Poema de Outono
São várias noites, pensando na vida. E sob essa chuva de outono, procuro soluções de fácil uso nesse planeta!!!
As publicações devem ser multiplicadas e espalhadas como folhas de outono. Esses mensageiros silenciosos estão iluminando e modelando a mente de milhares em todo país e em todo clima.
Existem amores eternos, passageiros, maternos e estrangeiro, amores de verão de outono e de invernos. Existem amores que te levam a porta do céu e te arremete ao inferno.
Que este novo outono tenha o resplendor dos outonos das terras altas da antiga Bretanha e que o equilíbrio de seu equinócio seja refletido em meu ser, transmutando-se em paz, harmonia, amor e colheita, muita colheita; quanto aos antagonismos, estes serão tratados com a minha grandeza e na justa medida que lhe couberem....e que assim seja e será.
Sobre esse dia... Recém outono, chuvoso, um tanto triste, ou talvez melancólico. Talvez sejam meus dramas internos. Mas eu sinto. Não quero fingir que não esta tudo bem, até porque agora não esta.
Logo tudo passará...
vem como uma tempestade de outono, trazendo a beleza e o perfume da primavera más tem o fogo do verão que só esfria no inverno se a semente da paixão não for regada nas quatro estações que é o amor. c.m.
As folhas secam no outono e o vento as levam pra qualquer lugar, assim somos nós quando estamos vazios, tristes e feridos. Levados a esmo na estrada da vida.
Abre-se as portas do outono. A cada sopro da brisa mansa da estação uma folha rodopia com vento como se fosse pétala colorida, formando uma primavera de folhas.
Adorei ser as nuvens de outono derramando chuvas de deleites no teu chão...vou te amar mais se fizeres meu inverno uma ternura de verão.
Mais que uma estação o outono é um convite ao renascimento, é um lembrete da natureza que mostra que é possível perder todas as folhas e ainda assim preservar intacta as raízes. É nela que está a força que precisamos para na estação certa novamente florir, como se nunca tivéssemos perdido uma única folha.
Vamos aproveitar a beleza que o Outono nos oferece ao olhar, provocando uma nostalgia boa, saudosa, que a sua presença vai fazendo em nossos corações, que seja um beber doce e lento, que acabe com as nossas tristezas e, que não ofusque a nossa felicidade.
A natureza se mostra tão meiga quanto cruel. Entre brisas de outono e enchentes de verão, ela oscila na celebração de cíclicas antítesis.
No outono tudo se mistura, o por do sol azul, amarelo, vermelho, carmesim, moldura do mundo, janela do céu.
São quatro estações: primavera, outono, inverno e verão. Sempre estarei contigo segurando a sua mão!
Fala o Outono para uma folha do Verão
- assim como és folha de verão, um dia vais estar aqui junto de mim, caída pelo chão. Aproveita bem cada estação.
Assim como as folhas balançam, voam, diante do outono avassalador; minhas mãos soltam das suas mãos, tão subitamente, sem ter mais tempo de dizer adeus...
Observo o outono como a maneira das árvores se despirem das folhas já gastas e seus frutos bons ou ruins passam a cair. Período de transformação onde a calmaria se mostra presente. Esse é o momento em que os erros se tornam em virtudes, tempo de amadurecimento.
"Folhas caídas de outono. Transição e esperança de que outras nasçam onde as velhas caíram. Assim se faz a continuidade..."
João MC Gomes
