Poema Menino

Cerca de 2331 poema Menino

⁠Corre meu menino,
quero olhar-te assim
entre a folhagem infinita,
onde o sol habita
e o amor nos fita.

Inserida por glauce_leite

⁠Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)

Inserida por douglasduartealmeida

⁠Brumas.

Desde que eu estou aqui
Tenho aceitado
A tudo que o destino impõe
Desde menino, assim tem sido
As coisas que tentei mudar e consegui
Só deram certo porque
Meu destino era tentar
Eis aqui todo sentido
Desde o primeiro colo
À derradeira queda ao solo
Desde a primeira hora
Mesmo não concordando
Pois de vez em quando
Todo mundo se revolta
Porém, cada volta que o mundo dá
Cada prece escrita
Cada coisa que achei bonita
Estava lá para eu vê-la
Alguma coisa as põe no caminho
Assim como estrelas no céu
Que todos veem
Porém, tê-las não se podem
Aparecem sempre as brumas
Que vem do nada e as escondem
O destino nos quer assim
Assim como quer que não queiramos
Isso nos molda
Como as peças de um quebra cabeças
Onde tudo se encaixa
Quando a gente acha
Uma ou outra parte
Destarte nunca acharmos outras
Pois pra isso existe o tempo
Que parece curto, que parece longo
Porém, jamais outra peça
Apesar de ser
Ele faz parte do engano
E da arte de viver
Desde a primeira vez
Que nossos pés tropeçam
E aprendemos nos reeguer
Sem que o mundo estenda a mão
Minh'alma, que um dia foi tola
Se molda, se encontra, se encaixa
Em meio à uma imensa engrenagem
Entre o pássaro e a semente
Entre a folha e o vento
Entre o homem e Deus
E a revolta e a escolha
Entre a estrela e a paisagem
Entre a vida e o momento
Cada volta do mundo sem conta
Faz parte do engano do tempo
Que parece curto, que aparenta andar mais lento
e faz parte do jogo...e está contando
desde que eu estou aqui.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Soneto

Um menino está brincando
Solitário no quintal
Todo dia para ele
é sempre igual

Faz brinquedos com as tralhas
Que vai juntando pela vida
Nunca foi primeiro em nada
E nem nunca teve nada de primeira

Nunca teve segredos
Mas guardou no coração o medo
de viver na eterna solidão

Encontrou somente a companhia
Quem lhe atirasse as migalhas
Que houvessem restado ao fim do dia

Inserida por edsonricardopaiva

Que a vida venha desgrenhada
igual aos meus cabelos de menino
venha e seja difícil transpor
Qual fosse mata fechada
a gente passa um pente fino
e vai vivê-la
A gente se embrenha
pra poder conhecê-la
A gente vai descalço
sempre que hover espinhos
Onde não houver dificuldade
Eu crio uma
Sempre que eu vir espaço
conveniente para criá-la
Que minhas mãos se encham de calos
Que a vida venha
Só não quero passar por ela sem vivê-la
E que ela se vá um dia
do mesmo jeito que um dia veio
Não peço facilidades para mim
Quero apenas
que entre o início e o fim
Eu possa deixar algo ali no meio

Inserida por edsonricardopaiva

A vida que Deus me deu
é a vida que Deus nos dá
Um Presente Divino
E como qualquer outro menino
Me atrapalhei pra desembrulhar
E rasguei-lhe
Quase que completamente
Sem nem ao menos olhar
A fina estampa
dos papéis coloridos que a envolviam
Queria enxergar-lhe a essência
desvendar e provar-lhe a substância
Passar correndo pela infância
Com pressa de chegar em algum lugar
Sem nem ao menos saber
O que é que eu ia encontrar lá
O papel colorido se perdeu
E eu não me lembro nem
Quais as cores que ele tinha
Ou se havia desenhos de Montanhas
Estrelas ou flores, talvez uma casinha
Quem sabe Deus não tenha Escrito
Algumas palavras
Naquele papel tão bonito
Que eu rasguei sem olhar.
No interior daquele embrulho
Havia peças espalhadas e dispersas
Era um Enorme Quebra-cabeça
E ainda agora
Por mais que eu peça
Por mais pessoas que eu conheça
Até hoje eu não achei
Alguém que o soubesse montar.

Inserida por edsonricardopaiva

Um dia o menino acorda
e descobre não estar de acordo
com as cores que utilizaram
pra pintar o dia
Só usaram tintas tristes
economizaram na alegria
Quem foi que escolheu
a cor do dia
Quem será que escondeu
a alegria
Que a gente pretendia
viver hoje?
Pode ser num dia de chuva
tanto faz
Há dias cinzentos
Em que a gente encontra paz
E dias ensolarados
Em que paz não se enxerga não
As minhas vistas vêem
Mas são cegas
As cores que trazem harmonia
Não são aquelas que o Sol irradia
Mas as que apagam
As tristezas de ontem
Nas paredes do meu coração.

Inserida por edsonricardopaiva

Juliana.
Menina linda
Minha linda menina
Amor de criança
Que nos meus
tempos de menino
Fez conhecer
A luz do Divino amor
Amor que ensinou
O quanto a vida
Pode ser bacana
Às vezes a vida engana
e chega a parecer triste
pra mais tarde a gente ver
A Luz que da Luz emana
Luz que vem de Juliana
Só quem te conhece pra saber
O quanto é bom viver
E poder ver
O sorriso que sempre sorriste
Quando me via chegar
Meu coração leviano
também bate
Por Lavínia e Alessandra,
Ana Júlia e Beatriz
Outros poemas já fiz
Por Marina ou Mariana
Outros sorrisos eu dei
Por Giulia e Nathaly
Por Simone ou por Luana
Por Larissa ou por Andressa
Por Aline e por Vanessa
Por Alice e Maria, Laurinha ou Giovana
Meu coração se arrepia de lembrar
do momento solene
Do dia que conheci Shirlene
e toda menina que mereça
Permanecer assim, na cabeça
Assim como sempre penso
Em Ana Paula ou em Verônica
Manuela, Isabella, Mirella ou Carlinha
Por Patrícia, Menina bobinha
E por Sandra, Menina malandra
Amor que no peito fica
Quando lembra da Vivica
Porém, hoje eu escrevi
Um poema pra dizer
Que meu coração
desde sempre
Bateu contente
por você
E é claro que a gente precisa
Lembrar da Maria Luiza
Mas...você não é mais uma
Você é única e divina
Você é e sempre foi
Minha linda menina
Hoje eu mando este simples poema
Qual se fosse uma oração
Que eu oraria uma semana
Cantaria esta canção
pra você
E somente pra você
Juliana.

Inserida por edsonricardopaiva

Longe se vai
O tempo que eu fui menino
de cara queimada de Sol
Joelho repleto de machucados
de quem sobe em muros
Cai de árvores
Maceta mármore em lata
Corre atrás das pipas
E não pára quieto um instante
Lá se vai ao longe
O tempo do Sol a pino
A rolimã que rangia
A metade de um dia eu tinha
Pra resolver os problemas
Que arrumava de meio-dia em diante
Sem atentar para o fato
Que eu já os tinha e eram muitos
Eram tantos
Que até hoje minh'alma duvida
Que mesmo se hoje eu tivesse
Toda calma que existe no mundo
Eles pudessem ser resolvidos
Em somente uma vida
da mesma maneira que
Naqueles dias que longe se vão
Sem pensar, eu apenas desatava
Em questão de segundos
A mesma espécie de emaranhado
Que hoje, me faz calado e me dói no peito
Pois um dia a gente cresce
... e esquece
como era o jeito que se fazia.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

"100 Dias De Gratidão"

Hoje eu agradeço pela vida de um menino que acabei de saber de sua existência. Ele tem 3 meses, e esta com algumas dificuldades respiratórias, apesar de levar um susto ao saber de sua existência, peço em nome de toda a gratidão que ele se recupere logo. E aproveite essa vida maravilhosa em que vivemos

Inserida por tatyanenicklas

Um menino inocente
No jardim vazio
O sol não brilha
E as estrelas não dão sua luz
O vento sopra devagar
Mechendo suavemente os belos cachos do menino
Dos seus olhos a luz emana
E a chama nunca apaga

Inserida por DanielAvancini

Que Deus me acompanhe (Fazer Sorrir)

Eu fui aquele menino que cresceu sem estudos, que ainda franzino teve que trabalhar
Eu fui aquele menino que sofrendo e sorrindo, passava fome e não deixou de lutar

Hoje eu cresci e ainda to na luta
Carrego as marcas da vida dura
Mas com fé em Deus eu vou conseguir
E sei que um dia eu vou sorrir
E fazer sorrir os meus
E fazer sorrir os teus

Poder ajudar bem mais minha mãe
E pros meus irmãos poder ser um pai
Vou seguir na fé que Deus me acompanhe
E que nessa estrada ele traga paz

Inserida por FernandoPinheiroLima

Menino que queria crescer

Em uma guerra de pensamentos
Que me faz lembrar só de momentos ruins
Éssa dor que há todo momento
Tira um pouco de força
E olhando pra mim
Eu posso perceber
Que o tempo passou
Mas a dor não passou
Menino que queria crescer
Quer voltar a ser criança e apagar a dor

E eu penso há todo momento
Por que não temos paz nem direitos iguais
Se o amor chegasse no momento
Que a criança ferida chama pelo pai
Ele iria crescer
Entendendo que a vida também tem amor
Deixaria de sofrer
E de outras crianças tiraria a dor

Essa paz está tão longe
Muito longe daqui que nem posso enxergar
Será que ela se esconde
Quando eu chego perto
Depois de lutar
E nem da pra perceber
Que ela esteve aqui
Pois eu só vejo dor
Menino que queria crescer
Quer voltar ser criança e apagar a dor

Inserida por FernandoPinheiroLima

ESTRADAS PARALELAS

Nasci com o destino
Pronto e traçado.
Menino tonto e santo
Esperto e safado.

Cresci, não houve jeito.
Hoje, homem feito.
Trago essa sina comigo
Cravada dentro peito.

Amei, namorei e casei.
Num bom sujeito me transformei
Certo que tudo tinha passado
E meu destino sacramentado

Apareceu alguém que desde sempre
Paralelamente, caminhava ao meu lado.
Nossos rumos pelo destino foi traçado
Bem traçado!

Mesmo em estradas paralelas
O encontro estava predestinado.
As regras da matemática ficaram no passado
E nesse ponto ficamos juntos, deixamos de ficar lado a lado.

Minha filha e mulher me perdoem
Pai e mãe me abençoem
Se existe um culpado
Foi o destino que pelos caminhos é o responsável

Hesitei, tentei, busquei
Todas as formas do imaginário
Juntei todas as forças
Para sair desse traçado

Fui ao extremo
Mas o músculo fadigou
Corri em tangente
Mas a perna travou

Agora lançado à sorte
Se é pra vida ou pra morte
Apostar eu vou
Ah! Eu vou.

Inserida por Negreiros

⁠Menti em expurgo coração devastado ainda resta penas um para lutar ao meu lado menino desgraça perdido no passado mente entupida de palavras não ditadas mais disparadas por aquele que está ao seu lado, sua mente quer amarrá-lo mais não consegue segura lo vazio inexplicável que nunca dito e nem falo.

screams in the dark of my past

Inserida por Alboneti704

⁠Pois já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”.
‭‭Isaías‬ ‭9:6

Quero ser essa criança, na vida de todos.
Quero ser esse menino, no corpo de mulher e aconselhar com o Espirito dEle.
Em nome de Deus, quero empoderar as pessoas, para que a felicidade de SER seja mais que a de TER.
Quero que o Amor Incondicional seja Eterno em nós.
Que a Gratidão, estufa nossos corações, impulsionando o calor fraterno.
AMÉM.
Natalirdes Botelho.

Inserida por NatalirdesBotelho

O MENINO DA SUA MÃE




No plaino abandonado


Que a morna brisa aquece,


De balas traspassado


— Duas, de lado a lado —,


Jaz morto, e arrefece.




Raia-lhe a farda o sangue.


De braços estendidos,


Alvo, louro, exangue,


Fita com olhar langue


E cego os céus perdidos.




Tão jovem! que jovem era!


(Agora que idade tem?)


Filho único, a mãe lhe dera


Um nome e o mantivera:


«O menino da sua mãe».




Caiu-lhe da algibeira


A cigarreira breve.


Dera-lha a mãe. Está inteira


E boa a cigarreira.


Ele é que já não serve.




De outra algibeira, alada


Ponta a roçar o solo,


A brancura embainhada


De um lenço... Deu-lho a criada


Velha que o trouxe ao colo.




Lá longe, em casa, há a prece:


«Que volte cedo, e bem!»


(Malhas que o Império tece!)


Jaz morto, e apodrece,


O menino da sua mãe.O MENINO DA SUA MÃE




No plaino abandonado


Que a morna brisa aquece,


De balas traspassado


— Duas, de lado a lado —,


Jaz morto, e arrefece.




Raia-lhe a farda o sangue.


De braços estendidos,


Alvo, louro, exangue,


Fita com olhar langue


E cego os céus perdidos.




Tão jovem! que jovem era!


(Agora que idade tem?)


Filho único, a mãe lhe dera


Um nome e o mantivera:


«O menino da sua mãe».




Caiu-lhe da algibeira


A cigarreira breve.


Dera-lha a mãe. Está inteira


E boa a cigarreira.


Ele é que já não serve.




De outra algibeira, alada


Ponta a roçar o solo,


A brancura embainhada


De um lenço... Deu-lho a criada


Velha que o trouxe ao colo.




Lá longe, em casa, há a prece:


«Que volte cedo, e bem!»


(Malhas que o Império tece!)


Jaz morto, e apodrece,


O menino da sua mãe.

Inserida por ZS

⁠Eu te amei menino como eu amei,
Mas você levou consigo a dor do passado.
Sangrou em mim as suas feridas abertas,
E preferiu partir sem lutar ao meu lado.
Eu tentei mudar o que nos atrapalhava,
Mas você não teve maturidade para ver.
Preferiu fugir e deixar para trás,
Aquilo que um dia fomos capazes de ter.
Mas eu ainda lembro dos momentos felizes,
Das risadas e dos sonhos que sonhamos juntos.
E mesmo com a ferida aberta em meu peito,
Ainda guardo em meu coração nossos momentos mais incríveis.
Se um dia você amadurecer e voltar,
Levarei comigo a esperança de que possamos lutar.
E quem sabe assim, juntos possamos crescer,
E finalmente nossas feridas possamos curar.

Inserida por MrCirilo

⁠Eu te amei menino como eu amei,
Mas você levou consigo a dor do passado.
Sangrou em mim as suas feridas abertas,
E preferiu partir sem lutar ao meu lado.
Eu tentei mudar o que nos atrapalhava,
Mas você não teve maturidade para ver.
Preferiu fugir e deixar para trás,
Aquilo que um dia fomos capazes de ter.
Mas eu ainda lembro dos momentos felizes,
Das risadas e dos sonhos que sonhamos juntos.
E mesmo com a ferida aberta em meu peito,
Ainda guardo em meu coração nossos momentos mais incríveis.
Se um dia você amadurecer e voltar,
Levarei comigo a esperança de que possamos lutar.
E quem sabe assim, juntos possamos crescer,
E finalmente nossas feridas possamos curar.
Mas se isso não acontecer eu seguirei em frente,
Com as marcas que você deixou em minha alma.
Porque sei que cada cicatriz me faz mais forte,
E me torna capaz de superar qualquer drama.
E assim, mesmo que eu nunca mais te veja,
Guardarei você em uma parte de mim.
Porque você foi parte da minha vida,
E eu te amei, meu menino, até o fim.

Inserida por MrCirilo

⁠Ensina o caminho e da lhe atenção, depois pergunta, quem te ensinou menino?

Só no Gingar todos vão entender, só no falar todos irão olhar, mas a verdade poucos irão saber.

Porque só no suor e na dedicação que irão perceber que a diferença existente é o querer.

Inserida por GeisaBahiaGinga