Poema na minha Rua Mario Quintana
Posso escutar as sirenes soando
Interrompendo as brincadeiras das crianças na rua
Partir de agora perderemos a paz
Só com sorte essa noite veremos ainda a Lua
Já posso ver as balas riscando o céu
Teremos crimes de guerra para liberdade de uma nação
Agora seremos massacrado pelo exército da salvação
Qual será a acusação dessa vez
Temos armas de destruição em massa ou um líder Ditador
Ou somos terroristas seguindo a ideologia de um matador
Desculpas para favorecer o conselho da morte
Seremos atacados dia e noite sem razão
A ganancia deles distanciarão da misericórdia não terão perdão
E o único proposto dessa guerra é a ambição
Quando não podermos mais lutar
Nossos gemidos serão abafados
Quando os gritos de socorro silenciar
O sangue dos inocentes será trocado por barris de petróleo
Todos os postos de gasolina será abastecido
E o tempo apagara o sangue na areia do deserto
E o verdadeiro proposto dessa guerra será encoberto
Essa é a guerra atual feita de polvora ,sangue, mentira e petróleo
Farto da luta
Levantou cedo e saiu à rua
Sentou no banco da praça
Com rosto entre as mãos
Chorou como choram os
Inocentes
Gritou como gritam os
Possuídos
No final suspirou como suspiram os
Derrotados ...
Deixa eu te namorar,
faço manha
faço dengo
faço amor,
te levo...
pra cama
pra rua
pra lua
pro céu
pro amor.
Deixa eu te namorar,
prometo...
jurar todas as juras,
te amar sem medo,
ser menina,
ser mulher,
ser amante,
ser companheira.
Deixa eu te namorar,
vou ficar juntinho toda hora,
no seu lençol de manhã
no seu colo a tarde
no seu corpo a noite
no seu coração toda hora
no seu amor toda a vida.
Deixa eu te namorar,
vou te ouvir, as vezes até calar,
te carregar no colo,
te apresentar a vida,
sentir suas paixões,
saborear de seus beijos,
sorrir de suas atrapalhadas,
desculpar seus nervosismos,
fazer amor quando quiser.
A que horas te pego...???
òtima seman!!!!!
Escolhas
E caminhas tu na rua deserta da solidão
Nega-se a abrir os portões do cárcere
Pois é mais fácil viver á sombra da despedida
do que guerrear com a vida à própria sorte...
Ora direis dos versos que te fiz
Aprendeis com o vento, no lamento do sol
Mais vale amar uma rocha e lapidá-la com o tempo
Do que ter em mãos um diamante frágil
O destino é um trem sem estação
Pois guardais no vagão só o que nele cabe
Não perderei tempo planejando a viagem
Embarco, sonho, olho as paisagens
A medida do amor é não ter medida certa
Porque a paixão é rua deserta após a tempestade
Quando um coração se mostra de verdade
Não há como sucumbir a alma e apagar o que se sente...
Viveis hoje o que lhes cabe viver
Sonhais só amanhã com o anoitecer
A vida assim como o amor, também é passageira
E num piscar de olhos, apagam-se as estrelas...
Vão passando as horas no limiar do tempo
Na covardia das sombras a nos assustar
Rasguem o destino, quebrem as amarras
Pois meu coração não vos deixarei selar!
AMOR EM VÃO/MARIA VOLTOU
Tornei-me um ébrio
Perambulante de rua
Unicamente por
Saudade sua
Você desapareceu
Não deixou seu paradeiro
Eu sentir por ti
Amor verdadeiro
Do que vale amar e não ser correspondido
Eu te dei um lar
Hoje vivo sem abrigo
Sei que aqui se faz aqui se paga
Eu na duvido
Que alguém me rogou praga
De tanto pedir, Maria voltou
Hoje sou o dono
Desse seu amor
A nossa união
foi abençoada.
Quando há feridas
O amor apaga
Meu sentimento, já prevaleceu.
Vou dizer ao seu
Que ele não se acabe
LUA NA RUA
A lua andou pela rua
era bege, era gelo, era branca...
Era nossa... Era sua era minha!
Era hera de chuva, telha molhada
goteiras na casa , chuva na cozinha.
Tinha chovido água e como chuva
... A água caia, pela cidade
pelas calçadas pelos muros e casas
e os buracos da velha rua...
D'água fria se enchia.
A lua, andou pela rua
era noite, era chuva era água....
A chuva falou para a lua
_ Essas poças d'água na rua,
não são minhas!
São espelho refletindo
essa cara apaixonada sua.
Antonio Montes
Carta-22
vagando pela rua faz da noite o seu dia
acompanhado do seu cão a procura de alegria
leva sempre com ele uma rosa branca
decepções da vida e os desejos de criança
carrega inocência e também a ousadia
intuitivo e romântico com sonhos e fantasias
sabe se esquiva da fumaça da neblina
gosta de liberdade e um pouco de adrenalina
anda distraído vendo os pássaros voar
a beira do precipício sem caminho a encontrar
nunca perde a esperança que seu dia vai chegar
e no fim do arcos íris muito ouro encontra
usa sua sabedoria para achar um mundo novo
por onde ele passa muitos o chamam de louco
loucura e tentar explica para você
aquilo que não estar preparado pra saber
Hoje te encontrei na rua
estava linda como sempre
o mesmo sorriso bobo de sempre
meu coracao bateu mais forte, como sempre
embora vc estivesse totalmente diferente.
Escritas no ar ;
Não me prometa abrigo e me abandone na rua , não diga que sou muito e depois me faça pouco , não permita que eu entre na sua vida , sendo que o tempo todo a intenção era a porta estar fechada , não jogue fora planos do verão , não faça esse tempo gastado ser em vão
========ESPERAS========
Da vida
Eu só quis a vida
Em cada caminhada
Cada rua atravessada
Em cada esquina dobrada
A vida,eu quis
E procurei
Com obstáculos,deparei
Em cada pedra encontrada
Tropecei
Ainda assim,determinada
A vida,eu quis
E procurei
Minha espera,meus desejos
Ao corpo,amarrei
Mas,pelas curvas da estrada
Nas poeiras do caminho
A vontade,a esperança
E cada sonho sonhado
Desiludida,deixei!
(Eloísa Elena Lírio Carvalhal Rangel ==Reg.10/7/2010)
MERIDIANO
Meia lua, meia noite
meia rua com açoite
um par de meia de pé
a metade da mulher
na meia vida de afoite.
Tantas meias mediando
medrando os planos seus
a corte quase caduca
meio corte, meia fruta
o fundo no meio da gruta
medindo os carinhos teus.
Na meia xícara de chá
meio gole de prazer
os meio dos seus chamegos
medem o meu e os de você
meio mundo, meio fundo,
no fundo do seu fazer.
Tanto meio, esta no meio
meados do meio fim
mediando meridiano
meio plano, mornos panos,
montando o topo do mundo
o meio mundo é aqui.
Antonio Montes
Ir dormir na esquina da rua
mesmo quando você ganha uma herança,
ou como conversar com o garçom por
ter ganhado na loteria! e como estar
dormindo no telhado em uma noite de inverno.
e como descobrir que e um doente terminal
e chorar de alegria! e como estar rouco
no dia que você resolveu fazer uma serenata
para a sua pessoa amada você iria conpletar
25 anos no dia seguinte
Vejo na rua coisas que me consome
Crianças dizendo, mamãe eu to com fome
Sem saber o que fazer não teve outra opção
Entrou dentro do lixo pra catar migalhas de pão.
Em uma rua deserta vejo pessoas
que amam verdadeiramente o próximo,
perdoam sem resquícios de magoa,
amam sem egoísmo, sem ciúmes doentios,
ficam felizes ao ver o próximo feliz, porque,
se alegrar com a alegria do outro
é o ápice da evolução humana.
PERDI-ME 💕
Perdi-me de ti por entre
As pedras soltas da rua
Entre vestidos de princesas
Num conto de fadas lido
E relido num luar de solidão
Das noites presas aos dias
Dos dias presos às noites
Escuras nos sonhos, nos anseios
Por entre desejos meus, teus
Gritos espalhados pelo vento
De tantos beijos dados
Que me tombam do regaço
Flores, flores dos belos tempos
Em que o amor floresceu em desejo.
Dinheiro não traz felicidade!!!
Fala isso pra morador de rua...
fala isso pra um sem terra...
fala isso pra um pai que tem 5 filhos e não tem um emprego...
fala isso pra uma pessoa que não tem o pão de cada dia....
fala isso pra uma pessoa que tá com aluguem atrasado, e tá pra ser despejada...
DINHEIRO não traz felicidade, mas é um bom começo!
Solidão
Tão só, tão triste sobre a rua
expressão tensa, olhos molhados,
inquieto, liberta a fúria que traz na alma, correndo como quem busca e não alcança.
Escuta o vento sibilar,
observa perplexo o encanto do mar soluça com grande pesar,
de voz rouca e mansa.
- Onde vais tu menino triste?
- Que procuras que não encontras?
Mas o menino não responde,
apenas chora e corre e sofre.
Mais tarde já cansado,
seu corpo mole cai sobre a areia,
fecha os olhos e dorme junto à praia, um menino descalço e triste, já não brinca, já não corre, já não chora, já não sonha simplesmente morre...
UMA PEÇA
Menino... Deixe de ser mofino
Pegue aquela sua bicicleta
saia por aquela rua e vá, vá lá,
no auto-peças, chegando lá...
Fique calmo, não se estressa!
Peça uma peça d'aquela terça
e uma cesta para colocar caneca.
Aproveite e compre um leite
leite alvo, natural da vaca....
Vá logo bichinho, não se queixe!
cuidado com a chuva, desvie das poças
pedale do jeito que você possa
esse caminho da roça, esta uma joça.
Vê se apreça em seu mandado
não pregue, nem uma peça...
É por essa estrada reta que passa
aquele trilho esta com, inhaca
e volte logo, para evitar uma taca.
Antonio Montes
Simplesmente, poeta!
Sou o poeta no divã do sonho
Pernoitando nos becos da vida.
Sem rua, sem travessa e sem esquina.
Onde não há mapa definido;
Só há papel e tinta.
Sinto nas ondas do sentimento
A inspiração dos poetas mortos.
E, tomado por uma síncope,
Ouço o eco de todos os gritos.
E me realizo e me proponho
A criptografar realidades e ilusões.
E ontem e hoje e sempre,
Decodificando labirintos.
Revelando tristeza e felicidade.
Assim eu sou, um eterno aprendiz.
Simplesmente, poeta!
Prof. Osmar Fernandes em 01/05/2015
Código do texto: T5227089
FULGOR DA VIDA
Na madrugada escura,
de uma rua estreita...
Explode um pau-de-fogo
... E um grito, projeta-se, sobre...
O beco macabro, de um momento fúnebre,
marcando o ultimo tíc, tác de um peito
dilacerado.
Uma bala e duas lagrimas rolam...
E sobre o leito de uma dor finda,
o arrependimento tomba apagando
o ultimo fulgor, de uma triste vida.
Nesse ínterim...
Como se fosse lençol de uma branca
mortalha... Brada o silencio sufocado
sob, o ultimo sopro da estupidez...
E os olhos, se enchem de nevoa branca,
impregnado de frio e de tremor, de uma
alma, que nunca foi aquecida,
pelo fulgor da doce vida.
Antonio Montes
