Poema de Outono

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⁠Lá se vai mais um outono....꧁
ღ❀☆❀♡

Leve embora as folhas secas e todas as lembranças do por do sol.
Leve.
Que o inverno traga o frio gelado do esquecimento.
Para que em noites frias eu seja acalento.
E tire todos os sonhos do relento.
Ventos e maresias.
Se unem em melodia.
Hip! HOP e jazz.
Tocarão para nós dois.
E o amanhecer será suave.
Com o café quentinho.
E assim por diante.
Até a volta do outono.
E outrem.
Que vai e vem.
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Inserida por Starisy2

⁠⁠⁠Ventos fortes do outono
que vão serpenteando
levando embora as angústias
trazendo de volta
um pouco de conforto,
um refrigério após algumas lutas,
uma sensação necessária de renovo.

Inserida por jefferson_freitas_1

Durante o outono,
temos um tempo oportuno
para aprendermos com as árvores
que soltam suas folhas secas
por n⁠ão terem mais vitalidade,
por não terem mais nada
que lhes acrescentam,
mesmo que continuem lindas
por estarem marcadas
por ocasiões vividas,
agora, fazem parte do passado
e precisam dar espaço
pra que as novas folhas
nasçam e recebam
das árvores, as boas vindas.

Inserida por jefferson_freitas_1



Siga o Outono,
solte suas folhas secas,
continue se amando
e renove-se nas suas fraquezas.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠No início de abril, durante o romantismo do outono, como de costume ao final da tarde, o Sol viu que a Lua estava se aproximando, ficou logo muito radiante de tanta felicidade e decidiu dar-lhe uma calorosa recepção de boas vindas

Com este propósito em mente, não perdeu mais tempo e prontamente começou a aplicar a sua linda arte, tingiu uma parte do céu com tonalidades quentes, alcançando um belo resultado sendo o grande destaque no azul vasto e celeste

A Lua estava cada vez mais perto e finalmente assim que chegou, olhou para o horizonte e ficou tão deslumbrada, cheia de amor diante daquela intensa exposição, que até a sua alma se alegrou, consequentemente, uma admiração recíproca entre a Lua e o Sol

Ficaram juntos emocionados, um defronte o outro por alguns instantes, desfrutando de um amor inigualável, sentido fortemente por ambos, ele e ela em um sonho poético, então, eles se despediram ansiando pelo próximo encontro esplêndido.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Outono chegando, as folhas caindo, se despedindo
Desenhando formas pelo chão
Mudando o ciclo, chorando, sorrindo
Vai esvaziando e varrendo a natureza, parece levar embora sua beleza
Só vejo folhas secas pelo chão
É hora de transição
Assim meu outono se instala
O tempo passa, as lembranças ficam apagadas,
a vida muda, muitas folhas se perdem, momentos se vão
Pensamentos desfeitos
Refeitos que perpassam o destruir para se reconstruir
É a vida em movimento
Tudo passa.
É transitório
A primavera da existência retornará depois da turbulência
É a vida. Utopia!

Inserida por celinamissura

⁠A Magia do Outono

O amanhecer trouxe consigo um véu de mistério e encantamento. O céu, coberto por nuvens densas, prometia chuva, mas o outono brincava com os sentidos, embalando a cidade com seu vento dançante. As folhas, como pequenas bailarinas douradas, rodopiavam em um balé efêmero, rendendo-se à coreografia da natureza.

Então, como um artista tímido prestes a subir ao palco, o sol despontou. Seus raios tímidos esgueiravam-se entre os edifícios, tingindo de dourado o concreto frio. Mas ali, na parte baixa da rua, onde a vida pulsa em aromas e sensações, o perfume de pão quentinho e café recém-passado envolvia tudo como um abraço acolhedor. O cheiro trazia memórias doces, a lembrança de tempos simples, de instantes preciosos e genuínos.

E quando os olhos percorriam o horizonte, lá estava ele—um arco-íris exuberante, traçando sua promessa colorida no céu. Um espetáculo divino, como se fosse um sussurro do universo dizendo: “Veja, há beleza em tudo, mesmo nos dias cinzentos.” O coração acelerou, e por um breve instante, a sensação era de que o tempo havia parado. Como se eu fosse uma criança vivendo um conto de fadas, um sonho desperto onde a magia não é ilusão, mas uma verdade palpável.

Esse momento, gravado na alma como poesia, me fez perceber que a vida, em sua simplicidade, nos presenteia com pequenas maravilhas todos os dias. Basta olhar, sentir e deixar-se envolver.

Inserida por fluxia_ignis

⁠O gosto de junho

O vento de outono ainda lembrava o som da sua risada. Ela não sabia mais o que sentia ao ver seu nome escrito num papel antigo, era ternura, era tempo, era um tipo raro de saudade que não dói, só abraça. E de tudo o que ficou, o que mais voltava era o sabor daquela comida estranha, feita com mãos que tremiam só de vê-la feliz. Naquele 12 de junho, à sombra da árvore que abrigava dois corações sem morada, ela descobriu que o amor, às vezes, não precisa durar… só precisa ter existido.

Inserida por fluxia_ignis

⁠Axolote

Finalmente a fogueira reascendeu para aquecer as noites frias do outono ,

Por um momento o abandono do afeto trouxe o descaso completo a um coração mergulhado em mágoas e no infortúnio da culpa,

Porém, no surto da carência do teu eu na minha vida o orgulho foi trancado numa caixa e foi jogado no mar,

No calor escaldante em busca do equilíbrio e do tesouro vermelho que havia perdido, ganhei forças durante a peregrinação,

Regenerei partes do meu corpo e membros a fim de poder recuperar a minha sanidade abraçando o meu verdadeiro eu,

Surrado pelo sol mas consolado pela lua, antes superei as tormentas do inverno, caminhei por entre as flores murchas da primavera e fiz sombras no verão, agora é outono novamente, "venci o simbólico Dragão".

Inserida por Ricardossouza

⁠Rodeio e o Beijo

O Outono beija a minha
linda cidade de Rodeio,
O amanhecer cinzento
eu pinto colorido com
todas as cores da poesia.

O beijo frio do Outono
no Médio Vale do Itajaí
não desencoraja por aqui
quem tem poesia e coração
quente para prosseguir.

O Outono que com um
único beijo me faz a deixar
para trás tudo aquilo
que rouba a minha paz.

O beijo que me traz coragem
de continuar escrevendo
poemas para que daqui
de Rodeio espalhem amor
e paz para o Brasil inteiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Gera em mim mais uma vez,

Esse doce outono discreto,

Não nego jamais,

Eu te espero,

Ao passar de cada segundo,

Longe, mas não alheia;

O teu amor é a minha teia.

Girassol em flor,

Inigualável amor,

Adorado sem tabu, e sem pudor.


Riscam no horizonte,

Os primeiros raios,

São as tuas luzes,

Amor em verso,

Namoro em prosa,

Amor em chama.


Sábios são os teus poemas,

Chamamento celestial,

Horas em valsa,

Maré de contentamento,

Indissociável sentimento,

Tesouro do tempo,

Trazendo você para mim...


Sempre me supreendendo,

Carinhosamente,

Esculpindo a poesia,

- adormecida

Feito a duna ainda em grãos,

Aromas marinhos,

Do mar e do vento bailando,

- revolucionando

Um amor em construção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Deixo-me levar para onde
os ventos do outono querem,
Onde as palavras que ferem
não consigam alcançar,
Quero ver a dança dos astros
nos campos de altitude da serra
de Santa Catarina e deixar fluir
só aquilo o quê alma embeleza.

Quero fazer um poético buquê
com Sempre-viva-de-mil-flores,
Meditar sobre o quê mantém
a chama do amor vivo
que nada mais é do que manter
discretos o inferno e o paraíso
para que ele dure até o infinito.

Continuar não tendo pressa
na busca para que seja lindo,
E manter o protagonismo intacto
de viver o romance que tenho
com dedicação e doçura escrito
para que se cumpra o destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Chuva do Outono

⁠As luzes da Cidade de Rodeio
acesas sob a primeira
chuva do Outono que se achega
enquanto repousam
os Canários-da-telha,
a roseira se refresca,
o coração dança
na cadência da Terra
aspirando ser a sua
vida inteira e entrega
para o Universo o primeiro poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Mudança de Mim...

⁠Vou deixar que o outono me agasalhe mesmo sabendo que o inverno se instalou dentro de mim. Tudo lá fora parece perene, mas é efêmero. As folhas caem cobrindo a terra seca e meu pranto alaga as incertezas. Em meio a fraqueza de toda a intensão, gera em mim um lado terno. Um lado desconhecido, romântico e ao mesmo tempo dramático. Abro a janela e lá fora é outono. Abro a minha janela e aqui dentro o inverno continua rigoroso. Um inverno escondido entre a manta da saudade e a real intensão do momento. Faz muito frio. Um frio congelante e cheio de provocações. Logo a primavera baterá na porta. Talvez, eu abra e deixe a realidade instigante me alimentar ou apenas me encolherei entre os prantos e a deixarei ir embora. Assim, o inverno permanecerá para sempre e a primavera esmorecerá.
Viver entre a dúvida e a certeza, não haverá mudanças. Não de casa, nem de móveis, mas de mim.
Rita Padoin

Inserida por Rita1602

⁠Do outono carmesi
colhi os sinais de ti,
mas preciso muito
saber se você existe,
ou é apenas delírio.

A sede de quem
cruza só o deserto
desta existência,
se sacia mesmo
até por clemência.

Do entorno sideral
tenho me disperso,
porque hipnótico
tu me trouxe perto
dos teus desejos.

E só com versos
tenho orquestrado
o discreto cerco,
vício e ocupação
no teu coração.

Do luar de morango
que aguardo tanto,
algo predita doce
e com encanto
que nada será em vão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As cores do outono vem
trazendo boas-novas
para Rodeio e a temperatura
pouco a pouco o aconchego.

Entardeceres coloridos
prometem céus desabrochados
iguais a Amarílis Brasileira
e como a tua presença alvissareira.

Entre nós, o Sol, a Lua, as estrelas
e o magnífico Pico do Montanhão
poemas, baile íntimo e diversão.

Sagrado com a tinta do coração
nas linhas do Médio Vale do Itajaí:
o romance ao som da gaita com paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Mas quem disse que as folhas de Outono são folhas mortas? Elas dançam valsa bem lenta, quando o vento as embala ao redor das árvores.

Marilina Baccarat de Almeida Leão
LEÃO, M., Pelos Caminhos do Viver, Scortecci Editora, 2013

Chuva de inverno... de outono
de verão... de primavera
de amor... de saudade....de dor
de flores... de todas as cores
de espadas... punhais afiados
de hipócritas... ignorantes incultos!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

A primavera tem as cerejeiras da noite. O verão tem as estrelas do céu, que iluminam os olhos. O outono tem a lua cheia refletida na água. O inverno tem a neve, que flui na relva. Bastam essas coisas simples para que o saquê seja delicioso. Se, mesmo assim, o gosto do saquê não for bom então quer dizer que há algo de errado dentro de você.

As estações existem para nos mostrarem que a beleza pode assumir as mais variadas formas.