Poemas sobre rosas
As pinturas e rosas me deixam maravilhado
O aroma preenche o meu ser
Por uma noite assim tenho rezado
Aqui poderia ficar até o amanhecer
Mas nada aqui é mais belo
Do que Alice por trás do balcão
Com uma tolca cobrindo o cabelo
E seu corpo como um violão
Sorrindo ela se aproxima
Com uma bandeja em sua mão
Com uma voz amabilíssima
E um belo sotaque alemão
De sua mão pego a caneca
E meu café estou a tomar
Dou uma mordida na panqueca
Talvez eu esteja a amar.
AS TRÊS ROSAS
As rosas são colhidas
Montadas num belíssimo buquê
Presente cheio de significado
Para quem o receber
Infelizmente, sua beleza é finita
O tempo, a sua vida, limita
Se vai num instante, no passo dos ponteiros
Quem dera não fosse tirada do seu canteiro!
Mas o que aconteceria
Com a surpresa? Tocar corações?
Com a gratidão? A alegria?
Com as grandes recordações?
Rosa, por que nos deixar
E a saudade tomar o seu lugar?
Do dia, jamais vamos esquecer,
Em que três rosas deixaram seu buquê.
Néctar
O nectar que corre em sua boca, impressiona.
A poesia canção faz mágicas com as rosas.
Sobrepõem letras emocionadas das flores.
Anjos falantes voam e estende sobre si Impressionada,falas no cenário assim;
Deliro-me com pólen em sonhos reais
Sem intervalo me dou ao teu luxo.
Uma viajante e um amor sem fim.
Em tua alegria eu vejo colírios.
Pois delirante é isso para mim.
E inspirado em minha boca
És o beija flor que suga
Tudo que tem, em mim.....
-Ouvindo isso fico eu,
Feliz.......
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Algumas das camélias da minha linda Rosa, ou seja: da mais linda das Rosas...
Cobrir-te com tais Flores, Linda AMADA;
por fruto de um meu, para ti plantar;
foi como ao lindo verbo conjugar;
do AMOR, por TI, querida namorada.
Namorada na Terra onde nascemos;
em que um dia, ALGUÉM a vida IMPLANTOU;
e em tais, muito mais que a nós Brindou;
daí que tais, tão mais cedo morremos!
Por bem sabermos que assim foi ditado;
tanto prazer me deu, pra ti deixar;
as tais plantadas cá no nosso LAR…
Pra que sintas em tais, um meu legado;
para em Ti, LINDA FLOR tal se encaixar;
e em tais Pra TI, quando eu morrer, ficar.
Ver fotos de algumas, na minha cronologia/página do Facebook
Teu,
Sempre segui em voltas
com flores e rosas.
Tranças, bordados
e laços.
Uma existência
de sentir, sem querer demais.
Me condenem
por meu
Ser Exigente de menos.
Há quem diga
que não se pode
ser feliz assim.
Abro o sorriso
em frase solta
Você…
Não vive em mim!!
A tristeza folga a minha alma com uma bala que acerta no meu coração de cheiro de rosas aí cheiro da pólvora.
Tudo se transforma em nada, consideração quê nada, essa vida magoada , eu não espero mas nada.
Yan Produções
Rosas e Cravos
Vivem no mesmo jardim e se nutrem do mesmo adubo. Quando a chuva cai, as gotas molham os cravos e as rosas, assim como o orvalho surge pela manhã em ambas as flores.
No entanto, por natureza, a rosa é diferente do cravo, seja por seu perfume, seu toque aveludado e por seus espinhos.
De tudo isso, vale pensar que, sejam rosas vermelhas, brancas ou amarelas, ou ainda, cravos rosas, amarelos ou brancos, cada flor escolhe quando irá desabrochar.
A Morte -
A morte é um campo de alfazema e alecrim,
um canteiro d'açucenas, rosas brancas,
traz um cheiro de malvasia e jasmim,
pairando triste de amargura, sobre as campas!
A morte é um anjo que esvoaça pelos Céus,
é um lírio, é um grito de vingança,
é a porta que nos leva um dia a Deus,
o silencio d'um adulto ou um choro de criança!
A morte é o claustro denso d'um convento,
a tela d'um pintor, pintada ou em branco,
o espaço que viaja, cada átomo do tempo,
é a pauta que se lê e dá suporte ao canto!
A morte é apenas o silencio da passagem,
destino que nos espera, ali, mais adiante,
todos a seu tempo, não é miragem,
verdade que nos despe, mais perto ou mais distante!
Rosas Proibidas -
Meus olhos já cansados
num rosto adormecido
parecem mortos, calados
num destino perdido.
Tantas rosas proibidas
há na dor de cada olhar
tantas lágrimas perdidas
em meus olhos a bailar.
E em lençóis de solidão
numa cama sem ternura
estão as rosas que me dão
os teus olhos de amargura.
Nos Braços d'outro -
Já não trago nos meus olhos
o calor do teu olhar
somos rosas entre escolhos
somos noite sem luar.
Esperamos sempre o que há-de vir
há-de vir mas nunca chega
somos nada no por-vir
na luz de cada estrela.
Já não somos o que fomos!
Um do outro não me lembro!
Só me lembro de quem somos
neste dia de Setembro ...
Afinal não somos nada!
Não chegou a mais que pouco!
Eu tão só na minha estrada
tu feliz nos braços d'outro ...
pétalas de rosas e flores destruídas
amassadas em um vão sem fim, em vão
à procura de um sol que não raie por mim
esperando do inverno um eterno verão
Oque é a vida?
mar de rosas,
ou mar de sangue
Clichê ou romântico
choro de mágoa,
ou felicidade arrastada.
Talvez por quem ama,
ou outrem sem importância
Essas coisas
Superficiais e insanas
completamente instantânea
como uma sensação
momentânea.
Violão ou viola,
choro da gaita ou da sanfona.
É assim que vivo,
e assim que me assombra.
Talvez o aflorecer mude minha rosa
talvez as pragas sejam
a melhor ESCOLHA.
Um Pouco de mim -
Minha vida nunca foi um mar de rosas
onde o rio dos meus cansaços pudesse desaguar,
mas sim, um vendaval de ondas furiosas,
onde, no mar alto, só vi sonhos naufragar!
E nunca estive à mesa onde se come,
nunca fui capaz de ter ou dar amor,
nunca fui à cama onde se dorme,
nem senti o balsamo de uma flor!
Que inferno colossal o destino me entregou!
Pobre vagabundo com roupas de jasmim
que alicerça nos poemas a revolta que o gerou ...
E levo aos ombros o peso desse desdém ...
Nos versos d'Alguém, há sempre um pouco de mim,
pois o que sou e não sou, tantos foram também!
Rosas e Luar -
Nestes dias esquecidos e calados
em que os olhos parecem não falar
neste tempo de silêncios magoados
trago fome de Rosas e Luar.
Nestas horas vestidas de saudade
em que se ouve tanta gente a soluçar
trago cinzas cobertas d'ansiedade
e tanta fome de Rosas e Luar.
Nas espáduas do destino está a esperança,
em mim, só há fome de Rosas e Luar,
há falta de alegria e confiança ...
Já nem as pedras me suportam ao passar!
Para mim não há vida nem bonança,
só há fome de amor, de Rosas e Luar ...
A FLOR SERICEA OU A FLOR INCERTA
De todas as rosas disponíveis você escolheu a sericea. Talvez ainda persista em acreditar que eu não entenda a sua escolha, pois assim é mais fácil não se sentir tão culpado, mas, no fundo, eu sempre entendi, muito embora diversas vezes tenha me negado.
Trocar a flor mais bela por uma espécie duvidosa, a qual não sabe o tempo de hidratação, nem mesmo em quanto tempo se aflora, é realmente loucura, talvez a loucura mais bonita, a loucura de amor! Mas não no meu caso.
Não estarei te esperando, não porque não te amo o suficiente, mas por não saber se continuo apto a te esperar. Talvez tudo isso seja uma grande autossabotagem, contudo não sou capaz de negar o que sinto. Nossos primeiros momentos, foram marcados por um forte amor que sobressaiu todos os medos que há muito tempo me acompanharam, mas agora de tantas incertezas e falsas máscaras, meu espírito tornou-se igual o seu.
Todas as rosas são flores, meu bem, mas nem todas as flores são rosas. Aquilo que é banhado por ouro não é feito de ouro, portanto, não se vislumbre com a minha rosa, ela é mais profunda que delicada.
Vi uma rosa no céu
Em forma de nuvem escura,
Veio regar todas as rosas
Que no meu peito perduram.
Cristina Pinheiro Moita
Crise dos 36:
Já se encontrou em um jardim rodeado pelas mais esplêndidas rosas, de todas as cores e formas, com pétalas variadas de 17, 18, 20 pétalas, todas repletas de riqueza e beleza? Agora, imagine-se neste paraíso e se deparar com a mais majestosa rosa de 36 pétalas. Ela brilha mais do que todas as outras no jardim, e seu aroma guia o mais sábio dos jardineiros. Tamanha riqueza e detalhes nunca antes testemunhei em minha vida, como vi nesta rosa de 36 pétalas. De fato, perdi-me em seu encanto e em seu doce aroma. É uma lástima não possuir as qualidades necessárias para cativar tal obra de arte, que nem mesmo Van Gogh ousou imaginar em suas pinturas.
Rosas brancas comovem, transbordam sensações, assemelham-se aos anjos que emolduram o melhor entre o céu e a terra. Seriam eles os guardiões desse impressionante jardim? Um pouco de imaginação ou um olhar de longe, do pintor impressionista talvez, e poderíamos entrevê-los. Quem sabe?
Pareceriam, então, esvanecer-se no ar, misturando-se à atmosfera azul brilhando como seres etéreos... Puros, benditos, enviados por Deus, intocáveis, tanto quanto as rosas, pois estas poderiam desmanchar-se e cobririam de pétalas o ocre solo, deixando-o claramente mais suave.
Sensações...
