Poema para Irmão Gêmeo
Se tratamos os animais com tanto carinho,
por que não estender
aos nossos irmãos esse caminho?
O bem não é transação, não é barganha,
é investimento no coração, é semear esperança.
Abra-se para o próximo sem qualquer julgamento.
Faça do bem sua rotina, seu alimento.
O mundo anseia por mais amor, isso é fato,
sempre, em cada gesto, em cada ato.
Livro: O Respiro da Inspiração
Eu e você contra o mundo é como em um conto.
Dois melhores amigos, se amando, brigando como irmãos,
Que se amam, se provocam mas se protegem acima de tudo.
Não é sobre nada contra, na verdade sobre muito a favor.
A favor de se doar, torcer, pertencer, permitir juntos.
Sempre juntos, sempre próximos para tudo. Em todos.
Para viver tudo, sentir tudo, alcançar tudo. Ganhar tanto.
E não é ganhar de vencer. Ganhar de se permitir.
É partilhar e viver, momentos, emoções e sentimentos.
Não é sobre mais pra menos. Maior ou menor. Melhor e pior.
É sobre conseguir, estar ali, de viver para saber.
Também é sobre construir. O amor, o afeto. Um abrigo.
Não conter, delimitar ou para desconstruir.
É destruir o apego, o medo de ir. Porque já vai voltar.
Não há perdas, só há ganhos. Lembranças, recomeços.
Chuva que não alaga represa. Só pode contribuir, retribuir.
Para que o amor recomece de onde o apego foi cego.
Eu tenho muitos pais e tenho muitas mães
E eu tenho muitas irmãs e tenho muitos irmãos
Meus irmãos são negros e minhas mães são amarelas
E meus pais são vermelhos e minhas irmãs são brancas.
E eu tenho mais de cinquenta mil anos
E meu nome é humano
E eu vivo pela luz e vivo pelo amor
E eu vivo do ar e vivo do pão
E eu sei que algum dia iremos viver juntos
E seremos amados
E o planeta Terra
Ele pertencerá a todos nós, a todos os nossos irmãos, animais, plantas e lagos, rios e montanhas.
E todos terão o que precisam.
Todos seremos destruídos por ti,
Deusa!
Somos todos irmãos. Em ti, afinal, irmãos!
Somos agora tristes, dóceis, filiais,
deixando-nos devorar por tua fome,
ó Deusa! ó Morte!
Mas pairamos com asas inolvidáveis
acima de tuas chamas.
O mundo besta fera
Um útero que cospe no feto.
O sangue de irmãos que percorre curso contrário.
A alma do pecado viva em todo berçário.
Seria a mais bela criação.
Do prazer em repartir o pão.
Vida.
Inveja.
Morte.
Traição.
A alma do céu corre o pranto.
O amor sangra.
A Terra sente calafrio.
A palavra família deveria soar como uma flor no mais belo jardim.
Mas o homem serpente, a maldade inerente, feriu, espinho, espim.
Seres tais.
Piores que animais.
Almas sucumbidas.
Crianças feridas.
Ódio.
Ganância.
Ignorância.
Triste coração ruim.
A maternidade preciosa.
Tal Maria o Espírito Santo.
Que hoje adornado.
Uma cadela, pranto.
Pior.
O ser racional.
Pior que animal.
Vende, submete, engana geração pós geração.
O homem cão.
Oh esperança.
Que ainda tem uma herança.
Perdão.
Jesus limpa.
Designa.
Deus maior, único transformador.
Pela cruz do amor.
Creio, que essa passado malígno.
Saltitante de umbigo a umbigo.
A JUSTIÇA.
Amor, misericórdia e transbordante benevolência.
Disciplina, severa justiça, sobrenatural profetizo, pra quebrar o mal.
Mecanismo científico, tecnológico e espiritual.
Esta chaga letal.
Do engano e da aparência.
Caiu, desabou, desarmada.
Pois senhor Deus, em nome de Jesus a única ciência.
Giovane Silva Santos
Sou um viajante do tempo como todos os meus irmãos!
Aprendendo mais com os erros do que com os acertos!
Fascinado pelos mistérios que nos rodeiam!
Certo de que a vida é uma constante renovação, uma constante mutação,
pois o que é uma certeza hoje, pode se tornar uma dúvida amanhã.
Acredito que as respostas para as nossas principais indagações encontram-se na beleza da ordem Matemática
do Universo criado por Deus, bem como no caos de uma tempestade no meio do oceano sem fim.
O Tempo é o nosso maior inimigo, pois passa de forma impiedosa e implacável, não esperando por
aqueles que não acreditam em seu poder para dobrar o mais orgulhoso dos corações. E amigo dos corações
humildes que entendem a necessidade de aprender que o tempo determina implacavelmente as fases que
precisam ser superadas com paciência e sabedoria.
Penso que a melhor biografia de alguém é aquela que reflete a essência do que reside em sua alma, e não
apenas uma leitura literal de fatos que apenas revelam as nossas fraquezas e acabam por não fazer jus ao
que temos de melhor em nossa alma.
O COQUEIRO
Ele fugiu dos irmãos
para conhecer o mar.
Numa pedra encravou
e não conseguiu voltar.
Por toda eternidade,
na areia da saudade,
o coqueiro irá ficar.
O legado
Aurélio era o mais velho dos irmãos, tornou-se arrimo de família.
Aos 16 anos trabalhava como ajudante numa oficina mecânica de máquinas agrárias.
Morava com sua avó paterna...e uma tia.
Seu pai era agricultor e morrerá ainda jovem.
Sua mãe já viúva... morava com os seus outros filhos.
Aurélio herdara do avó uma caixa de ferramentas de carpintaria e muito habilidoso fazia consertos em portas e janelas. Passou a fabricar mesas, tamboretes e bancos de igreja.
De ajudante a "Mestre" e, assim o chamavam...
Aos 27 anos viajou para São Paulo e realizou o Curso de Mecânica Agrícola Manutenção de Tratores e Colheitadeiras, tornou-se funcionário público.
Casou-se, teve filhos, os dois primeiros também se tornaram mecânicos.
O Mestre, além de muito capacitado era solícito e não media esforços para ajudar as pessoas, foi sempre indicado por realizar um serviço de excelência.
Repleto de verbos e lembranças, contava sempre suas histórias.. fazendo referências a diversas situações... umas engraçadas, outras nem tanto!
Aurélio...levantava todas as manhãs ...muito cedo e mesmo aposentado era sua rotina. No galpão construído por ele, no quintal de sua casa, expunha suas ferramentas...como uma coleção.
Pontualidade era uma de suas maiores qualidades, seus dias eram resumidos....entre o trabalho e a família. As vezes brincalhão outras vezes muito bravo..
Mesmo doente, Aurélio não perdeu sua vitalidade, seu senso crítico e sua imensa vontade ajudar. Fez muitas doações e, uma de suas últimas para o hospital onde fazia seu tratamento..
Era hora de parar... Aurélio sabia que, como uma máquina, tudo tinha seu tempo.
E eu abro meu coração
E declaro meu amor pela nossa língua portuguesa,
Todos os povos irmãos,
Nossas almas unidas falando o mesmo idioma,
O idioma do coração,
Da saudade,
Do amor e da felicidade.
Arrebatamento
Não quero, irmãos que sejais ignorantes,
acerca dos que já dormem, no Senhor...
Pois estes são também triunfantes!
Como nós em grande a Deus amor!
Não deveis vos entristecer como os demais,
que vivem sem esperança nenhuma...
Como os do mundo que não têm alegria mais.
Vivem sem salvação alguma!
Pois assim como Jesus morreu e ressuscitou,
os crentes vão também ressuscitar...
Na vinda daquele, que os salvou!
Isto é, os mortos vão ao Senhor vivos se juntar,
conosco, que ele também já salvou!
Assim ele ambos, vem ao céu arrebatar!
Não importa se for amigos,irmãos,pais,outros familiares ou alguém que você goste
Se não tão contigo quando estás na lama
Não merecem está com você estiver la encima
Seus irmãos não pensam como você
Seus pais não pensam como você
Seus amigos e ninguém pensa como você
Então você não é obrigado seguir o que eles querem ou seguem
Deve apenas aprender as coisas positivas e construtivas com ambos
Sabendo trilhar seu caminho da melhor forma possível
Uma casa sem piso, chão batido,
Era eu, meus irmãos morando nela,
Fechadura da porta era tramela,
Sem conforto, mas sempre bem nutrido,
O meu pai tinha o rosto bem sofrido
Que no sol, trabalhando ele vivia,
Uma enxada em pleno meio-dia
E a gente brincando no terreiro,
Até hoje ainda eu sinto cheiro
Do gostoso café que mãe fazia.
Léo Poeta
Eu me esquivei de todas marteladas
E,entre todas opções, tô na mais arriscada
Meus irmãos na luta iluminando cada passo
E, mesmo quando me sentia só, havia alguém ali
Amigo
Através de um cordão umbilical imaginário fizemos-nos irmãos da vida.
Tijolo por tijolo, a casa que nos edifica.
Fizemos-nos amigos na calçada de casa,
e hoje, a saudade soou, nos versos da saudade.
Fizemos- nos amigos através do abraço.
Abraço que enlaça nossa alma.
Abraço que enlaça nosso amor.
Através de um cordão umbilical imaginário fizemos-nos irmãos da vida.
Tijolo por tijolo, a casa que nos edifica.
Através de sua alma, fizemos- nos irmãos da vida.
Nalgum lugar da vida, fizemos- nos irmãos da vida.
E, nalgum lugar da vida, enlaçamos nosso amor.
Através de um cordão umbilical imaginário
Fizemos- nos irmãos da vida.
Tijolo por tijolo, a casa que nos edifica.
1 Eu era pequeno entre meus irmãos, o mais novo na casa de meu pai; e pastoreava as ovelhas de meu pai.
2 Minhas mãos formaram um instrumento musical, e os meus dedos afinaram um saltério. Louvai- o conforme a excelência da sua grandeza. Louvai ao Senhor!
3 Quem irá contar isto ao meu Senhor? O Senhor, ele próprio ouve a minha oração.
4 Ele enviou o seu anjo, tirando-me de detrás das ovelhas de meu pai, e ungiu-me com o óleo da unção para ser príncipe sobre a sua herança.
5 Meus irmãos eram belos e altos, mas o
Senhor não teve prazer neles, porque o Senhor olha para o coração.
6 Em nome do Senhor dos exércitos, fui ao encontro do filisteu, e ele me amaldiçoou por seus ídolos, não há maldição contra aquele que o Senhor abençoou. Vejam o que Deus tem feito!
7 Yahweh o entregou em minhas mãos, saquei da sua própria espada e o decapitei, tirando a vergonha dos filhos de Israel.
DE CRIANÇA A ADULTO
Já fui criança e muito bajulado
Acariciado pelos pais e irmãos
Muitos mimos pelos padrinhos
E venerado pelos vizinhos.
Um adolescente atrapalhado
Diversão apenas aos sábados
Meus anos não foram dourados
Mas meus sonhos foram realizados.
Homem firme no meu propósito
Sempre fiel com meus amigos
Diálogo com meus adversários
Indiferente com os inimigos.
Hoje sou adulto e realizado
Com a família e filhos criados
Sou feliz com meus netos adorados
Nos encontros de domingos e feriados.
Alfredo e Juca eram irmãos.
Alfredo não era de expressar seus afetos, os sentimentos pareciam estar guardados a sete chaves... (coração de manteiga, com capa de ferro).
Lembranças da infância, do lugarejo onde nasceram e cresceram, dos joelhos ralados com as corridas ladeira acima, tombos ladeira abaixo, no patinete de madeira e rodinhas de rolimã que fôra feito por seu pai.
A bola de couro e o caminhão de madeira presentes dos avós
Alfredo era apaixonado por futebol.
Juca gostava de carros e, os puxava fazendo som de motor com a boca...vrum..vrum...
Sua mãe os vestia iguaizinhos, parecerndo gêmeos. Estudavam na mesma escola, seguiam juntos todos os dias.
Juca era mais conversador... tinha mais amigos e fazia sucesso entre as meninas.
Em idade hábil não prestaram serviço militar.
Juca fez o curso técnico, conseguiu trabalho, e logo foi pai.
Alfredo fez faculdade, formou-se engenheiro e mais tarde casou.
Juca teve mais filhos que Alfredo.
Assim seguiram suas vidas, já não saiam mais juntos e os encontros...eram apenas nas festas familiares ou por motivo de doença.
Hoje, Juca se foi...as gavetas onde são guardados os álbuns de fotografias, passaram a ser puxadas com mais frequência...Alfredo se procura ao lado de Juca...saudades da infância, dos dias presentes,dos sentimentos, do amor sem ser dito, da boa lembrança!
MEUS PAIS E OS TRÊS IRMÃOS
Meu nome é Nivaldo
Paulo era do meu pai
Sou filho mais novo
Maria a mãe que amei.
Três irmãos eu tenho
A mesma casa compartilhei
José irmão mais velho
Com este eu nunca brinquei.
Elza a irmã do meio
Esta eu nunca enganei
Ela foi sempre o pivô
Das façanhas que realizei.
O terceiro se chama Paulo
Com este me identifiquei
Travessuras sempre lado a lado
As brincadeiras jamais esquecerei.
Hoje somos todos casados
E os filhos nossos alguns também
Os quatro irmãos tem netos
E nossas filhas só filhos têm.
