Podemos
O dia se repete infinitamente, a não ser pelos pontos chaves, em que podemos modificar o looping. Para saber quando mudar, isso só usando a intuição.
A arte é fazer uma simulação. É fingir que se sabe o que não podemos saber. Assim, se cria. Compartilhar é o segredo, é dar muito mais do que recebemos, é se doar por sermos senhores de si.
“A Sabedoria de Ajustar as Velas”
“Não podemos escolher a direção do vento, mas sempre é possível ajustar as velas.”
Durante muito tempo, talvez eu tenha confundido maturidade com controle.
Imaginava que amadurecer significava aprender a organizar a vida de tal maneira que quase nada pudesse sair do lugar.
Como se a experiência nos concedesse, pouco a pouco, algum poder secreto sobre o amanhã.
Mas a vida não funciona assim.
Podemos escolher a embarcação. Podemos estudar os mapas. Podemos calcular distâncias,
observar o horizonte e até decidir o porto para onde desejamos seguir.
Mas não escolhemos o vento.
E talvez uma das maiores dores humanas nasça justamente dessa dificuldade: queremos controlar aquilo que apenas podemos atravessar.
Há ventos que chegam fortes..
Uma perda.
Uma despedida.
Uma decepção.
Uma porta que se fecha quando tínhamos certeza de que se abriria.
Um amor que muda.
Um sonho que demora.
Uma notícia inesperada.
De repente, todo o mapa cuidadosamente desenhado já não parece servir para muita coisa.
É nesse momento que descobrimos a diferença entre controlar a vida e aprender a vivê-la.
O imaturo olha para a tempestade e pergunta:
“Por que o vento não sopra para onde eu quero?”
O homem amadurecido começa a fazer outra pergunta:
“Já que não posso mudar o vento, o que posso fazer com as minhas velas?”
Essa pequena mudança de pergunta pode transformar uma existência inteira.
Porque maturidade não significa ausência de medo. Não significa nunca sofrer, nunca hesitar ou possuir respostas para tudo.
Maturidade é compreender onde termina o nosso poder e onde começa a nossa capacidade de adaptação.
Existem coisas que dependem de nós.
Outras, simplesmente, não.
Não controlamos o comportamento das pessoas.
Não controlamos todas as despedidas.
Não controlamos o tempo.
Não controlamos completamente o corpo.
Não controlamos o passado.
E, por mais que façamos planos, jamais teremos domínio absoluto sobre o futuro.
Entretanto, existe uma pequena região sobre a qual ainda podemos exercer alguma autoridade:
a maneira como respondemos ao que nos acontece.
É ali que ficam as velas.
A vida pode mudar o vento, mas ainda podemos mudar nossa posição diante dele.
Podemos recolher uma vela durante a tempestade.
Podemos diminuir a velocidade.
Podemos mudar temporariamente a rota.
Podemos esperar.
Podemos recomeçar.
E, algumas vezes, podemos até descobrir um destino que jamais teríamos conhecido se o vento tivesse obedecido aos nossos planos.
Talvez por isso algumas das maiores transformações da nossa vida tenham começado justamente quando alguma coisa deu errado.
O caminho interrompido nos obrigou a procurar outra estrada.
A perda nos ensinou o valor da presença.
O fracasso nos apresentou à humildade.
A solidão nos colocou diante de nós mesmos.
A queda revelou forças que desconhecíamos possuir.
E aquilo que chamávamos de desvio talvez estivesse apenas nos ensinando outra maneira de navegar.
Há uma arrogância silenciosa na necessidade de controlar tudo.
Queremos que pessoas, acontecimentos, tempo e destino se comportem de acordo com os mapas que desenhamos.
Quando isso não acontece, sentimos que a vida nos traiu.
Mas talvez a vida nunca tenha prometido obedecer aos nossos mapas.
Ela apenas nos entregou um barco.
Algumas velas.
Um horizonte.
E a liberdade de aprender.
Maturidade, portanto, não é tornar-se senhor dos ventos.
É tornar-se marinheiro.
É olhar para o céu escurecendo e, mesmo sentindo medo, saber que ainda existem decisões possíveis.
É reconhecer que mudar a rota não significa necessariamente abandonar o destino.
Às vezes, para chegar ao mesmo porto, precisamos navegar por águas que jamais imaginávamos conhecer.
Outras vezes, precisamos ter coragem suficiente para admitir que aquele porto já não é mais o nosso.
Talvez seja essa uma das lições mais difíceis da existência:
nem toda mudança de direção é uma derrota.
Existem desvios que nos salvam.
Existem atrasos que nos protegem.
Existem tempestades que nos despertam.
Existem ventos contrários que fortalecem braços que haviam se acostumado demais à tranquilidade.
E existem caminhos que somente aparecem quando perdemos aquele que acreditávamos ser o único.
Hoje compreendo que viver não é possuir um mapa perfeito.
É aprender a ler o céu.
É perceber quando avançar, quando esperar, quando insistir e quando mudar.
É saber que algumas tempestades precisam ser enfrentadas e outras simplesmente atravessadas.
No fim, talvez ninguém chegue exatamente ao porto que imaginou quando começou a viagem.
Carregamos cicatrizes das tempestades, lembranças das águas tranquilas, saudades de quem navegou conosco e histórias de lugares onde jamais planejávamos estar.
Mas existe uma espécie de paz quando finalmente compreendemos que não precisamos controlar o oceano para continuar navegando.
O vento continuará mudando.
A vida continuará surpreendendo.
Algumas manhãs serão tranquilas. Outras chegarão carregadas de tempestades.
E nós continuaremos ali, pequenos diante da imensidão.
Mas enquanto ainda houver uma vela que possa ser ajustada, haverá também uma escolha possível.
Talvez amadurecer seja exatamente isso:
parar de exigir que o vento mude de direção e começar a aprender o que fazer com o vento que chegou.
Porque não é o mar tranquilo que revela o marinheiro.
É a maneira como ele ajusta as velas quando percebe que já não controla o caminho.
Errar é humano, mas devemos aprender com nossos erros e evitar repeti-los. Não podemos nos dar ao luxo de cometer os mesmos erros repetidamente.
Tudo aquilo que pode ocupar o lugar de Deus é menor do que Deus. Tudo aquilo que podemos perder não pode ser a nossa esperança eterna.
Somente Jesus, que é eterno, pode nos conduzir àquilo que também é eterno: a vida com Deus para sempre.
Na passagem do tempo, podemos marcar a existência através das cores, definindo o passado, o presente e o futuro como coordenadas das eras — um processo que reside no simples ato de ver a cor e compreender os mistérios do olhar.
Assim como as nuvens desenham o dia, sabendo que nenhuma nuvem é igual a outra, o registro de uma foto ou filme é capaz de resgatar aquele instante exato no tempo. Até mesmo as estrelas mudam de posição ao longo de décadas ou eras, pois o cosmo permanece em constante movimento, expandindo-se sob a consciência plena da relatividade.
Interface do relativismo da Internet...
Podemos coexistir com a liberdade da vida entre os alienados sendo sensatez que são bots a favor de político sem escrúpulos fazem da vida um churrasco de dinheiro e corrupção.
Como sam consciência pode existência do caos político a vergonha nacional.
Entre dilúvio de mentiras e balelas o fraudulento ser corroe a base da democracia.
Os aposentadoria dos aposentado se foi embora para pagar mansões e filme do papai ainda sobrou dinheiro público para churrasco ops a prefeitura paga..
Temos investir no futuro de nossos netos o Brasil paga.
A existência e suas explicações.
Podemos contestar?
Podemos saber o que nos criou?
São questões de pura curiosidade?
O mudaria na tua vida ?
O impacto na vida dos outros?
O continuo espaço tempo seria transcendência da evolução humana.
Pois ignora que carregamos é oriunda da falta de conhecimento...
"Diante do pensamento, vivemos a discriminação.
Não podemos expressar o que somos, apenas olhares vazios.
Pois ainda somos escravos da constituição.
Somos livres, e somos a cultura que criou esse país, sem amarras da ignorância e do relativismo do imperialismo."
O deslumbre do lienar da vida.
Podemos contemplar e viaja no tempo encontrar o início de nossas vidas.
Mesmo tempo Podemos contemplar o crescer da vida e sua passagem para mundo espiritual.
Conhecendo o presente e futuro somos máquinas do tempo pois guardamos o passado dentro de nós deslumbramos o futuro e vivemos no presente.
"Não podemos aliviar todos os sofrimentos do mundo, mas podemos evitar aumentar o peso que o outro já carrega."
“Não escolhemos todas as feridas que carregamos, mas podemos escolher o destino que daremos a elas. O passado explica parte de quem somos; nossas escolhas revelam quem decidimos ser.”
Podemos classificar o Amor de varias formas: Uma delas é o pólen que foi lançado ao vento assim como as flores que se multiplicam no campo, alguns se perdem por não encontrar um ambiente propício para florescer e outras crescem e se multiplicam, se caso o pólen do Amor cair no seu coração que encontre um terreno fértil e deixe florescer e se multiplicar. O mundo precisa de Amor para viver.
Deus é Amor.
Nós escolhemos a nossa influência e o impacto da nossa trajetória. Podemos ser a paz que acolhe ou a discórdia que destrói; o céu de alguém ou o seu próprio inferno."
Somos santuário do amor e não podemos deixar contaminar nosso corpo e alma, para que alcancemos o verdadeiro estado de iluminação em Deus!
Não podemos conter as lágrimas e sofrimentos dos filhos, não podemos evitar que eles se machuquem nessa estrada da vida. Podemos, sim, falar de experiências, de nossos erros, fracassos, assim como acertos e vitórias. Muitos filhos só reconhecem aos conselhos dos pais depois de feridos e machucados, lembram que, mesmo com divergências, discussões, conflitos, os pais estarão disponíveis para abraçar, acolher em qualquer situação. E pais de verdade são capazes de doar seu coração pelos filhos, que muitas vezes não entendem a razão, misturada com tamanha emoção, que geram o verdadeiro amor de seus pais, amor capaz de doar a própria vida para que seus filhos entendam que o desejo maior é que sejam responsáveis para serem felizes.
A vida é bom por isso, quando estamos impossilitados de fazer algo, podemos relembrar os bons momentos de algo que um dia já fizemos.
Tudo que podemos oferecer para tornar os dias melhores para alguém, já faz grande diferença em nossas vidas também. Pois é doando que se recebe, mesmo que não esperando nada em troca.
