Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
Carnaval
Carnaval é diversão
Todo mundo sentindo alegria
Não falta animação
Nesses quatro dias.
Com o carnaval esqueço a tristeza
E vou me divertir
E com toda certeza
Começo a sorrir.
Todo mundo fantasiado
Sem nos problemas pensar
Estão sorrindo e cantando
Para alegria demonstrar
Quando termina o carnaval
Tudo se transforma
A vida volta ao normal
As pessoas voltam a forma
Dor?
O que é a dor?
A não ser de pensar o que não concluí?
Dos Amores,
Que deixei partir...
Mas, tudo,
Em nome de Deus..
Sempre há de haver um culpado.
Afinidade é esta longe,
mas ao mesmo tempo tão perto,
e não deixando de pensar
Em quem se amo de verdade.
Você só sai do "buraco"
ou da depressão, quando
cria consciências.
Primeiro, de que não há buraco ou depressão.
E segundo, quando entendermos que também não existimos.
Covid-19
Meu Deus!
Eu não consigo mais viver
Como eu vivia antes
É difícil compreender
O invisível bem distante
Se espalhou por todo canto
Tirando vidas
E trazendo prantos
Sem despedidas
O mundo parou
Rico e pobre se igualou
A ciência universal
Em 48hs relatou o genoma
Do vírus fatal
O ataque e vários sintomas
A terra tremeu
A família reunida no seu lar
Ruas e praças
Ninguém podiam andar
A beleza do semblante
Ficou oculta por máscara
O covid-19 balançou a terra
Médicos e cientistas entram em guerra
Contra o inimigo
Empresas faliram, um verdadeiro castigo
A violência doméstica
Aumentou
Para muitos o valor da família, a base, o alicerce
Ficou ainda mais fortes
Mais unidos
Painel e gráfico interativo
Mostram dados crescentes
A todos instantes por esse vírus ativo
E surgem novas variantes
Desse vírus mutante.
Na corrida contra o tempo
Vacinas foram descobertas
Na velocidade da luz
E o mundo orando a Jesus
Venha nos salvar
Tudo és o Senhor universal
Vacina
No combate do vírus
Mas o Senhor meus Deus
As ruas um deserto só
Eu também chorei
Autor:
“Não existe mulher feia, existe mulher que desconhece o que é ser sutil. E que me perdoe o poeta mas sutileza, essa sim, é fundamental”
Ney P. Batista
Aug/19/2021
Sou como uma rosa a quem arrancaste as pétalas e deixaste os espinhos
Entre nos ja não ha dialgo nem troca de carinhos
So berros e discussoes e é disso que eu estou farto
Deprimido , fico fechado no meu quarto
A relembrar os nossos bons momentos, confesso cai uma lágrima
Como eramos felizes e nos tornamos uma lástima
Tento seguir mas nao me sais do pensamento
Palavras sao como folhas , voam com o vento
Se era amor não resultou, se nao era sinto-me enganado
Porque para dizer coisas que nao sinto prefiro ficar calado
Luz dos olhos meus
Olhe nos meus olhos...
E encontrará aquilo que eu não digo
Minha boca diz o que penso
Meus olhos dizem
o que meu coração está sentindo
Mesmo com todos meus medos
Com cada vontade esquecida
Cada noite que virou dia
Meus olhos se vestem de luz
E no vento que canta
Nas flores que dançam
Na infinita vastidão do tempo
A cada instante eu declaro;
Onde mora meu silêncio
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 20/08/2021 às 11:00 hrs
Manter créditos de autoria original
_ Andrea Domingues
Queria ser apenas mais um cidadão
Que não discute política ou religião
Que vive, alienado, cego e manipulado
Absorvendo todas as narrativas diárias em frente à televisão.
Porque quando você descobre como funciona o sistema
E todo o seu mecanismo de corrupção, mudará sua visão!
E pode ter certeza que você nunca mais será o mesmo cidadão.
Re-amar
Rimas avessas, que não param em minha cabeça, façam-me o favor, de não remar para longe, pois o amor anda revolto, e o mar não me responde. Embora estivessem no mesmo barco, as maneiras de remar podiam perfeitamente ser diferentes e o tempo se dilata sobre o aquecimento da monotonia. A vida podia ser duas, uma para ensaiar e outra pra viver à sério, e quando se aprende alguma coisa, já está na hora de ir. Quase que dizendo, a vida não possui rascunho, muito menos um ensaio prévio, vamos remando e jogando água e o que nos coloca a obrigação de sermos mais capazes, solidários e inteligentes. E, é especial dizermos, que em um mundo de diversidade, isso é um favorecimento para que não percamos a necessidade da diversidade, diversidade da compreensão, de modo que à aprender o que ainda não sabe, anotar aquilo que desconhece, fugindo da monotonia de convivência, repetição, diversidade de origem ética, religião, pensamento e formação intelectual.
Seguindo os passos de Pessoa, seja onde estiver e, a monotonia da vida cotidiana será para mim como a recordação dos amores que me não foram advindos, ou dos triunfos que não haveriam de serem meus.
Ter personalidade forte é remar contra a correnteza da ignorância.
A vida me passa,
Como corte de estilete,
Estilhaço,
Fere,
Sangra,
Dói,
Machuca,
Mas, não mata,
Cicatriz,
Falta o ar,
Nesse mar que teimo em me afogar,
Enquanto a vida passa,
A passos de formiga naquilo que corrói,
Trem bala naquilo que constrói,
Preciso de chão,
Fixação,
Boia,
Salva-vidas,
Vivo perdida,
Na mente um caos,
No dia bagunça,
Arrependimento dos dias não vividos,
Dos cursos inacabados,
Das oportunidades perdidas,
Queria voar feito pipa,
Sei bem voar,
Mas, toda pipa tem alguém à quem puxar,
Queria ser eu à dominar esse fio do asfalto.
Era um desejo inusitado,
prender o tempo.
Não deixar passar aquele momento,
puro prazer e sentimento.
Mas o depois, após o agora,
mais que necessário é,
para sorver,
o que poderá deixar de ser,
como o completo que nunca
irá acontecer.
Você É Poesia pra Mim Antônia
Sei que não posso ter você
Mas nunca vou mentir pra mim
O quando te desejo
É, eu confundo as coisas
Tão fundo
Que quase já não me reconheço
Mas vou deixar você ir
Pois temos que deixar livre
Quem amamos
Tudo isso foi um sonho
Não queria ter acordado
Porque dói.
Eternidades
Não sei o que será do amanhã
Pode ser que a chuva caia
Faça sol, ou seja, um dia indiferente
O que aconteceu com a gente?
Pode até não acreditar
Mas vou te esperar
Por todas as eternidades
O mundo gira
E não esqueço teu beijo
Parece que foi ontem
Eu já nem sei
Lembro do jeito que me olhava
Pena que acabou
Quem sabe um dia você volte
Esperarei por todas as eternidades
A brisa leve se foi.
Aprendi a viver sozinho a não depender de ninguém
A cozinhar o que gosto e a sair a hora que eu quero também
Aprendi que não preciso dar explicação, pois fazer o que eu gosto não requer da minha satisfação
Aprendi que mesmo se for do meu gostar, sempre terá quem irá me criticar...
Quero sempre acertar, mesmo que eu vá me demorar
E eu desejo sempre ter escolhas, cantar o que eu escrevo no rascunho em folhas
Ah... Demorar no banho, sair com a roupa que eu quiser
Fazer de um tudo do jeito que eu fizer!
Eu quero ser assim porque eu me acostumei
Só quero ser eu mesmo do jeito que sempre sonhei;
As vezes não conseguimos entender o valor das coisas;
Quando percebemos estamos lendo nossa própria vida;
Muitas vezes não entendemos nosso destino;
Mas quando nos deparamos estamos simplesmente acrescentando uma página da vida.
CONFISSÕES
Fui quase muda, não mais...
Muitas vezes ruminei a raiva,
tantas vezes me agarrei ao medo,
e outras vezes engoli meus ais...
Quanta vergonha passei em segredo?
Quantas vezes eu prendi meu grito?
Quantas vezes omiti o amor?
Quanta vezes vendi minha paz?
Agora, num novo tempo, digo tudo.
Tudo que eu quero, ou mesmo,
exponho o que não desejo.
Mas meu coração não fica mudo!
Seja escrevendo, ou compondo,
seja falando ou cantando...
Sobre a dúvida ou a dor
sobre alegria ou angústia,
se, acaso, preciso for,
até me rasgo de amor.
Digo sim, digo tudo...
Sobre mim ou sobre nós.
Agora, só emudeço
quando o encantamento
rouba-me a voz.
12/03/2019
Qual a graça das noites quando não existe o encontro dos nossos corpos?
Qual o sentido de desejar se não for para me perder no seu desejo?
Respirar é difícil e o ar se torna um inimigo, quando tudo o que o corpo precisa é do calor do seu toque.
As lembranças atormentam e o coração cria ossos que se partem em uma agonia constante, enquanto a dor da saudade aflige e tortura.
Voltar no tempo não é possível, e a mente mergulha em um abismo que se alimenta de medos e frustrações. Um buraco negro que desintegra todas as esperanças de dias melhores, e deixa apenas a certeza que não importa o caminho, o sofrimento é inevitável.
A Garça de Lamego -
Eu quero ser a Garça de Lamego
aquele amor que começa e não acaba
ser o oiro que cintila o seu cabelo
um Romeiro que chega e não abala.
Eu quero ser a chuva que nasce da manhã
a erva que irrompe à deriva pelo campo
quero ser esta loucura que me é sã
em cada verso que nasce do meu canto.
Eu quero ser a morte com rosto de madeira
eu quero ser a vida com asas de andorinha
eu quero ser amado de todas as maneiras,
de todas as maneiras, não da minha .
"Que as luzes da razão nos séculos que seguem venham a guiar o Homem...Já não tememos que a profecía não se cumpra, e olhamos para tal como apenas mais uma possibilidade...de que o Homem moderno na minúscula das hipóteses de toda a história da humanidade venha a superar uma criatura deste século... Não tememos que se torne a besta egocêntrica, e autodestrutiva, nós dámo-vos a saber o que irá suceder...na mais alta probabilidade... destruirá todo o belo..."
Sec.Xlll
Sangreal
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