Poema de Outono
O ser humano vive igual as estações do ano que renova a cada ciclo, sendo necessário modificar dia após dia.
Ao ver uma Flirch nao a tirei pois ela perdera o encanto cuide dela pois ela pode ser de sua propriedade mais pode estar com vc em sua vida quanto mais cuide e tratar bem.
O perfume permanecera em sua vida o ar de sua beleza em dias Lembranças a do sura e a suavidade de dias pétalas continuarão ali
A Luz Do dia Ira brilha mais com o raio de sua beleza a florescer nada tão belo como ti ver mais um dia ao meu lado eu vou renascer
Com o Amor de me faz reviver a cada segundo que Eu viver contigo Nunca sera O mesmo
Ele era minha vida, o pedido que eu fazia para a primeira estrela do céu, o primeiro pensamento do dia e o último da noite. Ele era minha inspiração, minha fraqueza, meu delírio...E agora ele já não era nada, como se o encanto tivesse sido levado embora como as folhas no outono...
Época da colheita,das manhãs geladas, tardes mornas e do atípico céu azul...e quando você verá as noites mais brilhantes.
Combina com Vinho.
Assim como sobrevivemos as 4 estações do ano, aprendemos a lidar com a alegria = verão, o medo = outono, a raiva = inverno e a chuva da tristeza que nos purifica na primavera, anunciando mais um verão que está por vir...
A sombra se encanta pelo sol todos os dias e segue-o pelo chão, perdendo-se na saudade do crepúsculo, eternamente...
Quando amar alguém, ame suas raízes e não suas folhas, para não correr o risco de quando chegar o outono o amor acabar. Amando as raízes, independentemente das estações, o amor permanecerá, ele é a base, ele é quem sustenta, nosso corpo é apenas uma folha onde o sustento vem de dentro.
nasci no intenso frio da estação de inverno cresci junto com as flores de Primavera adoecer num dia ensolarado de verão e finalmente pude morrer em paz Debaixo de uma árvore junto com as quedas das folhas da estação de outono...
Minhas certezas tão frágeis, sazonalmente desfolhadas, caem por terra uma a uma como folhas outonais
Quando se sente amor, a nossa alma rejuvenesce, o nosso espírito se eleva, os nossos olhos brilham, o coração dança e a sensação de liberdade apodera-se de nós. Os nossos pés são algodão por entre folhas de um Outono nos entardeceres vividos com a mulher mais bonita que eu posso conhecer, ela simplesmente sorri, e quando sorri, ela é a mulher mais bonita do mundo.
Você prometeu não me abandonar em nenhuma primavera, ser meu amante em todo verão. Prometeu se esfriássemos no outono, aqueceríamos no inverno.
Assim como as estações precisam se retirar para entrada de outra, assim é o Homen e seus ciclos de Renovação e transformação.
Não há como, num dia como este, em que a manhã já vem pejada de sensações indescritíveis das coisas mais intensas já vividas desde as mais antigas lembranças, decerto tangidas pelos mistérios deste clima de outono em pleno começo de janeiro, não há como, repito, não sentar e escrever a respeito.
(Ar polar, 2013)
As flores se foram com os ventos frios do inverno, mas a primavera não, esta permanece oculta na memória inviolável do tempo até a próxima estação.
A Folha
Aquela folha amarelada e já castigada por pragas não veio trazida pelo vento, foi o meu cão quem trouxe. Na face da folha já moribunda os buracos feitos pelas lagartas e a marca de ferrugem gravada em sua pele devido à ação do tempo. Sinal da vida se esvaindo por entre os dedos e da morte se aproximando e se fazendo perceber. Em minhas mãos a percepção da dor e do lamento na alma, por entender a importância daquela simples folha e às inúmeras fotossínteses a que ela se prestou ao longo de toda a sua vida. É mais uma estação que se encerra e mais uma folha que cai e ao sabor do vento é levada. Nos olhos do meu cão o pedido de socorro: Salve-a, por favor!
Amor? Amor é como um dia de agosto em que o vento quase frio assoviou nos galhos de uma cerejeira em flor.
