Podemos

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Já não podemos perder tanto tempo..
Porque o tempo se acaba em segundos..
E nunca sabemos quando são os últimos segundos..


Que Deus possa abençoar minha vida e minha família.


Amém 🙏

Segunda idade


Se a terceira idade começa aos 60 anos, então podemos afirmar que a primeira idade vai de 0 a 29 e a segunda idade vai de 30 a 59.
É importante lembrar que é na segunda idade que o nosso corpo começa a sentir todas as dores do mundo (risos), mas a gente sempre dá um jeito de se divertir.
Amigos da segunda idade, ‘tamo’ junto!!!

Com os atos hediondos que acompanhamos neste mundo contemporâneo, podemos concluir que alguns humanos estão ficando desumanizados.


09/07/26

AUTOANAMNESE


Entre a memória e o que ainda podemos ser


Existe uma história dentro de cada pessoa.


Uma história que não está escrita apenas em fotografias, documentos ou lembranças. Ela também vive nos gestos, nas escolhas, nos medos, nos sonhos, nas palavras que ficaram e, principalmente, naquilo que fazemos sem perceber.


Somos feitos de encontros, despedidas, descobertas, perdas, conquistas, erros e recomeços. Somos também feitos de perguntas que nunca encontraram respostas e de respostas que o tempo modificou.


Talvez por isso a autoanamnese seja tão importante: porque, antes de compreender o mundo, precisamos aprender a observar aquele que o contempla.


Volto os olhos para trás,
não para morar no passado,
mas para compreender
as pegadas que deixei.


Há caminhos que escolhi conscientemente. Outros surgiram diante de mim quando eu sequer sabia para onde estava indo. Alguns abandonei. Outros me abandonaram. E existem aqueles que ainda percorro, tentando compreender por que os escolhi.


Fazer uma autoanamnese é estabelecer um diálogo sincero com a própria história.


É perguntar:


Quem fui?
Quem sou?
O que me trouxe até aqui?
O que ainda carrego?
E o que já posso deixar partir?


Não se trata de procurar culpados, nem de transformar o passado em sentença. Trata-se de compreender.


Porque aquilo que não compreendemos muitas vezes se repete.


Repetimos comportamentos, escolhas, relações e pensamentos sem perceber que estamos seguindo antigos caminhos.


Por isso, olhar para dentro pode ser um ato de liberdade.


Há hábitos que herdei,
há pensamentos que aprendi,
há caminhos que percorri
sem jamais perguntar
se realmente eram meus.


A autoanamnese nos permite separar aquilo que somos daquilo que simplesmente aprendemos a ser.


Na vida pessoal, ela nos ajuda a reconhecer nossos valores, limites, desejos e contradições.


Nas relações, revela como amamos, confiamos, ouvimos, perdoamos, reagimos e estabelecemos limites.


Na família, permite compreender as histórias que recebemos e decidir conscientemente quais heranças queremos preservar e quais precisam ser transformadas.


Na vida acadêmica e profissional, ajuda a perceber talentos, interesses, escolhas e caminhos que talvez tenham sido construídos mais pelas expectativas externas do que pelos nossos próprios propósitos.


Nas decisões, cria um espaço entre o impulso e a escolha.


E, nesse pequeno espaço, pode nascer a consciência.


Antes de responder,
eu observo.
Antes de escolher,
eu compreendo.
Antes de seguir,
eu pergunto
para onde estou indo.


Também precisamos fazer uma autoanamnese dos nossos erros.


Não para viver em culpa, mas para transformar experiência em aprendizado.


O erro pertence à nossa história, mas não precisa determinar nosso destino.


A pessoa que fomos tomou decisões com os conhecimentos, sentimentos e circunstâncias que possuía naquele momento. Hoje podemos saber mais. Podemos enxergar diferente. Podemos escolher diferente.


Ontem eu não sabia.
Hoje compreendo.
Amanhã talvez transforme
aquilo que hoje ainda estou aprendendo.


Isso também é amadurecer.


Olhar para quem fomos sem desprezo, olhar para quem somos sem arrogância e olhar para quem podemos ser sem medo.


A autoanamnese também alcança nossos sonhos.


Quantos desejos são verdadeiramente nossos?


Quantos nasceram das expectativas de outras pessoas?


Quantas vezes confundimos sucesso com aprovação?


Quantas vezes seguimos uma estrada porque todos diziam que era o caminho certo?


Há sonhos que permanecem,
sonhos que se transformam
e sonhos que descobrimos
que nunca foram nossos.


Conhecer a própria história é também descobrir quais sonhos ainda fazem sentido.


E talvez esse seja um dos maiores poderes da reflexão: perceber que o passado explica muito, mas não determina tudo.


Somos memória, mas também possibilidade.


Somos consequência, mas também escolha.


Somos continuidade, mas também transformação.


O passado pode explicar nossas cicatrizes, mas não precisa escrever sozinho os próximos capítulos.


Carrego o que vivi,
mas não sou apenas o que vivi.
Carrego minhas marcas,
mas elas não são meu nome.
Carrego meus erros,
mas eles não são meu destino.


A vida inteira pode ser compreendida como uma grande conversa entre aquilo que fomos e aquilo que estamos nos tornando.


E talvez seja justamente por isso que precisamos, de tempos em tempos, silenciar o mundo.


Desligar o ruído.


Parar.


Respirar.


E perguntar:


O que está acontecendo dentro de mim?


Nem toda resposta surgirá imediatamente.


Algumas perguntas precisam permanecer conosco durante algum tempo. Algumas respostas chegam lentamente, através da experiência, da reflexão e das mudanças que fazemos no cotidiano.


A autoanamnese não é uma fotografia de quem somos.


É um espelho em movimento.


Hoje enxergamos uma parte.


Amanhã compreenderemos outra.


E, enquanto vivemos, aprendemos que conhecer a si mesmo não é encontrar uma definição definitiva, mas permanecer disposto a se conhecer novamente.


Sou memória
e sou possibilidade.
Sou passado
e sou caminho.
Sou aquilo que aprendi
e aquilo que ainda posso aprender.


Por isso, fazer uma autoanamnese não é voltar para trás.


É voltar para dentro.


É revisitar a própria história com honestidade, reconhecer o que nos construiu, compreender o que nos limita, valorizar o que nos fortalece e escolher, com maior consciência, aquilo que desejamos levar adiante.


Porque a vida não é somente aquilo que nos acontece.


É também aquilo que fazemos com o que nos acontece.


E enquanto houver consciência, haverá aprendizado.


Enquanto houver aprendizado, haverá transformação.


Enquanto houver escolha, haverá possibilidade.


E enquanto houver vida,


a história ainda estará sendo escrita.

Muitas vezes perdemos oportunidades por não acreditarmos que podemos ir mais longe!
Agora é o momento de agir. Desafie a si mesmo e faça do tempo o seu aliado, coloque para fora as suas qualidades e use suas habilidades, assim você pode fazer a diferença nesse exato momento.
Acredite que você pode ser mais, se dar mais. Creia no seu sucesso e não crie obstáculos em sua mente, mas comece a agir! Você tem talento, só precisa exercitá-los.
Não deixe que o medo de errar te detenha e te faça parar no tempo, mas seja corajoso, acredite no seu potencial!

Márcia Paulo

Nota: Trecho do texto de Márcia Paulo, publicado a 13/07/2013 no blog Cristiane Cardoso

Não podemos mudar
o que passou,
mas podemos ressignificar
o lugar que o passado ocupa
em nossa vida.

50+
Nós não podemos tudo
Ninguém pode
Mas podemos muito

Não podemos ter medo de buscar a verdade. Às vezes, a gente não quer enxergá-la por convicção, para não ferir o próprio orgulho ou para não se decepcionar. É aí que nasce e se enraíza a burrice.

Para cada coisa que cruza nosso caminho, podemos colorir essa imagem com nossas próprias cores e tonalidades, de acordo com o sabor de nossas sensações perante o que aquela coisa produz em nosso íntimo. Ou seja, tudo que recebemos é individualizado dentro de nossa caixa mental.

Não podemos atribuir à nossa corporeidade o estatuto de objeto ou de mera coisa, pois ela possui afetividade.


Por isso, é por meio da afetividade que o sujeito humano se coloca como um ser no mundo, junto com os outros semelhantes.


A afetividade é essencialmente relacional.


A qualidade dos afetos é o que baliza os encontros presentes nas relações humanas.


É a potência da afetividade que impõe um enfrentamento real às vulnerabilidades.


Quando os nossos vínculos e nosso senso de pertencimento estão fragilizados, nos sentimos totalmente expostos a riscos de todas as sortes.


Contudo, o afeto é capaz de transformar esses territórios de vulnerabilidade. O acolhimento pode ser como um porto-seguro, onde não nos sentimos à deriva.

Passado...Futuro...Presente...


O passado é uma casa onde já moramos,
e que podemos visitar vez ou outra,
sem nos demorarmos nela.
O presente é a casa onde vivemos
e que precisamos cuidar com atenção.
O futuro é uma casa em construção,
da qual ainda não sabemos
se chegaremos a abrir a porta.


O passado é uma casa velha que ainda cheira a nós,
paredes impregnadas de ecos,
móveis que guardam nossos silêncios.
Visitamos, às vezes, só para lembrar
que já fomos outros
e que não podemos morar ali de novo.
O presente é a única casa habitável:
tem luz acesa, chão gasto,
plantas que precisam de água
e um telhado que pede reparos —
é viva, é urgente, é agora.
O futuro é um terreno em obras, poeira suspensa,
barulho de martelos, vento atravessando vãos.
Não sabemos se veremos essa casa pronta,
nem se haverá chave para nós,
mas seguimos sonhando a planta dela.


O passado é uma casa onde deixamos
versões antigas de nós;
às vezes voltamos, devagar,
como quem acaricia um álbum amarelado,
mas sabemos que não há cama pronta
nem lugar para ficar.
O presente é a casa que respira conosco,
com suas frestas, suas manhãs,
seus pequenos cuidados cotidianos
que sustentam o que somos.
O futuro é uma casa azul desenhada no horizonte,
em obras, em névoa, em promessa,
e caminhamos rumo a ela
sem saber se um dia
ela nos reconhecerá na porta.


✍©️@MiriamDaCosta

“Quando somos capazes,
Podemos subir e descer da montanha quando necessário.
Mas a capacidade de escalar estará sempre em nós.”
(Revisto por: Jonas Jemusse)

Medir os outros com nossa RÉGUA, podemos citar este exemplo:
José sempre espiava a casa do vizinho pela sua janela, um dia disse para sua mulher: Você já viu como as roupas no varal dos vizinhos estão sujas e encardidas!!!
A mulher do José olhou para as roupas no varal do vizinho e disse: José, não são as roupas no varal do vizinho que estão sujas e encardidas, são os vidros da nossa janela que estão sujos e encardidos!!!

Não podemos apagar os erros nem mudar suas consequências, mas podemos aprender com eles e evoluir.

Às vezes erramos e, infelizmente, não podemos mudar a consequência do ato, apenas aprender e evoluir para nos tornarmos melhores.

Um dia podemos perceber que é tarde de mais para viver a vida. Por isso se estamos percebendo isso hoje, comece e viva.

José Luís Gonçalves de Sousa
Psicólogo

Não podemos parar, pois o que parece não ter sentido pra nós, é inspiração; motivação e consolo pra outros.

A vida é uma viagem, podemos escolher os trajetos, porém o destino final será o mesmo pra todos.

Depois de tantos tombos na vida, aprendemos onde podemos escorregar e o que nos faz tropeçar.

Podemos estar rodeados de pessoas, mas há vazios em nós que só Deus preenche… são espaços silenciosos da alma que só se acalmam na sua presença e no seu amor infinito.