28 poemas sobre a infância para reviver essa fase mágica da vida
A vida corpórea de um ser humano pode ser dividida em várias fases, destacamos três: infância, adulta e velhice. Diferentemente da vida física é a vida espiritual pois, há pessoas que chegam à velhice sem sair da infância.
Quando crianças passamos a maior parte da nossa infância dentro de uma escola. Adultos aproveitamos essa experiência para sermos bem sucedidos, pois é isso que nossos pais e sociedade nos ensinaram. Maduros casamos, temos filhos e todos os finais de semana juntamos os parentes e amigos para aquele churrasco. É na velhice então que chegamos a conclusão de que tudo foi um desperdício e a verdade foi que esquecemos de aproveitar a própria vida, é isso mesmo? Aí eu pergunto, sobrou muito tempo para aproveitarmos a vida ou teremos que nos contentar com uma nova existência pra ver se aprendemos?
Sinto muita falta da minha infância humilde, a gente não tinha internet, não tinha vizinhos por perto e nem televisão, não tínhamos problemas.
Exageradamente adornada de fábulas, nossa infância é um despreparo; um ensaio muito ruim para o que viveríamos em seguida.
Sou um portador de inteligências múltiplas, desde minha infância, antigamente falavam em um Q.I. acima de 130 e um contumaz pensador enciclopedista em diversas áreas do conhecimento. Sendo assim, quando sou citado pela academia em diversos trabalhos e nos meios acadêmicos bem heterogênicos, não me assusto e nem me surpreendo. Só não entendo direito por que jamais, escrevi um livro.
A entropia naturalmente nos conduz da infância à velhice. Todavia, a maturidade só é alcançada perante a ascensão da serenidade.
Durante toda a infância ouvimos que seríamos o futuro do amanhã; volvidas décadas e até hoje, já na condição de pais, o amanhã tarda à chegar.
O mel é a pureza e a inocência da infância; o leite, a força e a vitalidade da fase adulta; e o vinho representa os prazeres da vida e a sabedoria da velhice.
Às vezes me pergunto: onde foi parar a minha infância? Lembro-me de quando eu acordava e pedia matabicho, eles logo me traziam onde quer que eu estivesse. Mas agora, cresci e sou a pessoa que traz o matabicho para casa!
''É na infância que começamos adquirir nossos valores.Valores esses que com no decorrer da vida, muitas pessoas vão perdendo completamente e não os recuperam jamais.''---(Olívia Profeta)---
Assim como a infância é a madrugada da vida; a velhice a noite do dia, não viva sem luz no seu meio dia.
Presos desde a infância sob o jugo dos preconceitos e dos costumes nos sentimos criminosos quando escolhemos um ponto de vista mais livre.
Linda princesa, uma benção genuína que desfruta agora da sua infância, dispondo de um sorriso sincero, repleto de carisma, que enche o coração de esperança, digna de um amor forte e verdadeiro por ser esta doce menina.
Possui um valor inestimável presenciar a felicidade de um riso sincero com sabor de infância, que gera um calor amável no peito, marcando com muita eficácia um simples e satisfatório momento, o qual deixará saudades e com o passar do tempo será uma valiosa lembrança, carregada de respeitosos sentimentos de uma doce e abençoada criança.
Ela traz numa parte especial do seu coração, a leveza da infância, uma emoção doce e sincera que reluz dos seus olhos, risos bobos, que cativa ricamente as crianças a sua volta, compartilhando o seu amor a partir de um simples abraço caloroso, um lindo presente do Senhor, mulher venturosa, cujo valor é incalculável, provavelmente, será uma mãe maravilhosa e uma esposa admirável.
Desde a minha infância, que eu tenho o gosto peculiar de admirar os relâmpagos das noites de chuva, grandes flashes de luz na imensidão celeste, brilhando entre as nuvens, preso a uma satisfação momentânea, a qual fica ainda mais intensa quando os fortes trovões também se apresentam com a sua poderosa sonoridade e o que outrora era apenas um regalo divino aos meus olhos, hoje desperta por incrível que pareça algumas reflexões, emoções de tranquilidade, um pouco de estabilidade para minha mente agitada, às vezes, dispersa, nem sempre compreendida, trazendo ricas inspirações, as essencialidades que dão vida a certas palavras, poesia claramente expressiva, que possui sua alma poética, consistência significativa, que cativa e se liberta.
Fase intensa, infância demasiadamente preciosa, berço da ingenuidade, quando a felicidade se apresenta de forma grandiosa na riqueza da simplicidade, a maldade ainda não tem tanta força, brincadeiras marcantes, interações sinceras, calorosas, brilho diferente nos olhares, particularidade tão passageira, que logo vira história, emoções e vivências que se tornam saudade, um tempo inestimável que não volta, parte significante do passado, mas que pode estar presente, profusamente, viva, tanto na mente quanto no coração, revestida de amor, de muita imaginação, sendo como um distinto farol, uma cintilação de esperança, a criança interior, que adoça momentos, que faz perceber a essência de uma arte, sentir o deslumbramento pela vida, apesar das adversidades, regalo da bondade divina, tamanha singularidade.
Desde a infância, tenho uma imaginação constantemente ativa, um tipo de luz de esperança, que possibilita perceber a arte que se apresenta de várias formas por muitos lugares, diferentes cenários, cores, texturas, traços, esculturas, pinturas que estão fora dos quadros, que estão além dos muros, lindas paisagens sem molduras, uma interpretação para cada imaginário, intensificada quando somada a uma concepção poética, a uma visão artística ou pelo menos uma sensibilidade acima da média, responsável por um indispensável contentamento, dessarte, espero nunca perder esta capacidade que muitas vezes se perde com o passar do tempo.
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