Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Neide!
Eternamente (Ode to Joy)
Vou te querer
Eternamente
Vou te amar
Tão docemente
Prá sempre te
Amarei
Prá sempre
Te amareeeeeiii
E quando for
Te receber
No altar do amor
Vou te amar
Tão docemente
Tão ternamente
Vou te querer
Eternamente
Vou te amar
Tão docemente
Por toda minha
Vidaaaaa
Vou te seguir
Tão docemente
Por toda minha vida
Eternamente...
PESSOAS SEM FUTURO E SEM MORAL, ARMAM SEUS ESQUEMAS ILUSÓRIOS,
ONDE A FÉ VIRA PRODUTO DE CONSUMO PARA UM BANDO DE TOLOS,
QUE COMPRAM AQUILO QUE NÃO SE VENDE, ACREDITANDO NUM MUNDO ANUNCIADO,
MAS QUE NINGUÉM AO TERCEIRO DIA RESSUCITOU, TRAZENDO DE LÁ UM CARTÃO
DE BOAS VINDAS. (Poeta Almany - 17/12/2011)
Mote: "No fim da minha existência"
Ó mundo de ilusão
O qual não posso mais ver
Devido a escuridão
Que pairou no meu viver
Minhas noites são eternas
Escuras como cavernas
Da mais terrivel aparência
Meus olhos se opacseram
O brilho imenso se perderam
No fim da minha existencia
Quando deus reto juiz
Chamar-me a eternidade
Atenderei bem feliz
A ordem da divindade
A vida é um episodio
Que deve se dar sem ódio
sem duvida e sem mau carencia
Quando eu estiver na cova
A cruz servira de prova
Do fim da minha existência.
A Suavidade de sua vida
Sua vida de minha vida hoje é dona
Sua vida de suavidade é repleta
Sua vida de amores hoje me chama
Sua vida de solidão é deserta
Sua vida de paixões hoje me declarou...
Que sou coberto por suavidade de carinhos,
que sou cativo de seu amor!
Suavidade em palavras que sua vida de afeto me acrescentou...
Sua vida de palavras me disse que seu amor me abraçou!
As coisas são mais belas quando escritas.
O que seria das grandes ideias se não fosse o mundo mágico das letras?
São só culpados
Para os alheios os poetas não são nada.
São só culpados, não entendidos e mal interpretados!
O que faço
Se te faço descaso, me perdoe, é medo de ser muito protetor.
Se te protejo de mais, me perdoe, é medo de que algo te faça mal!
Se me permaneço distante às vezes,
É pela boba mania de querer ouvir de você que estás com saudades minhas!
Então vejo que me queres perto o suficiente para que eu não mais permaneça distante.
Então vejo que isso só te machuca e me machuca!
Você é o meu escrever
Vou tentar guardar algumas palavras para depois escrever algo que não seja por você!
A quem estou enganando?
Você é o meu escrever.
Descumprir como interpretar as
Mulheres e uma matemática muito
Simples descubra a fórmula de seu
Perfume favorito a sua cor e a rosa
Que mais gosta.
Em seu perfume esta seus mistérios
Revelados é só descobrir a fórmula
Que vai lá esta sua essência.
Na sua cor o seu gênero, determinação
coragem e como ver o mundo através
De seus olhos.
Ah a flor !
Seu jeito de amor e como colhem
Seus carinho e cativa a pessoa
Amada e principalmente como
Que ser cuidada.
Oxe, cabra da peste, cão, cota serena,
No me aveche não que sou assim
Mermo leão do Norte que mato a desnutrição,
derrubou boi no nurro,
Não mexe comigo que sou uma nação,
Não um note de cabra imigrante,
Desbravadores que leva no repelente
As goisas da nossa gente.
Pois onde têm gente uma artimanha
Da gente esta presente!
Rainha Do Mar
Para a sereia no mar ofereço flores,
Só para poder venerar seu canto
nas encostas do mar, onde e possível se encantar.
Elevo as estrelas que estão aos
seus pés para trilhar o caminho de
te encontra, iluminar trilhas na área para que de longe possa enxergar
O brilho que existe em seu olhar.
Posso até cantar tentar lhe declarar
quanto devo a tua existência, por iluminar as noites sem luar.
Nas noites que a lua brilha para a
Sereia me perco a venerar o encanto
Que exalta do mar.
Recife quente
meninos se jogando
as margens do que
sobrevive do Capibaribe,
guereiros dos assaltos
sonhos de papel dissolvidos
nas lagoas do sangue.
Chuva de lágrimas
esfriam os corações
após o pôr do sol
Recife esfria os corações
meninos sujos enfeitam
os principais cartões postais.
Sinto o frio daqueles que não tem cobertores,
A fome que castiga os menos afortunados,
A angústia da lei decorativa e impedida
de fazer seu dever mesmo se abrir os olhos,
As contrações das mães que perde seus filhos
para a pedra da falsa libertação.
A espera dos que já cansaram de esperar pelo
novo que só ficou na promessa,
As loucuras dos profetas que clamam
tanto por um mundo de paz.
A dor dessa terra que só é explorada
A resistência das tribos indígenas
que só quer o que já é deles por direito.
SONATA DE OUTONO
Versos de folhas caídas
Circuito de vida, na vida
Folhas mortas, já vencidas
Num balé de vinda e ida
Vão ao chão, são paridas
Trilha de ilusão descida
Na melancolia, ouvidas
Numa inevitável corrida
Do fado, no seu instante
Duma outrora agonizante
Em apelos da mocidade
De tão veloz, e vai avante
No seu horizonte gigante
Os outonos e a saudade...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2018, 13 de março
Cerrado goiano
VERSOS DE CETIM
Talvez por seres, para mim, a paixão
uma ternura mor, então, sê bem vinda
ó emoção! És mais do que sensação
és carinho, o sentido, abrigo, e ainda,
trazes o cheiro envolto em recordação
sobre como é bom conter, a tão linda
poética, acolhida na sonora entoação
que sente n’alma, e no agrado brinda
Conduzes o soneto, em um cântico
a eterna afeição, o sentimento hurra
invade, e que na poesia, assim, tece
cada cuidado, cada afinidade, enfim,
nos braços do amor o amor sussurra
e o coração rimando versos de cetim.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
24 junho 2024, 20’58” – Araguari, MG
ROGAÇÃO
Quando, como uma explosão, fulgura
no soneto o esplendor de uma paixão
arqueja no verso o desejo e a emoção
numa poética suspirosa e com ternura
quando, sair desta sedosa sensação
na inspiração não terás mais ventura
a poesia se entregará a total loucura
duma saudade, do aperto, da solidão
e a ardência do doce beijo, emudece
o coração em prece, suspira e chora
naquela entoação chorosa, tão doída
delira um silêncio, e a dor se oferece
sentimental o amor na prosa implora
o versar amante, outra vez na medida!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
25 junho 2024, 17’11” – Araguari, MG
É perigoso escrever
É perigoso escrever
Pois posso dizer ao mundo
O que sinto por você.
É perigoso escrever
São muitos sentimentos escritos
Que o mundo jamais iria entender.
É perigoso escrever
Minhas lágrimas mancharam a folha
E eu jamais iria esquecer.
É perigoso escrever
Pois as vezes não sei expressar
O que meu coração tem a dizer.
É perigoso escrever
Pois tudo o que escrevo
Muitas vezes seus olhos não conseguem ver.
Alexandre C.
Poeta de Libra
