Poema a um Ente Falecido

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Todo aquele falso amigo que alerta aos companheiros alcoólatras por divertimento sobre locais de ocorrência das Lei Seca, com uso de bafómetro, erra e comete perjúrio moral perante a lei da vida.
O comunicante é tão irresponsável quanto o infrator, que incorre em possível desgraça anunciada da própria vida, da vida dos seus entes queridos muitas das vezes crianças e dos muitos infelizes desconhecidos que nada tem haver com o comportamento de um doente que leva a vida com tanta estupidez.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Não deveríamos, jamais, fazer qualquer mal a um ente querido. Coisas simples como negar algo que podemos fazer, mentir, enganar, preterir etc. São nesses pequenos detalhes que ferimos e magoamos. Um dia a dor volta para nós e aí já não há nada para fazer. É chorar e lamentar.

Inserida por emiliaboto

Despedidas são geralmente frustantes. Há quem diga que são ruins, também há quem ame despedidas. Há despedida de solteiro(a), despedida em relação a morte de um ente querido, despedida de quem nós amamos ou despedida de boa noite. Existem infinitas formas de despedidas, mas todas sempre serão diferentes. Às vezes preferimos nem nos despedir, mas o porquê isso ocorre? Assim como a primeira imagem é a que fica na memória humana, a última também permanece. Por isso, despeça-se da melhor maneira possível, como se fosse a última vez. Temos o costume de não nos despedir como deveríamos, pois temos a certeza que veremos a tal coisa ou pessoa brevemente. É como se fosse um "até logo". Nunca esperamos que algo imprevisível aconteça e nos afete emocionalmente. Ao invés de ter dito o que era para ser dito, perdoado quem era pra ser perdoado, preferimos dizer um singelo "até logo", que infelizmente poderá se tornar um eterno "adeus".

Inserida por vdebiasio

A cada ente querido que guardamos próximos à lareira do nosso coração uma estrela surge no céu como prova do nosso amor ⁠

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠Uma boa lembrança não pode afagar um ente querido, mas serve como lareira a queimar a lenha da saudade

Inserida por RandersonFigueiredo

Quando um ente querido parte e voa para o céu, leva junto também teu coração. E tu perdes o chão, paralisa no tempo e tudo toma outro sentido em tua vida. Tu começas a enxergar um mundo intangível, que parece obsoleto, e só tu enxergas agora e que tudo o que era antes também foi embora...

Inserida por Lulena

As vezes perdemos um ente querido e alguém vem e nos fala: Não chore, porque agora ela está em um lugar melhor.
- Mas, e a saudade? O que fazemos com a saudade?

"Eu briguei com meu coração. Disse que jogasse o amor antigo fora. Ele deu nó. Coração não entende ordens. De um lado a razão exigindo. De outro o coração tentando. A verdade é que nem tudo sai como o planejado. Mas a gente tenta. Um amigo meu me disse que fica surpreso como eu racionalizo os sentimentos. Eu perguntei se falava de mim. Acho que sofro calada. Calada. Maquiada. E de salto alto. Mas manter a pose cansa. Cansa ser racional. Cansa enganar o coração. Cansa ser forte. A verdade é que hoje eu vi um livro que você me deu e chorei calada. Porque é feio chorar por amor perdido. Mas… quer saber? Estou com sinusite. E não estou nem aí para escrever bonito. Quero respirar de novo e amar alguém como um dia eu te amei. Alguém aí acredita em segundo amor?

Quero a cada amanhecer um nascer novo, ignorar o dia anterior para não repetir os mesmos erros. Entender que o que passou já virou história, pois os amigos sempre perdoam e os inimigos não aceitam explicações. Quero outra vez me ver puro novamente, lavar-me a cada manhã na brisa que bate em meu rosto. Do velho homem nem a poeira ficará em mim, porque me lavarei e trocarei todas as minhas vestes. As palavras gastas e os gestos eloquentes me desfiaram, mas aprendi que se não quiser nada adianta fazer. Quero reviver somente os bons momentos de cada manhã que a minha alma na terra sobreviver.

Quando perdemos um ente querido e suportamos essa perda irreparável não significa que somos fortes, e sim, que a nossa fé em Deus e a esperança da vida eterna é que não nos deixa enfraquecer.

Quando perdemos um ente querido, sua vida se transforma uma uma montanha russa com seus altos e baixos... um dia você está bem, e no outro, nem tanto...

Não aceite entrar pela porta dos fundos de sentimento nenhum, nem mesmo dos camuflados de amor. Entenda, que se um homem quer você na vida dele, ele faz questão de te colocar nela, ele tem orgulho de te pôr ali, de entrar com você pela porta da frente e de mãos dadas com você.

"Minhas escolhas não precisam fazer sentido para você, elas são minhas e apenas eu preciso entendê-las"

Há momentos em que você só precisa de você, parar e escutar a voz de dentro. Acalmar o coração, entender que por mais que algumas coisas não esteja como queria agora, elas vão se encaminhar. E tudo vai ficar normal de novo. Porque “bem, bem mesmo” nem sempre vão! Aprender a lidar com isso é se cuidar, diante a isso não se deixar levar pelas crises.
Botar o pé no chão, respirar e entender que como dizem por aqui “ vai dar certo”. E vai!

A saudade é um ente, um amigo, um amor que não tem idade. É uma presença que parte cedo demais. É uma ausência que nos abraça diariamente. É o sonho que ressuscita recordações e nos brinda com lembranças e memórias ainda quentes da noite anterior.

Tudo na vida tem o lado bom e ruim, até mesmo a morte de um ente querido, pois aprende-se a amar as pessoas com maior intensidade, e nos fracassos, anime-se e motive-se mais ainda, pois você já aprendeu o que não fará na próxima tentativa

"A perda de um ente querido nunca é superada; apenas se aprende a conviver com sua falta, ansiando por um reencontro".

Eu queria que fossem mais, as respostas que eu compreendesse,do que as minhas perguntas que não entendem ...queria saber também, por que existem pessoas que quando eram crianças; foram gente grande, mas depois que cresceram; desaprenderam a ser gente?

Quase sempre falo demais. Mas as vezes me calo é quando não estou bem. E nessas horas só eu me entendo.

Os escritores brasileiros, e falo dos ficcionistas de agora e mesmo os do passado, podem no meu entender ser divididos em duas categorias: os que têm uma 'maneira' de escrever, e são poucos, e os que têm 'jeito', que são alguns mais numerosos. O resto é porcaria.

Graciliano Ramos
SILVEIRA, J., Na fogueira: memórias, Mauad Editora Ltda, 1998