28 poemas sobre a infância para reviver essa fase mágica da vida
Talvez meus pais estivessem certos e tudo o que as crianças precisam é de amor, ar fresco e um pouco de negligência saudável.
É uma ideia corruptiva ensinar uma criança a fazer algum bem por dinheiro ou premiação. Isso pode distorcer a percepção do indivíduo sobre o valor de suas ações, seus esforços e desenvolvimento e provavelmente formará um adulto interesseiro que dificilmente agirá sem que haja algo em troca, focando sempre na recompensa.
As crianças devem sonhar ser o que quiserem pra contribuir no mundo, e não mão de obra de alguém que veio antes e tomou tudo.
No entanto, ela já entendia a diferença entre ser criança e ser adulta. A diferença é quando alguém diz que pode manter as coisas ruins longe, uma criança acredita.
A inocência e a pureza das crianças deveriam servir de inspiração para o mundo e jamais deveriam lhes ser arrancadas. A infância é muito importante e devemos valorizar, respeitar e entender essa fase da vida. É nela que muitas personalidades são formadas e algumas experiências acabam definindo o futuro da pessoa. Cuidado com o que você faz com suas crianças.
As mais lindas lembranças são as que guardamos no coração. Nossos vínculos afetivos são norteados pelo que vivenciamos na infância. O que buscamos no outro baseia-se nas experiências que recebemos e será a referência para nossas escolhas amorosas. Que parâmetro você tem afetivamente? Que tipo de vínculo tem sido seu norte? Qual é a linguagem de amor que você espera do outro e como você tem manifestado seus sentimentos?
Buscamos no elo amoroso alguém que nos abarque, da mesma forma que fomos nutridos por nossos pais ou cuidadores. Por isso, nossas escolhas amorosas refletem e perpetuam o que nos foi dado e como foi construído nosso arsenal afetivo. Como é importante termos tido então, um investimento afetivo de boa qualidade, pois isso poderá determinar positivamente nossas escolhas amorosas.
Quantas vezes eu me peguei cuidando da criança que existia ontem, apenas para perceber que ela acordou como alguém completamente novo hoje?
Recebemos muitos implantes mentais ao longo da vida e somos introduzidos a um senso de moralidade na infância que em parte nos liberta e em outra nos aprisiona ao longo de nossa formação.
Por trás de uma pessoa que ama muito há sempre uma outra que foi muito amada. Nenhum adulto é capaz de dar a um outro o amor que não tenha recebido na infância.
É interessante observar como a chegada da vida adulta nos endurece. Brincar pede entrega, atenção plena, relaxamento. Só isso. Nós não precisamos saber brincar, precisamos apenas olhar para os nossos filhos e deixar que, por alguns poucos minutos, eles simplesmente nos guiem. Algumas pessoas me falam: "ah, Elisama, mas eu não gosto de brincar, não tenho paciência. Eu leio com ele, a gente desenha junto as vezes. Tá bom, né?". Sim, ler junto, cozinhar, desenhar, contam como tempo de qualidade com a criança e, sem sombra de dúvidas, criam bons hábitos e lembranças na família, mas há algo único e especial em brincar. Quando a gente aceita o convite de "vamos brincar comigo?", eles ouvem "eu me interesso pelo seu mundo e quero fazer parte dele." E existe um efeito mágico nisso. Crianças são uma carta branca pra correr no mercado, dançar no meio do shopping, sentar no chão e brincar com lama. Elas são lembretes vivos de que a vida pode ser mais divertida. São mão estendida pra uma existência menos cinza. Precisamos brincar.
Certo dia, numa dessas manhãs de sol radiante nascendo lá pelas bandas da Barra do Ribeira, me deparei nostálgico. Lembrei da minha infância, sem cor nem muitos amigos. O menino franzino, digno de pena no máximo. Sempre tentado chamar a atenção de alguém que me olhasse com outros olhes. Sei lá. Acho que talvez seja essas coisas bobas que crianças criam no seu mundo de fantasias. Dai eu cresci, pelo menos fisicamente, porem a essência ainda continuava, a velha criança boba que insiste em atuar como o centro de sua utopia, de seu egocentrismo. Uns dizem que coisa da astrologia, outros dizem que sou meio diferente, outras dizem que sou o que sou. São meus fiéis seguidores que insistem em manter de pé o rótulo de 'Digno das suas amizades’'. Interessante pensam eles. Eu apenas me considero um menino crescido que amadurece com as dificuldades que a vida apresenta, cercado de miragens e sonhos. Um menino feito de lendas, mitos, e carde...
Hoje sei que tudo que passei enquanto criança foi apenas o mínimo daquilo que deveria ter vivido, pois a lição foi dada e agora vem a prova do aprendizado...
Entendo tanto das tristezas que, quando a felicidade vem, vem com susto. Eu desaprendi muito cedo a plenitude alegre, e tudo bem: gosto do medo. Não porque me protege a alma das grandes besteiras, eu tenho um coletivo de babaquices feitas que denotam uma vida de coragens nem tão estúpidas; mas porque o medo é a mais autêntica forma de vida que eu conheço.
“Mas você me parece melhor”, “como assim?”, “lembra que no ano passado você estava a ponto de explodir? Então, parece que passou”, “ah, passou porque eu cresci, né”, “é! E crescer é difícil, às vezes dói um pouco”, “crescer não dói, não, Rafa. Você amadurece e pronto, tá tudo bem”.
"Ser palhaço não é simplesmente pintar o rosto, vestir-se engraçado ou colocar um nariz vermelho. Ser palhaço é um ideal de vida, é você que escolhe e acolhe o universo encantado envolvido nisso. A recompensa não vem em forma de pagamento material, pagamento espiritual é o que recebemos. O sorriso extraído no rosto de cada criança é único e exclusivamente seu, você batalhou e conseguiu. Viva o besteirol e a todo sorriso frouxo."
Que saudades sem fim do meu tempo de criança. Vivia com os joelhos todo esfolado das brincadeiras de infância, mas o coração, não tinha sequer um machucadinho a me incomodar...
Um homem, só se torna realmente um HOMEM, quando compreende a extrema importância que é Ser um Menino.
Quem não tem cicatriz, não tem histórias... São os arranhões em nosso corpo que nos lembram os bons momentos da infância.
Quando eu era criança, catava jabuticaba do pé. Subia numa alameda cheia de jabuticabeiras à beira de um rio que corta um clube de Nova Friburgo. Subia em todas as árvores para sentir qual delas tinhas as jabuticabas mais doces. Hoje, as jabuticabas vêm da feira; tem que ir até lá e pesar e pagar; saboreio sentada na frente da TV. Essa é a diferença entre quem eu era e quem eu tenho que ser. Essa é a diferença entre a infância e a vida adulta. Um forma diferente de provar qualquer fruta.
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