Poema Sobre Solidão
Deserto.
Multidão.
Solidão...
Falta tu por perto.
Saudades.
Passado que não passou.
Não saber onde tu estás.
Tu não saber como estou.
Silêncio.
Ausência de ti.
Saudades que me mata devagarinho...
meu balão de oxigênio... falta tu aqui.
Solidão, minha morada.
Solidão dia após dia.
Solidão com alegria,
tristeza que nada.
Todo o inferno está contido nesta única palavra: solidão.
Parada... feito morta.
Cansada... das vias tortas.
Triste... com a solidão.
Parada...sem coração.
Parei de querer amar,
parei de querer ajudar,
parei de querer meu ombro dar,
parei de caminhar.
Parada... feito morta.
Morta feito morta...
... e alguém se importa!?
Solidão...da humanidade natural condição.
Solitária toda pessoa... do mundo afastada
dentro de si fechada...
Uma redoma,
uma cabana,
um deserto...
só, sem ninguém por perto.
Um viajante solitário
refugiado, isolado,
na natureza morta
encontra um teto,
sente-se abrigado.
Abandonado de todos
segue o solitário...
atarefado
pra não se sentir tão abandonado.
A solidão não me assusta
porque penso...
E é no silêncio que penso melhor.
Mesmo em uma solidão imensa,
um mundo deserto
estou bem acompanhada
meus pensamentos... minha morada.
A minha solidão nunca é só
meus pensamentos... sua morada.
Viu? É por isso que a solidão não me assusta.
Amor ausente
Nos vergões da solidão
Que me assola a minh’alma
Longe está a minha amada
Quando nela me procuro...
Quem dela foge o caminho
Parece só estar sozinho
De tão dita companhia
Chama viva quente e fria.
É uma sombra que projeta
Frente, lado, fundo e verso
Ao redor e derredor
Me tornando tão vazio.
Se me transborda em mim
Todo amor que eu lhe tenho
Tenho dito aos quatro ventos
Em que ecoam o meu lamento..
Tão longe
E muito perto
Vivo esse meu repente
Desse amor em ti ausente.
Edney Valentim Araújo
Soneto da Ilha
Dizes viver na mais profunda solidão,
Mas rejeitas o mundo por inteiro;
Vestes de ferro o frágil coração
E fazes do silêncio teu roteiro.
Crês ser uma muralha inabalável,
Mas ninguém nasce ilha sobre o mar;
Somos desejo, vínculo e afável
Necessidade de nos encontrar.
Fingimos não querer qualquer abrigo,
Que tudo vai bem, sem precisar de alguém;
Mas basta alguém chegar e ser amigo,
Que erguemos muros para ir além.
E, na fuga do medo de amar, enfim,
Somos nós mesmos quem nos leva ao fim.
Os desejos e a solidão ( letra de música)
(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito
Deusa da solidão
Na ilha no meio de tantas outras ilhas perdidas no meio do oceano, existe a Deusa dos ventos que batem sem direção,
Os sons que se reproduzem de acordo com a temperatura ou através dos movimentos que não se podem ver são frenéticos assim como os do mar quando batem nas paredes de corais,
Um mundo fantasioso se cria no crepúsculo bem como a realidade tão esperada se oferece como uma miragem,
Duros são os golpes dias após dias da lua no sol e do sol na lua e nessa rotação frequente sem vencedores o perdedor é o telespectador que assiste ansioso sentado observando juntamente com a Deusa das ondas e desse horizonte,
Os pássaros cantam, a cachoeira flui, as estações vão e vêm, mas a caverna é silenciosa e escura, sem sombras e sem pena,
Na ilha perdida em meio a tantas outras o mar em volta é profundo, os quatro ventos sussurram e o corvo é o vigia da insônia e da dor,
A coragem pode vencer o medo, navegar no intenso talvez seja um caminho,
Na ilha, o farol esta aceso, seis galhos secos e uma corda estão jogados na areia a três metros do mar, a escolha entre o afundar ou o afrontar é tua.
Solidão, se afaste das minhas pernoites,
Dúvidas, parem de lucrar com o meu repouso,
O aperto na garganta e as dores no estômago são aventureiras na superfície das noites alheias,
Almejo cruzar a porta que transborda o que os meus olhos fechados veem,
Solução me abraça!
O saber amargo
Gritos de solidão foram ouvidos,
Abraços de ilusão foram dados,
O momento tempestivo foi subjugado,
Na razão o existencial é só um detalhe, o substancial recebe aplausos e o importante é incompreendido.
SOLIDÃO
"No avançar da vida aprendi a sofrer calada,
a chorar quietinha,
eu e minha alma sempre aos pedaços,
sozinhas...
Por qual razão sofreria mais agora
com teu amor tão medroso,
com teu querer mentiroso
e tuas fugas mesquinhas?
Prossigo ao meu modo, sofrendo calada
e chorando quietinha.
No meu mundo, com minha alma em pedaços,
silenciosamente eu curo minhas dores... sozinha."
Lori Damm ("Solidão", Contos, Crônicas & Poesia)
Deus não te abandonou. Ele está te moldando.
Tem dias que a solidão grita tão alto que parece que Deus ficou surdo.
Tem dias que a porta fecha, a pessoa vai embora, e a gente se pergunta: "Será que fui esquecida?"
Não, você Não foi.
Abandono dói, mas não muda a verdade.
Deus nunca solta da sua mão. Mesmo quando você não sente.
Às vezes Ele cala pra te ensinar a ouvir o coração.
Às vezes Ele atrasa pra te proteger de um "não" que viria depois.
Às vezes Ele tira gente pra te mostrar que só Ele basta.
Você não está abandonada.
Você está sendo cuidada nos bastidores.
E quando Ele agir, você vai entender por que precisou esperar.
*#abandono #deuscuida #espera #solidão #fé #vocênãoestásozinha*
Hoje eu vi a solidão
num orelhão
obsoleto
cabisbaixo
surdo
mudo
plantado no chão
perdido numa esquina...
Quem aprende a viver em paz na própria companhia descobre que a solidão nem sempre é ausência de amor. Às vezes, ela é apenas o tempo necessário para que a alma deixe de procurar no outro aquilo que precisa encontrar em si mesma.
-Jouberth Toffoli
Amor
Há quanto tempo me desejo, mas tinha medo do desejo porque não me reconhecia. A solidão é quando estamos perdidos de nós mesmos. Compreendo o mundo, é como uma garrafa que jogamos no oceano, é a esperança de encontrar maior riqueza além de nós, naquilo que não viveríamos se não soubéssemos usar o desejo.
Algumas pessoas permanecem em relacionamentos infelizes porque têm mais medo da solidão do que da própria infelicidade.
@gmajorlima
Desde que nos dividimos e multiplicamos as células, conhecemos a solidão.
A solidão nos acompanha a vida toda, até a morte, quando voltamos a ser pó.
Dentro da luz, vemos a vida florescer.
Diante da fome, vemos inovações do calor que nos amamenta.
As ilusões são ilustrações da vida.
Num universo imenso e complexo, nos completamos.
E assim crescemos: as ilustrações ganham formas de ilusões.
Mesmo no amor, vemos aglomerados de certezas num mundo de apostas e achismos.
E evoluímos, sonhando com os pés no chão.
Abrimos portas na imensidão, olhamos para nós mesmos,
e ainda buscamos compreensão diante da nossa própria existência, dentro de cada ser existente.
Somos espelhos dentro de espelhos, buscando esperança e finitude no horizonte de nossas vidas.
Sendo o passado um reflexo do futuro,
dando para si o despertar de um olhar crítico.
Analisando cada aspecto de suas lembranças, até o limiar do horizonte de eventos...
O cosmo em si é uma gigante vermelha se debatendo na imensidão,
até esfriar e se tornar uma anã branca.
Seus fótons de luz representam a energia que criou a vida num planeta azul.
Por Celso Roberto Nadilo
A vida floresce no mesmo tempo começa a morrer ate florescer e dar frutos depois evoluir se decompõe no espaço continuo.
No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.
No reduto do psicológico ser alienado...
Vimos cordas na solidão dos pensamentos...
Estamos Inversão afetiva e na Inversão da cognição humanas....
Deus virou um comércio de resiliência...
O pensamento analítico e resiliência da consciência crítica livre do feudo digital...
O valor do relativismo do ser humano...
Agora temos pirâmides digitais ergidas pelo ser alienado escravo das plataformas digitais escravos serão esquecidos enterrados nas areias do Egito... o crédito desda construção será os Deus astronautas.
