28 poemas sobre a infância para reviver essa fase mágica da vida
Um ser humano passa por três fases nitidamente marcantes da vida, na infância a fase dos porquês, na juventude a fase das certezas absolutas e na vida adulta quando reconhece enfim que nada sabe e prossegue em busca do autoconhecimento e da reforma íntima para alcançar a paz espiritual.
Creio que assim será com a humanidade de maneira coletiva, passando por estas três fases chegaremos ao ápice onde teremos uma civilização que buscará conhecer-se a si mesma em busca da paz universal.
Apenas as casas da infância, por si só, não trazem saudade; é preciso que nelas, tenha residido a felicidade.
Possui um valor inestimável presenciar a felicidade de um riso sincero com sabor de infância, que gera um calor amável no peito, marcando com muita eficácia um simples e satisfatório momento, o qual deixará saudades e com o passar do tempo será uma valiosa lembrança, carregada de respeitosos sentimentos de uma doce e abençoada criança.
Desde a infância, tenho uma imaginação constantemente ativa, um tipo de luz de esperança, que possibilita perceber a arte que se apresenta de várias formas por muitos lugares, diferentes cenários, cores, texturas, traços, esculturas, pinturas que estão fora dos quadros, que estão além dos muros, lindas paisagens sem molduras, uma interpretação para cada imaginário, intensificada quando somada a uma concepção poética, a uma visão artística ou pelo menos uma sensibilidade acima da média, responsável por um indispensável contentamento, dessarte, espero nunca perder esta capacidade que muitas vezes se perde com o passar do tempo.
Desde a minha infância, que eu tenho o gosto peculiar de admirar os relâmpagos das noites de chuva, grandes flashes de luz na imensidão celeste, brilhando entre as nuvens, preso a uma satisfação momentânea, a qual fica ainda mais intensa quando os fortes trovões também se apresentam com a sua poderosa sonoridade e o que outrora era apenas um regalo divino aos meus olhos, hoje desperta por incrível que pareça algumas reflexões, emoções de tranquilidade, um pouco de estabilidade para minha mente agitada, às vezes, dispersa, nem sempre compreendida, trazendo ricas inspirações, as essencialidades que dão vida a certas palavras, poesia claramente expressiva, que possui sua alma poética, consistência significativa, que cativa e se liberta.
Fase intensa, infância demasiadamente preciosa, berço da ingenuidade, quando a felicidade se apresenta de forma grandiosa na riqueza da simplicidade, a maldade ainda não tem tanta força, brincadeiras marcantes, interações sinceras, calorosas, brilho diferente nos olhares, particularidade tão passageira, que logo vira história, emoções e vivências que se tornam saudade, um tempo inestimável que não volta, parte significante do passado, mas que pode estar presente, profusamente, viva, tanto na mente quanto no coração, revestida de amor, de muita imaginação, sendo como um distinto farol, uma cintilação de esperança, a criança interior, que adoça momentos, que faz perceber a essência de uma arte, sentir o deslumbramento pela vida, apesar das adversidades, regalo da bondade divina, tamanha singularidade.
Ela traz numa parte especial do seu coração, a leveza da infância, uma emoção doce e sincera que reluz dos seus olhos, risos bobos, que cativa ricamente as crianças a sua volta, compartilhando o seu amor a partir de um simples abraço caloroso, um lindo presente do Senhor, mulher venturosa, cujo valor é incalculável, provavelmente, será uma mãe maravilhosa e uma esposa admirável.
Linda princesa, uma benção genuína que desfruta agora da sua infância, dispondo de um sorriso sincero, repleto de carisma, que enche o coração de esperança, digna de um amor forte e verdadeiro por ser esta doce menina.
O mel é a pureza e a inocência da infância; o leite, a força e a vitalidade da fase adulta; e o vinho representa os prazeres da vida e a sabedoria da velhice.
Deus inventou, o ser humano, e desde a infância de um indivíduo, com a inteligência embutida, para se desenvolver, ao longo da vida, como um livre arbítrio, para acreditar no que quiser.
Na vida paradoxos, revela ironias sutis. A ânsia pelo crescimento antecipa a nostalgia da infância perdida. Trocamos saúde por riquezas, apenas para inverter a trajetória. No futuro, o presente se dissolve na ansiedade, obscurecendo a conexão com familiares e amigos. Vivemos na ilusão da imortalidade, para, ironicamente, perecer como se nunca houvéssemos experimentado a vida. A palavra "Vida" detém um "V"; o restante é uma jornada, um caminho. Apreciemos o agora e a presença daqueles que amamos, enquanto o tempo nos permite.
Presos desde a infância sob o jugo dos preconceitos e dos costumes nos sentimos criminosos quando escolhemos um ponto de vista mais livre.
O segredo para imortalizar a felicidade é: nunca desvincular-se da própria infância. Desta forma, a alma jamais envelhece.
Infância é pássaro que voa em todos os mundos; adulto é observar o mundo que voa em todos os pássaros.
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