Poema na minha Rua Mario Quintana
Mesmo que o tempo me leve a lugares distantes e me faça esquecer parte da minha vida, sempre haverá lembranças de você. Pois prometi guardar você em minha alma e não no meu coração. Porque um dia meu coração deixará de bater, mas minha alma jamais deixará de existir.
Todos os dias tropeço nas minhas fraquezas...Sempre deixo pra manhã aquilo que minha coragem tem medo...Um dias desses eu ainda vou cobrar de mim uma atitude mais ousada, um tiro de largada, um ponto final neste lance de "amanhã eu vou ser feliz!".Vou deixar de lado a razão, as dúvidas e vou apostar as fichas em mim...Vou dar a cara à tapa e arriscar tudo só pra se perder o medo, só pra se sentir como é este amanhã que nunca chega!
Vivi a minha vida inteira com poucas palavras e um sorriso para disfarçar, os olhos encharcados.
Hoje quero permanecer ainda mais no silêncio, porém com o olhar de esperança e o sorriso ainda maior!
Minha maior tristeza é que todonovo amor que eu arrumo vem sempre com algum velho amor tão longo e bonito. E eu sofro porque com pouco tempo não consigo ser melhor que o muitotempo. E de sofrer assim e enlouquecer assim, nunca dou tempo de ser muito para esses amores porque estrago antes.Tati Bernardi
as vezes a gente briga agente faz coisas orriveis mais apesar de tudo ainda gosto de vc minha melhor amiga
Eu sinto a dor dos outros como se fosse a minha própria dor, muitos vê isso como um defeito, outros vê isso como uma qualidade, eu vejo apenas como uma dor...
''Sei que meu amor é sincero, pois sua felicidade é mais importate que a minha própria. Sei que é eterno, pois olho nos teus olhos e perco totalmente a noção de tempo.
Nunca fui um homem religioso, mas já não consigo mais olhar para o teu rosto sem acreditar que foste criada com base naquilo que sempre busquei em alguem. Tudo que me era importante perdeu o brilho, você passou a ser minha única prioridade. Por isso, ter você longe de mim tornou-se a uma imensa tortura. É por este motivo que eu nunca vou te abandonar.''
Talvez o banheiro de minha casa seja meu esconderijo secreto onde posso chorar sem que ninguém me incomode, talvez seja meu quarto no meio da madrugada onde posso escrever em meu caderno todas as dores e felicidades que vivi em meu dia-a-dia ou talvez seja na janela onde posso admirar a lua. Talvez toda essa tristeza um dia se amenize com o passar do tempo e a dor da perda se cicatrize. Talvez algum dia eu possa saber o que se é sorrir com vontade e dar gargalhadas sem se quer ouvir uma piada ou talvez, eu construa a minha própria felicidade. Talvez amanhã seja tarde demais para viver o que eu deveria ter vivido hoje ou tarde demais para demonstrar o quanto amo as pessoas que permanecem em minha vida mesmo depois de tantos anos. Talvez a felicidade esteja querendo entrar em minha casa e eu não esteja percebendo ou talvez a angustia e o medo de não conseguir um futuro esteja em minha moradia até eu aprender o que se é viver de verdade. Talvez eu vença a batalha ou talvez eu a perca, talvez eu me afunde na minha própria solidão ou talvez eu consiga dar a volta por cima. Talvez, esse é o problema, o tal “talvez”.
Fui atrás de muitas coisas na minha vida, e em nome disso perdi a razão agindo de maneiras erradas. E não sinto inferior assumindo essas coisas. Estou orgulhoso de mim, porque o reconhecimento dos nossos erros é o primeiro passo, digamos que o principal. É o princípio ativo. Ainda sou humano, ainda possuo medos, inseguranças e incertezas, mas estou com uma fé maior do que qualquer detalhe desses. Estou ciente de todo meu esforço para alcançar meus objetivos e concretizar meus maiores sonhos. E estou ciente também de que, às vezes, não depende só de nós. Espero que cada dia que passe, leve com ela uma pequena parcela dessa fase ruim. E se Deus existe mesmo, que ele escreva a minha história de forma que deve ser. Sabe, aquele lance… Escrever certos em linhas aparentemente tortas.
Meu coração está apertado. Meu estômago, embrulhado. Minha vontade agora é de pegar o celular e te mandar um sms para que tudo fique bem. Mas não… Por motivos pequenos você acabou disparando um “não me procura”, então farei como deseja. O antes já me deixava com medo e inseguro, agora me deixa mil vezes mais, depois disso. Sentimento de insuficiência me invadindo. De insignificância. É, insignificância para quem eu mais gostaria de significar alguma coisa. É como se eu tentasse segurar a água com as mãos, e fosse percebendo ela escapando pelos vãos dos meus dedos. É um sentimento - como se eu fosse deixando de ser importante e especial. Volto a repetir: insuficiência. Essa palavra parece descrever bem. Agora… Bem, agora - em meio à travesseiros úmidos de fluídos lacrimal - eu tentarei dormir e, caso consiga, não será um sono tranquilo. Estará bem longe disso. Bem, bem longe.
E foi assim, no colo da minha mãe que eu chorei. Chorei um choro desesperado, cansado. Um choro pedindo por proteção, por piedade. Um choro pedindo refúgio. Me senti tão pequeno, tão indefeso, tão frágil. Minha vontade é desistir de mim. Não quero mais viver nesse mundo sombrio cheio de pessoas malvadas. Não quero mais me machucar e correr atrás de quem nem sequer lembra que eu existo. Eu sou um idiota. Idiota que quer ir embora. Mas ir embora não da vida, de uma ou duas pessoas. Mas ir embora pra sempre, de todo mundo. Cada dia que passa, eu cogito mais essa ideia. Eu preciso me encontrar. Estou perdido, sem rumo, sem amor e sem coração. Estou em prantos, cada vez mais desesperado.
Sou solidário ao meu próximo mesmo que esse não reconheça. Minha energia brota da fé que adquiro todos os dias no trabalho difícil sobre meus defeitos.
Sou implacável com a ignorância e com a preguiça que tenta dominar meus dias. Desistir Jamais...
Se não existir conflitos, não aprendemos a pensar. É nas transpirações dos conflitos que surge minhas inspirações!.
Não importa se a minha religião é diferente da sua, o que importa é que o DEUS é sempre o mesmo para todos!.
Não lamento por ter conhecido nenhuma pessoa que apareceu em minha vida. As piores me deram lições e as melhores me deram memórias.
As experiências mais difíceis da minha vida ,foram as que proporcionaram grandes mudanças em mim mesma e melhores resultados.
Nos tempos da minha juventude em que tinha todo tempo do mundo para fazer o que quisesse agarrava-me a coisas que se calhar não devia, mas não me arrependo de nada, a não ser o facto dos meus ouvidos estarem mais frágeis...pois consumia muita música e ainda consumo apesar de achar que já não estou ligado a ela
