Poema Quase de Pablo Neruda
Toda pessoa tem um ponto fraco, se quer fazer alguém feliz e deixar a pessoa forte, quase indestrutível comece pelo que ela mais ama. E se quiser destruir uma pessoas é a coisa mais simples do mundo, o nosso maior ponto fraco concentra-se no que mais amamos.
Banho, roupa apresentável, uma quase arrumação nos cabelos, e lembrar de no meio do dia, entre um compromisso e outro, ensaiar meus melhores sorrisos. O roteiro de todos os dias é esse. As pessoas fazem questão do clichê ‘tudo bem?’ enquanto não estão interessadas na verdade. E ainda se surpreendem com a resposta de que não estamos bem. É como se você tivesse implorado pra falar dos seus problemas. Não! Então meu clichê mesmo, é outro: ‘se não quer saber, não pergunte’. Não sou obrigada a mentir, pra te poupar. Mas pra não ter dor de cabeça com aqueles que não seguem o script, optei pelas cenas mais fáceis: finjo que estou ótima e se você perguntar, ainda confirmo se quer realmente saber. O bom de tudo isso, é que além de descobrir que não as pessoas nem se preocupam com você como imaginava, faz bem pra alma. Umas boas gargalhadas ao longo do dia são capazes de esconder angústias e mais do que isso, deletá-las. Sofre quem tem tempo, e o tempo que tenho livre, to gastando sorrindo. E no fim de todos os dias, mesmo com os problemas sem solução, chego à conclusão de que sou uma atriz muito boa ou ninguém me conhece o suficiente: aposto nos dois.
“Tudo bem que eu bebi tanto, que quase entrei em coma alcoólico, e por pouco não taquei fogo na casa, mas pelo menos não dormi com ele.
-Já é um progresso – concordei.”
Drinks e amor são quase a mesma coisa, amargos, descem rasgando a garganta, dão aquela sensação de nostalgia, de perda da razão, a única diferença é que quando o drink acaba, cessa a amargura e no outro dia você já está bem.
É a noite,quase dormindo que consigo colocar cada coisa em seu devido lugar,cada virgula se transforma em ponto final,faço planos para o dia seguinte,abro novos parágrafos,paginas,capítulos,que dia a dia vai se concretizando em atos muitas das vezes pensados.
Sabem tão pouco de mim. Eu escrevo? Ah, sim, quase na mesma temporalidade em que respiro. Caminho devagar? Tenho um probleminha no pé, olhe melhor que você perceberá. Tenho o olhar vago? Esse é velho, já deveriam saber. Leio com os mais gritantes barulhos? Eu gosto de histórias além da minha, concentro-me rápido nelas para me esquecer. Não sei abrir o coração? É falha da vida, sabe? Ela ainda não me apareceu com a chave correta. Eu durmo pouco e não sei falar de mim? Tudo mania velha. Eu me formei faz um tempinho na faculdade dos jeitos estranhos de ser. Agora, tem que me aceitar assim, e entender que saber de mim sempre será pouco. Eu sempre vou trancafiar um sentimento, segredo ou passado. Eu vivo me escondendo até de mim. Mas posso garantir que tenho bom coração. Eu amo quem eu amo acima das confissões nunca feitas de mim. Amo por me amarem sabendo que pouco me conhecem.
Não é quase amor ou quase paixão. Ou é amor ou é paixão, se não for isso, não passa de sei lá… não passa de sorte.
"Quando mentimos para quem nos concede confiança, passamos a entender de forma quase paranoica que, qualquer um de nossa confiança poderá nos enganar também."
"Laringologista... institucionalissimamente... palavras, difíceis quase sempre há erros, ao escrever..."
"O ciúme nasce quase que sempre na mesma madre que nascem o amor:mas nem sempre eles morrem juntos."
"Cada tentativa de ser feliz é quase como tentar completar as reticências infinitas com um novo ponto final. Você não quer desistir mas não consegue encontrar um caminho que te leve até lá. Mas aí você percebe que a felicidade é o próprio caminho. Então recomeça outra vez. Então fraqueja. Então coloca outro ponto final. Resumindo, nossas tentativas de felicidade são como as reticências; queremos sempre terminar o livro mas não sabemos qual ponto final vai dar início à nossa jornada."
E hoje, quase sem muito o que dizer, deito em minha cama e aquele belo sorriso bobo estampado na minha cara toma conta de mim, isso porque passei as ultimas horas do meu dia perto de você. Isso me faz feliz, me faz sorrir, me faz esquecer que problemas existem! E eu só quero aproveitar esse meu estado de felicidade, até que eu caia na realidade novamente.
Se tirarmos o teor subversivo da mensagem de Jesus, o que sobra? Quase nada. E o pior é que este ‘quase nada’ acaba servindo como munição para aqueles que se colocam como guardiões do status quo.
“E às vezes, quase sempre todos nós choramos, talvez por cansaço de aguentar tudo, os problemas, ou qualquer coisa boba, eu estou aqui tentando colocar todas as minhas lágrimas pra dentro do meu olhar de novo, não sei como posso parecer tão fraca pra mim mesma, eu preciso ser forte, pelo menos para os outros, por que eu acho que não aguento mais decepções.”
Nesse grande livro da vida que escrevemos quase todos os dias um novo capítulo, com a esperança de chegar no final feliz
Foi uma fase incrível. Quase não acreditava em algumas possibilidades. Hoje, não sofro tanto; o medo no início de tudo me fez acreditar que esse dia chegaria. E aqui estou, pleno e leve como sempre devo estar!
Na vida o duvidoso quase sempre será o mais improvável a escolher, dúvidas só geram inseguranças, e inseguranças só geram incertezas.
O amor que sentimos por alguém é algo mais precioso que ouro, quase ninguém dar o devido valor. Quando apenas um sente, sempre haverá de sofrer! Quando os dois sentem, é em dobro!
