Poema Terra
Dias em doses pequenas
A terra tão vermelha
Carreguei no amarelo do vento
Cantos, junto, posto,
Em cama, nas ramas
Uma centelha de tempo perdida
Um cemitério de intenções
A salvo, no alto
A imagem perfeita
Reina absoluta
Como se não fosse treva, imunda
Querer-te aos passos
No azul dos ideais
o infinito turbilhão de porcelana
a calma trincando ruídos
em sons esvoaçantes
viva!!
viva com alegria
como se fosse seu ultimo dia na terra
viva!!
viva com paixão
viva com amor
viva com sabedoria
viva!!
viva cada segundo
viva cada momento
viva cada historia
como se fosse um conto de fadas
viva!!
não deixe ninguem pegar a caneta e escrever sua historia
seja seu proprio protagonista
viva!!
Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Mateus 5.13
Essa palavra é muito dura!
A palavra insípido significa:
1. Que não tem sabor, gosto.
Na vida espiritual, enquanto a pessoa tem algum sabor, gosto, por menor que seja, ela ainda não é insípida.
Isso explica a possibilidade do resgate da alma, porque a pessoa quer voltar por ter algum gosto, sabor, pelas coisas de Deus, mas não tem força. Por isso, ela precisa de ajuda, de uma mão estendida para resgatá-la.
Mas, infelizmente, não é assim com todos.
Com certeza, muitos servos de Deus, quando vão ao resgate dos perdidos, encontram aqueles que são insípidos, que não querem nada, não tem nenhuma saudade do tempo da fé, não tem gosto nem sabor.
Misericórdia!
Como eu gostaria de seguir por esse caminho longo,
tentar desaparecer da terra, fechar meus olhos e dizer____
…que tudo não passou de um sonho ruim.
Mas a realidade é severa.
Machuca né?
20/06/2018____________________01h18
Dinheiro não traz felicidade!!!
Fala isso pra morador de rua...
fala isso pra um sem terra...
fala isso pra um pai que tem 5 filhos e não tem um emprego...
fala isso pra uma pessoa que não tem o pão de cada dia....
fala isso pra uma pessoa que tá com aluguem atrasado, e tá pra ser despejada...
DINHEIRO não traz felicidade, mas é um bom começo!
MONÓLOGO
Para onde vão os meus lamentos
se já não mais me escutam?
Que terra vã e sem sentimentos
de ilusão. Pra onde iriam?
Aí, tudo está tão cego, esquecido!
Me perdi nas teias do mundo
quando no mundo tentei o infinito
e o infinito era só um segundo...
Para onde vão as minhas palavras
se versadas pra vida e não pra morte.
Quem ou alguém me escutavas?
Acho que nada, nem a sorte!
Então, o que pode, quem me acode?
Se nem de porre há resposta
ou tão pouco o fado é custode...
Pois, a alma na dor está exposta!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
Eu pedi ao meu Pai do Céu
Para vir à Terra nos abençoar
Pelos amigos, família e minha mãe
Santa Bendição para nos confortar
Vós cuide dos sofredores
Das pessoas necessitadas
Perdoai também os pecadores
E todas as crianças assustadas
Para lidar com esses problemas
Peço a Vós coragem e saber
Paciência e humildade para suportar
Sabedoria para poder compreender
Contigo quero sempre estar
Para contigo receber a Luz
Para sempre devo amar
Para sempre, amém, Jesus!
AMARGAS LEMBRANÇAS
A terra do meu coração tão ressequida
Que meus olhos tentam umedecer,
Lacrimejam saudades de suas lembranças
Assombrosamente doloridas até adoecer...
Com alma entristecida...
Parece que sua presença eterniza
Dores que de amor me sucumbe em vastidão
Dilacerada dor que sofre o coração.
Escrevi nossos sonhos em nuvens que se dispersam
Tornando-me o todo aos pedaços
No peito, alegria sinuosa, esvaeceu
Duro caminho traçando os passos meus
E assim, guardo com delicadeza a memória
No amargo sabor do meu deleite
Navego entre os pensamentos de ti
E na busca incessante de mim.
Que te levaram para longe
Deixando-me as margens do desespero
Os olhos úmidos gotejam lágrimas
Onde repousam minhas amargas lembranças
Escondo-me no teu silencio
Saudades é minha sangrenta dor
Que fere e me cura feito morfina
Nesta lembrança meio que adormecida.
VIDA...
Diz-me quem és...
E serei a mulher mais feliz do mundo na terra dos viventes...
Diz-me só pouco!!!
Porque o muito me afogaria nesse mar de imaginação...
envolta entre o amor e a solidão
constantemente me chamando o coração
Sem que eu possa dizer não!
Ainda assim, por ti, escolhi a solidão!
Sabe meu amor, só vim para dizer...
que seja você quem for,
ninguém merece passar pela terra sem realmente entender,
o que são Noites com Sol...
Gaia...
E tu Terra ferida e maltratada
por que perdoas cada malefício?
Por que perdoas tanto desperdício
se merecemos menos do que nada?
É duro ver-te assim tão devastada
por causa desse mal que, grande vício,
fazemos dia a dia e um precipício
atrai-nos, raça burra alienada...
Tu não és mera obra do acaso
e nós sabemos disso mãe bondosa!
Nós somos vis espinhos e tu, rosa!
Quem te destrói tem, sim, um pensar raso,
mas vai colher os males, triste ocaso...
Lei da Semeadura é poderosa!
Interiorano!
Essa terra me acalma
lugar de grande valor
da macambira a palma
não falta um agricultor
e eu amo a vida calma
que eu tenho no interior.
Intenso amor!
O nosso amor é imenso
por essa terra de luz
cada dia mais extenso
com a graça de Jesus
e o nordeste é tão intenso
quanto o gosto do cuscuz.
Quando você chegar, os campos estarão floridos, a terra produzindo, tudo será outra vez, novo, porque tudo, é sempre um recomeçar.
by/erotildes vittoria
(do meu poema, Primavera).
Sobre o nordeste.
Essa terra é milagrosa
é rica, fértil e segura
nasce a beleza da rosa
cria o mel da rapadura
e numa manhã chuvosa
e que for coisa gostosa
por aqui vem em fartura.
Extraordinário não foi o homem pisar na lua
Extraordinário mesmo foi Deus pisar na terra para nos deixar tocar os céus
►Pequena Roça
Sobre o sol um calor sem igual
Acima da estrada de terra, sobre o céu o grande farol
Os carros de bois seguem com uma trilha sonora
Os garotos estão ali, dando banho as hortas
O homem batalhando para o crescer de sua pequena roça
Reparando os portões de ferro enferrujados, com sua antiga solda
Sua esposa torna-se companheira de dança da enxada
E lá de longe pode ser ouvido a serenata da cigarra
Os vaga-lumes brilham nas noites mais claras.
O suor desce como lágrimas do Nordeste
E os corpos respiram com aquelas brisas leves
O campo rural floresce, e a santa Mãe as vozes agradecem
E aqueles humildes portões prevalecem
O tempo machuca os pais daquela terra,
E os filhos então tornam-se herdeiros dela.
Em meio ao trabalho árduo, um prestígio
Lá naquela casinha de madeira encontra-se um abrigo
Um lugarzinho quentinho, para fugir do frio
A pequena roça muitas vezes passa por momentos terríveis
O homem, com um palito em sua boca, sabe dos perigos
E na mata espreita animais que se tornam inimigos.
Viver sobre o solo arranhado não é difícil, disse um dos filhos
Difícil é racionalizar a força ao segurar o garfo
Pois o corpo se torna mecanizado, acostumado com o trabalho pesado
Ele acordou junto ao cacarejo do galo,
E fechou os olhos ao nascer da noite, com os dedos calejados
A vida no campo possui seus pontos altos e baixos
Seus pontos fortes e fracos,
Mas aquela família sempre estará pronta para o trabalho.
Sou sua semente de tudo que faço na terra penso em você
Entregou sua juventude para ter essa honra atributo de mulher
Por muito tempo se ocupou por mim, não só mais fez mais que seu papel
Me amou me educou me tornou melhor
Com certeza minha amiga de confiança, melhor abraço não há
Vocação como nunca por seus filhos se doou, deixou tudo e a seus filhos se dedico
Meu sim com humildade luz do mundo, musa do poeta cancioneiro
Para as outras pessoas nossas fraquezas são expostas, nosso ser e criticado mais sei que quando chegar como um rei por você sou recebido
Me faça esquecer a rigidez da vida, me lembra como é bom ser criança e ter você
Não pergunte por onde andei, deixa a saudade nós confiar este momento
Espero que um dia eu sinta um pouco que vocês com essa dádiva sentem com seus filhos
Que os que não tiveram essa oportunidade em vida de encontrar sua flor
Saiba nos braços do altíssimo o que e ter família
A dor que ti fiz passar um dia com desobediências e peripécias a vida pago em dobro
Se falto uma pessoa melhor da minha parte, não foi a senhora, fechei por muitas vezes os ouvidos para suas moções
Há de um dia eu nunca vou deixar você por mim mais uma vez chorar
Que a fraqueza do seu olhar ilumine meus passos me guie
Me ame, me abrace querida mãe.
Novamente o altíssimo fez silêncio
O roncar da terra horroriza
Sacrifícios em vãos são despertados
Os hereges provocadores da ojeriza
Passarão novamente a ceifar gargantas dos fieis
A lamúria conteve, se propagou
E apoderou das pessoas de espirito sereno
Que a tempestade lá fora sesse um dia
É o sol para de queimar, a agua pare de jorrar
Os indecentes de espíritos acordem
E despertem de sua eterna jactância
Excepcionalidade podem vim a ocorrer céticos
Não é o poder ou força que tem
E sim o pai chama seus filhos
E deseja que advenha
Autonomamente de educação letrada, ou condições financeiras
Será feito pela cruz e pela espada.
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