Poema palavras
Poema a voz da nossa nação
Tome muito cuidado,
em quem vocês irão votar
não e pelo candidato mais sim pelas propostas ao povo Brasileiro.
Entre a Saudade e o Sonho
Seu poema já transmite bastante sentimento. Fiz apenas alguns ajustes de gramática, ritmo e fluidez, preservando a essência.
Passo os dias pensando em você,
Passo as horas imaginando o seu beijo,
Passo os minutos ouvindo uma playlist,
Imaginando como seria estar em seu abraço.
Quando te olho,
Meu olhar brilha como as estrelas no céu.
Sem que você perceba, fico te admirando,
Como quem contempla uma pequena obra de arte.
Então chega a noite.
Sem o seu número,
Sem a sua foto,
Sem o som da sua voz.
A saudade aperta o meu peito,
A ansiedade de estar ao seu lado me sufoca.
As horas passam,
E o sono não vem.
Mesmo assim, continuo sonhando,
Na esperança de que um dia
Seja o seu abraço, e não a saudade,
Que me faça fechar os olhos.Achei especialmente bonita a imagem de "uma pequena obra de arte". Ela dá um toque delicado ao poema. Se quiser, posso deixá-lo ainda mais poético, com rimas suaves ou no estilo de uma carta de amor.
Ele é poema e eu sou a canção.
Ele é amor e eu sou o esplendor.
Ele é mar e eu sou o luar.
Ele é sol e eu sou o verão.
Ele é oceano e eu sou Caetano.
Ele é o enredo e eu sou medo.
Ele é verso e eu sou antiverso.
Ele é a rima e eu sou a prosa.
Ele é divino e eu sou a comédia.
Ele é a paz escondida e eu sou a paixão jamais esquecida.
Ele é luz e eu sou o brilho.
Ele é tudo e eu sou o nada.
Ele é arte e eu sou a obra de arte.
Ele é a coisa mais favorita desse mundo e eu sou mais ele do que eu.
Nós éramos estranhos na noite até o momento em que dissemos nosso primeiro "oi".
Amantes à primeira vista.
Olhos convidativos, sorriso emocionante e coração valente, verdadeiro e sincero
Ele sempre será pra te dizer, por toda a minha vida.
Afinal de contas, mal sabíamos que o amor estava apenas a um olhar de distância, ao meu (nosso) lado, digo frente a frente.
Poema do encantamento
Essa paixão sem tamanho
é só o coração que inventa.
Ele é meu azul guardado,
minha esquina de silêncio e de canto.
O sol me atravessa,
me deixa leve, meio tonto.
Esse amor que não cabe no peito
não tem regra, nem medida.
O vento traz canções que escrevi
num rascunho qualquer de madrugada.
Cada verso procura por ele,
cada verso é endereço sem mapa.
A poesia fez festa em mim,
me deixou mais vivo que antes.
Até a saudade ficou bonita,
melhor que a solidão dos bancos da praça.
Teu sorriso carrega o verão,
teu abraço é sol de janeiro.
És flor, és perfume, és destino:
na beleza que é amor, respiro.
Quero a vida sempre assim:
com ele perto,
até a última chama da vela.
Eu, que descri de tudo,
descobri em seus olhos
a tal felicidade.
Mas o medo cortou o caminho:
faltou coragem em mim,
faltou coragem em ti.
E o amor ficou escondido do mundo.
Não foi justo.
Poema final
No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante
No Fim do Poema
No fim do poema não há ponto final.
Há uma cadeira vazia na cozinha,
o café esfriando enquanto a tarde decide
se fica ou se vai.
No fim do poema, a rua continua.
O ônibus passa cheio de histórias que não cabem em verso,
o vendedor grita o preço do dia,
e alguém chora baixo no celular
como quem pede desculpa por existir.
No fim do poema, a gente aprende
que nem tudo vira metáfora.
Algumas dores ficam literais demais,
algumas alegrias pequenas demais,
e a vida segue escrevendo em prosa
o que a poesia não deu conta.
No fim do poema, sobra o corpo.
Cansado, insistente, vivo.
Sobra a respiração que falha, mas volta.
Sobra a memória tropeçando em si mesma,
lembrando do que foi
e inventando o que ainda pode ser.
No fim do poema, ninguém aplaude.
A luz não se apaga de repente.
O mundo não entende que aquele verso era despedida.
E tudo bem.
O mundo nunca soube ler direito.
No fim do poema, começa outra coisa.
Talvez não seja bonita,
talvez não rime,
talvez não salve ninguém.
Mas anda.
E enquanto anda,
vai escrevendo.
Poema da empatia
Colocar-se no lugar do outro
É sentir o peso que não se vê,
Recarregar nos ombros uma dor invisível,
É chorar em silêncio por feridas que não são nossas mas que poderiam ser.
Não é fácil lutar todos os dias
Com cicatrizes abertas na alma,
Com esperanças rasgadas pelo vento,
Com o coração pedindo apenas um gesto de abrigo.
E os que se dizem cristãos,
Que pregam o amor, misericórdia e compaixão,
Muitas vezes cruzam os braços,
E deixa um passado despercebido
Quem mais precisa de um abraço.
A fé sem empatia é palavra vazia,
É templo erguido sobre areia,
É Cruz sem sentido.
Ser empático é ser humano inteiro,
É estender a mão mesmo sem resposta,
É amar o próximo não só com palavras,
Mas com a presença que acolhe,
Com um olhar que reconhece,
Com o coração que compreende.
Pois quem aprende a sentir a dor do outro
Descobre o verdadeiro rosto de Cristo;
Um rosto feito de compaixão,
De lágrimas compartilhadas,
De amor que não despreza ninguém.
Ivanylson Aguiar
03/02/2025
“O Poema Que Nunca Foi Escrito”
Quando vi teu corpo pela primeira vez,
meus olhos ficaram em silêncio,
como se tudo aquilo que imaginei
houvesse esperado uma vida
para finalmente acontecer.
Pensei que jamais teria aquele instante,
que você seria para sempre
um desejo escondido
entre meus sonhos
e minhas impossibilidades.
Mas você estava ali,
tão perto,
tão verdadeira,
tão lindamente humana,
que por alguns segundos
esqueci todas as palavras.
E percebi
que teu corpo era poesia.
Havia versos em tua pele,
rimas escondidas em tuas curvas,
reticências em teus silêncios
e uma história inteira
na delicadeza de você se revelar para mim.
Eu não precisava escrever nada.
Só precisava olhar,
sentir,
e aprender a linguagem
daquele momento.
Porque cada sussurro teu
parecia arrancar uma palavra do silêncio,
cada aproximação escrevia um verso,
e nossos corações,
tão próximos,
pareciam terminar juntos
uma poesia que nenhum de nós
havia começado.
Naquela noite,
não encontrei apenas
o corpo que tantas vezes imaginei.
Encontrei você.
E compreendi que existem poemas
que jamais conhecerão o papel,
porque foram feitos
para serem escritos na memória,
lidos pelo coração
e guardados na alma.
E teu corpo,
naquela primeira vez,
foi o mais belo poema
que meus olhos tiveram
o privilégio de ler.
Eu sou música pros teus ouvidos...
Eu sou a sua frase preferida...
Eu sou poema , strofe, poesia...
Sou tardinha , sol poente...
Brisa que passa tocando teu rosto...
Sou aquela estrela cadente... que passa rasgando o céu da noite...
Eu sou silêncio.. no barulho dos teus pensamentos..
Eu sou aquela chuvinha caindo a noite...
Sou saudade... sou aquele aperto no peito que insiste em abraçar-te...
Eu sou o tempo que as vezes passa depressa.. num piscar de olhos... eu sou... eu fui...eu serei pra sempre... porque o amor nunca morre...
Ela é doce feito mel ... meiga , carinhosa ..
Ela é poema , poesia , rima , estrofe ...
Ela é toda delicadeza !!!
Ela é sensibilidade , é força, coragem ...
Ela é música para os ouvidos, ela é felicidade, sorriso.
Ela é sonho bom , fé em dias melhores. Ela é ventania , vendaval , furacão!
Ela é perfeita , ela é de fases , de lua , de emoção... adrenalina pura , puro êxtase.. quando contrariada Ela é vulcão! Menina moça, princesa , mulherão!!!
Ela é toda indefinível, indecifrável,ela é um livro , que nem se pode julgar pela capa. Ela não é flor que se cheira,mas é leoa , fera , felina.. minha musa , minha deusa, minha loucura, minha perdição , minha inspiração!!
Poema da Minha Vida
Minha vida é casa de porta aberta, com cheiro de mar e café.
É terapia nas mãos,
cuidar do outro para aprender a cuidar de mim também.
É recomeço em dia de ventania,
quando o vento leva o que não presta
e planta de novo a esperança no coração.
É gratidão nas coisa simples:
uma boa noite nordestina,
um "gratidão" dito de coração,
um poema que chega pra fazer companhia
na hora que a solidão bate na porta amiga.
Minha vida é farmar aura como diz esta geração, todos os dias —
nas conversa, no trabalho, no silêncio.
É cair, levantar, e seguir com doçura e sutileza,
que nem me ensinaram sem precisar me dizer.
É saber que a vida é vento
e eu sou raiz.
Que pode balançar,
mas não arranca.
E no fim das contas
minha vida é isso:
cuidar, recomeçar,
e deixar um pouco de luz
por onde eu passar.
Eu sou.
Igual poema do Bandeira
Demétrio Sena - Magé
Depois de um enfarto quase fulminante, a senhorinha deu entrada em estado grave, na sala vermelha. Em dois dias, lúcida e falante, já estava na sala amarela, onde aguardava um cateterismo.
Feliz da vida, e obviamente sem o consentimento do pessoal da enfermagem, teve acesso secreto a salgadinhos e doces, na enfermaria. Fez um piquenique altamente calórico, às escondidas, com a pessoa irresponsável que foi visitá-la.
Na madrugada seguinte, voltou à sala vermelha, em estado crítico, aos gritos e com extrema dificuldade para respirar. Era um novo enfarto. Não tivemos mais notícias suas, até o dia em que deixamos aquela unidade de saúde, para o cateterismo que ela faria antes de minha esposa.
Esse episódio me lembrou o poeminha Notícia de jornal, do Manuel Bandeira. Espero que depois de toda a farra ela não tenha, metaforicamente, mergulhado na Lagoa Rodrigo de Freitas.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Poema sem nome (e sem fim)
Mais um dia chega e o mundo continua sua rotação comum.
As cores estão lá, do mesmo jeito, em seus devidos lugares.
Sou eu que estou em preto e branco.
Esgotada das coisas lá de fora, amedrontada pelas coisas daqui de dentro.
Tudo é uma questão de sabedoria e de deixar comigo os sentimentos que me afligem.
É isso, vamos viver no mundo da resignação.
Ou melhor, vamos falar as coisas erradas para as pessoas erradas. Pronto.
Essa é a solução do problema.
Ou talvez devêssemos ser mudos.
Mas será mesmo que as palavras ditas machucam mais que as que ficaram por dizer?
É um caso a ser pensado.
Entretanto, deixemos de lado as reflexões mundanas e foquemos no meu ego, objeto principal desde (des)pretencioso texto que nem nome tem. Não quero, caro leitor, lhe aborrecer com minhas considerações metódicas e até mesmo imparciais, frutos de hora e meia de reflexões e perguntas sem respostas.
É apenas que as palavras me conferem um certo entendimento da vida, que clama por ser melhor analisada.
Também não quero reescrever minha história, já que ela tem sido desempenhada com tanto sucesso (digo isso sem medo de errar). Só preciso apontar o lápis.
Um dia eu continuo esse texto.
Um verso pra quem pediu
Dedico um poema pra você meu bem
Porque me vem da alma uma luz
Que ilumina cada linha que eu risco, pensando em você
Escrevo um poema pra você minha amiga
Porque o meu coração chama por você
Em cada cair da noite e raiar do sol
Escrevo este verso que dedico a você
Porque o meu coração virou um livro aberto
Desde que o meu olhar cruzou o teu,
Numa tarde em que o meu pestanejar tornou-se mais colorido
Ao ver você galopar diante de meu horizonte.
Se for por paixão,
Deixe que me apaixone
Pelo verso que escrevo e dedico pra você
Senão,
Deixe-me apaixonar-me pelo seu jeito de menina
Porque o verso que escrevo e dedico pra você
Levará o meu cantar, sempre que o silêncio invadir o seu ouvido
Então
Ouve estes versos que escrevo e dedico pra você
Eu o fiz hoje que sinto o coração contente e
Transbordante de tanta felicidade e saudade de teus lábios
Escrevi o verso que me pediste,
Sem rimas nem rigor poético.
Apenas, com palavras que me vêem na alma
21 de Agosto de 2006
Ler um poema
"Ler um poema é despir-se dos sentimentos mais profundos, permitindo que a mensagem escrita no papel encontre o coração de quem a lê. É um encontro silencioso entre a alma do poeta e a sensibilidade do leitor, onde cada verso ganha vida e cada palavra desperta emoções que, muitas vezes, nem sabíamos que existiam."
(FURUCUTO, P. D., 2026).
Poema senhora.
Poesia agora.
Sem hora!
Poesia chora.
Senhora!
Poesia brinca.
Finca!
Poesia adoça.
Choca!
Poesia torta.
Entorta!
A espada finca.
Sem norma.
Vou ali
(Mauro A Evaristo)
É normal querer acabar com o poema,
Mas uma voz bem suave diz "experimenta",
Eu desisto de desistir
Caneta e papel na mão vou ali.
As vezes quero acabar com o poema,
Mas a voz delicada repete "experimenta",
E eu feito criança feliz
Sorrio e vou por ali.
As vezes só quero um pouco parar,
Mas a voz sabe que posso continuar
E sabe que absorvo o que vai dizer
Diz-me enquanto eu respirar
Tudo pode de bom acontecer
Pois existe poder infinito em meu Ser.
feradapoesia.blogspot.com
A boa intenção deste poema
(Mauro A Evaristo)
Desejo que se liberte da dualidade
Que todo, qualquer ser humano tem,
Essa tal divisão que nunca faz bem,
Mas presente em toda sociedade.
Desejo que ao ver como as pessoas são
Que modere nas palavras e na mão,
Que não seja ferramenta de vingança
Porque ignorância traz mais ignorância.
Desejo que realmente entenda
A boa intenção deste poema
Que tem por perspectiva que possa ver
Que mesmo que algo lhe ofenda
Não se rebaixe em igualdade responder
Pois, existe poder infinito em você.
Arqueólogo
O poema é um buraco que sempre existiu
Uma caverna escura na mata fechada
O poeta curioso de cara assustada
Apenas entra e escreve o que viu
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