos campos viçosos e orvalhados
Acalanto de minha alegria plena
Poemas, poesias e orquidários
Risos no infinitivo
Namorado definitivo...
Tudo muito preciso.
Pessoa (geminiano)
Muito sutil foi Álvaro de Campos
No Poema em Linha Reta
Peço desculpas ao honrado poeta
Pelo seu canto enigmático e cheio de destreza.
Caro poeta...
Todos os seres levam porradas e são traídos
Dói o bastante, portanto, escusa serem declarados,
Não necessitavam a mim, serem elucidados
Nos seus atos violentos de sensações subjetivas,
Seu prazer, ódio, raiva, rancor, ressentimento, mágoa, revolta, tristeza, angústia, dor, solidão e alegria...
Prezado poeta...
Como poderia conquistá-lo?
Seria afiançando a minha baixeza?
Não poeta...
Não foi por essa causa que esteve por tanto tempo ao meu lado.
A semideusa foi o seu encanto.
Essa geminiana que em cada ombro
Carrega de um lado um deus e no outro
o diabo.
Poeta...
Reconhecer as falácias é por vezes difícil,
O seu sofisma foi o de estar calado.
E qual foi o seu desencanto?
Saber dos meus pecados, escondendo os seus enganos
Sim, pois foi o que procurou
Por não entender o quanto é amado.
Meu digníssimo poeta...
Não foi capaz de escutar e entender a voz humana
A bipolaridade geminiana.
Sim, poeta...
Somos todos, todos
Infâmias, covardias, porcos, submissos, grotescos, arrogantes
Ridículos e, portanto, enxovalhados
Somos príncipes e princesas...
Portanto, poeta
Tornamo-nos literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Partir
Quando parto para uma longa viagem
Não reparo mais nas estradas, às belezas dos campos
que ao lado correm e se distanciam
Nem presto atenção nas conversas durante o trajeto
não me lembrarei das palavras ditas
Quando parto
Parto consciente como quem sabe ir
Não importando lembranças e histórias dos anos vividos
Muito menos os beijos e fotografias da despedida
Não olho para trás quando me encontro no corredor de embarque
Tudo se torna passado no presente da partida
Eu que parto, vou, não fico
Quando parto
Poderá ser para voltar, o que seria uma nova partida
Se volto, sei, não vou encontrar o mesmo lugar
do dia da partida
Eu, que parto
Sei ir e sei voltar
É me conhecer e reconhecer
As mudanças que acontecem depois da partida
É o novo em causa
As diferenças nas estradas, os campos passaram a ter casas
Os amigos não mais encontrarei
Os seus corpos e faces se transformaram
Suas filosofias de vida estão apoiadas em novas bases
Eu, que sempre parto
Parto com sabedoria, sabendo que nunca voltarei ao passado
Portanto, nunca olharei para trás na partida
Partir é reconhecer a eterna despedida.
Vieste de terras dos verdes campos!
Das terras onde se entoa, uma canção.
A música nos deste, ao coração.
Teus actos são tão lindos.
Tu cantora de poemas lindos...
De alma grande e pacífica.
O conhecimento do bem nos faz ricos,
Teu bem, connosco sempre fica.
Trazes contigo a força dos campos
Até que em nós pões encantos tantos.
Sim, tu filha das águas do rio lindo.
Nestas terras, dá-nos esse teu pão.
Partilha connosco, a tua canção...
Para que nosso ser fique sorrindo!!!
Dedicado
A Helena Guerreiro
Da Unidade de Longa Duração e Manutenção de Albufeira
E vi tulipas e cravos brancos.
E vi melros, nos laranjais...
Em verdes campos!...
E o rouxinol da menina e moça, já não cai.
A dama do tempo antigo,
Não mais sofre, de sofrimento.
E a «Menina e Moça», canta alegremente...
E Bimmarder, diz a Avalor: Deus é contigo.
No ribeiro, não há mais morte.
E Camões, sofrimento, não tem, nem pouca sorte.
Gil Vicente, não mais murmurará.
Dom Sebastião, de Alcácer, voltará.
E em cavalo, branco, virá...
E em Apocalipse, com o cordeiro, reinará!...
Pastor
O Senhor é o meu pastor, nada me faltará!
Deitar-me faz em campos de verdes pastos.
A águas, tranquilas mansamente me guiará.
À minha alma dá todos os seus refrigérios.
Pelas veredas da justiça me guia sempre!
Por amor do seu grande nome eterno.
Ainda que eu andasse, em grande tormento,
no vale da sombra da morte e do inferno....
Eu não teria mesmo medo algum, de todo.
Porque tu estás comigo eternamente.
A tua consolação vem da tua vara e do teu cajado.
Diante de meus inimigos, me alimentas,
e me unges com o teu espírito, docemente.
No amor, bondade, tu para sempre me sustentas!
Nos campos belos
Existem flores
Jasmim
Orquídeas
E rosas
Assim também
Na vida
Existiu e
Existem mulheres
Belas e resistentes
Como
Marielle
Anielle
E outras pelo mundo
A fora
Que a luta
Nos campos
Da vida
Não se esqueçam
Dos perfumes das flores
Que as mulheres
Sejam lembradas
Por exalar
A competência
A liderança
O protagonismo
Fazendo se presente
Em todos os lugares
Do mundo
Que o mês de março seja
Sempre lembrado como
Movimento
Das vozes das mulheres
Lutadoras
Que lutaram intensamente
Pelos seus direitos
E assim mostraram a
Luta contra a violência
A luta pela Igualdade
Em todos os seus aspectos
Manifestando também
A sua repudia
Contra todo um sistema
Hipócrita e desigual
E que colocar a mulher como inferior
Tão puro como a água da chuva em dias de verão sobre os campos verdes de morango e ananases gigantes e pesadas.
Atraentes petalas rosadas e perfumadas com cheiros penetrantes que nos desarmam em meio da multidão de homens crueis e insensíveis à nossa energia.
Adolescentes e ingênuos permanentes procurando bocas e calores dos abraços onde me refugiarei eternamente em seu colo.
"Sim, *Éramos Sete"*
Em uma pequena cidade rodeada por vastos campos e rios sinuosos, uma família numerosa vivia cheia de amor e aventuras. Os pais, figuras centrais dessa história, eram conhecidos por sua bondade e sabedoria. Eles tinham sete filhos, cada um com sua personalidade única e cheia de vida.
A história começa com o encontro dos pais em um rodeio, onde a mãe era a rainha da festa e o pai um vaqueiro corajoso. O amor floresceu rapidamente, e logo eles se casaram e começaram a construir uma vida juntos.
A família vivia em uma casa grande, com um quintal cheio de árvores frutíferas e um jardim colorido. Os filhos passavam os dias brincando, explorando e aprendendo com os pais. No entanto, a vida não foi sempre fácil. Quando a mãe faleceu em um parto, o pai ficou desolado e não sabia como cuidar dos filhos sozinho.
Com a ajuda da avó, os filhos foram distribuídos entre parentes e amigos da família. A protagonista, uma menina de 3 anos, foi adotada por uma tia-avó no Rio de Janeiro. Embora a tia-avó tenha feito o melhor que pôde, a menina sentia falta da família e lutava para se adaptar ao novo ambiente.
À medida que crescia, a menina descobriu sua paixão pela arte e com 14 anos, ela retornou para a casa da avó, onde se reuniu com os irmãos.
Juntos, eles enfrentaram desafios e superaram obstáculos. A avó, que inicialmente parecia severa, revelou-se uma figura firme na educação das crianças e sábia. Os irmãos aprenderam a se apoiar mutuamente e a superar as dificuldades.
A história de "Sim, *Éramos Sete"* é uma jornada de amor, perda e resiliência. É um testemunho da força da família e da importância de se apoiar mutuamente nos momentos difíceis. No final, a primogenita dos irmãos morre e os outros irmãos se reencontram... agora todos já têm seus filhos e muitos sobrinhos e netos hoje estão reconstruindo uma nova vida juntos, cheia de aconselhamentos esperança e amor.
